Texto Desejo
𝙿𝙾𝙴𝙼𝙰: Oculto Desejo.
Tento, por intento, guardar este sentimento:
manter segredo do meu oculto desejo
de me entregar pra você por inteiro,
sem medo, com o coração e corpo
em crescente e ardente emoção
"Quero te tocar, não te beijar"
Amar é para os fortes; já eu,
eu quero é contigo deitar.
Em lençóis brancos
neles afundar.
Talvez devêssemos ser só amigos mesmo,
mas, ainda assim, seria sem graça alguma
não poder jamais ceder a este luxo
de ter nós dois firmes, juntos,
tremendo de suor e prazer
Então, se eu não posso ter nós dois
te imploro para não me machucar
com seus charmes e encantos,
os quais não posso aguentar.
Sendo assim, digo isso por fim
para você, o meu eterno algoz:
"Mate-me logo então, Hamlet"
antes que eu mesmo o faça por nós.
Escrito por César Hioli.
03/03/2026.
Aos que agem com honestidade
desejo paz
Aos que vivem a sinceridade
desejo que em seus caminhos
haja sempre, somente a verdade
Os que mentiram e enganaram
não quero ver nunca mais
Aos que eu ofendi
Peço perdão
Aos que me ofenderam
Queria que soubessem
Que eu tenho, sim
Um coração que chorou
E espero que isso
lhes faça sentir melhores
se lhes aprouver
Aos que não me amaram
respondo apenas
Que não me apraz
Um amor qualquer
Uma pessoa qualquer
Aos que querem me ver à distância
Deixo aqui o meu Adeus.
Meu nunca mais;
Até!
Quando eu desejo
Que alguém tenha um bom dia
Desejo somente
e mentalmente
Não mando um beijo
Não mando um abraço
Apenas penso na pessoa
E peço a Deus
Que lhe mande alegria
Imprimo-a no meu coração
Em uma tela colorida
Se ela é importante na minha vida
Não conto pra ela
Eu guardo somente pra mim
Esse carinho resumido
E exponho a minha saudade
Uma vez ou outra
Mas só o digo de vez em quando
Assim ninguém há de pensar
Que eu não ligo
e continuo gostando sempre
e todo dia
Sem confessar
que é eternamente
Pois tudo que existe todo dia
Não tem necessidade de contar
A gente mostra
também no silêncio
e na paciência
E guarda um pouco de carinho
Para entregar pessoalmente
Quando a gente
Finalmente se encontrar.
Desejo uma boa semana
A todos os meus amigos
E Espero sinceramente
Que encarem com alegria
O nascer de mais um dia
E se esqueçam dessa mania
De querer que ele passe depressa
A gente só vive uma vida
Pra que vivê-la nutrindo
Esse lado contrariado
Me lembro que em meu passado
Em pisava uma trilha de barro
Pra chegar à condução
Hoje vejo gente reclamando
Da infindável distância
Que é o trajeto pavimentado
Que o leva até o carro
Quinta-Feira não tem mais nome
Hoje é véspera de sexta
Quem mata o tempo
É suicida
Que se engana pensando que a vida
É apenas um resumo
Daquela alegria besta
De beber e enxergar as coisas
Saindo fora do Prumo
O maior presente de Deus
É a vida em plenitude
Pra vivê-la plenamente
O segredo está na mente
E na mudança de atitude
O maior Talismã de sorte
Capaz de mudar sua vida
Se chama "dia atual"
Enquanto não encontrá-lo
Haverás de achar que a vida
É um mal
Haverás de compreender
Que o tempo não retrocede
Não queira que o tempo vôe
Cuidado com as coisas que pede
Um dia a chuva de saudade
Molha o chão de seu coração
E o tempo passado inunda
Aproveita bem teu dia
Te desejo uma boa Segunda
Desejo que a partir de hoje
Em nossos caminhos haja somente
A luz do Sol, Flores, amores de todas as qualidades
Dias felizes, solução para todas as crises
E uma cadeira de balanço
