Texto para minha Sogra
Hoje caminhei a passos largos, sem pensar na presença e tropeçei na pedra que estava a minha frente.
Balancei, como o balanço de uma criança que brinca no parque, rir, chorei e me encantei.
Tentei correr, porque me atrasei com os problemas que surgiram na jornada.
Mas, ao final deste dia, quando pude, realmente sentar e ver a cicatriz dos pés calejados, relembrei cada dor que senti, cada remédio que me fez levantar e caminhar com eles sangrando.
Saudades da minha Terrinha
Gonçalves Dias foi o primeiro,
Oswald de Andrade o segundo, e eu fui o terceiro.
Minha terra tem carnauba
Onde canta os pardais
Os pássaros daqui
São os pombos e os pardais de lá
Minha terra tem pouco ouro
Mas o povo tem muito amor
Quando nasce vive por lá
Depois que cresce vem pra cá
Vem querendo trabalhar
Trabalhando dia e noite
Para a vida sustentar
Descansando quando dá
Os índios: tupis, tabajaras, tupinambás e tapuias,
São os pioneiros da minha terra
Olho d'agua da Cruz era o povoado
Carnaubal dos Estágios era o distrito
Da cidade de São Benedito
Hoje a cidade se chama Carnaubal
Uma grade saudade aperta no peito
Das minhas raízes tenho saudades
Senhor eu te peço por favor
Que não me deixe morrer
Sem minha família visitar
Que mora lá no estado do Ceará.
.
-Furtado Brunno-
Rio de Janeiro, 07 de Setembro 2016
Você é minha inspiração, acelera meu coração. Não sou boa em compor canção, mas sou tua parceira e não pretendo soltar tua mão.
Pensei que seria passageiro, mas a cada dia me encanto pelo teu cheiro.
Eu nem te pedi por encomenda, mas você chegou como um presente, me oferecendo merenda e pensei: Por que não!? Minha fome está horrenda!
E agora? Ficar longe de você?
Deus me defenda!
Vixe! Será que já está começando o filme da minha vida?!...
""" Aqui quase chego a jurar que isto não é chilique poético!... Geeeente! Acabo de sofrer mais um daqueles meus já conhecidos embora quase sempre inapropiados "ataques" de nostalgia, desta vez perigosa e tristemente agravado por nuances de mental e espiritualmente abatedora melancolia.
- Olha, só! Como isto dói... Dói, dói, e mais ainda dói, que quaisquer demais sofrimentos interiores que nos possam acometer em nossos humanizadores e diuturnos enfrentamentos sentimentais...
...Quando, cá com meus velhos botões confidentes, sei, isso bem sei, que tal dilacerante dor interior vem me fazer lembrar que minha vida afetiva e social (sem aqui listar todas as minhas demais assimmeioassim proibitivas facetas sentimentais vitais...) começou a submergir num lodaçal de merda não fedorentamente cagada, tão logo e paulatinamente - sem dar-me conta da psicológica gravidade das situações - fui aceitando determinadas imposições de praticamente todos que me rodeavam, e assim afastando-me gradativamente dos meus próprios gostos, livres escolhas e preferencias... principalmente, das poucas pessoas que me eram verdadeiras e desinteressadamente queridas.
Então, com isso cabe-me aqui também lembrar que alguém muito evoluído para seu tempo já disse que, enquanto humanos, somos todos seres políticos e sociais...
- Já eu, este naquinho de gente que verdadeiramente sou, acredito que somos bem mais ainda sentimentais e passionais -
...E assim sendo, mister se faz que façamos tudo que esteja ao nosso alcance para manter sempre espontânea e honestamente fortalecidos os nossos círculos de relacionamentos diretos, independente de possíveis e naturais rompimentos de amizade entre os demais amigos do grupo.
