Texto para um Amor te Esquecer
um pão é
tentação
degustação
alimentação
sensação
multiplicação
dedicação
doação
perfeição
lição
opção
adição
benção
emoção
oração
porção
abdicação
redenção
afeição
atenção
comoção
coração
criação
devoção
razão
exceção
geração
idealização
medicação
munição
posição
transformação
sovação
solução
saudação
vocação
adoração
avivação
correção
emanação
execução
é Paixão de Cristo!!!
Sonho e fantasia
Talvez um dia por um descuido,
a gente se esbarre por aí;
ou não vai saber.
Só o que sei, é que nos meus sonhos;
te vejo todo dia numa linda sintonia.
Meus olhos sorriem de alegria,
é descuido ou poesia?!
Não sei dessa agonia, minha alma te chama,
te clama, te espera em alguma parte dessa vida.
O sonho é meu eu sei,
mas bem que poderia ser teu também.
Um sonho assim, é muito só para mim.
Só te peço que não se assuste, se sentir meus beijos numa noite dessas; pode ser que você perca seu sono, enquanto eu aqui, penso em ti.
Não sei se é sina, destino ou poesia.
Talvez é o universo conspirando ao nosso favor, talvez esteja escrito nas estrelas que eu nasci pra você e você nasceu pra mim.
Mas a única coisa concreta, é que eu já te amava em algum cantinho aqui dentro de mim.
Será que é pedir muito, prá você sonhar comigo e eu poder te roubar pra mim?!
Será?
#Autora #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 11/02/2019 às 14:40
a luz de Jesus
adentra o peito
o coracao
a alma
a consciência
o espírito
a vida de cada um
alimenta o sentimento
clareia o pensamento
nos faz pedir perdão
nos mostra o verdadeiro caminho
do bem e do que é bom
invade a nossa esperança
nos traz à lembrança
do que vivemos de bom
nos remete à memória
do que foi e ainda é importante
nos induz à gratidão e ao amor
na melhor das intenções!!!
Um aluno com depressão.
A mas os pais eram presentes, participavam de reuniões escolar,olhavam o caderno do filho, estava tudo em ordem, ele tinha uma vida de boa.
- mas e da vida do menino os pais participavam? E dos pensamentos e as dores os pais sentiam? Será que os pais eram tão presentes assim?
Dois distantes, Muito Juntos!
"Desde sempre fui um mero expectador da sua vida,
e sempre olhei o que fazia e sempre pensando:
será como está?
é feliz?
está realizada?
nunca imaginei ter oportunidade de ao menos chegar perto,
falar com vc, sentir sua mão ...
mas um dia vc se expôs pra mim,
falou de dores e saudades...
falou da sua vida e da minha,
sinceramente não acreditei...
e muitas vezes ainda não acredito que é assim!
é raro pensar que viveu na intensidade de cada musica vivida por mim...
é inacreditável acreditar que vc está por perto...
é inacessível aos maiores sonhos que nesse dia é possível ouvir vc dizer o que sente...
eu não pensei,
eu não planejei,
então é isso,é magico,é quimica, é tudo de volta no novo...
no não vivido...
no não sofrido...
no não sentido...
tenho perguntas:
vamos viver?
o não vivido?
o não sentido?
o não sofrido?
podemos fazer isso?
podemos sofrer a presença e a ausência um do outro?
podemos viver a presença e a ausência um do outro?
podemos sentir a presença e a ausencia um do outro?
podemos...
podemos sofrer os problemas um do outro?
podemos ser o porto seguro um do outro?
podemos compartilhar os momentos um do outro?
podemos ser felizes sem sermos um do outro?
o que será de uma vida vivida a dois distantes muito juntos e sincronizados?"
cabelos ao vento
e paira no ar
um sopro divino
um sopro de felicidade
um sopro de pétalas
um sopro da eternidade
um sopro de vida
um sopro da divindade
um sopro do amor
um sopro de caridade
um sopro de fé
um sopro de humildade
um sopro de carinho
um sopro de claridade
um sopro de luz
um sopro de ânimo
um sopro de esperança
um sopro de sentimentos
um sopro de fragmentos
onde me recomponho
inteira e não pelas metades!!!
