Texto de Reflexão de Amor

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Eles pensam que chegaram ao ápice da evolução
Mal sabem eles que outros também pensaram, antes da extinção.
Esse Capitalismo sedento, que contabiliza o mundo
Por uma liberdade comprada
Meu valor medido por lucro/hora.
Sou uma cor em um gráfico de rendimentos.
Será que valho o investimento?
Vendemos vida por salário minimo,
No Mercado quanto valem os sorrisos?
Vivemos em sociedade, seres da razão.
Enquanto os animais vivem em grupo,
Para própria proteção.
Vivemos cada um por si nessa selva de distinção.
Troco esse poema por um pedaço de pão,
Um arroz com feijão, porque pra quem não tem nada,
De nada adianta alimentar o coração.
Essa liberdade sai cara,
tantas vidas acabadas.
Será que ainda cabe perguntar,
Se a minha felicidade cabe no orçamento?

Inserida por EmilianoAraujo

Pranto para o homem que não sabia chorar

Havia quitandas naquele tempo. Vendiam verduras, legumes, ovos, algumas chegavam a vender galinhas em pé, quer dizer, vivas, mas eram poucas, pois todas as casas tinham quintal e todos os quintais tinham galinhas. Ia esquecendo: as quitandas mais sortidas tinham à porta, bem visíveis aos passantes, um feixe de varas de marmelo.
Para que serviam? Fica difícil explicar, mas serviam para os pais comprarem uma delas e a guardarem em casa, num lugar à mão e bem visível aos filhos. Quem nunca tomou uma surra de vara de marmelo não pode saber o que é a vida, de que ela é feita, de suas ciladas e enigmas. Há aquela frase: "Quem nunca passou pela rua tal às cinco da tarde não sabe o que é a vida". A frase não é bem essa, mas o sentido é esse.

Uma surra de vara de marmelo era o recurso mais eficaz para colocar a prole em bom estado de moralidade e bom comportamento. Acima dela, só havia o recurso capital de ameaçar o filho com um colégio interno da época: Caraça! Ir para o Caraça, a possibilidade de ir para o Caraça era uma pena de morte, uma condenação ao inferno, um atestado de que o guri não tinha jeito nem futuro.
Houve a tarde em que o irmão mais velho fez uma lambança com umas tintas que o pai comprara para pintar a casa de Segredo, o cachorro, que era solto à noite para evitar que os amigos do alheio pulassem para o quintal e roubassem as galinhas -repito, todas as casas tinham galinhas.

E "amigos do alheio" era uma expressão, uma metáfora civilizada que os jornais usavam para se referirem aos ladrões de qualquer coisa, inclusive de galinhas.

Pois o irmão foi surrado com vara de marmelo e chorou. O pai então proferiu a sentença que ele jamais esqueceria:
Homem não chora!

Em surras seguintes e sucessivas, com a mesma vara de marmelo (ela nunca se quebrava, por mais violenta que tivesse sido a surra anterior), o irmão tinha o direito de gritar, de urrar, de grunhir como um leitão na hora em que entra na faca, mas não de chorar.
Por isso, mesmo sem nunca ter tomado uma surra daquelas, ele sabia que um homem não pode chorar, nem mesmo quando açoitado por vara de marmelo. O vizinho do Lins, que tinha um filho considerado perdido, percebendo que a vara de marmelo era ineficaz como um remédio com data de validade vencida, adotou uma tira de borracha que servira de pneu a um velocípede desativado. Tal como a vara de marmelo, era maleável mas inquebrável, deixava lanhos nas pernas do filho -que mais tarde chegaria a ser capitão-do-mar-e-guerra, medalhado não em guerra nem em mar, mas por tempo de serviço.
Homem não chora e, por isso, ele decidiu que seria um homem e jamais choraria. O irmão, sim, era um bezerro desmamado, chorava à toa, nem precisava de vara de marmelo. Chorou no dia em que Segredo morreu envenenado -um amigo do alheio, antes de pular no quintal, jogou-lhe um pedaço de carne com arsênico.

Chorou mais tarde, quase homem feito. Esquecido de que homem não chora, ele chorou quando o Brasil perdeu para o Uruguai no final da Copa do Mundo de 1950. Não era homem. Atrás do gol, viu quando Gighia chutou e o estádio emudeceu e logo depois chorava, seguramente o maior pranto coletivo da história da humanidade, 200 mil pessoas que não eram homens, chorando sem vergonha de não serem homens.

