Texto Aprendi
Questiono, faço a minha realidade.
Desculpas não vencem.
Eu aprendi que a vida não muda por acaso: muda quando eu encaro minhas próprias verdades.
Questiono.
Questiono meus limites, minhas crenças, meus medos e tudo aquilo que tentaram impor como destino.
Porque quem não questiona, aceita.
E quem aceita tudo, vive pouco.
Faço a minha realidade.
Realidade não é algo que encontro — é algo que construo com disciplina, visão e coragem.
Cada passo, cada escolha, cada renúncia molda o mundo que eu decido viver.
A diferença entre quem vence e quem reclama está na capacidade de assumir o próprio poder.
Desculpas aliviam por um dia.
A atitude transforma por uma vida inteira.
Por isso, não espero.
Eu ajo.
Eu crio.
Eu me movo.
E sigo escrevendo a história que eu escolhi viver.
[19/3 15:07] Alinny de Mello: Aprendi que ninguém precisa de ninguém para ser feliz.
O outro precisa nos encontrar feliz, para ser apenas o complemento.
[19/3 15:07] Alinny de Mello: Não devemos colocar todas as nossas cartas, nas mãos de outro humano
[19/3 15:07] Alinny de Mello: Todos somos errantes
[19/3 15:09] Alinny de Mello: Eu demorei muito para entender isso. Mas, quem ainda não sabe o que é felicidade, acha que precisa de outra pessoa, para fazer ela feliz. Quando na verdade, nós podemos já ser felizes com todas as nossas nuances.
Aprendi com o meu coração que devemos ser gentis com as pessoas, que devemos tratar todos da forma como gostaríamos de ser tratados.
Tem muita gente sofrendo calada. Tem gente tendo dias maus todos os dias, e não vai ser eu quem vai piorar isso.
Aprendi a respeitar as pessoas mesmo sem conhecer suas histórias de vida, porque sei que cada ser humano carrega sua própria trajetória, suas lutas, suas dores e seus aprendizados.
Aprendi que definitivamente não é a distância que separa as pessoas. O que realmente as afasta é a frieza, a falta de diálogo e atenção, a indiferença, a falta de persistência na busca por compreensão e o irreverente “tanto faz”.
É isso que constrói muros, engendra silêncios ensurdecedores, assola sentimentos e transforma pequenos desencontros ou choque culturais em grandes abismos entre dois corações que se pertencem.
Vença tudo isso, e impacte a sua vida usando força e sabedoria para construir uma ponte sobre o abismo. Deus não brinca quando une pessoas, e Ele sempre será o alicerce dessa ponte.
(Aline M. Abdalah)
Deus se revela...
Terminei de crescer perto de uma cidade rica...
Logo aprendi sobre as diferenças sociais...
Não entendia por que alguns tinham tanto, enquanto outros tinham tão pouco...
Hoje vivo exatamente desse jeito...
Se acredito em Deus?
Sim...
Plenamente...
Mas, pelas inconstâncias da vida, às vezes duvidei e acreditei que
Ele não morava aqui na Terra...
Que Ele morava em outro lugar,
lá na cidade rica...
Que estávamos sozinhos aqui...
Que, na verdade, já estávamos no inferno e não sabíamos...
Mas Ele veio e me mostrou os Seus passos na areia,
enquanto, tantas vezes, me carregou no colo,
lá na cidade pobre.
Quando os Passos Conversam com a Alma
Quanto conversamos com nós mesmos?
Aprendi, ao longo das minhas caminhadas, que algumas das conversas mais importantes da minha vida aconteceram quando eu estava completamente sozinho. É no silêncio de uma estrada, entre um passo e outro, que encontro espaço para pensar naquilo que, no barulho cotidiano, muitas vezes não consigo enxergar. Quando surge um problema familiar, uma dificuldade no trabalho, uma preocupação financeira ou um desentendimento com alguém, costumo fazer uma caminhada longa. Não caminho para fugir do problema, mas para encontrá-lo de frente. Enquanto meus pés avançam, minha mente volta ao que aconteceu, às palavras que disse, ao tom que usei e às atitudes que talvez pudesse ter evitado.
Nessas caminhadas, procuro não pensar primeiro no erro do outro. Procuro pensar no meu. Pergunto a mim mesmo: “Eu precisava ter falado daquela maneira? Por que me alterei? Será que escolhi o momento errado para dizer aquilo? Eu havia prometido alguma coisa e não cumpri?” Essas perguntas nem sempre são confortáveis, mas aprendi que reconhecer os próprios erros exige muito mais coragem do que apontar os erros de alguém. Depois de alguns quilômetros, a raiva começa a perder espaço, o orgulho diminui e a razão volta a respirar. Muitas vezes, quando retorno para casa, procuro a pessoa com quem tive o desentendimento e digo simplesmente: “Eu pensei muito sobre o que aconteceu e reconheço que errei. Não deveria ter falado daquela maneira. Quero lhe pedir desculpas.” E faço isso sem cobrar do outro a mesma atitude. O erro dele pertence a ele; o meu, a mim. Se ele também reconhecer seus erros, melhor ainda. Se não reconhecer, preciso seguir em paz, porque não posso carregar nas costas aquilo que pertence à consciência de outra pessoa.
