Texto Aprendi
A coisa mais difícil que aprendi neste ano, a lição mais dolorosa que a vida me deu, foi entender que preciso deixar as coisas serem exatamente como são.
Aprendi a deixar as pessoas irem sem pedir explicações. A aceitar que nem tudo depende de mim e que nem tudo o que vai embora precisa ser entendido. Algumas despedidas não vêm com conversa, nem com fechamento, nem com a justiça que a gente gostaria de receber. E elas simplesmente acontecem, no silêncio dos dias comuns.
Demorei a perceber que segurar dói mais do que soltar. E, aos poucos, aprendi a não implorar por respostas que algumas pessoas não têm ou não querem dar. Existem dores que não se curam e com insistência, elas apenas se aprofundam.
Soltar não é desistir. Soltar é reconhecer os próprios limites. É aceitar que nem tudo está sob o nosso controle e que nem todo final precisa ser bonito para ser necessário.
Existem histórias que terminam no silêncio. E, por mais duro que seja, às vezes o silêncio já é a resposta.
Entendi que a verdadeira força não está em segurar, está em aceitar. Em respeitar o tempo do outro, mesmo quando ele não se alinha com o nosso. Em parar de esperar palavras que não virão.
Porque, no fim, a paz não chega para quem prende. Ela chega para quem solta, mesmo com o coração doendo, e ainda assim escolhe seguir em frente.
Engatinhando...
Foi engatinhando que eu aprendi a amar.
Descobrir o poder transformador desse sentimento me apresentou novas perspectivas sobre a vida, sobre o mundo.
A momentos sobre o inicio dos acontecimentos que são totalmente velozes e vorazes e vão desde os instantes do engano, passam pelo breu das adivinhações e permeiam até os acolhedores conchavos da segurança, tipo aquele abraço quente no meio do inverno congelante.
Quando a vida começa a contar as suas próprias historias de amor , ela encontra uma criança vivendo seu melhor momento no espaço/tempo de cada brincadeira oferecida por esse tão sensível aprendizado.
Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar.
A escolher quem eu quero do meu Lado.
A me distanciar de quem não me faz bem.
A separar o que é verdadeiro do que é apenas interesse.
A viver de forma digna mesmo tendo pouco.
A nunca querer muito para ser feliz.
A encontrar prazer nas pequenas coisas e acontecimentos.
A valorizar somente aqueles que também me dão valor.
A nunca simular afeição por ninguém.
A viver é proceder conforme minha consciência.
A nunca prejudicar ou fazer mal a quem quer que seja.
A confiar em Deus e nunca duvidar do poder da fé.
Muros onde antes havia jardins
Eu aprendi cedo a abrir a porta sem perguntar o nome, a oferecer água antes de saber a sede, a confiar como quem acredita que o mundo responde à altura do gesto e foi assim que me feriram: não pela força, mas pelo acesso. Gente que entrou com discurso de luz e saiu levando todo o trabalho construído em conjunto, gente que vestiu a palavra “evolução” enquanto usava o esforço alheio como escada, gente que confundiu minha generosidade com permissão, minha escuta com ingenuidade, minha visão com território livre. Doeu mais porque não veio de inimigos, mas de afetos: mãos que eu segurava, ideias que compartilhei, sonhos que tratei como comuns. Há em mim uma constituição feita de entrega, de leitura profunda do outro, de desejo sincero de construir junto e é exatamente isso que me expõe. Carrego no peito um coração que não sabe operar na lógica da suspeita, mas agora pulsa em estado de alerta, cansado de aprender pela fratura. Não é que eu tenha perdido a fé nas pessoas; é que a dor ensinou limites à minha confiança, levantou muros onde antes havia jardins. Ainda assim, sigo tentando decifrar como proteger o que sou sem me tornar dura, como honrar minha essência sem continuar sangrando, como transformar essas traições em fronteiras conscientes e não para fechar o mundo, mas para, enfim, escolher melhor quem pode atravessar.
"UMA COISA PRIMORDIAL NA MINHA VIDA EU APRENDI: Nunca dê sua atenção (MORAL) para quem não quer e muito menos contar sua vida para quem não interessa saber suas dores mais na hora do milagre, na hora da benção está ai e quer que você comparta. SAIBA SER SELETIVO."
—By Coelhinha
Conheci os espinhos, não as rosas
Aprendi cedo que o belo também corta
Cada passo era farpa na sola
Enquanto prometiam jardim, me deram a porta
Cresci regando o que ninguém colhia
Mão calejada, pouca fantasia
Quando falavam de amor, eu via alerta
Porque todo afeto vinha com cerca
Não romantizo dor, só reconheço
Foi nela que eu aprendi o preço
Enquanto uns colhiam perfume e cor
Eu entendia o valor do suor
Espinho ensina mais que pétala
Te deixa atento, mente esperta
Quem só conhece flor se ilude
Quem sangra aprende atitude
Hoje se vejo rosa, eu desconfio
Beleza demais costuma esconder vazio
Mas se vier com verdade na mão
Eu planto com calma, sem pressa, no chão
Porque mesmo ferido eu sigo em pé
Espinho não mata quem aprende a fé
Não fé cega. Fé na própria visão
Conheci os espinhos… e isso me deu direção
COMO VOAR
Eu aprendi a voar sobre o mar
A planar sobre as alturas
Soube como nadar no teu olhar
Como sentir tua pele pura
Queimei meus pensamentos na lava
Joguei meu corpo em cima do teu
Me voltei contra mim
Mas já estava perdido em ti
Me encantei sobre o teu rosto
Me admirei pelos teus detalhes
Transmiti desespero e nervosismo
Mas teu toque me deixou ao seus pés
Como posso me perder tendo chão pra correr
Consigo apenas me reencontrar com teu chamar
Apenas deitada no chão esperando
Esperando pra você me salvar
Antes mesmo de começar à escrever,
Aprendi à temer.
Quando não passava de uma criança,
Cheia de esperança,
Que brincava de boneca, e sonhava em ser princesa.
Aprendi cedo demais,
Que de fazer maldade, qualquer um é capaz.
Que não precisa ser estranho, pra nos roubar a infância, e impedir de ser criança.
Cresci com o peito doendo,
Tentando curar uma ferida
Que eu nem sabia de onde vinha.
Vivia com uma culpa que não era minha, E um peso tão grande que minhas mãos tão pequenas não sabiam como carregar.
Não conseguia lutar, e ninguém eu tinha pra fazer isso por mim.
Todo mundo me dizia:
"Deixa isso passar!"
E assim, deixei.
Mas o que foi embora, não foi a dor.
Fui eu mesma quem ficou pra trás.
Ninguém ensina
Como crescer direito
Depois de ter a sina
De ser roubada a inocência.
Ninguém me contou
Como se vivia
Depois de ter sido objeto
Antes de sequer poder lembrar
Que eu existia.
Me disseram que o tempo cura,
Mas esquecerem de dizer que o tempo também cobra.
E que se uma ferida não for cuidada, O tempo cicatriza torto, e a dor nunca vai embora.
Hoje, já cresci.
Mas não cresci inteira.
E sim, com um pedaço de mim faltando.
E por isso, carrego comigo um grito antigo.
Que não foi ouvido, mas sim abafado..
E isso antes de eu sequer poder entender o que, e por que tinha acontecido.
E eu sei que não é justo comigo
Carregar sozinha
Algo que nunca foi culpa minha.
Mas ainda sim, fico em silêncio.
E quando a dor chega com força,
Eu pego meu caderno e escrevo.
Por que essa dor
Não vai embora, só ameniza.
Por que não tem como não doer,
Sendo que eu nunca vou saber
Quem eu poderia ter sido.
Se eu não tivesse temido,
Antes de ao menos ter a chance de aprender escrever.
-Victória Licodiedoff Lemos
COISAS QUE APRENDI COM A VIDA:
- Que não existe meio termo, ou a pessoa é boa ou não é.
- Que a bondade está relacionada com a maturidade de se doar ao próximo.
- Que o mundo gira e se não semearmos boas sementes a colheita não será próspera.
- Que nada será em vão se fizermos com amor.
- Que a maldade não dura para sempre, um dia tudo vem à tona.
- Que a vida nos ensina com os tropeços e se não aprendermos a superá-los, não conseguiremos sobreviver nesta selva.
- Que ser corajoso é não ter medo de viver
- Que lutar contra as determinações do universo, é lutar em vão.
- Que a felicidade vibra constantemente de dentro para fora.
- Que o tempo é e será um ótimo aliado.
- Que nada será para sempre e tudo tem um prazo de validade, inclusive nós.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
Outsider no amor
Eu cheguei no teu mundo
sem mapa nem lugar,
aprendi teus gestos,
teus silêncios,
decorei teu nome
como quem treina em segredo.
Eu estava ali…
mas nunca fui dali.
Te amei com cuidado,
sabendo que não podia ficar,
sorri carregando um adeus
que já morava em mim.
Enquanto outros pertenciam,
eu apenas atravessava.
Fui inteiro no que senti,
mesmo sendo passagem.
Porque ser outsider no amor
não é amar menos,
é amar sem posse, sem abrigo.
Eu fui teu quase,
teu entre, teu silêncio.
E se perguntarem por que não fiquei,
responda sem culpa:
eu não parti
— eu nunca pertenci.
pela minha paz, eu aprendi a desaparecer lentamente
dos lugares que me apertam,
das pessoas que me diminuem,
das situações que me roubam a luz.
mas antes de tudo, eu fico.
eu faço questão de ficar.
eu dou sinais.
eu converso.
eu explico o que dói.
eu mostro onde machuca.
eu tento ajustar o que ainda pode ser salvo.
não parto na primeira falha.
não desisto no primeiro silêncio.
não abandono no primeiro conflito.
eu permaneço enquanto há respeito.
enquanto há tentativa.
enquanto há reciprocidade.
eu já insisti demais.
já expliquei demais.
já tentei salvar o que não queria ser salvo.
e quando percebo que só eu estou sustentando,
quando meus sinais viram incômodo,
quando minha dor é tratada como exagero
eu começo a me recolher.
não faço alarde.
não anuncio partidas.
não bato portas.
eu apenas recolho o que é meu:
meu tempo,
minha energia,
meu afeto.
há quem chame de frieza.
há quem chame de orgulho.
mas só eu sei o quanto custou permanecer quando tudo em mim já pedia silêncio.
porque permanecer onde preciso me diminuir
é uma forma lenta de me abandonar.
e eu já me abandonei o suficiente em nome de amores,
de expectativas,
de pertencimentos que nunca foram casa.
pela minha paz, eu desapareço devagar
não por fraqueza,
não por indiferença,
mas porque aprendi que quem se ama
não permanece onde dói.
e se um dia eu for,
saiba:
antes, eu tentei ficar.
Aprendi que nossas vidas são feitas de fases, eu sai da fase A para a fase B, a fase A é aquela em que vc quer curtir a vida, conhecer novas pessoas, beijar alguem que jamais viu, beber até altas horas sem controle, sair definitivamente da rotina. Estou na fase B, uma fase mais madura, de comprometimento, de querer ter alguem do seu lado que some com vc e que nunca julgue pelos seus erros, mais que ajude a supera-los, sendo companheiro e acima de tudo com um amor sincero.
Aprendi que nem tudo é o que imaginamos, que podemos machucar sem tocar, que podemos ofender sem dizer uma palavra sequer, que podemos perder tudo, e não ter oportunidades de tentar novamente e fazer tudo de um jeito diferente.
Aprendi que não podemos mandar nas pessoas, mais podemos escolher novos caminhos que ajudem-nos a superar todas as dificuldades.
Aprendi que por piores que seja os nossos problemas, quem te ama de verdade vai ajudar a supera-los, ou pelo menos te dar motivos para continuar e viver uma vida feliz.
Aprendi que não podemos procurar nas aparencias o que só existe na essência...
Aprendi que por piores que seja as suas loucuras, você nunca será reconhecido pelo que realmente sente, será julgado como se tudo tivesse feito da pior forma possível.
Aprendi que não há doença que o amor não consiga curar, e que se pensar positivo as coisas terminaram bem...
Aprendi que não devo correr atrás do que meu coração manda, e sim esperar que as respostas venham sem pressa.
De toda essa aula da vida só não aprendi uma coisa... viver sem amar!
Recomeçar
Deixei de esperar alguém que algum dia iria libertar-me. Aprendi a embainhar uma espada e lutar contra meus próprios dragões, ignorar os medos que me perseguem e escapar sozinha do calabouço.
Deixei de sonhar com castelos de areia à beira da praia, sujeitos a serem desfeitos a qualquer momento por uma onda que não se importa comigo. Hoje construo meus sonhos no topo da rocha, onde as ondas que um dia me destruíram, ficam apenas a me contemplar. Faço isso, não para humilhá-las, mas para que elas saibam que os fracos também podem tornar-se fortes um dia, basta escolher o material e o lugar certo para edificar.
Deixei de abandonar as velhas minas, por pensar que já não existe nada de valioso. Percebi que não é só o diamante que importa, pois, até mesmo as pedras comum têm o seu valor, basta saber esculpi-las para saber a beleza que há em seu interior.
Deixei de planejar um futuro maravilhoso ao lado de certas pessoas. Prefiro apenas viver o presente, escolhendo bem cada pedra que ponho o pé, pois o futuro só depende de minhas escolhas, e se eu perco muito tempo planejando o futuro, ele chega e com ele a frustração de que nada maravilhoso aconteceu.