Ele não podia ou não sabia chorar? Essa era a questão. Volta e meia forçava a barra, lembrava as coisas tristes que lhe aconteceram, o dia em que o pai o colocou de castigo, atribuindo-lhe a quebra de uma moringa. A perda da medalhinha de Nossa Senhora de Lourdes que a madrinha lhe dera, uma medalhinha de ouro que, segundo a madrinha, o livraria de todo o mal, amém. Não chorou nem mesmo quando, naquela primeira noite após a morte de sua mãe, ele se sentiu sozinho na vida e perdido no mundo.
Daí lhe veio a certeza. Poder chorar até que podia. O diabo é que ele não sabia mesmo chorar. Chorar é como o samba que não se aprende na escola: ou se nasce sabendo, ou nunca se sabe. Bem verdade que ele desconfiou de que os outros chorassem errado, misturando motivos. Por exemplo: o irmão, que era um Phd na matéria, quando chorava, fazia um embrulho de coisas e desditas, um mix de quebrações de cara e obtinha um pranto copioso, sincero, lágrima puxando lágrima, soluço puxando soluço.
Quando perdeu uma bolada num cassino de Montevidéu, foi para o quarto do hotel, bebeu meia garrafa de uísque e, tarde da noite, telefonou dizendo que, passados 40 e tantos anos, ainda estava chorando pela morte de Segredo.

Tivera ele essa virtude, aquilo que os ascetas chamam de "dom das lágrimas"! José, vendido por seus irmãos ao faraó do Egito, tornou-se poderoso e um dia recebeu os irmãos que o procuraram para matar a fome. Os irmãos não o reconheceram. José perguntou-lhes sobre o pai e retirou-se a um canto para chorar. Depois, sim, deu-se a conhecer e matou a fome dos irmãos que o venderam.

Jesus chorou quando soube da morte de Lázaro e o ressuscitou. A lágrima é um dom, e ele não mereceu esse dom nem mesmo quando Débora foi embora de seus sonhos e, como nos tangos, nunca mais voltou.

Inserida por mathiasportugues

Visão do Pobre Viver

Quanto vale viver?
Como contamos o tempo?
Mês a mês conta o pobre,
Vendo o seu pagamento,
Fruto do trabalho nobre,
Que dura só um momento.
Que reza tomara que sobre,
dinheiro e não sentimento.
Nascendo envelhece a cada dia,
Mas pobre de grana aumenta a agonia,
Dos pais que falam, gostaria!
De ter grana, ser rico um dia.
A família cresce assim mesmo,
Por datas se mede o tempo,
Às vezes com vencimento,
Chega logo, meu pagamento!
Não sabe ele que vive,
Que mais velho fica e perto da morte,
Enquanto pensa em dinheiro e sorte,
Não curte o bom de ser livre.
Quanto vale deixar de viver?
Quanto custa pensar em morrer,
De fome ou doença algum dia,
Enquanto aumenta a agonia,
Aumenta o valor a perder.
Talvez a riqueza da vida,
Não esteja nesta comida,
Mas na fome de ver, um novo amanhecer.

Marcelo ULisses

Inserida por marceloulisses

Flores mortas

Deixa chover, deixa molhar; lavar ; regar; destruir; purificar...

O mundo ensina e o mundo gira.
As engrenagens da vida e o abraço do tempo sufocam a humanidade.

Mas sempre foi assim...

Artificiais são essas flores que não envelhecem ? Cárceres da resplandecente natureza mãe somos nós, feitos de carne e osso...

A substância da vida é a renovação pela morte. É isso que trás purificação ?

Flores mortas se esquivam dessa brisa com sensação de renovação.
Flores artificiais.

