Televisão
Mania besta esta de precisar ligar a televisão, a música, as luzes e precisar me sentir como se houvessem companhias em volta. Fragilidade infantil esta de não saber começar o dia em silêncio e com calma. Preciso abrir a geladeira e fingir que há mais alguém querendo um suco ou sanduíche. Preciso ouvir o noticiário esperando ter com quem debater política, economia ou qualquer outro assunto que apareça. O telefone vive por perto na necessidade de manter contatos, estar disponível. Mas que merda de mania é essa de não me bastar e precisar de barulhos, presenças, lembranças? Eu não me entendo mais! Ontem mesmo sobrevivi tão bem a uma noite solitária com filmes antigos na televisão e adormecendo cedo. Hoje isso, novamente. Acordei já ligando tudo, mostrando a cara para o dia, avisando: oi, eu estou aqui esperando algo acontecer! Eu não deveria querer que algo acontecesse. Deveria agradecer quando fico no silêncio, mas não consigo, eu não aguento o sossego. Eu nasci para o desassossego, pode anotar! Alguém entendeu alguma coisa? Não? Nem eu! Eu nunca entendo porque a gente não se basta quietinho no próprio canto.
Se não ler as notícias é desinformado. Se as ler é mal informado.
ESPERANÇAR
Esse é o olhar do futuro
que dança com a vida.
Que faz a ciranda da roda girar.
Esconde-esconde,
pega a pega,
boas lembranças
e histórias pra contar.
Ser criança é ter nas mãos
a mágica de colorir caminhos
em um papel em branco
com os próprios sonhos.
É ter no coração
a morada da esperança
de um mundo melhor.
Tenho impulsos terríveis (...) de jogar coisas fora. Um dia, senti o impulso de jogar tudo o que eu tenho pela janela, a televisão, as crianças, tudo.
"Cuidado ao ensinar à seus filhos pequenos, ideologias fechadas ou baseada exclusivamente na fé e nas crenças, pois terá que proibi-lo, em breve, de assistir a TV e abrir o computador"
Sensacionalismo
Exausto de assistir à guilhotina,
o estomago se acostuma,
os olhos não mais vê,
o coração é incapaz de sentir.
Sangue e miolos não assustam mais.
Naturalidade desumana.
Não se aflija produção. O processo natural dos efeitos destrutivos da consciência baseada no ego leva tempo para ser neutralizado. Não baixe seu nível de vibração produção. Na consciência coletiva atitude é ligar a televisão! Compaixão e oração. Estamos escrevendo a revolução pelo AMOR.
Quando em casa, ela vive descalça, usa roupas largas, fica descabelada e ama ficar a sós consigo mesma. Ela coloca a televisão no volume mais alto e esquece do resto do mundo. Passa o dia trabalhando e no tempo livre escreve poemas de amor. Ela já sabe que seus pensamentos são vagos na maior parte do tempo e vive fantasiando o amor perfeito. Cria expectativas, mesmo que nenhuma se concretize, mas jamais se contenta em apenas sonhar.
Admirava os velhos porque sempre tinham o conhecimento específico sobre alguma coisa: comidas, plantas, televisão, violência doméstica, bebidas, etc. Eu sabia que, possivelmente, eu nunca chegaria a velhice, nunca seria visto da mesma forma, talvez não chegasse nem à meia idade.
Deixamos que a mídia
dite como pensamos e, como zangões programados,
tomamos o nosso lugar na colmeia
global – sob o comando da rainha-mãe, a televisão.
Acéfalos, pensamos que pensamos,
sem reflexão e sem critério além do que nos
foi imposto pelo “senso comum” – um caldo
de meias-verdades e mentiras, informações
triviais e boatos que nos é servido por inúmeros
processos, por falácias e sofismas de
propaganda. E é de dentro desse caldo epistêmico
que, como filhos desta era, tentamos
formar uma teologia realmente bíblica.
Já tentou fazer uma reclamação com a sua com a sua telefonia e ou TV a cabo? É um inferno não é... PelamordeDeus!!!
Dizem que drogados ou viciados não conseguem deixar de usar drogas, bebidas etc.
Particularmente, não vejo droga pior que a televisão, onde os usuários ficam fixos nas telas 1 vez (ou mais) ao dia sem piscar os olhos. Essa droga chamada TV faz com que os viciados(as) fiquem hipnotizados, não pensem e, em muitos casos, que não saibam de sua própria existência.
Tem droga mais legal que essa?
Milhares de anos atrás, na República, Platão ofereceu uma visão curiosa de pessoas que confundem sombras lançadas numa parede com a realidade. Na Ilíada, os troianos caíram por um cavalo. Shakespeare preferia sorrisos a pontas de espadas e colhia rosas mesmo sabendo dos espinhos. E, nos últimos anos, o viés cognitivo é utilizado como o último desespero para salvar a raça humana e substituir a coragem. O uso de palavra de sentido inverso ou oposto ao que quer ser proferido é empregado para gerar confiabilidade na informação. Como quando a televisão te manda desligar a televisão.
Não adianta um corpo em movimento, se acabaram com o seu pensamento, pois manipulam os costumes, jeitos e credos da nação, controlam sua vontade, atitude e opção, e se você acreditar e nunca duvidar, sua mente vai girar em torno, dessa Globo da morte!
Ligo a tv nem sei porque, estou na merda outra vez, eles querem me divertir, mas eu não consigo rir.
