Texto Amigos de Luis Fernando Verissimo

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⁠ Descoberta

Você é...
A música que nunca escreci,
a canção que nunca cantei.
A dor que nunca senti,
o remédio que nunca tomei.
A questão que nunca entendi,
a resposta que não encontrei.
O poema que nunca escrevi,
a poesia que não recitei.
A paixão que nunca senti,
o amor que não declarei.
Alguém que não conheci,
mas que também nunca deixei.

Inserida por Luis-Felipe

Minha Rainha


⁠Não há um dia que eu não pense em você
até de olhos fechados eu consigo te ver,
será se um dia tu será minha?
por inteiro e não por metade,
não de mentira e sim de verdade?
quando te terei em meu abraço
fora de meus sonhos?
talvez nunca, eu suponho.
tu és uma rainha e eu um mero plebeu,
mas eu queria que tu fosses minha,
tão quanto sou teu.

Inserida por Luis-Felipe

Amor Contraditório

⁠Há uma coisa que sempre quis te dizer,
mas não sabia quando
então vou te explicar o porquê
de nunca ter dito que te amo:
Muitas vezes te neguei
querendo dizer um sim
também já te evitei
te querendo só pra mim,
agora te confesso que
tá errado o que faço
pq fingir não ter afeto
mesmo querendo teu abraço,
o amor é lindo de se ver,
mas duro de se olhar
então me diga o porquer...
é mais fácil de aprender,
do que poder ensinar?

Inserida por Luis-Felipe

O tempo mostra, ensina...
Ele agrega, transforma,
Adiciona, subtrai e multiplica.
O tempo tem inúmeras utilidades,
Leva os anseios e pode trazer saudade.
O tempo não para, mas às vezes é lento,
haverá momentos, que ele se mostrará veloz.
O tempo nos faz vencedores e outras vezes algoz (carrasco).
O tempo não volta...
Às vezes passa tão rápido que nem se nota.
O mesmo tempo que traz, é mesmo tempo que tudo leva,
É maré, correnteza, valioso como flor na primavera.
O tempo mostra o que cada um é capaz, e tem a oferecer
Confie no tempo e deixe seus planos com ele amadurecer.
O tempo é exato e justo, todos tem a mesma porção,
Aproveite cada pedacinho mas com moderação.
O tempo não mente, não engana, por isso o tempo é tão precioso,
Aproveite porque nem sempre o tempo é generoso.
O tempo é um livro, o aproveite estude-o para aprimorar os seus talentos
É dando tempo ao tempo que lhe terá a visibilidade e o seu reconhecimento,
Não espere resultados do passado porque viver é simplesmente viver,
Esse é o único regulamento...

Inserida por Luis_Takatsu

⁠Quando o assunto é beleza!⁠
Para muitos o formato do corpo é muito mais importante do que o brilho nos seus olhos,
ter o melhor contorno da coxa e dos glúteos,
são prioridades...
as qualidades intelectuais e valores próprios
nem se quer ficam em segundo plano!
O equilíbrio da boa forma interna e externa não esta no olhar do próximo,
assim como os instrumentos musicais
emitimos os sons que a vida vai nos proporcionando
e nos permite transmitir,
esta em nós mesmo a afinação,
As notas e o ritmo, isso sim é questão de escolha!
E a vida segue como um samba de enredo
se a pessoa não gosta,
a culpa não é sua se ela não sabe sambar.