Inserida por redboy

NO BARCO DA VIDA

Sentado às margens deste negro rio.
Observo a negritude da noite
A cair fleumaticamente.
Ouço o farfalhar das folhas
Se enamorando com o vento.
Sinto o frio gélido e sereno
Da noite sombria que se aproxima.
Tento soerguer-me não consigo.
Sair de onde estou, não posso.
Um espectro se aproxima
Me assusta e aterroriza.
Não, não é a morte.
É apenas uma brisa.
Um arrepiante e gélido zéfiro.
Desses que te sobem
Pela espinha dorsal
E adentra as entranhas da alma.
O rio segue lentamente
Em seu curso silencioso e monótono,
O seu eterno caminhar.
Leva consigo para além-mar
Os sonhos, as quimeras
E todos os tipos de visagens,
Utopias e ilusões.
As alucinações e devaneios,
Não são da alma humana,
Mas, da vida dos mortais vivos.
Traz em si as vicissitudes da existência.
Por ele os nautas peregrinos,
Singram com suas naus.
Não há, para o rio,
Entre eles distinção.
São todos iguais.
Não há pretos novos,
Nem brancos velhos.
Não há mestiços, nem crioulos.
Não há bons, nem maus.
São todos iguais.
Estão todos no mesmo barco.
Estrangeiros não há
Forasteiros também não.
No barco da vida,
Onde vive a ilusão,
São todos iguais,
Somos todos irmãos.

Tenha equilíbrio em tudo o que faz na vida.
Trabalhar e estudar é preciso, mas brincar e se distrair é necessário!
Se preocupe com sua saúde mental, assim como se preocupa com as contas da casa.
Exercite sua mente, não apenas seu corpo!
Do que adianta ter um corpo todo trabalhado nos músculos, se não lembra nem onde guardou os halteres?!
Equilíbrio traz saúde, em todos os aspectos.

Inserida por JaneFernandaN

Na busca de “ser alguém na vida” deixamos a nossa própria essência pra trás.

Já te disseram que você precisava estudar, ter diploma, trabalhar, ganhar dinheiro, formar família e pagar contas para “ser alguém na vida”.

Pra mim, você já É desde o primeiro instante de sua existência. Não há nada que você faça ou deixe de fazer que possa lhe arrancar a sua condição de SER alguém importante pra mim.

Se você fizer tudo aquilo como forma de agradecer o fato inestimável de já SER alguém desde sempre, ótimo! Mas se for fazer tudo aquilo como busca para ser visto como “alguém na vida”, esqueça! Você estaria menosprezando o que já É.

Sua dimensão humana já É desde sempre e é importante pra mim. Não tente escondê-la sob pretexto algum.
Ass: Alguém que se importa.

Inserida por drleonardolourenco

A Escola da Vida

A escola da vida sempre nos ensina.
Nos ensina muito, com muito pouco.
Nos mostra muito, sem mostrar nada.
Nos aconselha, sem nada dizer.
Nos orienta, sem conversa alguma.
Nos adverte em sua própria essência.
Nos avisa sempre, antecipadamente.
Nos ensina mesmo sem querer ensinar.
Muitas vezes ocasionalmente.
E tantas outras intencionalmente.
Ela nos faz ouvir mesmo dormindo.
Nos faz enxergar de olhos fechados.
Nos faz entender o que à frente nos espera.
Ela faz coisas sobrenaturais.
Às vezes fora do nosso entendimento.
Apenas para mostrar que sempre estamos a aprender.
E que ela sempre está a nos ensinar.
A escola da vida é assim.
Ela está conosco no inicio, no meio e no fim.
Nascemos com ela. E morreremos com ela.
Cada um em sua própria escola.
Em sua própria existência.

Essas palavras são para todos e para ninguém.
Não precisa entender.
Apenas refletir.

Inserida por maurinelio

Nossa vida é composta por ciclos. E cada vez que seja fecha um ciclo, recebemos coisas novas, mas também deixamos algo para trás. Para viver esse novo tempo, mudanças são necessárias. E faz bem em nossas vidas. Elas trazem novas experiências, aprendizados, amizades, além de oportunidades para sermos melhores.
Mudar, por mais que possa ser difícil em determinados momentos, é necessário.
Aprendi, que alguns dos sinais de maturidade é está aberto para o novo, mas sem deixar de ser grato pelo que viveu e pelas pessoas que conheceu. É entender que tudo em nossa vida há um propósito e um tempo determinado, assim como diz em Eclesiastes 3:1. É fazer o presente (o hoje), o melhor momento de nossas vidas.

