Televisão
Estava como sempre, esparramada no sofá, vendo televisão e comendo um doce quando um pensamento me veio a mente. "Tanta futilidade no mundo, tanta besteira...que realmente não sei onde vamos parar." As pessoas têm respostas prontas na cabeça para qualquer pergunta, têm soluções monótonas para cada empecilho que lhe aparecem. Acho que falta diversidade, criatividade. Falta algo concreto e real. Estou cansada dessas banalidades, parece que estou presa numa novela mal feita de um canal aberto qualquer. Realmente falta V.I.D.A nas pessoas, me entende?
Muitas vezes sento no sofá para ver televisão,mais o que mais queria era estar com você em meus braços...
Tenho uma sala que faltam sofás, televisão e um bom tapete no chão, daqueles de se deitar e descansar.
DANUZA LEÃO
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Morre Danuza Leão!
Modelo e jornalista
Júri na televisão
Promoter e ainda cronista...
Dizer tudo que ela fez
Não há espaço dessa vez
Tem de ser noutra lista!
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22.06.2022
"Meu Deus, me ensine a ser um imbecil; para assistir televisão domingo à tarde no Brasil "
Edson Ricardo Paiva
A TELEVISÃO É BRANCA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Com toda a militância em favor do idoso, do homossexual, dos portadores de necessidades especiais entre outros grupos, o que revela um grande avanço de mentalidade nas mídias e aproxima um pouco, ficção de realidade, a televisão insiste nesse preconceito que nos apresenta uma sociedade praticamente sem negros. Das novelas aos noticiários, dos programas de auditório aos de humor, dos reality shows aos comerciais, o negro é aquele que surge quando a consciência da cúpula pesa ou aponta para um código inevitável de ética. Muitas vezes, um dispositivo da lei.
Trata-se de uma regra cuja exceção se mostra, bem a contragosto, se determinada história ou o produto se enquadra num contexto em que a presença do negro é indispensável, sob pena de toda a trama ou apelo comercial soar extremamente falso. Nas tramas, por exemplo, quando as histórias estão ambientadas em tempos de escravidão, não há como apresentar senhores de engenhos e ao mesmo tempo esconder seus escravos negros do telespectador. Se fosse possível, mesmo nesse contexto haveria exclusão. A participação do negro seria limitada. Seria cota ou exceção, de acordo com os critérios abertamente preconceituosos da emissora.
Qualquer pessoa que tenha dúvida ou simplesmente os olhos fechados para essa realidade, poderá dispensar estes argumentos e tirar suas conclusões, caso aceite se armar de boa fé ou de olhares atentos para o que verá. Para isto, bastará fazer uma comparação sincera, criteriosa e ativa entre o número de negros de todas as classes sociais existentes nas ruas e nos mais diversos ambientes, e o número de negros, também de todas as classes sociais, existentes na mídia. Especialmente na televisão. Depois disso responda para si mesmo, se a sociedade sem negros ou na qual o negro é exceção corresponde ao Brasil onde você vive.
EM NOME DA TELEVISÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
A família perniciosa fica ensinando à televisão uma série de coisas que não prestam. Depois, vem um monte de personagens e faz tudo igualzinho nas novelas.
Aqui em casa eu já disse: Vamos preservar a televisão! Temos que desligar a família, para que a televisão recupere aquela inocência de gerações anteriores.
As redes sociais dividem com a televisão o oligopólio sobre o que pensam
uma parte significativa da sociedade.
Há tantas informações e programas, ocupando a televisão que entristeço cada vez mais pela pobreza, pelo desperdício e pela falta de inteligência do mal uso do seu tempo.
Aquele que gasta horas diante da televisão, certamente não tem conhecimento ou educação para investir em seu potencial de curiosidade e transformar seu tempo ocioso em benefícios.
As emissoras de televisão perdem muitos telespectadores por não terem criatividade cultural, oferecendo uma cultura de terceira qualidade -- aquela que não edifica a sociedade.
A televisão, com toda a sua influência, tem roubado a boa educação da família, porque ensina a contracultura do bom comportamento.
A televisão retira a sensibilidade da nossa audição e dos nossos sentimentos, anulando a nossa capacidade de valorizar o nosso tempo e de investir em nossa comunicação conjugal e familiar.
Assisti a um debate religioso com cinco representantes em uma emissora de televisão e nenhum deles deu um sorriso de felicidade por estar diante de um grande público ou representar o próprio Jesus.
Os programas de rádio, internet, televisão, literatura, DVD, celular, mídia impressa ajudam a propagação do Evangelho, porém existem poucos investidores com este propósito.