Foi caminhando que também compreendi que conversar conosco mesmos não é sinal de solidão, muito menos de loucura. É uma forma de organizar os pensamentos, compreender as emoções e enxergar melhor aquilo que estamos vivendo. Marco Aurélio, imperador romano e filósofo estoico, fez de suas próprias reflexões um exercício permanente de autoconhecimento. Em suas *Meditações*, conversava consigo mesmo para encontrar serenidade diante das dificuldades. Talvez todos nós precisemos, de alguma maneira, aprender essa arte. A forma como falamos conosco pode nos destruir ou nos fortalecer. Em vez de dizer: “Sou um idiota porque errei”, podemos dizer: “Eu errei, mas posso aprender e corrigir.” O erro deixa de ser uma condenação e passa a ser uma lição.
Hoje compreendo que caminhar não é apenas colocar um pé diante do outro. Para mim, caminhar é também entrar dentro de mim mesmo. Há caminhos que percorremos pelo mundo e outros que percorremos silenciosamente dentro da alma. Alguns nos levam a lugares que nunca imaginamos conhecer; outros nos devolvem àquilo que havíamos perdido dentro de nós. E talvez seja essa uma das maiores descobertas de um peregrino: **nem todo caminho nos leva a um destino. Alguns caminhos nos levam de volta para nós mesmos.**
Quando termino uma caminhada, nem sempre encontro a resposta para todos os meus problemas. Mas quase sempre encontro um pouco mais de serenidade, humildade e compreensão. E talvez seja isso que realmente importa. Porque, quando aprendemos a conversar com nós mesmos, descobrimos que nunca estamos verdadeiramente sozinhos. Enquanto nossos pés percorrem a estrada, nossa alma também caminha. E, muitas vezes, é justamente nesse encontro silencioso entre o homem e sua própria consciência que começa a nascer uma nova maneira de enxergar a vida.
Força! Caminhe mais! Conheça-se melhor!
A caminhada é um espaço de silêncio, reflexão, autoconhecimento e reconciliação.
Peregrino Nino Carneiro
Com o Amor de uma mãe, aprendi que não existi nada maior que esse amor.
Nenhum amor na vida é maior que o de mãe, e de um animal domésticos,são os unicos que daria a vida por voce.
São os unicos leais,fieis,que não fingem amor,que amam ate a morte.
Quem não valoriza, vai perder seu maior trofeu,sua maior gloria,é ter uma mãe ao teu lado.
Eu sou um girassol.
Não porque nunca enfrento tempestades...
Mas porque aprendi que a luz continua existindo, mesmo quando as nuvens a escondem...
Eu escolho voltar meu coração para aquilo que ilumina...
Não ignoro a dor...
Eu a transformo...
Não nego as lágrimas...
Eu as honro...
Não fujo da vida...
Eu caminho por ela...
E, quando o amanhecer chega, descubro que a luz nunca deixou de me procurar...
Porque, antes mesmo de encontrá-la...
Eu já havia escolhido permanecer voltada para ela.
Autora: Patrícia Couceiro (Perfil no Pensador)
© Patty Couceiro
Instagram: @couceiropatty
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Engatinhando...
Foi engatinhando que eu aprendi a amar.
Descobrir o poder transformador desse sentimento me apresentou novas perspectivas sobre a vida, sobre o mundo.
A momentos sobre o inicio dos acontecimentos que são totalmente velozes e vorazes e vão desde os instantes do engano, passam pelo breu das adivinhações e permeiam até os acolhedores conchavos da segurança, tipo aquele abraço quente no meio do inverno congelante.
Quando a vida começa a contar as suas próprias historias de amor , ela encontra uma criança vivendo seu melhor momento no espaço/tempo de cada brincadeira oferecida por esse tão sensível aprendizado.
SOLIDÃO
"No avançar da vida aprendi a sofrer calada,
a chorar quietinha,
eu e minha alma sempre aos pedaços,
sozinhas...
Por qual razão sofreria mais agora
com teu amor tão medroso,
com teu querer mentiroso
e tuas fugas mesquinhas?
Prossigo ao meu modo, sofrendo calada
e chorando quietinha.
No meu mundo, com minha alma em pedaços,
silenciosamente eu curo minhas dores... sozinha."
Lori Damm ("Solidão", Contos, Crônicas & Poesia)
Outsider no amor
Eu cheguei no teu mundo
sem mapa nem lugar,
aprendi teus gestos,
teus silêncios,
decorei teu nome
como quem treina em segredo.
Eu estava ali…
mas nunca fui dali.
Te amei com cuidado,
sabendo que não podia ficar,
sorri carregando um adeus
que já morava em mim.
Enquanto outros pertenciam,
eu apenas atravessava.
Fui inteiro no que senti,
mesmo sendo passagem.
Porque ser outsider no amor
não é amar menos,
é amar sem posse, sem abrigo.
Eu fui teu quase,
teu entre, teu silêncio.
E se perguntarem por que não fiquei,
responda sem culpa:
eu não parti
— eu nunca pertenci.
