Tag verso
Meu elemento é água. Desejei e um oceano e na terra surgiu. Mas quando precisei e desejei forte um buraco de fogo. Na terra se abriu e lava quente de lá saiu.
Eu escrevo até o mais triste verso chorar.
Estou escrevendo tristeza; percebo isso, quando as letras começam sangrar entre meus dedos...
Meu conselho pra ser milionário,
Veja a luz e siga. mas não fique cego
Escreva tudo, mas nem sempre o certo,
Bata nessa tecla, martelo no prego,
Faça ela virar bem mais do que um duelo,
Faz isso virar uma luta, mente e verso
Eu achava que essa ressaca passaria na manhã seguinte
Mas não passou, nem nessa e muito menos na outra
E já é quinta-feira...
Maldita ressaca essa que se chama saudade.
Sempre que eu fixava em seus belos olhos
Eu enxergava um universo que era só seu, mas que eu fazia parte
E hoje eu me pergunto, por onde anda aqueles olhos verdes.
Essa tua pele morena me fazia delirar
Eu despertava desejo nas curvas do seu corpo
E você sabia o quanto eu te desejava por inteira
Mas só tive teu prazer.
" Ô nega Gabi, me leva,
me leva pelos teus encantos.
Termina com teu beijo esse meu pranto.
Me chama.
Ah nega, minha nega Gabi, eu te quero tanto."
Vivia noites de boemia
Beijando outras bocas e se perdendo em outros corpos
Mas sempre na manhã seguinte acordava sozinho na cama.
Perdoai as nossas ofensas diante de tanta pobreza de verso, prosa e rima. Assim como perdoamos a quem nos tem ofendido pela falta de leitura, bom senso, discernimento e interpretação de texto
Queria
ser apenas um frescor
Uma faísca de sol.
Uma pequena brisa.
Um corpo vestido
de pétalas e sonhos.
Queria!
Queria ser borboletas
esvoaçantes.
Um sereno,
nas suas noite quentes.
Um orvalhar
em seus amanheceres.
Um favor.
Um beijo.
Um sonho.
Um verso.
Queria!
Mas queria ser bordada
com linhas da sua imaginação.
Do seu querer
Do seu bem-me-quer!
Queria!
Estávamos ali,
conversando,
com vinho
indo e vindo...
Ela me olhou
e disse:
Mais uma taça!
Eu fingi que ouvi:
Me abraça.
...e transamos.
Ele versava...
Ele era um menino que versava.
Em meio aos seus tortuosos caminhos,
às suas pedregosas estradas.
Ele versava.
Em sua pele a história.
Em seu olhar a memória.
Em sua trêmula voz jorrava como foz
seu desejo de vitória.
Ele versava,
essa era a sua glória...
Eu gosto muito de você. O bastante para fazer muito para não te perder e o bastante para, se perder, poder te esquecer
Você não poderá justificar o próprio suicídio por ter de enfrentar alguma dificuldade.
Viver exige força, fé e coragem.
A primeira liberdade não se conquista, é a vitalidade.
A ato de desistir da vida é sinônimo de covardia e ninguém quer morrer como um covarde.
Quero-te como meu verso raro, minha poesia liricamente imaculada, concebida no mais puro e sacro ritual do amor e do desejo.
Um silogismo ainda que bem construído, válido, verdadeiro, jamais se compara a um verso poético, mesmo que distante de Baudelaire, Dante...
Amor
Ah o amor as vezes com suspiros outras vezes com dor.
Não se sabe de qual forma virá, o importante é nunca deixarmos de amar.
Chuva garoa fininha temporal a tempestade tempo areia ampulheta.
Vidro janela inverso, verso imerso o universo com papel e caneta
A MORTE DO VENTO
Com a morte do vento
Tudo parou...
As folhas das árvores
perdeu os movimentos,
e as aves emudeceram.
A poeira abaixou...
E com o aumento do calor,
toda gente ficou no sufoco
correndo de um canto a outro
se abanando feito louco.
De nada adianta a janela do carro aberta
ao transitar pelas estradas.
Aquele vento a roçar no rosto
sumiu de forma inesperada.
O mundo todo está em alerta
com a falta do vento.
Vento que sopra...
Vento que vem e vai!
Vê-se volta,
à bater em minha porta!
