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Texto para Animar uma Pessoa

Cerca de 9408 texto para Animar uma Pessoa

Ser portadora de desequilíbrio grave é um direito de qualquer pessoa humana, mas fazer uso do desequilíbrio para cometer calúnia e difamação - além de agredir de forma ignóbil a moral de todas as pessoas em torno por despeito e mágoa pela felicidade de outrem - extrapola qualquer direito e esbarra na constatação pura e simples da falta de caráter.

Inserida por bodstein

Críticas são indispensáveis ao crescimento de qualquer pessoa. Mas quando utilizadas como batalhas campais de acesso público, presencial ou virtual, transformam-se em mero exercício de vaidade em competição de conhecimentos. Além de desrespeito a esse público, coloca-o em trincheiras que não escolheu ocupar. O duelo mais nobre, então, faz-se quando os adversários escolhem suas armas e decidem suas divergências em espaço reservado e acordado com seus juízes, para não transformar suas contendas em puro exibicionismo de cenas bizarras ou, no mínimo, incômodas.

Inserida por bodstein

Quando se responde para alguém em rede social, você da ênfase para a pessoa, fortalece o pensamento e a negatividade contra ti, mostra a todos que foi atingido e que sentiu o golpe, seja superior e continue o seu trabalho, pois se há incomodados, é porque você está fazendo a diferença... Continue!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

⁠Quando se torce para o insucesso de outra pessoa, se esquece de trilhar o próprio caminho, retarda a sua evolução, vive em função da inveja de seu semelhante, caminhando e mancando, mas sem ter um único ferimento, nem mesmo um arranhão... Será triste esta situação, perceber que o seu desejo era apenas uma ilusão, que viveu na sombra daquele que venceu e se tornou o único campeão... Ah, que enorme decepção!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

⁠Uma verdade bem colocada pode derrubar uma tese exagerada, assustar a pessoa que com ela sempre esteve acostumada e destruir qualquer narrativa contrária, o que pode envergonhar aquele ou aquela que sempre viveu enganada...Ah, pois a verdade não pode ser contestada, apenas observada, talvez com dúvidas, mas nunca será desbancada.

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Dependendo da pessoa que cita a verdadeira palavra, pela força que é pronunciada, mais poderosa ela se torna, por isso não tenha medo de se expressar, mesmo que precise ao mundo gritar...Não tenha medo de expor esta realidade, pois o poder das palavras reais derruba qualquer tese, colocando ao chão toda a mentira imposta pela falsa sociedade!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Aprendi tanto com você como por exemplo: Não sufocar a pessoa amada com nosso amor avassalador,aprendi a não cobrar de mais pois cobrança de mais pode ter um alto preço aprendi a não exigir perfeição pois afinal somos tão imperfeito somos tão errante,aprendi que musica pode ter tanto significado pode conter nela muito dos nossos sentimentos ou não...

Inserida por Adeluz

Não declare amor a nínguem, pode ser que a outra pessoa te ame, deixe que uma pessoa melhor que você tome seu lugar, sinta por você, e ame quem você sonhou amar. Quando você se deixa perde algo por medo, não vive , apenas deixa que vivam seus sonhos por você, e a cada dia mais se perde e deixa de ser quem um dia já foi...

Inserida por fabricio_hermanos

✍️⁠As pessoas reclamam de marido ou de mulher mas hoje qualquer pessoa adulta mais ou menos normal, se vira sozinha, compra comida, tem máquina de lavar roupas, tem diarista, o problema real são os dependentes, aqueles ascendentes ou descendentes que não conseguem, aí o pessoal terceiriza as responsabilidades por preguiça e diz que é o outro.

Inserida por luiza_andrade

✍️⁠Uma pessoa acha que é infeliz porque não tem dinheiro. Outra pessoa trabalha dobrado pra ganhar dinheiro pra dar pra essa pessoa que é infeliz pra ver se ela fica feliz e acaba fazendo a própria infelicidade. Desgaste físico e mental a troco de perda da própria vida. E a outra pessoa você pode dar ouro em pó, ela continuará infeliz porque não sabe ser feliz e que a felicidade mora dentro de todos nós. ❤️☮️

Inserida por luiza_andrade

⁠Ao longo da Vida vi todo tipo de pessoa e de comportamento, vi pessoas boas e ruins. Vi pessoas que pareciam ser boas mas no fundo de sua essência eram más. Vi pessoas boas cometendo erros e logo em seguida tiveram a consciência e a decência de repararem seus erros. As pioresforam àquelas que se julgando boas praticaram as maiores atrocidades e abominações, enganaram por um tempo; contudo, o fim delas foi tenebroso, milimetricamente igual às maldades que praticaram.Deus é Justo! NINGUÉM sai impune se não pagar o que fez aqui terá uma ETERNIDADE à sua frente!