cabelos ao vento
e ele me joga para um lado
e depois me joga para o outro
fica jogando ping-pong comigo
e nessa jogatina, ele
me descompassa
me descompleta
me descontrola
me desenrola
me destempera
me desatina
me desmiola
me desprepara
me destrona
me desfigura
me descomplica
me desacelera
me desmancha
me desregra
me desanima
me desmanda
me desvia
me desafia
me deseja
me desnuda
me desenha
me deserda
me desgasta
me despreza
me destoa
me desmolda
me descende
me despelha
me destina
me desterra
me deságua
me desalma
me destrói
me leva até Deus
nosso Pai!!!
cabelos ao vento
e ele passa insinuante
bem intrigante
o último suspirante
um belo atenuante
ora causticante
sempre confortante
todavia astuciante
um verdadeiro brilhante
um doce calmante
totalmente perseverante
bem estonteante
suave o bastante
com graça e dançante
um ímpeto marcante
assim tão tocante
como um sussurro uivante
de intensidade vibrante
uma melodia cantante
em um breve instante
diante de mim
como um galante que é
alterando meu semblante
de amor sorri delirante!!!
cabelos ao vento
e a alegria passa contagiando
me deixa um sorriso no rosto
me traz paz ao coracao
me inunda os pensamentos de paixão
me encanta com a luz na alma
me socorre as dores
me alivia a tensão
me leva a loucura
me agita o espírito
me refresca o corpo
me desconcerta o mal humor
me desorienta a mente
me sacode a poeira
me acorda pra vida
me intui a lembrança
me exclui da maldade
me solta as amarras
me leva a verdade
me traz a saudade
me entrega a felicidade
de mão beijada
de mão aberta
de mãos dadas!!!
cabelos ao vento
assim como os cabelos
as folhas dançam
ao meu redor
fazem um redemoinho
a minha volta
e se revoltam contra
a brisa q as levam para longe
bem longe dali e de mim
e a natureza foi dançar
em outro lugar
e junto levou meu coracao
pra outra estação
pra me esfriar a cabeça
pra me ver sorrir e florir
pra aquecer minha alma
pra me desfolhar
e descabelar
ou despedaçar meu coracao
com ou sem intenção
o meu amor não morreu
muito pelo contrário
se fortaleceu e viveu
às tempestades intempestivas
e eu saio mais viva
do que nunca
ou se existisse a terra do nunca
bem que pra lá eu queria ir
mas certeza que existe
a terra do tanto faz
sobre meu corpo jaz
a flor mais bela do meu jardim!!!
Ela era poesia eu nao sabia ver,
Com uma caneta na mão e um
Caderno nos braços escrevo quando,e onde
Eu vou morrer.
Quem sou eu?
Será que sou um ser-humano
Da terra?
Ou eu sou um alienígena obscuro
De um planeta das trevas!!
Quem sou eu?
Será que eu sou um protóxico
Criado pra sofrer?
Ou eu sou uma arma criada
Para fazer as pessoas se sentirem
Incapazes de saber,poder,querer
Morrer com o pensamento de
SALVAÇÃO tentando escapar do desprezo,da dor de ter Depressão
O jarro tanto vai à fonte que um dia quebra.
Foi o primeiro pensamento quando soube da morte do jornalista Ricardo Boechat.
Ele tinha a sua primeira intervenção no Jornal Band News, de segunda a sexta-feira às 7:30 e era nessa hora que eu colocava na Band, pelo Youtube para não perder nada do seu bom dia, que já era uma demonstração irreverente de como conduziria os comentários as notícias mais importantes da atualidade.
As vezes se nomeava Ricardinho Boechat, outras vezes Ricardo Boechat e dizia que estaria com os ouvintes até nove… nove pouco…desde logo mostrando que sua participação só terminaria quando ele concluísse seu raciocínio….
Irreverente quase sempre, manifestava a sua opinião destemida e deve ter colecionado igual número de amigos, admiradores e inimigos.
