Texto para um Amor te Esquecer

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Não sei se é possível ler um livro que preste em um dia. Assim como não sei se é possível viver uma vida que preste em um dia... então não te a apegues a consquistas mas apega-te antes a iniciativas. Se a iniciativa não for tua mas te revés nela, luta por esta e viva por ela... Quando for tua e conquistares outros, não exite em mostrar que morres por ela ainda que em um dia.

Assim foi a vida do grande mestre que resumimos em um dia! dia da sua ressureição.

Inserida por PauloBartolomeu

⁠Faça

Faça de cada dia
Uma bela poesia
De cada momento
Um bom pensamento
E da sua vida
Uma história bendita

Faça de seus tropeços
Sábios recomeços
De cada derrota
Pontes para vitória
E dos medos e dores
Momento de louvores

Faça de sua alma
Um lugar de calma
De sua mente
Uma força crescente
E do seu coração
Um templo de oração


Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei

Inserida por AlanAlvesBorges

⁠Vagando nos pensamentos

Mesmo em um dia bem vivido
Às vezes me sinto perdido
Fico vagando nos pensamentos
São confusos meus sentimentos

As horas vão passando
E eu parado pensando
Do passado começo a lembrar
O futuro fico a imaginar

Não sei nem quem sou
Muito menos aonde vou
De onde será que vim?
O que Deus quer de mim?

São meus devaneios
Por respostas tenho anseios
Vejo que a ambição
É uma maldição

E todo o rancor
Só causa mais dor
Quero me conhecer
Melhor pessoa poder ser

Cultivar mais amor
Na família dar valor
Os amigos reencontrar
Para poder conversar

Ser mais dedicado
Humilde e esforçado
Ter honestidade
E Buscar a verdade

Ter fé e esperança
Uma alma de criança
Viver a caridade
Me livrar da vaidade

Ser mais consciente
Purificar minha mente
Curando o coração
Com a força do perdão

Para Deus vou orar
Vou acreditar
Em um novo viver
Do espírito renascer


Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei

Inserida por AlanAlvesBorges

⁠Confuso Coração

Confuso coração que habito
Nas emoções chego a me perder
Parece um poético labirinto
A poesia é uma saída que posso ver

Vejo sentimentos que possuo
E outros que tentam me possuir
Fazem de mim um receptáculo
E me obrigam a escrever o seu sentir

Da mente chove pensamentos
E os versos pingam no meu chão
Faço das rimas os meus passos
Peregrinando neste confuso coração


Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração

Inserida por AlanAlvesBorges

⁠O poeta é um ator

Nem tudo que escrevo
Pertence ao meu coração
Poemas às vezes são desabafos
Outras vezes é apenas atuação

Com um sincero fingimento
O poeta também é um ator
Difícil decifrar quando é real
Seu amor e sua dor

O poeta usa os poemas
Para poder se expressar
Ele é usado pela Poesia
Para que ela possa se manifestar


Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração

Inserida por AlanAlvesBorges

⁠Sentimento discreto

Entre mundos distantes
Um sentimento nasce discreto
Sem razões que se explique
Surge feito um tímido milagre

O individuo que o porta
Em seu peito machucado
O chama de mera ilusão
Esse amor de Platão

Mas como uma miragem
Em um deserto interior
Que vive o perdido portador
Torna-se uma esperança

Sua alma machucada
Começa aos poucos se curar
Aquilo que chamou de ilusão
Traz luz para seu coração

Uma alma cura outra
Mesmo longe sem perceber
Só pelo fato de existir
Desperta na outra um novo sentir


Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração

Inserida por AlanAlvesBorges

DEPENDÊNCIA EMOCIONAL

Não existe dor mais profunda,
do que a dependência emocional,
um laço invisível de sofrimento,
que acorrenta o coração sem controle.

Na busca constante por aprovação,
nos perdemos na necessidade do outro,
esquecemos o nosso próprio valor,
e nos agarramos a um amor que nos consome.

A dependência emocional nos envolve,
um vendaval de inseguranças e medos,
nos tornamos prisioneiros de nós mesmos,
amarrados na expectativa de um afeto incerto.

E enquanto desvanecemos no sofrimento,
perdemos oportunidades de crescer,
de ser autônomos e plenos,
de descobrir o amor próprio prevalecer.

Quebre as correntes da dependência,
liberte-se desse desgaste exaustivo,
apoie-se em suas próprias forças,
e descubra o verdadeiro amor, o que vem de dentro.

