Texto Aprendi
Então não queira me testar, pois através dos tempos uma das coisas que aprendi também foi a sobreviver ou até mesmo apreciar o frio.
Sim, o frio do meu próprio corpo, e a ter que suportar temperaturas inconstantes de alguém que por não saber o que quer, por temer ou não ter coragem de arriscar.
O meu melhor
Aprendi a ser grata pelo tenho, e hoje o que realmente possuo sou eu, tudo o que construí ao longo da vida de melhor foi minha personalidade, a essência que poucos saberão, e quer saber? Melhor assim, pois é preciso ser diferente para tentar ousar conhecer a fundo, e mesmo assim de nada adiantará conhecer se não souber o que fazer com tanta informação.
Re Pinheiro
Sempre haverá escolhas e com elas suas consequências!
Mas uma coisa eu aprendi!
Buscar a luz quando tudo está em trevas é o instinto, ter sabedoria, respirar fundo e se permitir sentir que a maior luminosidade que poderá existir jamais estará em nenhuma direção senão dentro do seu coração!
Beijo
Re Pinheiro
Mulherão da Porrraa
Sou sim, um baita mulherão, aprendi muito até chegar aqui, aprendi o valor de minha companhia, não preciso de ninguém para curar minhas feridas, carência só se for de um bom vinho, e as migalhas só se para usar em almôndegas, mulheres aprendam a maior responsabilidade afetiva que existe tem que começar por si mesma.
Re Pinheiro
Aceitei que algumas perguntas ficarão sem resposta...ao menos até algum dia.
Aprendi que a sabedoria também reside em saber resistir ou desistir, ao menos enquanto isso for o melhor a ser feito.
Percebi que SEMPRE, NUNCA E NADA simplesmente não existem.
Descobri que é mais digno abrir mão de tudo a se contentar com metade.
Aprendi que meus dias são reflexo das minhas escolhas, então tenho que escolher o melhor a cada dia.
E percebi que nada disso terá valor se eu não souber viver um dia de cada vez.
O que aprendi quando parei de exigir amor"
Por Diane Leite
Desde pequena, entendi que ninguém tem a obrigação de me amar. Quando o primeiro amor que conhecemos falha — aquele que vem da mãe — a vida nos ensina cedo que o amor não é garantia, é escolha. E, quando se compreende isso, algo muda para sempre.
Eu parei de correr atrás.
Parei de me explicar.
Parei de tentar convencer alguém a ficar.
Parei de insistir onde já não havia espaço para mim.
Hoje, se alguém escolhe ir, eu deixo.
Mas se escolhe ficar, terá o melhor de mim — inteiro, verdadeiro, leve.
Não porque preciso agradar. Mas porque eu quero doar.
Aprendi que amor não se exige, se cultiva.
Que presença não se implora, se atrai.
E que quem merece, vibra comigo, cresce comigo, floresce comigo.
Não, não é orgulho. É cura.
Não é frieza. É paz.
Não é jogo. É maturidade.
O amor próprio me ensinou a economizar energia com quem não vibra na mesma frequência.
E desde então… minha vida só floresce.
Um sonho erguido com a arquitetura da essência
Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.
Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.
Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.
Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.
Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.
Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.
Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.
Autoria: Diane Leite
"" Eu que não aprendi esquecer
De toda minha história guardo um pedaço
Uma lembrança.
Tenho certeza que é assim
Que o mestre dos mestres
Quer que sejamos.
Podemos viver sem o que queremos
Mas nunca esquecer o que nos tornou o que somos
Pequenos e necessitados de aprender.
Por isso a vida é a maior escola...""
"" Aprendi que a coragem é necessária
a solidão por vezes opção
que o amor é inevitável
que morrer é a pior parte da dor
aprendi que o dia começa no sonho
e não ao amanhecer
aprendi que é preciso aprender sempre
trabalhar não é imperativo
mas obrigação
aprendi a compreender a vida
no balanço das ondas
nas espumas do mar
quando entendi que viver é sobrenatural
comecei a entender Deus
e aceitar minha história
só não entendi uma coisa
até quando nós seres humanos lutaremos
para sermos diferentes uns dos outros
mesmo sendo todos tão iguais...""
"" Eu amava e ainda amo aquele homem
mesmo em sua ausência
aprendi com a saudade que esquecer é impossível
lembro de suas palavras de carinho
seus gestos de amor
lembro a doçura do seu rosto
dos afagos de suas mãos
ninguém poderá substituí-lo
seus exemplos estão em mim
pai você foi e é
mesmo não existindo, a minha melhor parte
o que me consola é isso
saber que sou a continuação de você...