3 amores
O primeiro amor foi lâmina:
entrou sorrindo e saiu deixando dor.
Ali aprendi que o coração sangra em silêncio e que amar, às vezes,
é aceitar a ferida.
O segundo amor foi neblina:
parecia abrigo, mas escondia o chão.
Me ensinou que confiança não nasce de promessas, e que mãos vazias também sabem enganar.
O terceiro amor foi espelho quebrado:
não matou o sentimento,
mas rachou a crença.
Porque há quem diga
“eu te amor” como isca,
e parta satisfeito por ter
iludido quem só queria verdade.
Mas há uma promessa:
o amor vence.
Mesmo quando nos quebraram em mil pedaços, a fé no sentimento é real, e um dia ele curará cada ferida.
E tudo que sonhamos será cena de filme:
juntos, para sempre, com a pessoa certa.
Sussurros ao Vento
No instante em que o outono toca a pele, aprendi contigo a leveza do desapego, como se cada queda fosse voo silencioso rumo a ti.
Teu amor me ensinou a me abrir,
a não temer o chão que insiste em vir, pois há beleza em se entregar ao vento, e em cada revoada, sinto teu abraço me sustentar.
E mesmo que a vida me derrube aos poucos, sei que ao teu lado posso renascer, descobrindo que a queda não é perda, mas a arte delicada de me encontrar contigo.
Carrego um vazio
Aprendi a ficar só como quem aprende a respirar devagar,
não por falta de ar,
mas por medo de se afogar no excesso.
Já houve alguém, é verdade,
alguém que cabia no meu silêncio
e o chamava de casa.
Hoje, carrego um vazio que não grita,
ele apenas existe.
É um espaço onde as palavras moram sem som,
onde sentir demais virou um cansaço bonito,
dói, mas às vezes descanso nele
como quem aceita a própria sombra.
Talvez eu tenha feito
da solidão um abrigo,
não por desprezo ao amor,
mas por respeito ao estrago
que ele sabe fazer.
Porque perder alguém
não é sobre despedidas,
é sobre as partes de nós
que nunca voltam.
Então fico assim:
Intenso demais para passar ileso,
profundo demais para tocar sem cair.
Amar, para mim, sempre foi transbordar
— e nem todo transbordo salva,
alguns apenas ensinam
a nadar sozinho.
Eu estou bem
Dizem que estou bem,
e eu sorrio sem pensar,
aprendi a responder antes
mesmo de notar,
mas teu nome ainda mora nos
cantos da memória,
feito página marcada numa
velha história.
Eu estou bem...
Pelo menos é o que digo ao vento,
quando ele leva embora pedaços
do sentimento,
mas certas saudades
têm passos silenciosos,
e voltam sem avisar nos dias
mais chuvosos.
E se um dia perguntarem
o que faltou em mim,
direi que a vida seguiu,
mas não foi tão simples assim,
porque algumas pessoas vão
embora da visão,
mas deixam residência fixa
dentro do coração.
Dai-me um pedaço do seu pouco caso...
Que eu te devolverei ele por inteiro.
Aprendi a ser retribuição
Tanto do ruim quanto do Bom.
Sou tudo por inteiro
Nem da laranja eu quis a metade
Guarde pra você o que não me cabe
Eu não me visto de improviso
Sou o acaso e jamais um caso
Não sou de amassos, sou de abraços...
Aprendi muito cedo que seres humanos não são compostos de uma coisa só. Somos duas partes que compõem o todo.
Temos a consciência, que inclui a mente e a alma, as partes intangíveis.
E temos o ser físico: a máquina que sustenta a consciência e nos faz sobreviver.
Se estragar essa máquina, você morre. Se negligenciar essa máquina, você morre. Se achar que sua consciência pode sobreviver sem a máquina, você morre logo depois de descobrir que estava errado.
Eu preciso disso?
Hoje me faço uma pergunta a todo minuto. Aprendi a conviver com essas perguntas diárias.
Eu preciso disso?
Eu preciso ver isso?
Eu preciso aprender isso? Vai fazer diferença ?
Guardar isso?
Eu quero isso?
Isso é importante para mim ?
Isso vai me acrescentar ?
Preciso me informar disso?
Me respondo na hora, agora quando oscilo , vou refletir.
Chega um momento na vida, que vocē vê quantas coisas são insignificantes, bobas e que a vida é um estalo!!.
Simone Verçosa
Eu quis tanto vc....
Eu quis tanto vc...
Eu quis tanto vc...
Que nunca mais aprendi a querer um outro alguém ...
Enfim, me fechei pro amor...
Nunca mais amei ... Nunca mais fui de ninguém ...
Não tive vc..... Mas também não tive outra pessoa.... Vivo eu só, vivo eu por mim ....
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes
Aprendi a ser eu e a solidão ...
Minha única companhia..
Aprendi a amar o silêncio , a viver o caos dos meus pensamentos e a viver o vazio de uma vida sem ti...
Depois que você foi embora eu me fechei tanto..que quando precisei abrir a porta da minha alma denovo eu já tinha perdido as chaves....
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes
