63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento
POÉTICA
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (25/04/2014).
Preito à: George Cerqueira Felix | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.
Homem valente, #GeorgeCerqueiraFelix psicologicamente, sujeito aos laços, dos enlevos de aços.
A afeição pranteia em situação difícil, na grandeza da mata espessa que guarda escondido, um amante escolhido.
A separação, o desdém do estado social, expurga por baixo da forração, os olvidados, os negados, os negrados.
http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/poetica.html
Venho me questionando há certo tempo o quanto as pessoas andam criticando a sociedade em que todos nós vivemos. Criticam o modo como governam, o modo como vivem ou deixam de viver, o gosto musical, o sentimento por outras pessoas e até o físico. Pra quê tantas críticas se uma pequena ação de cada um pode simplesmente mudar tudo?
De tudo que vivi, do que não vi, vivo presa e livre ao mesmo tempo, como se o tempo não tivesse passado. Marilina 2014
a vida e curta e mais curta ainda quando disperdiçamos nosso tempo.
todos nós sonhamos , mas cadê a atitude pra corre atrás do sonho na verdade oque você faz a respeito do seu sonho? Melhor do que o sonho não e vivelo mas o que você faz? Nada seria a resposta
vejo pessoas que si deixam leva pelo que se chamam de Destino na verdade não existi. Isso esta referente ao que você faz agora ir o agora ti interfere no futuro.
RESUMINDO: vai depender do seu esforço agora.
Pranto para o homem que não sabia chorar
Havia quitandas naquele tempo. Vendiam verduras, legumes, ovos, algumas chegavam a vender galinhas em pé, quer dizer, vivas, mas eram poucas, pois todas as casas tinham quintal e todos os quintais tinham galinhas. Ia esquecendo: as quitandas mais sortidas tinham à porta, bem visíveis aos passantes, um feixe de varas de marmelo.
Para que serviam? Fica difícil explicar, mas serviam para os pais comprarem uma delas e a guardarem em casa, num lugar à mão e bem visível aos filhos. Quem nunca tomou uma surra de vara de marmelo não pode saber o que é a vida, de que ela é feita, de suas ciladas e enigmas. Há aquela frase: "Quem nunca passou pela rua tal às cinco da tarde não sabe o que é a vida". A frase não é bem essa, mas o sentido é esse.
Uma surra de vara de marmelo era o recurso mais eficaz para colocar a prole em bom estado de moralidade e bom comportamento. Acima dela, só havia o recurso capital de ameaçar o filho com um colégio interno da época: Caraça! Ir para o Caraça, a possibilidade de ir para o Caraça era uma pena de morte, uma condenação ao inferno, um atestado de que o guri não tinha jeito nem futuro.
Houve a tarde em que o irmão mais velho fez uma lambança com umas tintas que o pai comprara para pintar a casa de Segredo, o cachorro, que era solto à noite para evitar que os amigos do alheio pulassem para o quintal e roubassem as galinhas -repito, todas as casas tinham galinhas.
E "amigos do alheio" era uma expressão, uma metáfora civilizada que os jornais usavam para se referirem aos ladrões de qualquer coisa, inclusive de galinhas.
Pois o irmão foi surrado com vara de marmelo e chorou. O pai então proferiu a sentença que ele jamais esqueceria:
Homem não chora!
Em surras seguintes e sucessivas, com a mesma vara de marmelo (ela nunca se quebrava, por mais violenta que tivesse sido a surra anterior), o irmão tinha o direito de gritar, de urrar, de grunhir como um leitão na hora em que entra na faca, mas não de chorar.
Por isso, mesmo sem nunca ter tomado uma surra daquelas, ele sabia que um homem não pode chorar, nem mesmo quando açoitado por vara de marmelo. O vizinho do Lins, que tinha um filho considerado perdido, percebendo que a vara de marmelo era ineficaz como um remédio com data de validade vencida, adotou uma tira de borracha que servira de pneu a um velocípede desativado. Tal como a vara de marmelo, era maleável mas inquebrável, deixava lanhos nas pernas do filho -que mais tarde chegaria a ser capitão-do-mar-e-guerra, medalhado não em guerra nem em mar, mas por tempo de serviço.
Homem não chora e, por isso, ele decidiu que seria um homem e jamais choraria. O irmão, sim, era um bezerro desmamado, chorava à toa, nem precisava de vara de marmelo. Chorou no dia em que Segredo morreu envenenado -um amigo do alheio, antes de pular no quintal, jogou-lhe um pedaço de carne com arsênico.
Chorou mais tarde, quase homem feito. Esquecido de que homem não chora, ele chorou quando o Brasil perdeu para o Uruguai no final da Copa do Mundo de 1950. Não era homem. Atrás do gol, viu quando Gighia chutou e o estádio emudeceu e logo depois chorava, seguramente o maior pranto coletivo da história da humanidade, 200 mil pessoas que não eram homens, chorando sem vergonha de não serem homens.