Cuidemos da nossa saúde física, mental, espiritual e relacional. """
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
SENHOR PERDOA A MINHA MISÉRIA
Senhor perdoa a minha miséria interior
Sou tão ignorante, tão pequena
Cheia de tantas imperfeições
Por mais que lute ferozmente
Contra esta minha pobreza interior
Ela vive agarrada a mim
Como se fosse uma segunda pele
Sou frágil, fraca, débil, pecadora
Sem a tua misericórdia, sem a tua ajuda
Tenho medo de cair e não ter forças
Para voltar a levantar-me
Medo de conseguir não erguer-me de novo
Senhor, tu sabes que não sou nada, nada, nada
Tem piedade de mim, tira-me desta tibieza
E sela a minha boca, a minha alma, o meu coração
De qualquer maldade que há neste mundo
Eu
Testemunha de minha passagem
Com minhas palavras divina
Como criatura nesta viagem
Busco algo que as defina
Infinito são os vestígios e o clarão,
Que deixarei em minha biografia,
Procuro explicação
Tecendo meus versos e poesias
Em equilíbrio com meus pensamentos
Buscando arte e conhecimento
Vida bela que conquistei
Esposa, filhos e netos
Tecendo os meus sonetos
No Redentor sempre acreditei.
Diz tua boca: --------->"Vem!"
mais! diz a minha, a soluçar... Exclama
Todo o meu corpo que o teu corpo chama:
"Morde também!"
Ai! ---------> morde! que doce é a dor
Que me entra as carnes, e as tortura!
Beija mais! morde mais! que eu morra de ventura,
Morto por teu amor!
Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue: acalma-o com teu beijo!
Beija-me assim!
Razão da minha vida
És a razão de minhas manhãs.
Num momento frágil,
carente de ternura,
tu enfim chegaste e tudo em poesia transformaste.
És a razão dos meus dias ensolarados.
O melhor de tudo, pra mim, é estar ao teu lado.
Vejo tanta sinceridade em teus cuidados.
És meu anjo terno e protetor...
És quem Deus pra mim fez pra me abençoar com muito amor.
Quando decidi transformar minha vida em uma vida virtuosa, sabia que iria passar por duras provas, como de fato venho passando; hoje nada me afeta, nem mesmo as ofensas pois estou no controle das minhas emoções...
Estar em paz comigo mesmo é o que me faz sentir melhor, e contágio o próximo com essa paz.
Como explicar um sentimento tão bonito em tão pouco tempo.
Como explicar a sua importância na minha vida.
Como explicar esse desejo de ter você do meu lado o tempo todo.
Como não amar, como não querer, como não desejar você.
Como não te fazer sorrir, como não querer estar ao seu lado.
Como, me diz como, que se eu souber, apenas vou te querer ainda mais na minha vida a cada segundo.
Você é especial obrigado por ser assim.... simplesmente você.
↠ Mãe Cecília ↞
.
À minha mãezinha,
Ama-me de maneira infinita
Tu és minha Santinha,
Do coração puro e bonita.
.
Santa compreensiva,
Oriunda de vida corrida
Herdou fé e sabedoria,
Da Nossa Senhora querida!
.
Com a força de tua palavra,
Cecília é como a canção que se lavra:
Serenidade, felicidade e salvação,
E o poder da tua benção.
Uma vez em minha vida!.
Estava me sentido fraco e impotente!.
Cheguei ao fundo do poço!.
Pensamentos obscuros e covarde, estavam presentes!.
Nesse momento, parei e pensei, foram minhas escolhas que me colocaram nessa situação!.
Lembrei de tudo o que foi viver até aquele momento!.
Uma força extraordinária tomou conta!.
Falei eu sou forte e tenho muita fé em Deus!.
Naquele momento fiz novas escolhas!.
Hoje sou um Homem diferente, feliz é sempre conquistando os objetivos almejados!.
Lembre se quando pensar em desistir!.
Acredite em seu sucesso e tenha muita fé em Deus!.
Esse é o segredo da vida!.
Tudo o que nasce morre
Apagam-se da minha mente memórias.
O caminho sinuoso à minha frente vai deixando o presente para trás.
Na dor do momento tudo o que nasce... morre.
Uma lágrima corre.
Enquanto uma onda vem... outra vai.
Abismo profundo onde toda esperança cai.
Equilibro-me no fio da vida.
Sei por onde entrei...
Não me dizem onde e quando vou encontrar a saída.
Sigo o caminho sinuoso aos meus pés.
Era... agora já mais é.
E fim.
Hoje não é uma derrota em alguma área específica da minha vida que me definiria como um perdedor, sim não aprender com os erros através das experiências adquiridas, isso seria a maior de todas as derrotas.