Nos finais de tarde
Eu vejo a luz do Sol descendo
Iluminando, aquecendo e clareando
A Terra, as raízes e as pétalas das flores
Eu vejo flores
A enfeitar nossos caminhos
A perfumar, A ornamentar, A tornar muito mais belas
A minha vida
A sua vida
E as vidas de todas aquelas
Pessoas que até a pouco tempo
Por viver uma vida de dor
Havia há muito
Se esquecido de algo que sempre vem por cor
Nos caminhos cinzentos pelos quais passávamos
Caminhando em silencio
Antes que os pássaros acordem
E uma cadeira de balanço
No final da Tarde
Eu quero que estejam bem próximas
As manhãs felizes
Que todas as nossas vidas merecem
Que esteja em nossos caminhos
O maior número possível de notas máximas
Que as pessoas que amamos
Estejam sempre bem pertinho
E que nunca recusem-nos abraços
E que possamos apoiar-nos
Uns aos outros
Na realização de cada passo desta dança
Que nos venha sempre
Aquele sonho de criança
Mas que venha sem fazer alarde
E que haja sempre uma cadeira que balança
Onde possamos nos sentar e gargalhar
No final de cada tarde.
Se estas palavras ao Céu chegassem
E um desejo Deus consentisse
Eu pediria que os olhos dela
Meu olhar com seus olhos visse
Desejaria que me quisesse
Aquela:
Linda, única e bela.
Se minhas palavras a ela chegarem
E seus olhos me procurarem
Eu direi pra esta mulher
Meus olhos só teus serão
Se você quiser
Edson Ricardo Paiva.
Eu quis encontrar a paz
Num desenho
De pedaço de Céu
Que tenho guardado comigo
O desejo de encontrá-la
É tão antigo
Que as estrelas distantes
Pareciam mais perto
Eu quis procurar a paz
Num desejo que formulei
Escrito num muro à giz
Um pedido que eu disse
Ao pedaço de estrela
Que caiu num lugar deserto
Antes mesmo
Que o caco de luz caísse
E deixasse um buraco lá no firmamento
Eu quis encontrar
Quem quisesse dividir comigo
Pra poder vivê-la
Pois aquilo que se procura
Assim, distante
Não está no começo e nem no fim
Antes, não estava escrito
Sobre amar a liberdade
E deixar livre, pra evitar a luta
Quando um pouco menos, pra mim
Podia ter sido tanta coisa mais
Pois a paz é coisa que existe na gente
Pra quando desiste de ser encontrada
E ela ainda vai estar lá
Quando não restar mais nada.
.Edson Ricardo Paiva.
Eu quero que você saiba, que eu não desejo nada do que o melhor para você. Alguém tinha que sair feliz disso tudo, a cruz que você me deu para carregar é pesada demais, mas eu consigo! Estou aqui para lembrar que o estrago que você causou foi grande, estou aqui apenas para lembrar. Você conhece meu coração mais que ninguém. Me sinto culpada por isso. Estou sofrendo e eu não merecia isso, por Deus, concerte isso.
Tatyane Nicklas
A GEOGRAFIA SECRETA DO DESEJO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O convite não é súbito nem vulgar. Ele nasce da lenta consciência de que o corpo do outro não é apenas matéria oferecida ao toque, mas território onde a própria identidade reorganiza-se. Aproximar-se é um ato filosófico,estranho e secreto. Cada centímetro revelado desmonta antigas certezas e reconstrói-se o pensamento a partir da carne sentida.
O corpo amado deixa de ser limite torna-se linguagem. A pele já não conserva cor porque a cor pertence ao olhar comum e aqui não há superfície. Há profundidade. Há uma psicologia na ampulheta do gesto e uma ética no toque. O desejo não invade. Ele interroga. Ele escuta. Ele compreende antes de possuir.