Ele não podia ou não sabia chorar? Essa era a questão. Volta e meia forçava a barra, lembrava as coisas tristes que lhe aconteceram, o dia em que o pai o colocou de castigo, atribuindo-lhe a quebra de uma moringa. A perda da medalhinha de Nossa Senhora de Lourdes que a madrinha lhe dera, uma medalhinha de ouro que, segundo a madrinha, o livraria de todo o mal, amém. Não chorou nem mesmo quando, naquela primeira noite após a morte de sua mãe, ele se sentiu sozinho na vida e perdido no mundo.
Daí lhe veio a certeza. Poder chorar até que podia. O diabo é que ele não sabia mesmo chorar. Chorar é como o samba que não se aprende na escola: ou se nasce sabendo, ou nunca se sabe. Bem verdade que ele desconfiou de que os outros chorassem errado, misturando motivos. Por exemplo: o irmão, que era um Phd na matéria, quando chorava, fazia um embrulho de coisas e desditas, um mix de quebrações de cara e obtinha um pranto copioso, sincero, lágrima puxando lágrima, soluço puxando soluço.
Quando perdeu uma bolada num cassino de Montevidéu, foi para o quarto do hotel, bebeu meia garrafa de uísque e, tarde da noite, telefonou dizendo que, passados 40 e tantos anos, ainda estava chorando pela morte de Segredo.
Tivera ele essa virtude, aquilo que os ascetas chamam de "dom das lágrimas"! José, vendido por seus irmãos ao faraó do Egito, tornou-se poderoso e um dia recebeu os irmãos que o procuraram para matar a fome. Os irmãos não o reconheceram. José perguntou-lhes sobre o pai e retirou-se a um canto para chorar. Depois, sim, deu-se a conhecer e matou a fome dos irmãos que o venderam.
Jesus chorou quando soube da morte de Lázaro e o ressuscitou. A lágrima é um dom, e ele não mereceu esse dom nem mesmo quando Débora foi embora de seus sonhos e, como nos tangos, nunca mais voltou.
Adoro saber que o tempo passa e melhor: não me espera...
Adoro estar ficando velho...
Adoro saber que a juventude esta partindo sem culpa...
Adoro saber que posso sorrir de todos os meus erros passados e escovar meus dentes para sorrir dos erros futuros...
Adoro saber que a saudade é a maior prova de que o passado valeu a pena.
Adoro saber que depois de tanto tempo ainda irrito você.
Adoro saber que antes mesmo de me despedir já deixo um cheiro de saudade em você...
Meu bem te conheço a tanto tempo que nem lembro se é dia ou noite, se é frio ou calor, se é dor ou amor, me lembro de ser feliz jovem e revoltado ou bicho e cão condenado a pilastra e condenando a canastra de pura raça e loucura, meu bem te conheço a tanto tempo que não sei o que é verdade ou mentira dentro de mim, meu bem foi e voltou e a tua dor como ficou, despedaçada, fria e escassa.
Inútil como a vida dos pobres miserável.
Amigos?
Eu queria ser como o vento,
Que toca seu rosto e te faz sorrir,
Poder parar o tempo,
Somente para te ouvir.
Fazer as palavras terem sentidos,
Podendo falar de seu sorriso,
Me apresentando seu fiel amigo.
Aquele que estará ali.
Mesmo que o ali seja um outro mundo,
Mesmo que já não faça sentido,
Só para dizer que seu nada á mim é tudo.
Assim você saberá sua importância,
Mesmo que resolva não dar importância a, mim,
Ainda sim estarei aqui,
E se sentir aquela falta de alguém,
Por favor que seja de mim.
AFÃ
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (25/04/2014).
Preito à: Lais Silva | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.
Eu me deixo fugir no momento em que me acho, no tempo em que me acho, acho-me divisando alguém.
Lhe entrego um ósculo fictício, de carecimento, sob firmamento.
Numa espécie de sofá de folhas está. Galga, dando saltos moça elegante e bonita, em cima das elevações de terrenos, da terra.
http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/afa.html
Ai você percebe que o tempo ta passando e certas atitudes suas que você até gosta não são mais aceitas pelas pessoas.... O que eu digo sobre isso é, irmão só mude se você quiser, se as pessoas não gostam de como você é não ligue, nunca ninguém irá conseguir agradar todo mundo, e outra, é muito mais fácil gostarem de ti pelo que vc é do que pelo que você finge ser... Mais uma dica, nunca mude sua essência se ela te faz bem, mas se quiser melhorar faça.
Tanto tempo procurando por paz,
e parece que a paz que encontrei é ao mesmo tempo
a razão da minha tormenta. O motivo da minha felicidade,
e da minha angustia. Querer perto, querer pra sempre,
querer mais que tudo.. e não ter.
Que a felicidade não se aprisione nas raízes do tempo, no âmago das circunstâncias, nos paradisíacos momentos, no recordar de pequenas lembranças, no despertar de esperanças, sinônimo de renovação, que regenere a vida e o coração.