Aprendi que o caminho para a felicidade passa por diversas pontes
uma delas é o orgulho, passar por cima do orgulho é fundamental para ser feliz, outra é a ponte sobre a desconfiança, ninguém é feliz com desconfiança. Tem ainda a ponte sobre a inveja, definitivamente a inveja não combina com convivência feliz. o invejoso é sempre amargurado e infeliz. é preciso passar por cima dessa ponte, mas nesse caminho encontraremos passagens que teremos que fazer e levaremos um pouco daquilo que encontrarmos, um exemplo é a comunhão, outro bem apropriado e o encontro com a fé. o caminho para a felicidade é largo, pois não é possível ir sozinho, claro que alguns atalhos sugerem rapidez, mas não haverá pontes ou os encontros necessários, solidão será companheira e levará a lugar nenhum, no final se observará o erro. Ser feliz é semear e colher amor
Antes de sair de casa aprendi a ladainha...
Se em Deus confio...
A ele entrego minha vida...
Enquanto na rua saio...
Querendo viver...
Fique você em casa...
Esperando sua hora de morrer...
Vou beber...
Jogar conversa fora...
Somente Deus sabe de minha hora...
Quero muito divertir..
Beber...
Conversar ...
Sorrir...
Enquanto você fica aí...
Por favor não me critique...
Esse é meu modo de saber...
Enquanto eu saio ..
Me divirto...
Fique em casa você...
A vida é só uma...
Para ela dou valor...
Deus que me abençoe...
Assim que sou...
Não sou homem...
De me dizerem o que tenho que fazer...
Não sou asno para me montar...
Eterno não vou ser...
Lhe respeito seu modo de pensar...
Afirmo...
Fique em casa você...
Meu coração é bem grande...
Vou amar....
Enquanto puder...
Sandro Paschoal Nogueira
#AVÔ
Aprendi que para ser feliz...
A gente precisa sair do lugar...
Às vezes, eu me pego recordando de tudo que vivi...
Todas as boas lembranças voltam e me fazem sonhar...
Sentir...
Me pego então...
Com certa razão...
Quando estive ali...
Junto a ti...
Fui tamanha pureza...
Encanto inocente...
Um menino aprendendo...
A crescer e ser gente...
Lembro de seus cabelos brancos...
Ralhos e carinhos...
De tudo que tive...
Enquanto menino...
Meus olhos brilhavam...
Tanto quando lhe via...
Minha alma inocente então...
Feliz... sorria...
O passado guarda o melhor da minha vida...
Ah...esses tempos agora...
Tão confusos...
Em que não quero me perder...
Ser avô é muito engraçado...
Ser avô é fantástico...
Como é bom...
Ter você ao meu lado...
Me cerca de carinho...
Me faz quase todas vontades...
Me conta várias histórias...
Que às vezes nem fazem muito sentido...
Para sempre irei lembrar...
Sempre...
Sempre...
Esses momentos....
De que estar ao seu lado...
Sempre foi um contentamento...
Alguém a quem eu lembro noite e dia...
A quem sempre vou recordar...
Alguém a quem eu amei...
E sempre vou amar...
Sandro Paschoal Nogueira
#PARTIDA
E quando eu me apaixonei...
Não passou de ilusão...
Que aprendi com você...
No apesar dos apesares...
Reconheça o que passei...
Tanto eu quiz...
Por tanto me dei...
Sem esquecer a dor que restou...
Fiquei magoado, não por suas mentiras...
Mas por não poder voltar a acreditar...
O sonho acabou...
Sinceridade demais choca e faz com que a gente pareça arrogante...
Mas sou assim...
Não sei ser diferente...
Agora sigo...
Vou em frente...
Serei mais feliz...
Lá adiante...
Não sei amar pela metade...
Não sei voar com os pés no chão...
Contigo tive todas as minhas verdades no amor...
E você gastou todas as mentiras na paixão.
O que sobrou sou eu...
A buscar a vida nas ruínas...
E ao cerrar do pano...
Que marca o fim...
De mais um ato...
Sem aplausos...
Adeus amor...
Eu parto...
Sandro Paschoal Nogueira
#Se #isso #não #é #um #sonho...
Então me diga o que é...
Feliz eu sou...
Aprendi o valor que se tem em sonhar...
Fogo que consome a alma...
Que devora a solidão...
Não sei onde meus sonhos foram parar...
Bate mais forte meu coração...
Já não me emocionava tanto como antes..
Mas tudo mudou assim que lhe vi...
Ao passar por aqui...
Mentalmente comecei a lhe despir...
E em sorriso disfarçado...
Necessidade senti...