Inserida por JoyceAlvesP12

Vida .....vida
Muitas vezes amada,muitas vezes perdida
Infinito eu das paixões
Guardado no peito das desilusões
Viver,nascer,morrer
dentro do meu eu de verdades esquecidas pela alma
que a muito exala o perfume,de um antes......um instante,que outrora cheio de emoções
Alegrias,felicidades, agora obscuras na saudade.

Inserida por BelRodigeiro47

Do alto da vida

As 00:00 o mal cai, de todo profundo as trevas nascem

A beira daquele precipício mergulhei, num infinito sem medo de me perder, enquanto cai vi minha vida inteira meus erros, meus fracassos mas também minhas glórias. se tivesse chance não voltaria atrás pois tudo me tornou oque era aquele momento, caindo percebi que estava em uma escuridão talvez esquecido, ainda sim sem medo de me encontrar com destino, aquela adrenalina só aumentava uma lua nascia no no ceu quando me deparava com um reflexo... parecia água talvez, ao chegar mais perto o tempo parecia passar lento, como se pudesse encarar meu próprio reflexo, ali pode ver oque me tornei entao conforme mergulhava eu sentia cada vez mais o profundo como se nada estivesse a minha volta, fechei meus olhos quando os abri lá estava eu novamente em cima daquele precipício sem nem pensar eu pulei novamente sem medo do meu destino, tudo se repetiu, novamente eu em cima do precipício não êxitei... um ciclo interminável a vida sempre continua e eu nunca exitarei seguir meu destino...

Inserida por gustavo_a_porto

Recomeçar de repente
Assim, sempre ausente
Indo em frente
Querendo estar com a alma reluzente
Como fogo ardente
Mas se apaga com o vento
Eu não entendo
E me lamento


Ainda que eu soubesse a arte de fazer o certo
Eu me desconcerto
Não acerto
Pois não há o certo
Eu não me entrego
Mas me nego
Isso tá no ego
Tá na rua, no céu infinito do teu espelho
Assim que eu me vejo
Esclareço, me intrometo
Eu me perco

Como um percevejo
Em uma roupa que foi tua
Hoje, nua como a lua
Fúlgida lá de cima
Meio doente, abaixo do cansaço
Não acima, é um descaso
Mesmo assim, não te largo
Não insista
É como um ímã atrapalhado

Com ideias divergentes
Confusão interminável
Remetente dessa gente
Que não sente, não entende
Como é amar de verdade o próximo
Acaba por tornar-se tóxico
É um negócio dos primórdios
Da "humanidade valente"

Nesta velocidade recorrente
Desta claridade inconsequente
Há tanta coisa boa
Que me faz pensar à toa
Mas desmancha na escuridão
E nesta escuridão eu prefiro estar agora
Pra esquecer do mal que está lá fora

Tô ficando assim, meio diferente
Meio lúcido da cabeça
Concordância proposital
Pra cair logo na real
Sempre avessa a alma indiferente
Intermitente é o sol do céu à frente
Era seu o que era só
Não deu, doeu e escondeu
O brilho do holofote

Manchado assim de sorte
Que viveu na morte
E morreu nesta vida
Ainda que seja querida
O caminho não era o norte
Chame do que quiser
Logo, se não vier
Desistência é o nome
E isto consome
Pois não alimenta a fome
Do coração

A confusão que une a mente
A minha e a tua, funde
Não mente, assume, sente
A solidão do coração que prefere insistir
Não é querer punir
É querer unir
A rosa com o espinho
Sem querer carinho
Sem ir de carona neste caminho
Trago a verdade à tona
Nesta vida introspectiva

Sempre criando expectativa
Numa tentativa
Completamente inútil
Foi sutil, foi fútil
Foi meio incerto
Num penhasco que eu pulo
Vejo tudo a céu aberto
Eu relevo, eu revelo
Que eu surto
Mas não me entrego

Eu luto sem estar de luto
E concluo
Que a vida é incerteza
Que te faz preencher o vazio num copo de cerveja
Ela almeja e deseja
Ela beija
Num sopro de primavera
O coração acelera
E se desespera
Nesta dose certa

De loucura que não cura
Fuja!
É o conselho dela
Pra ver a felicidade
Sentir a mocidade
Daquela idade novamente
Sem falsidade
Isto é recorrente
Daquele olhar ausente
Mente e não sente
Apedrejado numa plenitude
Amar é uma virtude
De poucos
Que pertence aos loucos
Eu não ouço
Tu dizeres que assume