Sobre as coisas inesquecíveis sobre a vida:
O tempo passa,
Os momentos não se repetem,
A distância não existe,
Nem tudo é o que parece ser,
As pessoas mudam, mas nem tanto,
Se apaixonar é uma arte, esquecer faz parte,
A vida é breve,
Tudo passa,
O mundo dá muitas voltas,
A responsabilidade é medida pela realização dos nossos próprios atos,
Não chore pelo que passou,
Experiência requer um considerável tempo,
As coisas que deixam marcas nem sempre são temporárias,
Por vezes desaparecem gradativamente,
O nascer do sol queima as lástimas dia após dia,
O vento leva TUDO,
Agradecer não é para todos,
Assim como compreender também não,
A paciência é a suprema virtude,
A pressa é uma fiel inimiga da perfeição,
Os sonhos quando reais, são realizáveis,
Em um piscar de olhos, tudo pode mudar,
O tempo responde tudo,
Se enganar menos, significa viver mais,
Tudo tem um propósito.
O que você vai ser quando crescer:
Quanto custa ter tudo que deseja? Certamente deve custar tempo. Será que eu vou ter tudo o que quero? Eu espero.
Quantos anos, dias, horas, minutos, segundos, irão suceder para que eu efetivamente seja tudo o que eu quero ser.
Como será que vou estar física e psiquicamente? Quando tudo isso acontecer? Será que vou mudar tanto a ponto de não me reconhecer? Ou será que as mudanças não irão ocorrer? Sigo querendo saber o que eu vou ser. Só sei que com o passar do tempo, eu escolhi exatamente o que eu quero ser. A dúvida paira no meu mais puro pensamento: será que esse sonho vai acontecer? Renúncias certamente hei de fazer, são coisas previsíveis de acontecer. Engraçado como os sonhos essencialmente não mudam, lembro-me que um dos meus maiores sonhos, era o de um dia ser grande (no tamanho) depois que eu cresci, minha maior vontade é possuir grandiosidade personal, é possuir grandes conquistas, é saber lidar com as derrotas, é perseguir com determinação, força e coragem tudo aquilo que eu desejar.
OBRA BRASILEIRA
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (26/04/2014).
Preito à: Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.
O dia despontou no horizonte, e o crepúsculo progrediu, muito rapidamente, caminho ao fim dos rebordos sóbrios.
O afã do efeito de reencontrar, anelou a doçura, a deleitar-se, na ternura de ósculos, repletos de paixão.
E os afetos, não são objetivos do gracejo, que acordado acha-se, de uma inércia que sustentava-se, falsamente segura.
Não degradeis a doçura, constituída com esforço, na intimidade, com uma linda, que reservou uma delícia da garoa de meus desenhos. Por meio de diástases, preparando a doçura nos ósculos, embriagou uma essência ímpia, fazendo nascer, a afirmação, fundada no afeto, também afável.
Intensamente, tanto intenso; inumeráveis elementos, em um encontro; o acontecimento é composto em tamanha sucessão, que limita um momento, aumentando as intensidades por mil, e deste modo termina.
Oriunda das belezas, primorosas, no princípio; germe da existência, e compostos eternos.
Elo de marca sublime, outorga enlace, no selo, desse certificado; a ilusão poética em posição; guardando dor.
http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/obra-brasileira.html
Meu passado, meu presente e meu futuro acontecem todos ao mesmo tempo, são as águas de um rio infinito que percorrem por todas as direções, e portanto por nenhuma. Meus aprendizados são relembranças, meus erros calculadamente assertivos, minhas dores aprazivelmente postuladas, meu início e meu fim acontecem a todo momento, uma cobra que se descama por toda a eternidade. Meu futuro altera meu presente, e este altera meu passado, tanto quanto o contrário, todas as direções se convergem e divergem ao mesmo tempo, matematicamente fractal, todas suas convenções para mim são surreais.
Como um dia ensolarado, o amor se demonstra.
Ao mesmo tempo em que se manifesta intenso, caloroso e admirável, também se mostra passageiro.
Como num solstício, pode durar mais ou menos do que o ideal.
Após alguns vários momentos, a insolação tem seu fim, deixando a atmosfera mais calma e lépida.
O pôr-do-sol transita à intensa escuridão, iluminada, apenas, por poucas e singelas luzes consoladoras.
À espera de um novo esplendor, quedamos solitários e mergulhados na incerteza do acaso.
- Relacionados
- 53 frases de reflexão sobre o tempo e a vida
- 57 frases sobre o tempo e a vida para pensar no propósito de tudo
- Frases curtas sobre o tempo para te motivar a não desperdiçá-lo
- Frases sobre aproveitar o tempo
- 37 poemas sobre o tempo para pensar na passagem dos dias
- Frases sobre processo para compreender o tempo certo das coisas
- Frases sobre Efemeridade do Tempo