Neste encontro não existe pressa. A tradição clássica desse desjo conhece o valor da espera e da contemplação. O olhar percorre como quem lê um tratado silencioso. O toque argumenta. O corpo responde. Cada aproximação formula-se como uma tese sobre o que significa existir para além de si no corpo de alguém amado, mesmo sem anular a própria essência.
A mente e o raciocínio não se ausentam. Pelo contrário. Eles observam o próprio abandono com lucidez. O prazer não dissolve-se do pensamento. Ele aprofunda-se. O outro torna-se espelho e amor de rendição. Nele a identidade expande-se sem perder-se. Nele o desejo alcança a dignidade da reflexão real.
Quando enfim o encontro completa-se não há triunfo nem posse. Há reconhecimento. Dois universos não fundem-se. Eles compreendem-se em silêncio e permanecem íntegros.
Amar assim é aceitar que o desejo mais elevado não quer consumir o outro, mas revelar aquilo que só existe quando dois corpos pensam juntos.
O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.
"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.
A boca, o cheiro, a química...
Naufragar em teus beijos é um prazer.
As peles marcadas pelo desejo...
Como explicar?
Algo que não se mensura ou ao
Menos se vê...
Paixão, amor, desejo...
Ahh...o amor...sentimento que arrebata!
Nada é tão poderoso quanto o amor!
Haja forças para este furacão...
Amar-te é tudo isso e muito mais!
Eu fecho os meus olhos
Mas ainda assim te vejo
Você tá nos meus sonhos
Porque ainda te desejo
Eu me tornei um escravo
Em agonia todo santo dia
Pela solidão, sou açoitado
Desejando a sua companhia
Por você, minha alma anseia
Por ti, a minha vida suspira
Por você, minha alegria pranteia
Por ti, minha consciência pira
O amor que um dia era...
Hoje é só uma quimera.
Infelizmente, o dinheiro não ajuda com o que mais desejo na vida: compreender este mundo. Ele compra livros, experiências, até algum tempo... mas não me dá respostas. E quanto mais vejo, mais confuso tudo parece. As coisas se repetem, os erros se acumulam, e as certezas se dissolvem diante do caos disfarçado de rotina.
Talvez o erro esteja justamente em esperar sentido de algo que nunca prometeu lógica. O mundo não se organiza para agradar nossa compreensão. Ele apenas é. A natureza segue, indiferente. A dor acontece, com ou sem motivo. O amor chega e vai, sem roteiro. O mundo não se curva à nossa busca por sentido.
Mas mesmo assim, eu não consigo apenas aceitar. Não sei viver na superfície. Sinto que preciso ir além, aprofundar, mergulhar mesmo sem saber se há fundo. Porque há um tipo de alma que não se satisfaz com o raso, que precisa tocar o enigma, mesmo que isso custe paz.
Talvez eu nunca compreenda. Mas ainda assim, eu preciso tentar.
Desejo...
Navegar em seus beijos
Atracar em seus braços
Aportar em seus seios
Fundear em seus abraços
Traçar a rota da minha viagem
Que chamo vida
Buscando a mais linda imagem
Que em minha alma está contida
Meu corpo será
Seu abrigo noturno
Seu destino
Seu porto seguro
E meus beijos
Arderão em seus lábios
Como candeia
E iluminarão seu coração
Como Lua Cheia
“ #Fato. Não me sinto culpada em nenhum momento de estar Feliz. Já que eu desejo até ao meu inimigo toda Felicidade do mundo. Imagine às pessoas que tenho afinidades e que já amei. A elas desejo o dobro. Afinal foi assim que percebe o quanto o sentimento que eu sentia a esta pessoa no dia de hoje, é indiferente.”
—By Coelhinha
"Desejo que a DELICADEZA venha te abraçar.
Que o CARINHO te beije e que o AMOR te acompanhe a sonhar.
...E se mesmo com a delicadeza,
o carinho e o amor não forem o suficiente pra te fazer feliz.
Convido a FIDELIDADE a te sequestrar
e assim terás as companhias completas pra poder sorrir. Sorria até pedir bis.