Começava antes das 7:30 e terminava depois das 20:30 quando encerrava o Jornal da Bandeirantes.
Invariavelmente fazia sua participação no rádio diretamente de outras cidades onde participava dos incontáveis compromissos que tinha.
Eis a razão do meu primeiro pensamento….morreu de tanto trabalhar.
Quem me conhece sabe que eu o achava o jornalista mais completo, mais competente dos últimos tempos.
Estou muito triste….
DOIS MIL E CRISE
Seu favorito sorriso
Viveu um mês de juízo
Chamou-se monetário
Tinha uns tantos zeros
às costas do número um
Devia ser um milhão!
Confortava-lhe o coração
Todas as manhãs de Agosto
Eram bons amigos, aposto!
O número dava-lhe o motivo
E o coitado dava-lhe o sorriso
Isso antes do memorável
Ano de dois mil e crise
Que o petróleo em seu
Apreciável estado líquido
Decidiu vorazmente ser bruto.
UM POUCO SE VAI
No olhar se perde o encanto
No pranto se despede o riso
Nas correntes da equidade
Renasce a vil desigualdade
E um pouco se vai...
O dia nasce na hora indevida
Degola da madrugada a vida
Restos de fins sem começo
Almas prisioneiras no avesso
E um pouco se vai...
Nas emoções, nas acções
No nada febril e nas orações
Se prende o pouco do muito
Que com esperança devia ficar
Mas, ainda assim, lá se vai
Enfim, nascemos a padecer.
A vida se comparada ao mar é um tanto facil de ser compreendida. Imagine-se em uma praia qualquer, ali estão pessoas que você conhece e outras que lhe são estranhas. Então tem o mar, e assim como quem o acompanha, resolvem adentra-lo.
Novamente, estranhos e conhecidos. Você começa a desbrava-lo, explora-lo e por alguns minutos conhece aquele pedaço, está rodiado por amigos e quem ama, tudo está bem. Mas seus olhos se fecham por um minuto, e uma onda vem te afastando um pouco.
Olhando ao redor, todos ainda estão ali. Um pouco distantes, mas ali. Você comeaça a explorar o novo local, a se familiarizar, ver nossas pessoas, se inturma com outras.
Então vem outra onda de supetão e novamente você se vê em um outro local, cada vez mais distante daqueles que ama e conhece, indo a lugares estranhos até não conseguir mais sentir o chão, começa a pedir ajuda, mas onde estão seus conhecidos? Ninguem a vista, você se vê ali em meio ao mar perdido e desamparado, seus pés não conseguem sentir o chão. luta, tenta voltar até eles, mas nem sequer sabe em qual direção seguir, tudo que vê são quilometros de azul. Logo seu corpo começa a doer, o dia começa a cair e todo o desespero que supria seu peito começa a se esvair...
Soltando o corpo, ele começa a boiar, ali sozinho no meio do mar, sendo carregado pelas ultimas ondas de esperança, até que chega um momento em que não há mais nada, nem desespero, medo, ansiedade, amor ou ódio, só um corpo na luta pela sobrevivência.
Algum dia chegaria a algum lugar? Sentiria algo novamente? Teria a sensação de calor queimar-lhe a pele, arder-lhe no peito? Sentiria novamente a vontade de nadar em busca de algo?
Um corpo a flutuar, perdido no mar. Uma alma congelada, sem esperança.
Em pouco tempo, tudo que conhecia sumiu, em um piscar de olhos se distanciou e o que não parecia muito se tornou demais, e logo não se sabia mais quem era, onde estava, quem foi e o que conheceu, a mente delira, o corpo perece, o homem se foi.
O que fomos?
Fomos um dia,
aquilo que um dia sonhei.
Fomos amantes,
mas você era coadjuvante.
fomos tão lindos que quando
não foi... Chorei.
Fomos tão distantes.
Nem sei por onde andei...
Fui pra lá, fui pra cá,
ao menos susseguei.
Fomos tudo que queriamos,
também, o que não.
Mas o amor tende a isso,
tu acaba sozinho, na solidão.
Mas... fomos tão lindos que isso não importa.