É uma personalidade variante
É estonteante
Como nunca antes
Era anti e agora é a favor
A metamorfose do frio para o calor
Intensifica a dor daquele amor
Que transmitia calafrio
Se não ouviu
Agora, já sumiu
A antiguidade da memória daquele disquete

Não sou do tipo que repete
Mas se mete, inverte
E tenta mudar o clima
Vejo bem de cima
Acima de toda essa neblina
Posso dizer que é inebriante
Como uma estrela brilhante
Engolida num momento
Por um buraco negro
E neste relento
Eu não despenco na tristeza

Porque, veja
A vida é incerteza
Mesmo assim, siga em frente e leia
Vença e clareia
Pois hoje a tempestade é cruel
Mas o sol sempre nasce lá no céu
E você renasce na clareza
Eu só tenho a certeza
De que isto não é poesia
Mas eu faria com leveza
Pois pertence ao sonho de um dia
Onde contemplava tua beleza

Inserida por EduardoBlas

Esqueça um pouco o mundo atual, sua ganância, seu egocentrismo, sua raiva, todos esses sentimentos pequenos e tente ver além.
Tudo que precisamos está em volta.
Temos o ar que não nos custa nada e o vento que nos esfria.
O sol nos aquece todos os dias e também não e pago e a noite podemos descansar.
Os pássaros cantam no final da chuva .
Tudo nos é dado e queremos mais.
O que você faria se tivesse tudo?
Estaria feliz?
Eu tenho certeza que não.
Esqueça a matéria e vivencie a energia de estar vivo.
Seja grato.

Inserida por Marciohcampelo

Ser observador tem seu lado *Bom & Ruim* também, aprendemos que;
A Vida é como uma curta Viagem de Coletivo, *Entramos nela, procuramos um Melhor Lugar, mas almejamos as janelas, Observamos quem está ao seu Lado, contamos as paradas, o sentido da Via, somos mais um, em algum momento fazemos amizade, tornamos a viagem o melhor possível, e quando achamos que está tudo bem, as vezes é melhor ou não, mas já é chegada a Hora de sairmos ( Desembarcamos) dela, não deixe que pequenos detalhes te façam passar do Ponto, aprenda a separar sua Viagem de um mero passeio. Não torne o Desembarcar doloroso* pois o Ponto pode já ter *Chegado!!!*

Inserida por MarcosDirosa

Jesus, o autor do livro da vida. Muitos poetas já escreveram livros, já escreveram canções ou até mesmo poemas. Mas Jesus, simplesmente escreve sua história. Ele escreve todo detalhe da sua vida. Vejo muitas pessoas dizendo que sua vida está um caos, e como Jesus poderia escrever uma vida assim. Mesmo que ela esteja um caos, Jesus ele continua sendo o autor do livro. Mas um autor pra virar o dono da obra, ela tende a ser reconhecida pra Ele ter o “direito autoral” da mesma. Com a gente, isso não é diferente. Pra Jesus escrever sua historia você precisa aceitar Ele como o autor da sua vida. Todo inicio do livro começa com folhas em branco, até um autor começar a escrever nele. Todo livro tem vazio que precisa ser preenchido. Pra que serve um livro se não for para ser escrito? Também serve para fazer um avião de papel. Mas o destino final é sempre uma lata de lixo . Essas folhas arrancadas, são partes de um livro que não voltam mais.
Meu desejo é que você reconheça Jesus como autor da sua vida. Deixa ele preencher o vazio que existe em você. As folhas que não voltam mais são tempos perdidos, um tempo sem cor, um tempo sem autor. Um livro sem um autor, é como uma escola sem aluno, é como uma livraria sem livro. Aquela escola só se torna uma escola quando tem aluno, aquela livraria só vai ser tornar livraria quando tem livros. A sua historia só vai se tornar historia com um autor. Mas você pode ser o autor dela também, porém quando somos autores, temos um problema de sempre errar a escrita, e sempre usamos o corretivo. O problema é que nunca fica igual, nosso livro fica cheio de erros e corretivos. E no final na maioria das vezes não gostamos da historia que escrevemos para o nosso livro. Mas quando você deixa Jesus ele escrever seu livro, Ele não erra a escrita, não erra o tempo. E quando você chega no final, percebe que a melhor coisa que você fez foi deixar Jesus escrever sua historia.