Por que não saberia valorizar nada, o amor e a importância que cada uma pessoa exerce em minha vida, mesmo que nelas existam defeitos e venha cometer erros algumas vezes.
É aonde reconhecemos, nos levantamos e buscamos ser melhores; voltamos a caminhar e a sonhar com dias melhores e perfeitos em Deus.
Ricardo Baeta
De pés descalços sigo minha sina que me adoesse e também me anima.
O calor aumenta minha dor ao lutar pelo seu amor... Já começo a delirar, mas não paro de brigar, pois o seu amor quero eu ganhar.
Quintura da bixiga e ainda aumenta todo dia, de dentro pra fora aí é que estoura vendo você no mar a nadar penso até em escrever nossa história parado a ti contemplar.
Tão bela em movimentos de donzela se distância e se aproxima criando até certo clima, mas penso será que é o canto dessa sereia que dentro e fora do mar pisando ou não na areia me desnorteia.
Só quero que deixe de besteira ou me diga se estou marcando bobeira em buscar uma oportunidade de te mostrar que é esse marujo aqui que você deve amar!
Minha vida em versos
Selda Kalil & Edson Nelson Soares Botelho*In memoriam*
Como ondas do mar às vezes sem lugar
Destravada e com trejeito rezo meu terço
Vim do sertão e dos matagais sem berço
De bem com meu canto, credo e tradições.
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Nas minhas genéticas obscuras sem conexão
De professor adotei a vida informal
Através dos cantos e das almas sofridas
Dos louvores e das labutas de vida.
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Nas minhas andanças de tempo criança
Da vida extinta sem abraço e sem afago
Solta no mundo vivendo o perigo dos náufragos.
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Hoje com jeito e de bom trejeito, vejo no céu meu sossego.
Se for certo ou incerto, este é o meu apego.
Meu credo e rezas são vendavais, que me levam até aos céus.
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Pra sempre
Tua ternura me abrandou
Levou pra longe minha natureza tosca, selvagem
Transformou minha rudeza indomável numa doçura suave e bela…
Teu perfume me perfumou.
Hoje só me quero em teus braços.
Segurar entre as minhas as tuas mãos.
Beijar tua boca... num beijo doce e saboroso.
Feito do teu sabor é o nosso amor.
Quero te amar e ser amada por ti.
Sinto tua presença, em meu delírio ardente.
... Nós dois fomos feitos pra ser pra sempre
Eu a amava tanto
Que não a dividia
Ela não era só minha
Mas em meu coração vivia
Tocava para ela músicas que não entendia
E ela dançava em sintonia
Dançava e dançava
Dia após dia
Eu a observa enquanto bebia
Ela era a única que sabia
Que apesar de todas ela só ela eu queria
A minha dançarina era minha poesia
Lapidação [sem epitáfio]
Lápide!
O que escreverão sobre minha lápide?
Que legado deixarei?
Será que isso importa?
Quero viver mas sem desperdiçar a vida
Por isso dito meu anseio presente
Longe de mim a rudeza
Palavras sejam sem aspereza
Cicatrizes na memória de outrem
Não vale a pena guardar rancor
Veneno que definha o amor
Não quero perder tempo com trivialidades
Nem com belas e rudes mentiras
Invejas, brigas, intrigas
Prefiro olhar o pôr do sol
Contemplar os pássaros
Ouvir as flores
Cantar sem rubores
Plantar as sementes do amor
Vestir os calçados da paz
Viver no dia a dia a alegria
Momentos não monumentos
Vida!
Prefiro lapidar a vida!
Centro da Cidade
Caminham sérios como penitentes de batina,
Que tipo de grito espalha toda minha gente?
O mesmo do pedinte solitário seguindo sua sina?
Ou o choro lancinante de qualquer indigente?
Há um grande espaço vazio entre cada esquina,
Que se povoa de pedaços de ilusão ingenuamente,
Num doce olhar grisalho ou no sorriso da menina,
Que se aperta no trem lotado sofregamente.
Então, fatigada e inerme a cidade sua...
Passam-se as horas, o tempo, a vida e até a rua
Cujo nome se perdeu na ladeira da memória.
Prédios, sonhos, monumentos... tudo é história.
Quando o velho farol da praça se abre de repente,
Automóveis, motos, almas partem velozmente.
H Patria
1984 Janeiro.
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