Inserida por Luis_Takatsu

⁠Além da carne e do osso ​
as pessoas também são feitas
de nervos e energia
de emoções e sentimentos
à flor da pele

Vísceras gentis
tripas sentimentais
rins renegados
coração confuso
cristais que se quebraram
na enfermidade

Para tratar
e evitar o corte afiado
do foice da morte
entra em ação o protocolo
da cura

e a arte de salvar vidas
é quando se dá o corpo
para salvar a alma
ou onde se dá alma
para salvar o corpo

Inserida por aquinoluis12

⁠**São pedras que batem, frias e dormentes.**
são ocas, as memorias.
Aqueles que fogem e fingem ser dementes.
Na maré vazia, oiço Lisboa, a minha.
olho para longe para não ver nada.
As pedras ainda lá estão.
As gaivotas falam, como os meus sonhos voam.
Estou dormente no olhar, mas vivo nas memórias,
mas continuo sentado,
na espera que o vento do mar me traga a boa nova,
que os raios de sol se fundam com o laranja do Cacilheiro,
E que as pedras fiquem, mas que se tornem quentes.
Lisboa.
Lisboa dos amores, de timidez bela e única,
cúmplice da saudade,
neste som de um tejo vivo e de gaivotas falantes.
Lisboa, Lisboa
De segredos tamanhos, de apitos, manjericos, homens e mulheres.
Lisboa.
Lisboa do Fado.
Das ruelas, dos becos, das colinas.
Lisboa quente, sedutora e faladora.
frenética.
Lisboa dos Dead Combo e dos putos a roubar maças.
Lisboa.
Também minha.

Inserida por joao_reguengos

⁠Deus!
Peço humildemente examine o canteiro do meu coração,
Mesmo que conheças a mim e os meus pensamentos.
Se houver alguma muda de pecado,
guia-me pelo caminho da redenção e do perdão.
Não permita, que essas ervas dadinhas se espalhem.
Se por ventura me oferecerem sementes impuras, ajude-me a resistir.
Pois sementes estas como o da ganancia, soberba, ira ou da inveja.
De nada lhe agrada e me da falsa sensação de saciedade.
Afastai de mim esses males, não permita que semeiem o meu coração,
ruis são as sementes e amargos são seus frutos!
Para doenças espirituais não existem remédios pois a ciência é do homem, assim como os pecados são da carne.
Peço auxílio ó meu senhor, que concedeu a mim e ao meu semelhante o mesmo dom da vida, permita-me receber as sementes do amor, felicidade, esperança, empatia, paciência, perdão, resiliência e gratidão.
Para que eu possa cultiva-las e oferecer ao meu próximo o mais doce dos seus frutos. Amém!

Inserida por Luis_Takatsu


O que aflinge o homem é a busca de uma luta contra a sua própria existência de entender que viemos como um barro modulado para possamos dentro deste barro criarmos alternativas de uma sobrevivência carnal e espiritual de modo atingirmos uma energia incalculável da espécie humana.

Inserida por Luis2023

⁠3 lições para hoje:
1º - Não comece somente porque seu racional lhe implorou.
2º - Não prossiga apenas quando seu emocional diz que é o único jeito.
3º - Não pense em parar apenas quando atingir o seu limite.
"Começar, prosseguir e parar tem nada a ver com sofrimento,
mais sim, superação".

Inserida por Luis_Takatsu

⁠Composição: Segura forte
Compositor Eduardo Queiroz

Senhor, sou tão frágil pecador
Mas tenho sua graça em meu favor
Mesmo que, eu não mereça
Sempre estás ao meu lado
Ouvindo o meu pranto
No silêncio do meu quarto
Jesus, eu confesso não mereço
Mas tenho a tua graça sobre mim
Mesmo que, eu não mereça
Sempre estás ao meu lado
Segurando minhas mãos
E guiando os meu passos

Segura forte em minhas mãos
Pra que eu não pereça
Segura forte em minhas mãos
Pra eu não tropeçar

Segura forte em minhas mãos
Mesmo que eu não mereça
Eu tenho medo meu Jesus
Das suas mãos escorregar

Inserida por EduardoQueiroz

No teatro da minha vida nosso amor é o espetáculo principal, quando estamos juntos é um grande "Dane-se o mundo", não é banal.

São minutos que parecem eternos, piadas malucas bem encaixadas, querida, seu time é o Big Bang de Londres com cirque du soleil combinados.

Tantas conquistas nos esperam nessa história; barroca, poética, romântica, caleidoscópica, também shakespeareana.

No fechar das cortinas sobre aplausos e arremessos de rosas brancas, meu amor, quero dançar com você sobre as nuvens numa noite estrelada.

Inserida por 1lustre_cavalheiro

⁠Apartai-vos de mim, todos os que praticam a iniquidade, o senhor, acolhe minha oração.

Porque a palavra do senhor é reta e todo seu proceder é fiel. Ele ama a justiça e o direito, a terra está cheia de bondade do senhor.

Senhor, Tu serás a minha fortaleza. Deus será a Rocha onde me abrigo. Senhor, meu Deus, de dia eu Te peço auxílio e, de noite, eu grito em Tua presença. Em Ti confiam os que conhecem o Teu nome, pois não abandonas os que Te procuram, Senhor.

Os meus passos se afizeram às Tuas veredas, os meus pés não resvalaram. Eu Te invoco, ó Deus, pois Tu me respondes. Regozije-se a terra, os céus anunciam a Tua justiça e todos os povos veem a Tua glória. Senhor será a minha fortaleza, Deus será a Rocha onde me abrigo.

Do mestre de canto, sobre a harpa o homem reflete a grandeza de Deus. O Senhor é teu guarda, o Senhor é teu abrigo, está sempre ao teu lado. Tu sabes o meu assentar e o meu levantar, de longe entendes o meu pensamento. Viva o senhor! Bendito seja o meu protetor! Glorificado seja Deus que é a minha salvação!

Eis o vasto mar, com braços imensos, onde se movem inumeráveis seres e animais, tanto pequeninos quanto grandes. Grande é o Senhor, Ele merece todo o louvor. É incalculável Sua grandeza. O Senhor é compaixão e piedade, lento para a cólera e cheio de amor para dar. Ele olha a terra e ela estremece, toca as montanhas e elas fumegam.

Senhor, eu sei que as Tuas normas são justas e que, por fidelidade, me fazes sofrer. O Senhor estabeleceu no céu o Seu trono e Seu domínio se estendem por todo o Universo. Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na Sua misericórdia. Amém.”

Inserida por luisrtr

⁠Composição: Ele é
Compositor: Eduardo Queiroz
Ele a liberdade do cativo
Ele é o amor
A esperança do necessitado Jesus é a provisão
Ele é o quarto homem da fornalha é um Deus que nunca falha
Sempre está a me ajudar
Se eu clamo ele vem
Sua voz é o alento pra minha alma
Pra mim Deus é tudo
O ar que eu respiro
É o meu alimento
Meu abrigo seguro
A razão do meu sorriso