E o mais importante de tudo é que ao renunciar tantas coisas, descobri que o segredo da vida consiste em deixar os velhos costumes para trás e recomeçar de uma nova maneira a cada dia!
Aprendi que muitas vezes falar não é estar certo ,
brigar não é ser forte , derrotar não é vencer .
Descobri que o silencio é a maior arma que existe ,
e o ouvido o maior escudo.
Pensar que estar certo não é ser verdadeiro ;
macular algo não é ser inteligente .
A vitória não é conquistada pela dor sangrenta
e sim pelo desejo de ganhar .
ensinar não é saber tudo e aprender não é ser ignorante.
A IGNORÂNCIA DO HOMEM NÃO ESTAR EM SUAS PALAVRAS E SIM EM SUAS ATITUDES .
Aprendi que tudo é feito de fases, em cada uma delas será uma descoberta, uma decepção, um fortalecimento, um aprendizado... Cabe á nós mesmos sabermos o que faremos com cada uma delas, e que elas não só existem como são necessárias para que você seja quem você é e não o que querem que seja.
Que por mais que eu queira, tente e me esforce certas coisas não realizarão, o que não imaginei, tão pouco planejei vai acontecer e me surpreender e que não preciso das magoas para viver, nem deixar qualquer coisa me abater e me fazer sofrer.
Só entra em minha vida o que eu permito e o que não admito eu deixo passar... Aprendi que não é tudo que vai me acrescentar ou me sucumbirá. Aprendi que a gente sofre, luta, sonha, melhora, piora, erra supera. Eu cresci, mudei, amadureci e aprendi...
Musicas, felicidades e tristezas.
Aprendi a ouvir músicas tristes quando to feliz e musicas felizes quando estou triste. Ouvir musica triste quando se estar triste fica muito deprimente e ouvir musica feliz quando se estar feliz é muito fácil. Gosto do difícil e do controverso. Musicas felizes quando se estar triste para animar e musicas tristes quando se estar feliz para aprender que a felicidade não dura sempre
Aprendi…
Aprendi que podemos suportar a dor…
Que por mais que pareça impossível
não morremos por amor…
Estou viva…sobrevivi..
Aprendi que podemos vencer e sobreviver a qualquer desilusão…
E graças a ti aprendi que…
O amor é realmente o que mais importa, mas só quando e compartilhado.
E que, toda mudança inicia um ciclo de construção,venci o medo de partir em busca dos meus sonhos.
Eu amadureci, eu sei disso, mas ainda não aprendi a controlar minha dor, ainda não consigo lhe dar com despedidas, e sinto demais, sofro sempre mais do que o permitido e vivo passando do limite do saudável. Ontem me vi assim, como uma crian
ça no primeiro dia de aula, fechando um ciclo, um ciclo feliz, mas um ciclo que precisava ser fechado, pois sempre há mais o que ver e ninguém merece ter a visão limitada pra tudo que se ainda há pra viver. Hoje acordei querendo fugir de tudo, querendo esquecer o tanto que errei e o tanto que erraram comigo, querendo dormir e só acordar quando puder enfim respirar aliviada. Hoje queria uma máscara temporária, que me fizesse passar desapercebida, não exijo novos lugares, novas pessoas, novas histórias, eu só queria não ser lembrada por um tempo. Eu só queria me convencer de que essa sensação vai passar porque agora está tudo doendo tanto que parece que eu já nasci com essa dor. Queria sumir um pouco, de tudo, sentir essa dor até ela parar de fazer sentido, chorar até eu decidir que já deu, gritar até essa mágoa sumir. Queria me esconder, me esconder até poder olhar pra todo mundo sem me sentir vigiada, até reconhecer familiaridade em todos que me rodeiam, já que hoje ninguém parece entender nem aliviar o que tá me matando. De tudo que mais queria hoje, eu desejaria aprender simplesmente a me perdoar, a admirar a minha entrega, a sentir orgulho de tudo que sou e me faz ser essa intensidade em pessoa. Das coisas que mais me atormentam, a pior é saber que não há nem nunca houve alguém em que eu pudesse ver um pouco de mim e não me sentir só nesse mundo que ninguém parece sentir.
Hoje sei
Que realmente não te amei
Mas não foi verdade que te usei
Pois muito aprendi
Hoje sei
Que embora tenha acabado
Valeu a pena
Ter lutado do seu lado
Hoje sei
Que não foi somente um erro meu
Foi distração de nós dois
Foi rotina entre você e eu
Hoje sei
Que vivo com um coração partido
Mas quem não sofreu de amor?
Quem não viveu iludido?
Hoje sei
Que com a alma ferida
Se dá mais valor
As coisas simples da vida.