Inserida por CASSIABERCOT

⁠Quando uma pessoa cristã têm atitudes de lobo mesmo sendo ovelha; o Espírito Santo a incomoda até que peça perdão, desculpa, dependendo da gravidade do ato cometido. Alguns discípulos tiveram essa conduta e mesmo assim andaram com Jesus e Ele os amava. Magoar alguém é fácil, o difícil é explicar pra Deus e se retratar com a pessoa ofendida ou prejudicada. Que Jesus nos mostre onde temos falhado, sob pena de termos BÊNÇÃOS TÃO DESEJADAS, RETIDAS!

Inserida por CASSIABERCOT

⁠Se eu suspeitar que estou sendo enganada , iludida, subestimada, eu nunca mais serei a mesma pessoa com quem pratica tais coisas porque elas não merecem a minha confiança, atenção e admiração. Ninguém merece passar por isso.Alguns se acostumam, outros não. Eu sou intolerante com mentiras e falsidades! Simplesmente a pessoa nao existe mais pra mim ! Nunca disse a ninguém que era perfeita , tenho defeitos sim mas nenhum que envolva Mentiras e Falsidades.# Fica a dica#

Inserida por CASSIABERCOT

O objetivo de cada pessoa é claramente expresso em seus atos e não em palavras. Palavras são cortinas para a verdade e a verdade é que para um os alvos são coisas, para outro os alvos são pessoas, isso depende exclusivamente do que cada um acredita. Contudo, o fim de cada busca é inevitavelmente a Sensação da Conquista.

Inserida por glauciocardoso

Cada pessoa que a vida nos dá possui seu inestimável valor, tanto as que esvaziam nossas energias, quanto as que nos revitalizam de forma surpreendente. Buscar o equilíbrio nas relações é essencial para manter uma vida emocional saudável e, ao menos, moderadamente energizada na maior parte do tempo.

Inserida por glauciocardoso

Não perca sua essência para caber nos sonhos de outra pessoa. Não se anule para agradar alguem que não seja você mesmo. As vezes vamos aceitando, cedendo, relevando e no final o único prejudicado será você mesmo! O primeiro e maior amor é o próprio: pratique! Se não está bem com você busque algo que goste muito e trabalhe para este sentimento aumentar.

Inserida por junger

O que disseram a você, realmente não posso dizer que sou a pessoa que te disseram que eu sou, não sei se sou como você imaginou que eu fosse, afinal nem eu mesmo sei dizer quem realmente sou. Procure descobrir talvez eu não seja tudo o que te disseram pode ser que eu seja apenas aquela pessoa que você acabou descobrindo que sou.