Não seja infeliz!"
—By Coelhinha
Dia após dia, levanto palácios invisíveis
com tijolos de desejo moldados em palavras. O corpo se rende às limitações, mas a mente ergue pontes de esperança, cada linha escrita, um alicerce de legado. Sonhar em voz alta é recusar o silêncio eterno,
é semear promessas no coração de quem lê.
O QUE É A FELICIDADE?
Diferentemente da Alegria, cuja condição é a satisfação do Desejo!
A condição da Felicidade é a compreensão da Verdade sobre a Vida e a consequente Liberdade e Paz!
Assim:
A Felicidade é o Sentimento existente na Pessoa que tem Liberdade e Paz resultantes da Compreensão da Verdade sobre a Vida.
DIFERENÇA ENTRE VONTADE, DESEJO E NECESSIDADE NO ORGANISMO HUMANO
VONTADE
É uma exigência do Espírito.
É o que o Espírito exige a Você como seu Servo e gestor do Corpo.
O Espírito está neste Corpo em que Você se encontra, ele é quem criou e mantém este Corpo vivo e que tem o programa para o qual Você e o Corpo existem!
Ele é o representante do Criador de todas as coisas naturais; Por isso, procure escutar a sua voz, a voz interior, as suas orientações, de modo a cumprir o programa do Espírito, que por sua vez vem do Criador de todas as coisas naturais.
A Vontade do Espírito é que Você e o Corpo em que Você se encontra tenham Paz e Vitalidade, que Você o escute, tenha fé nele e cumpra as suas orientações!
DESEJO
É uma exigência artificial do Corpo.
É o que o Corpo exige a Você a partir do que percebe no exterior e do que está grudado nele.
O Desejo origina-se de um estímulo externo, está relacionado com a existência ou liberação de substâncias ou hormônios no Corpo que podem levar à pensamento estagnado ou dependência.
O Corpo pode ter o Desejo de uma comida, uma droga ou de um entretenimento.
NECESSIDADE
É uma exigência natural do Corpo.
É o que o Corpo exige a Você a partir do que percebe no interior e do que está acumulado ou em défice nele.
A Necessidade origina-se de um estímulo interno, está relacionada com o equilíbrio e o progresso do Corpo.
O Corpo pode ter a Necessidade de água, alimento, movimento, repouso ou eliminação de impurezas.
A Vontade deve ser cumprida, o Desejo pode ou não ser satisfeito e a Necessidade deve ser satisfeita!
Infelizmente, Você não está cumprindo a Vontade do Espírito; Você só está preocupado em satisfazer os Desejos do Corpo!
Mas, afinal quem é Você?
Você é a Mente ou Alma que o Espírito faz sobressair de si para o servir gerindo o Corpo e ou cumprindo o seu programa .
Você não é nem o Espírito nem o Corpo. Você é o gestor do Corpo em que Você se encontra.
Você, como gestor do Corpo, está sendo um mau gestor, porque não escuta, não confia nem cumpre as orientações do Espírito ou do dono do Corpo em que Você se encontra!
Você não está cumprindo o pograma do Espírito!
Você apenas cumpre as orientações de outras Pessoas, por meio de suas campanhas, propagandas ou publicidades, satisfazendo os seus interesses particulares, enriquecendo-os materialmente e contribuindo para a prevalência da ignorância tanto em Você como nessas Pessoas!
Pare já com isso! Volte-se para o Criador e mantenedor do Corpo em que Você se encontra!
Volte-se para o representante, do Criador de todas as coisas naturais, que está neste Corpo em que Você se encontra!
Volte-se, preste total atenção nele com toda a tua confiança e escutarás a sua voz e cumpra as suas orientações!
Ouça a voz do Espírito! Cumpra o programa do Espírito!
Assim, Você estará fazendo a Vontade do Criador de todas as coisas naturais e terás Vida com plena Paz e Felicidade!