Inserida por Gg021

A morte não é, e nunca será a maior perda de nossas vidas, a maior perda de nossas vidas é o que morre dentro de nós enquanto estamos vivos.

A morte ainda é um dos maiores mistérios da vida. É inevitável nos questionarmos o porquê de termos que nos despedir de alguém que amamos, ou mesmo temer o nosso próprio fim.

Há, no entanto, milhões de possibilidades de lidarmos e refletirmos a morte não apenas como um momento unicamente de dor, mas como parte incontornável da vida. Quem sabe, pensando e aprendendo sobre esse implacável acontecimento, podemos encará-lo de forma mais corajosa.

Felizes seremos e sábio teremos sido se a morte, quando vier, não nos puder tirar senão a tão valiosa vida.

Inserida por marcos_kito

Sempre devemos escutar, pelo menos escutar, o que
nos dizem os mais idosos, para tirar algum proveito
de sua experiencia de vida...
"O diabo sabe por ser diabo, mas mais sabe por ser velho..."
É um velho provérbio espanhol:
"El diablo sabe por diablo, pero más sabe por viejo..."
Osculos e amplexos,
Marcial

APENAS UMA PEQUENA LIÇÃO DE VIDA
Marcial Salaverry

A melhor maneira de aprender a viver, é cursando a Escola da Vida, prestando bastante atenção nas aulas, procurando assimilar bem os conhecimentos que nos são passados. Nesta Escola a verdade é que não existem professores e nem alunos. Com todos aprendemos, sejam adultos ou crianças, e a todos sempre teremos algo a ensinar, o importante é saber onde buscar esses conhecimentos. O importante é sempre termos a humildade necessária de ir buscar conhecimentos nos mais insuspeitados lugares, e não termos receio de transmitir os conhecimentos que adquirirmos ao longo da vida. Prestando atenção, veremos que mesmo as pessoas mais humildes, tem algo a nos ensinar. Afinal, sempre poderemos ser auxiliados por alguém, da mesma maneira que poderemos ajudar a outrem. Isso se chama SOLIDARIEDADE, algo que tem sido muito esquecido...

O importante, segundo penso, é procurar cumprir nossa missão nesta nossa passagem pelo mundo, de maneira a deixar nossa presença marcada favoravelmente. É melhor deixar uma doce saudade, do que más e amargas lembranças, como certas figuras que passaram pela História do Mundo, e certas figuras que marcam sua presença pela corrupção e por atos condenáveis...

Para tanto, devemos pautar nossa conduta por atitudes amáveis, não procurando exigir que nos respeitem apenas escudados em cargos que possuirmos, ou por sermos donos de alguma coisa. Respeito não é coisa que se impõe, mas sim, se adquire, e adquirimos o respeito e a amizade dos demais, mercê de nossas atitudes, de nossa maneira de viver. E, se quisermos ser respeitados, devemos respeitar os outros. Temos nossos direitos, e os queremos respeitados. Então, respeitemos os direitos alheios. Principalmente o direito à opinião. Nossa opinião nunca deve ser imposta, mas sim, exposta. E devemos aceitar, tanto sua aprovação, como sua desaprovação.

Vi uma mensagem muito bonita de autoria de meu amigo L’Inconnu, que achei bem oportuna:
"Escreva com o coração tudo o que fizer, assim as dores serão passageiras rápidas na tua vida. Carregue em você a semente da alegria e distribua-a para todos os que se aproximarem de você, assim, nunca faltarão amigos dispostos a participar com você na sua jornada. Conquiste amigos em todos os lugares por onde andar e conquistará um tesouro eterno, que nenhum ouro poderá pagar. Que a sua marca de vida seja a alegria, assim deixará, para sempre, uma lembrança suave de quem será amado para sempre."

Esta é uma maravilhosa lição de vida. Não só ao escrevermos, mas também ao falarmos, e até mesmo em nossas atitudes, deveremos fazê-lo com o coração, com sinceridade, abrindo nossa alma. Por que escondermos nossos sentimentos, usarmos de subterfúgios ao falar com as pessoas? Aparentar aquilo que realmente não somos?