Inserida por Eraldosilva123

Comecei a ver a mesma pessoa em vários cemitérios durante algumas pautas em enterros e velórios. Num segundo momento, depois que eu me liguei que era a mesma pessoa, achei que estava vendo uma entidade, pois ninguém perde tanta gente, todo mês, e está em todos os enterros. Como observava que essa pessoa nunca estava conversando com ninguém, sempre sozinha, comecei a ficar curioso. Do cemitério do Irajá ao São João Batista, ele estava lá, até que resolvi investigar. Me aproximei e, com um cigarro, perguntei se ele teria um isqueiro para me emprestar. Não tinha. O nome dele é Bernardo e me chamou atenção porque ele tem apenas 25 anos. Isso me fez achar que poderia ser um espírito. Ele é diferente do cara que fica com a camisa do Brasil e os cartazes de protesto perguntando onde está o Amarildo, que todo mundo conversa e conhece. Ele é muito discreto. Como respondeu que não tinha como me ajudar a acender o cigarro, iniciei a conversa dizendo que já havia reparado que ele estava em outras capelas, em outras pautas. De cara, ele me deixou meio espantado ao responder que tem uma catedral que ele sempre vai, mas não sabia o nome e que havia esquecido o bairro naquele momento. Perguntou se eu era repórter. Quando respondi que sim, ele disse que o avô havia trabalhado com "um tal de Mário Alves", que teria sido muito importante para imprensa num determinado momento. Perguntou qual área eu trabalhava e respondi: geral! Ele respondeu: não gosto! Disse que dos jornais só lia as colunas sociais e que despertavam sua curiosidade as notas sobre casamentos, aniversários, formaturas e ENTERROS. O certo é que, através dessa leitura precursora, Bernardo fica a par das missas e enterros, e diz que nunca falta quando são os mais interessantes. Diz que procura sempre ficar longe da imprensa quando é alguém famoso para "não tirar a atenção do personagem principal, que deve ser o morto". Depois corrige a informação dizendo que essa é a postura que adota em todos os enterros, pois todos são iguais. Disse coisas que me chamaram atenção, como: "está vendo como a gente chega hoje nos cemitérios? Uma falta de respeito! Antigamente, contratavam bondes especiais, que conduziam os 'convidados' até os cemitérios." Tudo bem, percebi rápido que a cabeça do Bernardo não bate bem. Mas, ao mesmo tempo, concluí que ele não é bem um louuuucoo, louuuco, louuucooo, mas está fora e dentro ao mesmo tempo do normal, tipo uma questão de lua. Enquanto ele fala, dá umas mastigadas na língua, esmagando-á entre os pré-molares. Ele balançava a cabeça de forma esquisita, as vezes, "chifrando" o vento sempre que a gente sentia bater no rosto. Piscava constantemente o olho esquerdo. Na face, por todo o lado, discretos cortes faciais, quase imperceptíveis, dependendo da luz do sol. Em que pese, porém, essa mistura de sequelas, Bernardo, ainda sim, por estranho que pareça, é um rapaz simpático e muito, muito educado mesmo. Reparei que estava um pouco sujo, embora com um terno bem lavado com uma ombreira que o engolia. Já reparei ele mexendo em algumas coisas nos cemitérios, fazendo sinais como se estivesse limpando os objetos. Perguntei sobre isso e ele respondeu que se todos entrassem nos cemitérios como se fossem donos do local, podendo mexer em tudo, aceitaríamos melhor a morte e também preservaríamos os cemitérios em melhores condições. Bem estranho... Contou que por várias vezes já foi expulso de dentro das capelas em momentos de velório mais reservados. Mas ressaltou também que, brigando ou não, sendo expulso ou não, aquilo era um dos centros de interesse da sua vida. Contou que, assim como os cemitérios, adora as praças. Perguntei se teria alguma especial, e ele responde: todas. Disse que a igreja é sua "obsessão", e que se pudesse limpava os altares e as imagens todos os dias, mas que deixou de entrar nas igrejas faz tempo porque não gosta de padres. "De nenhum deles!". Foi incisivo, mesmo educado, ao dizer que não iria tocar neste assunto e ficou vermelho, muito vermelho, até aparecer os traços de veias pulando em sua testa. Fiquei em silêncio e ele foi se acalmando novamente, tudo numa fração de cinco segundos que, pra mim, observei como um take em câmera lenta. Pra cortar o clima, disse que ia acender um cigarro com um rapaz que estava ao nosso lado fumando e, depois disso, quando virei novamente, ele simplesmente não estava mais ali. Em determinado momento, conversando com ele, encostei rápido a mão em seu ombro, pra ter a certeza de que não era tipo Ghost. Era real. Enfim, cheguei agora em casa e, pensando ainda sobre tudo isso, acendi uma vela e fiz uma oração pedindo muita coisa boa pra esse rapaz. Paz pra ele, paz pro Bernardo.

Inserida por AlessandroLoBianco

Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Deixar bem claro o que é realmente o amor. Uma pessoa que ama alguém sem ser amado. Essa pessoa não é digna de amor. Porquê em primeiro lugar amor próprio é o principal. Se essa pessoa amar alguém sem ter o amor de volta. Esse pessoal não é digna de sentir amor. Porquê não tem amor nem por ela próprio. Quanto mais por outro alguém

Inserida por JoseaNascimento