Texto de Solidão
seus erros são seis...
acorde de madrugada
esta sem sono...
cante e grite
tantos absurdos...
momentos ao vivo
erros de edição
tudo esta sendo carregado,
seu post foi denunciado....
uh uh quem faz questão...
tudo é tão bonito
que apodrece quando acorda,
meus lábios secos,
contradições, que se calam no eterno
momento que esta num estado inerte...
Encontrei o amor
Encontrei o amor em um amigo
Nunca havia pensado que seria assim
Mas acho que sempre procurei
Sempre quis encontrar em um amigo o amor eterno
Queria encontrar nele a pessoa que passaria toda a minha vida
O que me doeu foi perceber que o amor era só meu
Na verdade, ele me amava, mas não da forma que esperava
Apesar de todas as convenções, queria me sentir amado por ele
O que me restou foi chorar e esperar
Quem sabe um dia meu coração não se enche de um amor recíproco.
prisão,
o amor,
na balela,
segredos,
dentro de paredes,
sofrimento,
em gloria a perdição,
na profunda tristeza,
frágil dor,
destrói e constrói,
fatalidade,
embora se simplesmente
o absurdo da solidão...
tentei voar ate morrer,
sinto muito,
se está feliz,
mergulhei no momento
que deixou claro,
amizade que se perdeu
num tempo que todos
viviam um sacrifício,
até a loucura mais simples
teria consequências,
num tormento diário,
seja sensata quem amou,
nos bastidores foi morta,
apenas por decepções,
todas as tragedias
foram expostas
em aplausos...
espectadores sorriem,
enquanto lagrimas eram
o desejo mais profundo.
como as rosas mortas
que estavam sobre teu corpo.
Alma no desespero
até o sonho despencar...
no profundo 'ser...
o espirito desprende
na sonsa e derradeira...
semântica, sendo respetiva,
sombras, na verdade sofrimento,
brando iluminar, transcendo
o ecoo de um enorme infinito.
paliativo, no que o qual respira se
um amor numa pose o fruto do destino,
até a pureza zombeteira....
são fetiches mas, são reciprocas,
nas interações apenas despedidas...
no amplo sistema que se corrompe....
nas margens... oriundas da vertente,
aonde a verdade se sobre põem,
marco algoz, beijos profundo.
nesse mundo oculto,
tua presença, o espirito desvirtua.
num moisaico de flagelos.
BOM DIA!
minha querida,
salve seus segredos,
sobre minha pele
desculpa-me...
foi a primeira vez
arranquei memórias
tão dolorosas...
quando tentei chorar
não tive essa opção...
num momento te dei meu coração,
sobre minhas mãos...
cortes tão profundos
e esquecido no ápice
das mágoas te deixei morrer.
A tristeza olhando para os céus,
anjos morrem por te amar...
o mundo está em chamas...
e suas cinzas ainda tem vida,
em meio a insanidade,
sinto teu amor,
mesmo em chamas vejo teu sorriso.
nem tudo está perdido.
tenha a certeza que estarei ao seu lado,
mesmo se as estrelas caírem...
os céus derramarem suas lagrimas
fará parte do espirito que vaga nesse sonho.
por Celso Roberto Nadilo
todos te adiciona em um grupo...
todo parece ser bom e convidativo,
então te excluem falam mal de você,
você nem sabe porquê...
assim continua somos amigos...
ela seduz em momento entre tantos...
coisa abstrata...
se diz maldizente em um algoz atroz
perdidos que deferem num esquema ambiente do amor acho estranhamente.
No teu olhar
Meu amor à minha amada
A torna a única em minha vida...
Por ela a todas renuncio
Para dá-la o meu amor.
Quando nela eu me procuro
Vejo em mim presença sua,
Por ela vem o renovo
Desse amor a cada dia.
Se me amasse por um pouco
Muito em mim se alegraria,
Mas a ausência que me dói
Não apaga a chama viva...
Aonde vai meu coração
Pra fugir da solidão?
Se o amor me fez morada
Ao olhar nos olhos dela.
Edney Valentim Araújo
Nos filmes provoca tristeza,
Nos poemas provoca saudade,
Na vida, nem tristeza, nem saudade,
Mas ilusão, solidão,
Contemplar o amor de longe,
Ou de perto, mas ao mesmo tempo longe,
Utopia, é seu nome.
Não nasce nem sequer uma folha de realidade,
Enquanto no coração, uma árvore se perpetua...
Fantasia, é o que é.
No olhar diz tudo,
Nas palavras se vê intenções nas entrelinhas,
Na realidade a covardia é valente
Se vale da falta de ousadia,
Ambos covardes, é o que somos.
E fico eu cá, alimentando esperanças,
Regando árvores da imaginação,
Desatando nós na garganta,
Na expectativa de você...