É muito melhor abrirmos nosso coração, e nos mostrarmos como realmente somos. Sempre haverá aqueles que nos apreciarão, e aqueles que não o farão. Todos tem sua liberdade de opinião, e por essa razão, a sinceridade deverá pautar nossa conduta. Por que iludir as pessoas, vestindo uma falsa pele de cordeiro?

Conquistar amigos não é difícil, o difícil é mantê-los. E como é importante manter as amizades conquistadas ao longo da vida. Mesmo que circunstâncias nos afastem fisicamente de nossas amizades, mesmo que passemos anos sem nos falar, por questões as mais diversas, sempre deverá existir aquela amizade. E a cada reencontro, ela sempre se manifestará. Uma verdadeira amizade, bem adquirida, jamais será esquecida. Sempre haverá a oportunidade para uma conversa, que sempre será amigável.

Manter a alegria, o bom humor, o sorriso fácil e sincero, são coisas por demais importantes... Assim, mesmo que tenhamos sérios problemas, enormes preocupações, os demais não tem culpa disso, então por que atormentá-los com nossos dramas? Salvo quando precisarmos de uma palavra de consolo... Aí sim, saberemos a quem procurar para ouvir nosso desabafo, e para nos consolar.

Nossa presença deverá ser lembrada pelo sorriso, pela alegria de viver, e não por nossos dramas pessoais. Se eles existirem, deverão ser cuidados em foro íntimo, e por quem de direito...

E principalmente, vamos procurar sempre fazer de nosso dia, UM LINDO DIA, e desejando o mesmo a quem o desejar... Compartilhemos dele, pois...

Inserida por Marcial1Salaverry

Morte
O que dizer sobre a morte?
Desde pequenos sabemos que um dia ela vem, sem razão ou um porque plausível mas vem...seja natural, por doença ou violência ela vem e sempre dói, machuca, entristece....seja qual for a crença ou dogma, a morte assusta, impacta e aterroriza...Talvez porque signifique o fim de tudo que não se viveu e que quando estava vivo também não viveu...É muita espera, a chegada de um momento como se tivéssemos carta vitalícia, vida eterna...mas aqui em carne e osso não temos e o tempo corre apressado, vivemos em pressa, que não sentimos nem as pessoas e nem os sentimentos...tudo no automático e de pressa...Aí a morte chega sem avisar obviamente e tudo se desmorona, quem culpado vira inocente, as pessoas se lembram que amam, fazem homenagens, declaração de amor e uma lista infinitas de atitudes que poderiam tomar quando o outro estava vivo, disponível...Tem gente que morre junto, se entrega a um luto sem fim, que anestesia e adoece e parece que no fundo carrega uma culpa, um peso, de que poderia ter amado mais, feito mais...porém o tempo não volta, ele segue e se culpar não alivia, pesa...precisamos aprender e não é fácil como tudo na vida, pois fácil é morrer...de que não existe isso de "ah deveria te feito mais ou diferente"...Não, você fez o que fazer com o que tinha pra fazer e tudo bem!!
A gente se cobra por muito por situações que não estão em nossas mãos controlar e precisamos um dia deixar o outro que morreu ir de verdade para não morremos antes da hora e nem virar zumbi!!
Viver nunca foi fácil e mais difícil é a ideia de não viver...mas ninguém é semente, uma hora vem e sem avisar...Então aproveitemos a oportunidade de viver e aprender!!

Inserida por falamarie85

Apocalipse Humanidade

Todo canto há sangue e desordem; num súbito momento a água se transformou em vinho. Todos os dias pensam em matar. Pensando em máquinas para sobreviver em modo de tirania entre os animais.

A raça perversa suplica após um mero desespero, depois de protagonizar tantos terrores nível Hitchcock.

Recôndito durante tanto tempo, acabei me deparando no espelho que fui infectado, me tornei um deles; tentei achar a cura, mas vi que precisei matar para isso. Pobre de mim e de todos, nesta vasta pandemia devastadora de pobres seres.
Otávio Alves

Inserida por omalveso

⁠Que vida me tire tudo o que me impeça de ser feliz,
Que esteja sempre rodeado de pessoas do bem,
Que me acalme quando tiver de deixar ir quem já foi importante para mim,
Que me ensine que há coisas que não depende de mim,
Que nada dura para sempre e que as vezes o ponto final é a melhor coisa que pode acontecer.

Inserida por geraldo_neto