Talvez

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E talvez sua ponte, no fundo, não seja sobre uma catástrofe.
Talvez seja sobre atravessar um período assustador sem saber exatamente o que existe do outro lado.
E mesmo com medo, você continua subindo.

Talvez crescer seja exatamente isso: conseguir olhar para uma pessoa que um dia significou o mundo e perceber que ela continua sendo apenas uma parte da paisagem da nossa história.
Não precisamos odiar.
Não precisamos esquecer.
Não precisamos voltar.
Podemos simplesmente reconhecer:
"Eu amei você naquela época. Mas hoje eu também amo a pessoa que me tornei."

Talvez aquilo que chamamos de “contato espiritual” seja uma experiência produzida pela consciência enquanto estamos vivos.

“Talvez essas experiências aconteçam enquanto estamos vivos, dentro da nossa própria consciência.”

Fé não é propriedade privada de nenhuma religião
Se Deus criou seres humanos diferentes, talvez a pergunta mais importante não seja “qual religião você segue?”, mas “que tipo de pessoa você se tornou?”

Talvez a eternidade humana seja isso: continuar existindo um pouco na memória de quem aprendeu a nos amar.

A fórmula pode ser finita, mas suas consequências podem ser infinitas: talvez a complexidade do real não esteja na quantidade de regras que o governam, mas na capacidade de uma regra simples, repetida indefinidamente, de produzir o que a razão jamais conseguiria enumerar.

“O infinito talvez não esteja na fórmula, mas naquilo que a fórmula é capaz de fazer quando o tempo lhe permite repetir-se.”

Deus é bom o tempo todo. Está tudo bem.


Talvez eu só esteja um pouco voltada para dentro, tentando encontrar um lugar de descanso em mim. Porque, lá dentro, nada está bem.


E há dias em que a fé permanece inteira, mesmo quando o coração está cansado de tentar compreender. Dias em que sei que Deus é bom, mas ainda assim preciso chorar. Em que confio no Seu cuidado, mas não consigo esconder a dor que sinto.


Talvez esteja tudo bem em continuar acreditando, mesmo quando, por dentro, ainda não está tudo bem.

⁠Talvez a viagem seja menos pesada do que as bagagens carregadas.

O vinho rosé, a 8°C, é só um vinho normal querendo talvez, refletir com você sobre o sentido atual da vida.

Ironicamente, Bebelle jamais fizera seu dinheiro trabalhar por ela. Talvez porque nunca tivesse compreendido que a riqueza verdadeira não está naquilo que se possui, mas naquilo que continua produzindo quando já não se está olhando. E, como acontece com todas as coisas que adiamos acreditando que o futuro nos pertencerá para sempre, o inverno chegou.


Um dia ele chegaria. Bebelle sabia disso, embora saber que alguma coisa acontecerá seja muito diferente de compreender que ela acontecerá conosco. O inverno não veio como uma tragédia. Não trouxe trombetas, carrascos ou sentenças. Veio silenciosamente, como quase tudo aquilo que realmente importa. Sem anúncio, sem piedade, sem sequer a delicadeza de bater à porta.


Chegou frio, vazio, solitário e inóspito, trazendo consigo aquele silêncio peculiar que surge quando o mundo deixa de reconhecer a importância que alguém imaginava possuir.


Ao fim de seu infame reinado, Bebelle estava quebrada. Não apenas financeiramente. Estava quebrada na própria narrativa que havia construído sobre si mesma. O dinheiro desaparecera. O poder evaporara. A juventude, que durante algum tempo parecera uma propriedade particular do seu corpo, descobrira aquilo que todo corpo acaba descobrindo: que o tempo não reconhece proprietários. E a beleza, que ela havia tratado como um patrimônio, revelou-se aquilo que talvez sempre tivesse sido: uma hipótese sustentada pelo olhar dos outros.


Restava o tempo.


E o tempo é a forma mais absoluta de pobreza para quem acreditou possuir tudo.


Porque o dinheiro pode ser acumulado, multiplicado, escondido, investido e transmitido. O tempo não. O dinheiro admite cálculo; o tempo impõe existência. O dinheiro pode voltar; o tempo apenas passa.


Talvez seja esse o maior equívoco de quem confunde poder com permanência: imaginar que aquilo que se consegue controlar durante algum tempo continuará obedecendo para sempre.


Não continua.


Toda corte acaba. Todo aplauso encontra seu último eco. Toda beleza envelhece. Toda fortuna pode desaparecer. Toda autoridade, por maior que pareça, depende de circunstâncias que um dia deixarão de existir.


Quando as luzes finalmente se apagaram, quando os aplausos cessaram e quando o último vestígio de sua pequena corte se dissolveu no anonimato, Bebelle encontrou algo mais terrível do que a pobreza: encontrou a si mesma.


E talvez tenha sido essa a verdadeira queda.


Porque sob a coroa não havia uma rainha. Havia apenas uma mulher.


Uma mulher que, durante algum tempo, acreditara que aquilo que possuía definia aquilo que era. Que confundira reconhecimento com valor, aparência com identidade, poder com permanência e riqueza com segurança.


O inverno não a transformou.


Essa talvez seja a parte mais cruel.


O inverno apenas retirou as coisas que estavam entre Bebelle e o espelho.


E, quando já não havia dinheiro para sustentar a personagem, poder para sustentar a ilusão, juventude para sustentar a aparência ou aplausos para sustentar a narrativa, restou aquilo que sempre estivera ali, esperando silenciosamente pelo fim da representação.


