Tecnologia
Os impactos da revolução tecnológica
Com o avanço das tecnologias, a tendência é que boa parte do trabalho desenvolvido pelo homem seja naturalmente substituído pelas máquinas, e dessa maneira uma grande quantidade de pessoas estarão futuramente com mais tempo livre ou desempregadas. Porém, sobreviverão a essa realidade apenas quem estiver inserido nas atividades criativas, ou seja, aqueles que desenvolverem trabalhos onde a criatividade seja o diferencial para o mercado de trabalho, estes sem dúvida não sofrerão tanto com os impactos da revolução tecnológica.
Perder de vista o projeto de Deus, para nós é perder de vista a própria vida, o sentido da existência! Não esqueçamos, para não sermos enganados: fechados para a verdadeira vontade do Senhor não encontraremos a realização verdadeira! E este é o drama do mundo atual, que se julga maior de idade e, portanto, independente de Deus. Na verdade é um mundo ateu, porque é um mundo autossuficiente, que só confia de verdade na sua filosofia, na sua tecnologia, na sua racionalidade pagã e na sua moral fechada para o Infinito!
Os celulares são legais
São ótimos
Sinônimos de facilidade
Utilizados sem piedade
Tornando neuróticos
Os que mexem demais.
Mais legal seria
Se apenas
Por um momento
Fossem deixados em esquecimento
Sendo a pena
Instantes de alegria.
Por que alegria?
Porque relembramos
D'onde viemos
Dos tempos de pequeno
Em cujos planos
Não entrava a tecnologia.
Ah, doce nostalgia.
O ser humano na pressa de alcançar grandes tecnologias, ainda engatinha em suas deficiências de aprendizado interior mostrando o grande primata que ainda está conectado
Sobre a ciência
Mais uma forma de ver a vida; a parte chata é que a utopia é a lógica. Milhares de anos gastando zilhões de riquezas para no máximo conseguir espiar o universo pela fechadura. Nunca seremos estelares passando fome; o custo de uma simples sonda pra pousar em marte e espiarmos um deserto por um olho microscópico de vidro poderia atenuar a miséria por muitos anos, e o pior, é que daria pra fazer os dois. Damos vidas para espiar o universo com um olho só e não enxergamos que o deserto frio e cruel é aqui. É triste ver que os avanços da ciência obtidos para a diminuição da dor e o prolongamento da vida são de acesso restrito a quem menos merece. Os direitos autorais e as patentes são cruéis e desumanos.
Com um grito tão alto que todos no salão puderam ouvir e ficar vidrados nele.
-ME ESCULTEM TODOS VOCÊS!
-Olhem para todas essas coisas, elas não nos trazem amor, nem paz, nem mesmo alegria, achamos que possuímos tudo por termos inúmeros avanços, mas não temos. Regredimos mais que na época de nossos bisavós. Entendam, Já não mais amamos pessoas e sim as coisas, já não mais sentimos afeto ou carinho e sim arrogância e frieza. Chegamos a uma época em que criamos inteligencia e sentimentos artificiais em maquinas, e hoje as maquinas somos nós, e cuidado, ou vamos chegar numa época em que as maquinas irão sentir pena de nós e nos da sentimentos e inteligencia artificial."
-Encanto, o brilho dos olhos e outros contos.
*Movidos pelo reflexo.
Os humanos são como softwares... São cheios de bugs, e não há atualização que dê jeito de ficar perfeito. Mas, mesmo assim, sempre temos nossa importância...
Digitar bem eu queria saber mas digitar bem eu não sei, para digitar bem não pode olhar para o teclado porém nisso eu sou viciado!!!
Amar dá trabalho, pois amor exige tempo para ser construído, e hoje em dia a maioria das pessoas reclama por falta de tempo.
Acabam por não investir nessa relação e com o tempo, vem a rotina e o amor se finda!
Como seria melhor se a televisão, o vídeo game, o celular, o computador fossem desligados e houvesse mais diálogo e abraços.
Do tempo das cavernas até hoje o homem só evoluiu tecnologicamente. Pois socialmente ele continua o mesmo.
As organizações das idéias e plataformas serão a ruptura entre o hoje e o futuro da publicidade. Ela terá que ser capaz de encantar robôs e emocionar os humanos!
Noventa e nove porcento de tudo que você procura está na internet. O um porcento que falta estará no dia seguinte.
Vivemos num mundo em que tudo é superficial. As pessoas, a comunicação... Os indivíduos não sabem mais fazer interpretações como antes. Não pensam mais antes de agir. Permitem que os espectros tecnológicos façam tudo por eles. Acredito que estão realmente se tornando humanos a cada dia.
A inteligência artificial não acabará com os escritores e escritoras. Pode haver imitações, nunca a literatura em seu estado puro e criativo.
No imenso circo da humanidade, onde a lógica se perdeu há muito entre os truques da retórica e as acrobacias da desinformação, estamos todos presos numa marcha descontrolada em direção ao abismo. O mundo, tão amplamente ligado pela tecnologia, fragmenta-se em facções que se observam desconfiadas e se armam com tweets raivosos.
De um lado do ringue, os idealistas tocam suas flautas utópicas, clamando por justiça social e mudança climática, enquanto do outro, os reacionários erguem suas bandeiras de tradição e conservadorismo. Ambos se empurram para o precipício com uma convicção cega, ignorando que o chão está a ruir sob os seus pés.
Enquanto isso, os arautos da mídia manipulam as massas, distorcendo a verdade até que ela se desintegre num caleidoscópio de meias-verdades e mentiras convenientes. É a polarização que dita o tom, a tonalidade dissonante de um mundo que rapidamente se move em direção a um estado de disfuncionalidade global.
A ironia reside no fato de que, apesar de nos vermos cada vez mais próximos do abismo, os que empurram são os mesmos que gritam que estão a ser empurrados. E assim continuamos, numa dança sinistra de culpa e inocência percebida, enquanto o solo cede sob o peso das nossas próprias contradições.
Enquanto o mundo arde em fogueiras de indignação digital, os líderes políticos jogam xadrez com vidas humanas, cada movimento calculado para agradar os seus seguidores leais e enfurecer os seus adversários declarados. A verdade tornou-se um acessório opcional, substituída pela conveniência da narrativa que melhor se alinha aos preconceitos e receios de cada grupo.
No final, estamos todos juntos nesta queda livre em direção ao desconhecido, com o abismo à nossa frente e a desunião às nossas costas. Agarramo-nos às nossas convicções como tábua de salvação num mar de incertezas, mas talvez seja hora de reconhecer que o verdadeiro precipício não é apenas físico, mas moral e intelectual. Num mundo quebrado pela polarização e pela manipulação, a ténue esperança de uma revolução de mentalidades que traria o "Admirável Mundo Novo" contrasta com a implosão do velho. Quer a selvajaria, quer a complacência terão um preço pesado. Resumidamente, estamos fodidos.