Aprenda a amar sem se apegar,
a ser independente no abraço,
valorize a sua própria essência,
e encontre a felicidade no seu próprio caminho.

A dependência emocional dói,
mas se libertar, encontrará a liberdade,
e no caminho da auto-suficiência,
descobrirá um amor próprio incomparável.

Inserida por Liralov

⁠A ideia de "união" ainda é um dilema nas sociedades africanas, aprendeu-se demaseado sobre a desunião, que se tem adptado como um estilo de vida saudável. Meus queridos, a África dos vossos antepassados sempre rejeitou essa forma de viver, precisam voltar.

In, Despertar da consciência negra

Inserida por Susatel

Poço


Como caí aqui?
Estou em um lugar escuro, gelado e úmido
Paredes de tijolos em um formato circular
O sentimento é horrível, mas estou mudo.

As memórias estão esvaindo
Lembro-me de algumas coisas
Momentos felizes que aos poucos se apagam
As células cerebrais sumindo mesmo não estando prontas.

Pedi tanto por uma vida melhor
Mas acabei nesse lugar
Mas onde estou mesmo?
Não parece com um altar

Tentei subir pelas paredes
Elas escorregam e o topo está longe
Minhas mãos sujas e machucadas
Caio na água que me lembra de uma fonte

Na verdade, agora percebo
Minhas escolhas me trouxeram aqui
Todos me abandonaram e a escuridão ficou
Eu mesmo que parti dali

Minha felicidade não existe e finalmente notei onde estava
Decidi definhar nesse lodo
Pois desistir de tentar fugir
Do fundodopoço...

Inserida por BUNDLE_TRHASHING

RUTINA
Me desperto a tu lado
E já não sinto nada
O beijo é mecânico
O abraço é só um hábito

Rutina, rutina
O nosso amor virou rotina
Rutina, rutina
Eu não sei mais o que fazer

Eu me lembro de quando
Tudo era tão diferente
A gente se apaixonava
A cada toque, a cada olhar

Rutina, rutina
O nosso amor virou rotina
Rutina, rutina
Eu não sei mais o que fazer

Eu tento mudar as coisas
Mas nada parece funcionar
Eu sinto que estou perdendo
O amor da minha vida

Rutina, rutina
O nosso amor virou rotina
Rutina, rutina
Eu não sei mais o que fazer

Eu não quero perder você
Mas não sei como mudar
Eu estou perdido
E não sei o que fazer

Inserida por eriecsoulz

⁠Um planeta chamado Lulma.

Em um local distante havia um planeta chamado Lulma.
Era um planeta muito bonito, repleto de belas paisagens e recursos naturais abundantes. Uma variedade quase infinita de animais e plantas haviam neste planeta. No entanto destoando deste idílico cenário haviam os humanoides que usufruíam dos recursos naturais existentes, muitas vezes degradando o ambiente que viviam.
Estes humanoides eram comandados por um Rei que dominava quase tudo e, mesmo existindo órgãos para controlar as ações do Rei para que este não fosse uma autoridade suprema, e tivesse surtos de Deus, todos ao final, eram submissos aos mandos e desmandos do Rei que sempre conseguia impor suas vontades, através de favores pessoais, e altos cargos e salários dados aquelas pessoas de outros órgãos que o apoiavam. Muitos sabiam, mas nada faziam, e quando faziam, eram porque queriam também fazer parte da corte.
O povo deste reino vivia em castas flexíveis, onde uma pessoa com poucos recursos, mas, com esforço e dedicação poderia migrar para um patamar econômico melhor e ter uma vida mais confortável. Haviam pessoas e empresas que desenvolviam produtos, remédios, e toda sorte de bens que satisfaziam os interesses dos humanoides. Estes bens, principalmente os de luxo e de alto valor agregado, evidentemente tinham preços diversificados o que em muitos casos, os tornavam inviáveis a alguém com menos recursos para adquiri-los, o que fazia com que surgissem outras empresas com produtos similares para atender esta demanda paralela. E assim vivia o Lulmense (habitantes do planeta Lulma).
Esclareço aqui que uma característica natural dos humanoides deste planeta Lulma era a vontade de possuir coisas, de querer mais e de não se satisfazer facilmente. Mas, embora estas características a princípio pudessem parecer projetar as pessoas para um patamar mais elevado, muitos Lulmenses não tinham a tão sonhada ascensão por diversos motivos, indo da própria capacitação profissional e cultural, ou passando pelos meios sociais nos quais estavam inseridos e que dificultavam melhores acessos para prover algo mais substancial. E ao final, embora todos quisessem o melhor e vivessem sonhando com uma posição social privilegiada havia muita desigualdade entre os Lulmenses.
Ora, a desigualdade social vivida pelos Lulmenses, em algum momento faria nascer questionamentos, sobre aquela forma de reinado, e se esta era a mais justa, visto que todos os Lulmense perante a Lei do Reino eram iguais em direitos e deveres. Ora se eram iguais, então por que haviam diferenças e por que elas eram nutridas? Alguns Lulmenses começaram a questionar o sistema, e do questionamento surgiram algumas pessoas com ideias de repartição de bens, de igualdade social, igualdade material e salarial, de propriedade comum a todos e, tantas outras ideias surgiram.
Ora, não há nada mais poderoso do que uma ideia que toma forma e eco. E o Rei sabia disso e, sábio que era, aproveitou da ideia. Afinal não é salutar nadar contra as ondas, e melhor surfar nela e esperar ela morrer na praia.
Assim sendo chamou seu Ministro e Conselheiro Burrddad e criaram estratégias visando a permanência no poder. Primeiro contrataram um cidadão Lulmense que tinha todas estas novas ideias que eram aos olhos de muitos progressistas, e o fizeram escrever estas em um livro e lançaram este na boca miúda para todo o reino.
Lembrem-se que é uma boa estratégia criar uma ideia já criada controlando-a em seu resultado final.
Ora, o livro alcançou alguns pseudointelectuais, filósofos de esquina, e pessoas bonitinhas que vivendo de forma nababesca, sentiram-se culpadas pela desigualdade existente, criada e sustentada por seus pais. Embora não se desfizessem de sua vida de luxo, gritavam e entoavam cantos pela igualdade social.
O Rei sabendo deste movimento, começa a agir, primeiro estatiza o ensino, dando-lhe cartilhas do que deveria ser seguido e ensinado. Ora, em um reino de desigualdades a melhor forma de vender utopias é através dos bancos escolares, afinal é mais fácil alimentar a barriga da ilusão do que tirar a barriga da miséria.
O movimento foi crescendo, e os gritos já se faziam ecoar nos corredores do palácio, mas, o Rei já havia previsto isso.
Em uma jogada planejada, criou benefícios para serem distribuídos aos Lulmenses sem recursos, esta ação trouxe contentamento e alento aquelas pessoas que viviam na miséria, mas, evidentemente sem tirá-las de lá, afinal, ao Rei a miséria controlada era uma forma de permanência e de poder a ser negociado.
Como toda ideia revolucionaria tem que ser controlada às regras de quem domina, o Rei para ganhar tempo e corações, tinha que dominar o pensamento dos Lulmenses, e fez outro movimento. Enfraqueceu aos poucos a qualidade do ensino, a ponto de transformarem os cidadãos Lulmenses em analfabetos funcionais, mal liam, mal interpretavam e dificilmente pensavam. Seguiam apenas correntes que ora surgiam aqui e ali a mando e criação do Rei por debaixo do pano sem que ninguém soubesse que era dele que vinham estas ideias.
De forma sutil, colocou os Lulmenses um contra o outro, primeiro fazendo nascer o sentimento de diferenças entre si através da própria raça, depois começaram a culpar os Lulmenses mais ricos pela desigualdade econômica e social. A situação chegou ao ponto de discutirem as opções sexuais dos Lulmenses, querendo até implantarem uma nova linguagem para a todos nivelarem. Enfim a vida se transformou em um debate sem fim, separando ainda mais o povo, colocando estes dentro das bolhas de convivência nas quais se assemelhavam e defendidas aos berros por pessoas que defendiam a igualdade querendo leis que as tornavam desiguais. E o local do grande nascedouro destas novas ideias, vinham do braço de manobra do Rei, do ensino. Implante uma ideia, escravize ou liberte uma nação.
O Rei atento a tudo, aparecia defendendo todas as bandeiras com discursos que o colocavam de forma agradável no centro de todas as diferenças, mas, sabia também o Rei que embora ele fosse o dono do Reino, ele não era dono de toda sua produção. E seus ministros e funcionários, embora fieis, não eram capazes de assumir toda a produção e pesquisa necessários para o desenvolvimento das necessidades da população.
Sabendo que estas empresas eram de certa forma uma ameaça ao seu reinado, pois estas eram capazes de criar aquilo que mais fazia concorrência ao rei, que no caso era o dinheiro e a geração de riquezas, fez o Rei, uma outra jogada. Aliou-se por debaixo do pano a algumas empresas, dando-lhes empréstimos volumosos a juros módicos e na prática não pagáveis, para que elas monopolizassem determinadas cadeias de produção, fazendo com que elas mesmos exterminassem os pequenos focos de produção e geração de riquezas, tornando-as dependentes destes oligopólios.
Evidentemente era mais fácil dominar um gigante que a tudo controla, do que os anões que se reproduziam sem parar.
Mas o Rei tinha que dominar tudo, sua gana pelo poder não tinha limites, seu reinado tinha que ter controle de tudo, não poderia ele dividir o poder, isto lhe era inadmissível. Em sua forma de pensar o Rei tinha que ser onipotente e onipresente.
O Rei sabia que a desigualdade proporcionava estabilidade, pois são as diferenças que nutrem o sistema e que o faz girar e crescer. Este era o ponto em que ele deveria atacar. E ele já havia preparado o campo de batalha. O povo, fragmentado dentro de suas ideias rasas queriam uma vida de prazeres que o dinheiro era capaz de produzir, mas que não possuíam. As empresas gigantes iam adormecidas e aninhadas pelo Rei, era o momento. Vamos criar o caos e depois controla-lo.
Chamou mais uma vez seu ministro Burrddad e decretou. A partir de hoje, não haverá pobreza no Reino de Lulma. Pegue o maior salário hoje pago por uma profissão e nivele todas as profissões por ele. Antes de fazer o anúncio, foi a uma emissora de TV privada no papel, mas, estatal de coração e fez um longo discurso sobre a desigualdade e sua origem cruel e escravizante que o sistema capital criava e os mantinha. Disse que a partir daquele momento, todos os salários do povo seriam nivelados pelo maior salário pago. Naquele momento o país explodiu em alegria, visto que a maioria dos Lulmenses não eram tão abastados, a insatisfação foi dos poucos que com suor e empenho lutaram para ter um lugar ao sol. Todos eram finalmente iguais em condições salariais, logo, poderiam seguir para a realização de seus sonhos mundanos e materiais.
Mas, o Rei foi claro e taxativo, ninguém poderia ganhar menos que o maior salário, mas, ninguém poderia também acumular riquezas além de seu ganho, pois se assim o fizessem seriam passiveis de penas horríveis e perdas de seus bens. Exceto os companheiros escolhidos pelo Rei que o auxiliavam nas diversas questões. Afinal, eles trabalhariam mais pelo desenvolvimento do reino. A armadilha estava lançada.
Ora! Quem trabalhava fazendo serviço braçal ou em uma linha de produção, logo, não queria mais fazer aquele serviço, pois já que qualquer profissão lhe dava o mesmo ganho, por qual razão iria escolher uma profissão que lhe causasse tanto esforço? E o contrário também ocorreu, afinal para que me dedicar tanto se eu valerei o ganho de quem não dedicou?
O caos estava instalado, rapidamente as empresas começaram a perder funcionários, e a produção colapsou. Os bens de produção e consumo tiveram uma redução gigantesca pois não haviam mais pessoas para trabalharem naqueles postos de serviços, todos procuravam algo mais ameno para fazer ou na falta de algo se deleitar nos benefícios do estado que eram iguais aos benefícios pagos pelas empresas. Evidentemente uma situação assim só geraria ricos na miséria. Ora de que adiantava o dinheiro, se não servia para obter ou desfrutar de algo?
O Rei já sabia e esperava por isso, e foi novamente a sua emissora favorita e anunciou ao povo. Meu povo, dinheiro lhes dei, mas não saciei sua vontade de consumo que este dinheiro poderia lhe trazer, então vendo que as empresas não conseguem mais produzir a contento, fica a partir de hoje, todas elas de posse do Rei, para que o nosso grande reino, possa cuidar das necessidades de todos. Mas, entendam, será um momento de difícil adaptação e peço a compreensão de todos, já que é o preço que pagaremos por uma sociedade equilibrada e justa.
As grandes empresas refutaram a início, mas, como viviam de recursos oriundos do Rei para seu crescimento e expansão, rapidamente cederam. Mas, a produção estava ainda parada e já que as empresas agora eram do Rei, este agora podia impor sua vontade, e começou a colocar grilhões as pessoas para obrigarem a estas produzirem. Se de um lado o acorrentado gritava, no lado do Rei, defensores intelectuais selecionados e formadores de opinião, apoiavam a decisão dizendo que era necessário o acorrentamento para a satisfação de todos.
Ora, de nenhum trabalho escravo se tem boa produção, isso sem falar em desenvolvimento. O povo tinha recursos, mas, estes recursos não ser traduziam em qualidade de vida. A produção como esperada, escravizada se deteriorou, pesquisas e desenvolvimento, não surgiram a contento impactando a vida e a saúde de todos, já que não haviam mais cientistas dispostos a desenvolverem projetos e inovações visto que lhe faltavam incentivos. Mesmos aqueles mais apaixonados pelo sistema, ou obrigado por este, não conseguiam desenvolver algo além pois lhes faltavam a capacidade e a capacitação técnica necessária, visto que a educação não lhe era adequada.
Dinheiro só tem valor para quem o usa, e para tal é necessário algo que lhe seja traduzida em valor. O Rei sabia que a condição gerada ao igualar a tudo e a todos, centralizando o poder, teria efeitos maléficos a longo prazo, pois embora dominasse a produção e o consumo, não conseguia este dominar a vontade humanoide de ter algo a mais, e se diferenciar de seu semelhante. Afinal uma floresta de árvores iguais é também um tipo de deserto.
Sábio como sempre foi, começou mais uma vez sua jogada de poder. Agora, para resgatar aquilo que ele sepultou, um sistema capital, inicialmente de forma mais controlada, no qual tudo gire em torno dele, e as pessoas consigam se destacar das demais através dos benefícios prometidos pelo novo, mas, antigo sistema, até este se ressuscitar totalmente, para depois fazer novamente a roda girar mantendo o povo neste ciclo de obediência eterna aos seus joguetes e controles criados.
E, quando menos se esperava, veio o meteoro.
Esta é uma pequena ficção gerada em meus devaneios após o uso de substâncias lícitas, qualquer semelhança é mera especulação.
Paz e bem.
Aprendamos a pensar.
Massako 🐢🤪

Inserida por Massako

⁠A partida daquele que um dia teve significado em nossas vidas, sempre deixará cicatrizes. O desalento na verdade é do que a gente nunca mais seremos para o outro.
A saudade do beijo intenso, do abraço apertado que nunca mais receberemos.
O egresso do outro é simplesmente a nossa insistência.
A ardência no coração é porque, o telefone não tocará, a mensagem não chegará.
A pontada no peito é inevitável, pois pela primeira vez, deixamos de existir para alguém.

Inserida por gilson_cotta

⁠Seus corações, outrora em sintonia, começaram a dançar em direções diferentes, marcando um dos atos mais dramáticos de suas vidas. Após anos de confrontos e lutas e confrontos e agressões e confrontos, um deles decidiu sair de cena, enquanto o outro encontrou coragem para um novo passo.
Lembro-me bem daquele dia, quando fomos reunidos para uma dança de lágrimas, explicando que seus passos não mais estariam alinhados. Foi um choque, uma surpresa, pois nunca haviam ensaiado essa coreografia. Tentaram guiá-los, mas eram jovens dançarinos também, ainda incapazes de compreender plenamente a melodia.
A dança se estendeu, com passos incertos e ritmo doloroso. Uma dança de desentendimentos e acusações, que pareciam não ter fim. No final, um deles seguiu adiante, enquanto o outro permaneceu no centro do palco, mantendo o compasso de uma vida solo.
A separação foi um ato que deixou marcas profundas na trama de suas vidas. Apesar da dor e do desalento, havia um alívio em saber que não mais dançariam sob a sombra de conflitos intermináveis.
No final, a dança da representou um movimento de crescimento e superação. Mostrando valiosas lições sobre amor, respeito, coragem e perseverança, que ecoam na vida de todos nós.
Lembro-me vividamente do período que se seguiu. A busca por novos passos os levou a descobrir talentos que jamais imaginaram possuir. Enquanto isso, o contato com o outro tornou-se uma dança irregular, cheia de reviravoltas.
Em um momento de descompasso, um deles buscou um novo parceiro, mas logo se viu em meio a um turbilhão de tormentos. As brigas e acusações ecoavam na pista de dança, e usaram seus laços como armas, uma dança doentia.
Em um ápice de tensão, uma intervenção externa marcou um ponto culminante. A partir desse momento, a decisão estava tomada: seguir adiante em danças solitárias, sem olhar para trás, buscando uma nova harmonia na melodia da vida.

Inserida por eriecsoulz

⁠Um querer que assusta o coração,
mas há um silêncio que não cala.
Uma voz que ressoa, incansavelmente.
Vamos respeitar,
não há como burlar o sentir de alguém.
De vez em quando bate aquela saudade,
de uma conversa boa,
de saber como está,
mas aí vem a sanidade e diz: cai na real!
Deixe ir o que precisa ir...
O que pertence ao seu caminho,
encontrará uma maneira de voltar.
Não precisa brigar.
Não basta só sentir,
é necessário vir.

Poesia de Islene

Inserida por ISLENESOUZA

⁠Não deixe que a rotina te torne um mero espectador dessa vida maravilhosa. Seja o protagonista de cada capítulo, escreva sua própria história, aproveite cada página. Viva com intensidade, ame sem reservas, sorria, chore, celebre. Não deixe que sua vida seja apenas uma sucessão de dias vazios.

Desperte para a beleza que a vida tem a oferecer. Não deixe que a rotina te deixe cego, te sufoque, te consuma ou te acomode. Aprecie e viva ao máximo cada momento dessa experiência única chamada vida.

- Edna Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

⁠⁠ ⁠A partida daquele que um dia teve significado em nossas vidas, sempre deixará cicatrizes. O desalento na verdade é do que a gente nunca mais seremos para o outro.
A saudade, é pela certeza de que, nunca mais receberemos quele abraço apertado e do beijo verdadeiro.
O egresso do outro é simplesmente a nossa insistência.
A ardência no coração é porque, o telefone não tocará mais, a mensagem não chegará e só o que restará, é a lembrança daquela voz que nem a força do tempo poderá apagar.
A pontada no peito é inevitável, pois pela primeira vez, deixamos de existir para alguém

Inserida por gilson_cotta

⁠ Em um mundo cheio de vida, habita um vazio dentro e fora de mim.
Algo sufocante, aquele que consegue me pendurar pelo pescoço.
Mas qual o sentido? Algo deveria ter algum sentido?
A vida é algo superficial no qual acreditamos ter que manter.
Em um planeta, em uma galáxia, em algum universo.
Nāo vejo cores, nāo vejo amor, nāo vejo motivos.
É algo que prende, nāo existe escapatória.
Estar na beira do inferno e do céu, em um lugar desconhecido que fingimos morar.
Em uma eternidade, algo infinito, realmente qualquer coisa teria alguma importância?
Nāo há um começo, um meio, ou um fim.
Estou tentado me equilibrar em uma corda bamba para nāo acabar caindo no lado errado.
Estou tentando nāo deixar o copo de água derrubar para nāo ser julgado.
Estou tentando nāo deixar que este vazio me consuma.
Mas no fim, estamos condenados a viver.

Inserida por larrew

⁠Um dia pensar em perder o prazer de conversar com alguém nos tira o fôlego. Em um dia, também percebo que não nos falamos e nem por isso isto te incomoda, e logo me transformasse em inexistência. Realmente aquele coração não era um lugar nutrido para fazer-te florescer. Corra, busque seu lugar, cresça!
Logo vai perceber que nem todas as pessoas estarão felizes por não poder se aproveitar de sua generosidade.

Inserida por euRuanVinicius

⁠Nas notas de um Rock, no peso do Metal,
Ecos da Clássica, um mundo imortal,
Sou um cara simpático, de coração aberto,
Com paixões distintas, um ser tão completo.

No som retumbante, a guitarra a queimar,
A alma agitada, a mente a viajar,
Mas na serenata da música antiga e nobre,
Encontro a paz, o meu coração descobre.

Jogos diversos, desafios a encarar,
Em cada aventura, um novo lugar,
Estou sempre pronto para o que vier,
Com um sorriso, uma ajuda, um ser a crescer.

A empatia é minha companheira constante,
No calor do Metal ou na sinfonia elegante,
Neste mundo de sons, de risos e calor,
Sou o reflexo de alguém que amo com fervor.

Assim, nesta jornada, vou trilhando meu caminho,
Ouvindo Rock, Heavy Metal, Clássica, e sozinho,
Mas também com amigos, em harmonia a dançar,
Sempre pronto a ajudar, sempre a compartilhar.

Inserida por Hillvale

⁠O eco da noite

A madrugada previa
Com um choro que interrompia
O silêncio da sabedoria
Que calava quem permanecia.

A menina não admitia
A verdade que ali havia
Nua, crua, que vinha
Ao concretizar o que ela perdia.

Olhava aquela boca que não mais servia
Para sussurrar o que ela queria
E o olhar cerrou tudo o que assistia
Deixando apenas uma eternidade fria.

Inserida por RosiclerCeschin