Bebelle não se tornou outra pessoa.


Apenas deixou de conseguir parecer outra.


E então, finalmente, quando todas as máscaras haviam perdido sua utilidade, Bebelle voltou a ser aquilo que sempre fora.


Plebe.

Talvez os animais não precisem aprender a falar.
Talvez nós é que precisemos aprender a escutar.


“Quando eu era pequena, achava que os animais não falavam.
Depois percebi que eles dizem quando estão com medo, quando confiam, quando sentem saudade e até quando querem ficar sozinhos.
Nós é que passamos tempo demais esperando palavras.
Talvez amar outra vida comece quando paramos de exigir que ela fale a nossa língua para merecer ser compreendida.”


— ANNA, Personagem


Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

HÁ FERIDAS QUE CONTINUAM SANGRANDO MUITO DEPOIS DE QUEM AS RECEBEU




“Talvez eu seja o primeiro a morrer por uma escolha que não fiz. O que me assusta é pensar em quantos ainda sofrerão por escolhas que também não serão deles.”




- O Primeiro Pai Personagem


Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

QUEM AINDA SENTE NÃO VIROU PARTE DO CAOS




“Talvez este mundo tenha nos ensinado a desconfiar de todo mundo. Mas eu me recuso a acreditar que sobreviver significa deixar de sentir.”




— Sindy, personagem




Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré




@jonassaul.ofc

Entre erros, tropeços e curvas da vida, você foi a minha escolha — talvez a mais bonita que o destino poderia ter me dado.
O tempo passou, mostrou nossas luzes e nossas sombras… e mesmo assim, permanecemos. Porque o amor, o de verdade, não é feito de perfeição — é feito de aceitação, de olhar o outro com alma, e ainda assim escolher ficar.
Nós nos aceitamos como somos, mesmo conhecendo — e com o tempo, descobrindo — a pior parte um do outro. E é nesse reconhecimento que o amor amadurece, ganha raízes e cria morada.
Em meio ao caos, encontrei em você a calma. No barulho do mundo, o silêncio que me entende. No frio, o abrigo. E em cada recomeço, a certeza: é aqui que eu quero estar.
Hoje é mais um ano da nossa história… um lembrete de que amar é escolher, todos os dias, mesmo quando é difícil. E eu sigo escolhendo você — com o mesmo coração, só que mais inteiro, mais consciente, mais seu.
Porque o amor que a gente construiu não precisa ser perfeito — só precisa ser verdadeiro. E o nosso é.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Eu nunca gostei dos mocinhos.
Os vilões sempre me atraíram mais — talvez por trazerem verdade, intensidade, perigo e alma.
E se isso for um desvio de caráter… é o meu desvio favorito.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Talvez uma das maiores ilusões da vida seja acreditar que o simples passar dos anos nos torna pessoas melhores. Envelhecer é um processo natural; amadurecer, entretanto, exige algo muito mais complexo: a disposição de olhar para dentro de si, questionar as próprias certezas e reconhecer que nem sempre estamos tão certos quanto gostaríamos de acreditar.
A idade nos acrescenta histórias, mas não necessariamente sabedoria. Podemos atravessar décadas repetindo os mesmos erros, sustentando os mesmos preconceitos e reagindo às frustrações com a mesma imaturidade de quando ainda não compreendíamos o mundo. O tempo passa, mas a consciência nem sempre acompanha o calendário.
Maturidade não é saber tudo, é ter humildade suficiente para reconhecer o quanto ainda precisamos aprender. É compreender que discordar não significa desrespeitar, que admitir um erro não diminui ninguém e que mudar de opinião diante de novos entendimentos não é sinal de fraqueza, mas de evolução.
Amadurecer também é perceber que nem toda batalha merece ser travada, nem toda provocação exige resposta e nem toda situação precisa terminar com alguém vencendo e outro perdendo. Há uma sabedoria silenciosa em escolher a paz sem covardia, estabelecer limites sem crueldade e afastar-se sem transformar a partida em uma declaração de guerra.
Talvez a maturidade comece justamente quando deixamos de nos preocupar tanto em provar quem somos e passamos a nos responsabilizar por aquilo que nossas atitudes revelam. Quando entendemos que a nossa intenção não anula o impacto das nossas palavras, que nossas experiências não nos dão o direito de invalidar as experiências alheias e que ter vivido muito não significa, necessariamente, ter aprendido o essencial.
No fundo, a diferença entre idade e maturidade está na forma como nos relacionamos com o tempo: alguns apenas o atravessam; outros permitem que ele os transforme. Porque a vida, por si só, não garante evolução. É preciso reflexão para transformar vivências em aprendizado, humildade para transformar aprendizado em sabedoria e coragem para permitir que essa sabedoria modifique a maneira como existimos no mundo.
A idade revela quantos anos vivemos; a maturidade revela o que fomos capazes de compreender ao longo deles. E talvez o verdadeiro sinal de evolução não seja o quanto sabemos, mas o quanto deixamos de precisar provar, impor ou justificar para finalmente aprendermos a viver com mais consciência.

“Se não muda ao seu redor...
Deixe Deus mudar dentro de você. Talvez o cenário não mude...mas o seu interior pode amadurecer, fortalecer e florescer."


—By Coelhinha

O maior perigo político talvez não seja o homem injusto que conhece sua própria injustiça, mas aquele que chama seus interesses particulares de bem comum.