Em lhe seduzir...
Conquistar não é suficiente...
Quero a felicidade...
De amar eternamente...
Desperta em mim pensamentos..
Inimagináveis desejos...
Tormenta de sentimentos...
Que tento esconder...
Seu olhar é o bastante...
Para minha alma perder...
Quero me embriagar em lábios...
Todo seu mel sorver...
Esquecido das noites frias...
Em seu corpo irei encontrar...
Uma razão para a vida...
Motivo para amar...
Eu só quero lhe confessar...
Minhas palavras em declaração...
Doce sedução...
Acho que me perdi...
Totalmente em ti...
Para mim... você significa muito...
Ate aquando vai me resistir?
Sandro Paschoal Nogueira
Eu sou burro, dizem.
Não aprendi a ser hipócrita.
Não sei sorrir com o fígado doendo,
nem elogiar quem me envergonha.
Nasci torto pra esse mundo liso,
onde a esperteza é se calar,
e a virtude é caber na média.
Não sei me vender.
Não sei bajular.
Não sei.
Só sei ser inteiro.
E isso, hoje, é burrice.
Vejo os que vencem —
sabem o tom, a pose, o disfarce.
Sabem dizer sim sem concordar.
Sabem pedir desculpas sem culpa,
elogiar sem respeito,
defender sem acreditar.
Eu não.
Eu sangro na frente de todos,
falo o que penso,
perco amigos,
perco oportunidades,
perco o conforto.
Mas durmo.
Durmo sabendo quem sou.
E isso, talvez, seja o que ainda me mantém
vivo — mesmo fora do rebanho.
Eu sou burro, dizem. Não sei me posicionar, não sei me calar na hora certa, não aprendi a jogar o jogo. Nunca entendi o valor de um elogio falso, nem a importância de um aperto de mão estratégico. Não sei fingir respeito, não sei sorrir com o fígado amargo. Nunca aprendi a ser hipócrita — e isso me custa.
Enquanto outros sobem, eu permaneço. Enquanto fazem alianças por interesse, eu perco oportunidades por lealdade. Enquanto moldam a voz ao que o outro quer ouvir, eu falo o que penso, mesmo que doa, mesmo que afaste. Eu não me adaptei. Não consegui. Há quem chame isso de orgulho, de teimosia, de burrice mesmo. Eu só sei que não consigo ser outro pra agradar. Só sei ser eu — e isso, hoje, é visto como falha.
Não é que eu goste da solidão. Nem que me orgulhe da minha margem. É que a conta que me pedem pra pagar pra caber no mundo — ela custa minha alma. E isso, não. Prefiro perder, prefiro errar, prefiro andar só. Mas durmo. Durmo sem vergonha. Durmo em paz com o homem que carrego dentro. E isso, talvez, ainda seja o que me salva de virar o que todos esperam.
“Deixando-o achar que pessoas agem de acordo com o que recebe. Aprendi depois de muitos anos que o máximo que posso exigir de uma pessoa é o respeito. Aprendi a Conviver com minhas ausências, lembranças, menos com a saudade. Essa ainda tenho que aprender a tragar. Uma vez ou outra ela resolve aparecer para deixar as minhas noites mais melancólicas e minhas manhãs melodrámaticas. Também aprendi que a coisa mais valiosa é o Amor que se possa ter e sentir. Ele é algo que pra ser conquistado-valorado. Exirge um esforço, dedicação, paciência e compreensão. E é recompensado e se não for?... não cobre, nem pede, tampouco implore."
—By Coelhinha
“Aprendi que pra algumas pessoas você da mais do que recebe dela.
Mais não tem problemas, ao menos sou feliz por saber que vou me doando e nesta doação eu completei alguém mais do que ela me completou. Errei muito, aprendi em dobro. Mais é melhor se sentir sempre cheia do que ser vazia! Prefiro ajudar que ter que pedir ajuda."
—By Coelhinha
Aprendi a valorizar cada momento de transformação em minha vida. Antes, achava que a minha felicidade dependia das pessoas ao meu redor, mas percebi que estava errada. Agora entendo que a felicidade vem de dentro de mim e é minha responsabilidade cultivá-la.
Coloco meu bem-estar em primeiro lugar, sem depender da aprovação dos outros. Ainda valorizo as conexões com as pessoas, mas sei que a felicidade não pode depender exclusivamente delas. Estou em busca do meu crescimento pessoal, com amor-próprio e gratidão.
As transformações que vivencio são uma dádiva que enriquece minha jornada. Agora assumo o controle da minha felicidade, independentemente das circunstâncias externas.
- Edna Andrade
