Tecnologia
Se no mundo físico preciso seguir regras, no mundo digital eu construo as minhas próprias regras. Viva o metaverso!
Chegará uma hora em que a coisa mais valiosa do mundo será a nossa privacidade. Mesmo desligado, quem nos garante que a câmera do celular não está nos observando?
Creio que motores a combustão interna, movidos a combustível fóssil, em pouquíssimo tempo serão tecnologias tão ultrapassadas quanto carros de boi!
No mundo digital, a fala entrou em extinção e a escrita voltou a evidência. A prova disso é que os livros de papel voltaram a ser uma grande opção e cresceu sua busca.
Pensar o descomplicado é muito mais difícil que pensar o complexo. Nossa mente tende a buscar soluções mirabolantes e desprezar o poder de coisas simples.
Hoje acordei para mais um dia aonde tenho a responsabilidade de transformá-lo num dia criativo, satisfatório, abençoado... É óbvio que esse dia chegou também perigoso, por causa de multidões que dominam a natureza e a tecnologia, mas não aprenderam a dominar a si mesmas e querem envenenar meu dia, presenteado pelo ETERNO... Mas eu sou o senhor do meu destino e escolhi, com ELE, viver esse dia com entusiasmo e determinação, como um dos melhores de minha vida... É agora o momento favorável... Eu faço essa opção... #2Co6.2b
"As tecnologias não apenas nos instrumentalizam, mas transformam também o nosso pensamento -- cada revolução tecnológica no mundo nos conduz a uma nova mentalidade que nos permite ser parte dele."
"Talvez esse seja um dos nossos maiores desafios como humanidade: nos sofisticarmos ao máximo para dominarmos a nova configuração -- mais tecnológica e complexa -- de mundo, sem perdermos a nossa essência humana."
“As inesquecíveis brincadeiras de cujas lembranças não podemos nos esquecer, servem, em verdade uníssona, como um sucedâneo aos maus agouros aduzidos pelas tecnologias contemporâneas.”
Geração pode ser o conjunto de pessoas que vivem numa mesma época, ou às condições de um ser humano gerar o seu semelhante ou ainda pela física nuclear o conjunto de nêutrons liberados a um só tempo quando se provoca a fissão de um núcleo atômico. UAL! Eu nasci na geração Coca Cola, aprendemos a comer alguns lixos enlatados, mas eram alguns, hoje parece que quase tudo é lixo e aprendemos a valorizar nossos direitos, mas ainda existia respeito. Vamos pensar na geração Android ou Iphone fixados numa tela de celular, vivemos na era digital e tecnológica, em constante transformação, a cada segundo desatualizados, correndo o tempo todo para não ficarmos para trás. Engolimos muito mais que enlatados, engolimos lixo eletrônico, e sobrevivemos de teclar o tempo todo, de cabeça baixa, sem olhar um passo necessário que se tem que dar para frente e almejar novas conquistas, é onde vivemos o perigo de tropeçar no próprio destino e acabamos esquecendo de priorizar o ser orgânico pois somos carne, osso, alma e puro pensamento.
O principal problema é que o avanço tecnológico é mais rápido do que a evolução da consciência humana.
O mundo continua o de sempre, intolerante e cruel. E eu vou nesse embalo da modernidade: a chatice das repetições.
O ensino híbrido vem conjugar a mescla entre a atividade presencial e a atividade a distância, mediadas por tecnologia, exigindo ousadia, criatividade, metodologias ativas, embrionárias de gestão para conciliar e impulsionar as novidades na educação.
Os professores não podem se fechar em si, em uma tentativa vã de ignorar o avanço que se instala na educação, mas a realidade demonstra que alguns professores alegam despreparo para lidar com as tecnologias em suas salas de aulas.
A inteligência Artificial veio para dar asas para quem quer voar, muletas para quem quer andar e orelhas de burro para quem não quer pensar.
Silêncio que Respira
No ruído das máquinas,
busco um silêncio que respira.
Onde a alma não se explica
ela apenas é.
Há pixels que brilham,
mas não iluminam.
Há palavras que gritam,
mas não curam.
No fundo da ausência,
escuto o que o mundo enterra:
a ternura do instante,
a fé sem altar,
a justiça sem plateia.
As mãos vazias,
que não postam, não vendem, não imploram
essas sim, sustentam o invisível.
Essas escavam a verdade
que o ouro não compra
e que os likes não alcançam.
Na palma da mão, não carrego espadas,
mas sementes.
E mesmo que a terra esteja dura,
é nela que insisto em plantar
o impossível.
Porque há um Deus que não cabe em dogmas,
um amor que não vira tendência,
e um eu que não quer mais performance
quer presença