De você.
Sem viver
Se fosse o amor só sentimento
Não teria ele sobrevivido à ausência tua.
Mas é mais que sentimento
Ou uma coisa de momento.
Não vivo neste mundo
Que agora se tornou tão seu...
Absorto sentimento
Tão distantes sem distância de você.
De perto te acompanha
O amor que a ti eu dediquei,
Um pedaço da minha vida
A você eu entreguei.
Um pouco de você está em mim
Nas lembranças que guardei...
Meus dias sem teus dias
É uma vida inteira sem viver.
Edney Valentim Araújo
Um beijo e vá para inferno!
esta livre no sábado....?
estarei no inferno...!
seus olhos queimam
sua língua assa no vinagrete....
tudo maldizente,
na fúria de ser o infinito
balbuciando aos cantos
meros, como fruto te teu ventre,
jogado e podre no terreno baldio...
vegeta nas suposições,
deixando decompor cada sonho,
não venha correndo atrás...
nunca foi verdade,
não merece nem um adeus,
mesmo que faça um pacto,
estará perdida em mundo de ilusões.
nada é suficiente,
nada basta,
tudo que é feito nada vale,
então o que sentido...
vivo numa fantasia,
bem como qual seja reciproco
num lar de vaidades
sou apse do luar,
na loucura continue assim
seu valor tem tabelamento...
dentro de sonhos
todos quartos estão trancados,
o tempo parece um mar no infinito,
quem te ama quando tudo acabar,
um arrepio irreal parece as estrelas,
num lance posso até chorar,
mas, não tenho tempo...
ÁVIDO
Esteja o amor em mim,
Sem pranto e sem choro.
Seja eterno querer-te bem...
Quem sabe queira-me o mesmo bem.
Meu coração em flagelos,
Que dantes buscou o teu amor
Sem saber se iria encontrar,
Sem você, desfez-se em lágrimas...
Que me condene o mundo
Por não deixar de te amar...
Sem tua presença,
Estou entregue a solidão.
Mas o amor ávido em mim,
Livre, clama-te, e à chama...
Está em ti meus pensamentos
Pra viver meus sentimentos.
Edney Valentim Araújo
Tem dias que tudo parece ser uma fantasia,
como um figurante sumo entre a multidão,
mesmo com coração despedaçado,
tentam ferir mais e mais,
a base da semântica é um ser em declínio,
sendo elemental, suas palavras some num palco,
senti se superior, tenta profanar meu coração,
deferindo sentimentos amargos,
ferronhos da tua impia volúpia
rasteja até os espaço mais ermos...
os sentimentos, tornam se abrupto,
e restringe sua menção involuntária,
barrando a verdade da escuridão que a cerca.
no refugio da tangente até a escoria,
que reata o julgo limiar, de tua magoas,
o regaço de teu algoz infamo,
paira sorrateiramente, nos estados tuas cavas...
reluzem os traços da esperança.
vulgar tal entanto sob dito da promessa,
escoa por pensamentos ao longe.
toma partido na luz que cega a convivência,
meramente crua sendo singular...
expressa o amor entre a terra o pó,
que vaga entre teus templos de devoção
plagia me ego morto, sentimentalmente
sois o vento que passou em lembranças,
em cascatas de borbulho a o espirro,
de sombras doloridas para vertente,
reage em inúmeras vertigens,
teu sopro perde a intensidade,
nos tais prólogos, vegeta se no supremo ador,
dispensa meu ser nas brumas,
torna se a ressaca, bem na noite
todas paixão perduram na imensidão...
o fel que determina e perdura teu julgamento.
e refaz a origem que amarga
impendiosamente reata a ilusão,
confirma meu sentimento perdido,
da luz replica tuas vontades,
sem saber quem foi e quem será...
nas margens da solidão suplico,
o que tenho dentro dessa devastação,
debatendo se em olhares ao vazio,
igual ao vaco do espaço,
guarda seu brilho até sumir
vitimas do tempo, pensa se no que desejo,
no intimo momento sou lapso da insanidade,
sopra o relampejo de intimo glamour,
sonso encontro na barbaria do sussurro,
desembesta e ignora como se não conhece se,
mas, o preludio se dá quando desbarata,
tua fúria entre amigos que busca um premio de consolação.
todo desaparece para todos os momentos,
tentei superar a angustia que deferi...
declarações sois sordas,
seca como fruto que se jogou num abismo,
palha de algumas ofensas, sobras
que resiste num ar que chama o amor.
fluxo torna se abruto quando é o desejo mais profundo.
encanta de tal forma que se dilui no extenso do universo,
como corpos celestes que viajam sobre a gravidade
que destinam a imortalidade de ciclo sem fim.
hospedando seus satélites como amantes de mundo estranho,
bizarramente os encontros destilam a vida numa síntese profunda.
nada se igual a singularidade do qual de repente se ama para sempre.