Inserida por EduardoQueiroz

⁠Há pessoas que nascem pontes.
Elas surgem em meio à vastidão, erguendo-se como frágeis arcos sobre o abismo, oferecendo-se como passagem para os que hesitam à beira do precipício, são aqueles que estendem as mãos quando tudo parece cair, que silenciosamente se colocam entre o caos e a esperança, permitindo o avanço de outros, e fazem isso sem alarde, sem o desejo de aplausos, são a estrada que não se vê, o chão que, mesmo quando trêmulo, ainda assim sustenta.
Essas pontes, essas almas que se curvam para que outros possam caminhar, carregam o peso ingrato de serem notadas apenas pelo desconforto que provocam, são esquecidas, não pela indiferença, mas pela conveniência, os tropeços que causam, pequenos, quase sempre insignificantes, tornam-se o único traço lembrado de sua presença, não são vistas pelo que representam, pelo espaço seguro que proporcionam, mas pelas pedras irregulares que eventualmente ferem os pés de quem as atravessa.
O ingrato é que essas pedras são a natureza da ponte, elas não se alisam com facilidade, são marcas do seu esforço, da sua luta, dos sacrifícios que as moldaram, e mesmo assim, aqueles que passam por elas raramente se voltam para agradecer o caminho que trilharam, ao invés disso, reclamam dos tropeços, o chão áspero é mais fácil de recordar do que a travessia que salvou.
Essas pessoas que se fazem ponte não reclamam, elas entendem, talvez de forma cruel e resignada, que sua função é servir de passagem, não de destino, a travessia, em sua essência, é o que importa, mas há uma dor silenciosa em ser apenas o meio, em ser o suporte que nunca será celebrado, apenas cobrado por cada rachadura ou oscilação, a ponte nunca é glorificada pela jornada que tornou possível, os pés que a cruzam estão sempre apressados demais, preocupados demais consigo mesmos para perceber a vastidão que ela atravessou, o abismo que contornou.
No fim, essas pessoas-pontes se tornam invisíveis, ficam como sombras sobre a água, refletindo o céu que outros desejam alcançar, mas sendo lembradas apenas por seus defeitos, contudo, há uma nobreza nesse esquecimento. Porque no seu silêncio, no seu papel de chão imperfeito, está a verdadeira grandeza, elas são o que sustentam o avanço do mundo, mesmo que o mundo se esqueça de lhes olhar nos olhos.
E assim, enquanto o passageiro segue adiante, com sua ingratidão disfarçada de esquecimento, a ponte permanece, silenciosa, sabendo que sua gratidão é maior, pois a ponte, ao contrário do passageiro, conhece o valor de sustentar o outro mesmo que jamais seja lembrada por tal feito, ela não precisa dos olhos que a veem, mas da firmeza de sua própria essência, pois há grandeza em servir ao destino sem jamais precisar alcançá-lo.
E se, um dia, essas pontes se partirem, se o chão que parecia eterno ceder, então talvez se entenda o valor do que foi perdido, até lá, seguirão sendo o chão elevado! Apenas pedra, apenas passagem.

Inserida por luisrtr

⁠A ventania chegou rebelde
― tudo balançou ―
foi geral a tremedeira
sopros assustadores...
a terra em fuga
encheu o ar de poeira
nuvens escuras
cobriram de medo
o universo
não foi dia de inspiração
nem de compor versos
a água inundou a paisagem,
as casas e os
corações
os pátios, os jardins
os porões
choveu tanto
tanto,
mas tanto
que os rios soluçaram
em áreas desconhecidas
dentro de cada peito humano
vertiam tristezas
e o barco da saudade
partiu
― lotado.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Nada além de uma fruta
― só uma ―
na árvore
enganando o vento
desacompanhada
no enorme galho
dona de si!
livre
― totalmente livre ―
sem vizinhos
sem riscos?
atrevido,
o pássaro
― solitário e solidário ―
ali fez seu ninho
adeus, solidão!
agora pode ouvir
o lindo canto
dum passarinho!

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Borboleta abre as asas
― suave ―
quase uma declaração
de amor
a poesia voa,
além dos girassóis,
é frágil,
mas destemida
― voa ―
quase sem peso
quase sem pressa
colore ares
e rios
e matos
e tudo
amacia o mundo
e os corações com
sua delicadeza
quando ela nos deixa
o rio segue seu caminho
um pouco mais triste
um pouco mais sozinho.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠As chuvas não param
ventos intensos assustam,
o sol, meio encabulado
continua escondido
longe dos telhados
talvez bem à tardinha
na reza da Salve-Rainha
olhos misericordiosos
venham nos proteger
a doçura e a esperança
serão bem abençoadas
e antes da madrugada
o céu esteja estrelado.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Mar, maresia,
vento, areia...
linda sereia!
a gaivota enche
o peito de ar
e voa
ela
sabe amar
― à beira-mar.
Mar tão
nobre
quanto
ardil
havia aqui
um barco
a maré
o levou
sentado na
areia
fico a me
perguntar
se ainda
navegarás.
ou estarás
ancorado
na ilusão
de um marinheiro.
Meu peito,
― feito ilha ―
aperta
de saudades!

Inserida por MoacirLuisAraldi