Você foi uma linda rosa,
que morreu no meu jardim.
Quem nunca se sentiu um louco ? Falando e ouvindo o seu próprio eu "uma voz incansável"
Em um ônibus lotado com inúmeros pensamentos ,preso em sua indignação de mais um dia acabado ...voltando do trabalho relembra alguns fatos do celular ou da tv
Mundo que se acaba sapato apertado voz que não se cala de mim ela fala; ela fala de vc.
Quem nunca quis uma pausa uma grande d parada ; parada de tudo parada do mundo parada dos muitos dos loucos que vivem entre nos.
A vida
A vida é um elevador,
De um sobe e desce infinitamente,
Nas descidas, predomina a dor,
Dor que aniquila muita gente.
Como é ruim descer,
Pior ainda é a compreensão,
Daquilo que vai contra o querer,
De romper o dique da emoção.
Emoção de lágrimas oceânicas,
Que formam o grande azul do mar,
Que conflita com explosões vulcânicas,
Com as utopias do sonhar.
A vida é um elevador,
Nas subidas é bom lembrar,
Daquele passado que causou dor,
Do tempo que deixou de sonhar.
Subir rumo ao céu,
Não tem coisa melhor,
Como provar o doce mel,
Esquecer, quando estava na pior.
Subidas e descidas,
Aprendizado constante,
O importante é agregar na vida,
O valor que vem antes.
Antes do poder,
Antes da mania de grandeza,
Antes do crescer,
Antes da riqueza.
Subir e cair,
Dormir e acordar,
Entender e seguir,
Sacudir a poeira e caminhar.
O elevador é a vida,
Com degraus a percorrer,
Surgirão grandes feridas,
E só chega no final,aquele que vencer.
Lourival Alves
sou o que sou e nada vai mudar,
quero acreditar, num futuro melhor,
um plano simples, um bom dia qualquer,
uma reta com curvas, sem placas e sinais,
é tudo intuição ou julgamento.
num dia chove, e no outro chove mais,
sinto na pele uma falta de sentir,
um frio na espinha me empurra pra frente,
mas até quando?
buscando pensamentos e lugares que nunca existiram,
pra aliviar dores e passados que não desistem de existir,
é tanto peso, e tanta falta de peso,
é o meio termo de calor e frio,
é o tempo perdido que buscamos recuperar,
é a janela que nunca abre.
esperar o que, e pra que? sentir o que e pra que?
este mundo é dos fortes,
dos fortes que não sentem,
dos fortes que fecham os olhos pro sofrimento alheio
dos fortes que são fracos,
dos fortes que tem medo de experimentar a tristeza e se apegar a ela.
outro dia, um rapaz, com olhar melancólico, sentado sem sentar,
olhando sem olhar, sentindo sem sentir, buscando o que não sabe.
mais um dia, um rapaz, com olhar alegre, tentando só amar,
olhando pra buscar, engolindo o sentimento, tentando sem saber.
a cada lagrima, uma gota de sentimento e de vida cai dele,
a casa suspiro, uma nova tentativa de ver o que está na frente,
mas tem gente que precisa de óculos especiais.
a vida continua, com ou sem amor, com ou sem esperança,
porque se não for assim, de que adianta?
mas há esperança no fim no tunel,
cliche ou não, sim há esperança,
esse lugar que colocamos os pés,
desde o nascimento até o final,
onde crescem hábitos e flores,
ainda existe esperança.
Samantha Cristina
Eu vejo em ti tantos versos
Um riso em cada olhar
Vejo o poema amizade
Retrato da felicidade
Que a todos sabes doar
Vejo desejos
sonhos
Tristezas
Saudade que vem de longe
Lembrancas que te fazem chorar
Vejo Samantha
Vejo menina
Vejo Cristina
Vejo mulher
Vejo a coragem nos olhos
Vejo o escudo da fé
És poetiza
Eu bem sei
Tens sentimento e razão
Mas é da alma que vem
Tua beleza de ser
De ser inspiração
De ser filha, Irmã querida
De ser flor
De ser canção
De ser a bela da tarde
A poesia bondade
Que encantou meu coração