Embriaguez...
No breu das madrugadas,
no silêncio das coisas,
teimo te encontrar e divago...
...e do passado te trago
e em saudades naufrago...
...e em versos de amor me alago
e neles, ainda te venero e afago...
...e no silêncio das coisas,
de vãs e tolas esperanças
então, me embriago...
(ania)
Jovens velhos jovens
Eu me sinto esquisito as vezes, sinto que algo não encaixa, que eu não me encaixo, amigos sei fazer, mas me limito para ser, me limito ao que acho pouquinho... Pouquinho não sei bem se o certo a se dizer, pois não acho ninguém pouco, mas algo falta, ta meio confuso isso...
Pensar demais evolui, evolução essa é para poucos, e esses poucos se entendem, à esses poucos nao preciso ser pouquinho, posso ser suficiente, solitário é encontrar os poucos que são muito!
Mas eu ainda sinto-me esquisito, quero ser mais que suficiente, quero ser além do além, quanto menos pouquinho ser mais raro encontrar, possível é, mas tudo que sobra é o cadê!
Fica o amor
Quem sabe por um tempo,
Ser feliz, fazer feliz alguém...
Quem sabe num momento,
Amar alguém como ninguém.
Talvez, quem sabe...
Viver só mais um pouco.
Um pouco para te amar,
Um pouco para sonhar.
E se não for amor?
E se for só uma dor?
E se não tiver calor?
E se for só o desamor?
Nada de que não é
Tudo isso foi um dia,
Só não se foi saudade sua...
Por que tudo passa, fica o amor.
Edney Valentim Araújo
Ignorando o horário levanta-se e caminha rumo à janela, respira fundo e requenta o café despreocupado. Sentado à mesa pensa e some rumo às infindáveis
possibilidades de seus sonhos que outrora terminara porém remoía o fato de não tê-lo aproveitado como devia, voava toda noite com maestria sobre surreais
visões de sua sedenta imaginação, lúcido apalpava o infinito e desmontava o universo ao seu redor sorrindo em gritos enquanto tudo derretia como assim
desejara.
Torna a mirar o longínquo horizonte tateando o calor da xícara, contando os dedos indagado da tamanha distancia sem distorção que sem cansar os olhos
observa, fita e encara; seria seu o mundo que rodeia-o, seriam quem os passantes na rua ao lado que ouvia sem saber se ali estavam de fato, paranoiado
corre para o quarto e se esconde na cama. Treme e trama o voo que não ocorre e o trauma traz e matiza-o de desespero à tagarelice que balbucia suas
desfronteiradoras e sábias palavras de fuga e despertadores feitiços elucidantes que por desconhecido empecilho trava-o trancando suas brechas de tenras
escapatórias a um ponto inalcançável do pulo, do salto, do voo falho.
Silêncio, silêncios perturbadores, o disparar do coração faz-o perder o folego e transpirar, agora enfiado debaixo da cama teme o chegar de alguém,
teme ouvir passos do chuveiro, talvez da cozinha, teme ter deixado o café à vista de todos que logo descobririam da sua presença e fariam aquele escândalo
ao caçarem o intruso. Remói a remota chance do alçar voo, derrubar as paredes, jogar para o alto a cama e seus ocupantes sonolentos, Silencio! Alguém pode
de fato ouvir sua ofegante respiração amedrontada e gritar, assustando-o de tamanha grandeza a fazê-lo ter um ataque, de pânico, grito, choros, respiratório,
cardíaco.
Socorro!!!
Ai, arrasta-se habilmente para a porta e corre pelo curto corredor, joga-se por baixo da mesa, por cima do sofá, rola em cambalhotas até a porta, pára e treme.
Com muita cautela vira-se lentamente e olha para traz, o suor escorre pelo rosto e pulsa com a forte batida do coração que faz saltar a camiseta, tum
tum, como um alto-falante, alto, elevado, caindo... na real, é só o despertar inquieto do solitário vivente que teme o prosseguir das caóticas experiências
diárias trancado dentro de casa feito uma barata. Teme tanto estar acordado quanto o fato de não possuir controle sobre seus lúcidos sonhos.
Diga-me
Para que iludir?
Se é tão mais simples
Deixar-me ir.
Meu coração sente
Enquanto para o seu você mente
Diz-me que me ama,
Mas você se auto-engana.
Confesso que me sinto acabado
Derrotado
Por ter passado tanto tempo ao seu lado
E neste momento, me deparar com meu estado.
Ver-me sem vontade alguma de viver
Sem braços para eu correr
Sem ninguém para me socorrer.
Você me deixou
Triste e só
Sem nenhuma dó
Você partiu e aqui estou
Triste e só
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