Tag verdes
Natureza
A natureza é uma obra de arte,
Com seus tons de verde e azul,
Suas montanhas, rios e partes,
Tudo é tão belo, sem igual.
As flores desabrocham no ar,
Com seus aromas suaves e fortes,
E o sol brilha como um farol,
Guiando nossos caminhos curtos.
Mas é a lua que realmente encanta,
Com seu brilho suave e misterioso,
E nós, seres humanos, tão pequenos,
Nos sentimos tão insignificantes ao seu lado.
E mesmo assim, nós admiramos,
Esta obra de arte divina,
E agradecemos por tê-la,
Nesta terra, tão boa e serena.
Embora elefantes verdes sejam inexistentes, é curioso como exatamente agora você está pensando sobre um. Isso ilustra como nos preocupamos, muitas vezes com coisas que não têm base na realidade.
Teus olhos eram verdes
Como Mar em sua extensão cristalina
Verde como jardim e suas flores
Desejando receber a flor mais bela
Verde querendo florescer um amor a qual não encontrou.
Esses olhos verdes, são como esmeraldas;
E Revelam um brilho sem fim...
Olhando pra eles, até vejo labaredas;
Se acenderem dentro de mim.
A intensidade dessa Olhar
Faz qualquer pessoa se apaixonar.
Tão esbelto e encantador como o mar
Mais belo que as noites de luar
Olhando pra sua ilustre beleza,
Eu descrevo com toda a certeza
Esses olhos, é a maior maravilha que já vi
A dona desses olhos, tenta escondê-los,
Com sua timidez, mas digo outra vez:
Amei ver esses olhinhos lindos
Esses seus olhos verdes,
São Tão profundos como o oceano;
É até impossível descreve-los,
Pois seu brilho é soberano
Eles parecem vorazes e devoradores
Tão intensos e sedutores.
É algo que reluz, que encanta
É como uma chama ardente.
Uma magia e tanta...
As vezes me perco em seu olhar,
Ao vê-los, me fogem os argumentos.
Mesmo que eu queira muito falar
Seu olhos descrevem um ser iluminado
Um Coração apaixonado.
" Uma princesa, que busca ser amada"
Seus olhos são tudo...
Seus olhos são meu mundo
Seus olhos deixam, a minha alma apaixonada.
Oscar Pereira, Princesa Isabel, João Pessoa, Castelo Branco;
Aporto no Salgado Filho.
Todos os dias mesmas ruas, mesmo lugares, mesmas pessoas;
Em meio a alegria, monotonia.
Só faz um dia que não te vejo, já faz um dia que não escrevo.
Ideias banais passam pela minha cabeça, mas nada que interessa, nada que aconteça, nada que desperte uma descrição.
A nostalgia invade a alma, sem avistar a íris que um dia refletiam os verdes campos, e que em outros, irradiam o céu azul.
"Ainda me lembro dos seus olhos de mata, com aquele verdejar.
Aqueles olhos verdes, que me remetiam ao mais belo e profundo mar.
O macio da tez, me causa tortura, ao lembrar.
Deveria tê-lo feito, te pedido pra ficar.
A distância que nos separa, me faz ter o doce do seus lábios, somente no sonhar.
Aqui estou eu e ela está lá.
Longe do seu aconchego, sou sofrimento, longe do seu abraço, não tenho um lar.
Sinto falta do negror dos cabelos, que cobriam-me a alma, naquelas noites de luar.
Eu já não sei o que pensar.
A ausência do vermelho dos teus lábios, me afoga como o mais profundo rio, não posso nadar.
Encontro um suspiro nas lembranças, de outrora, ao lhe beijar.
Recordo-me do olhos verdes, que ao fitarem-me, vieram a calma me roubar.
E eu ainda me lembro dos seus olhos de mata, com aquele doce, sereno e profundo, verdejar..."
"Eu tento encontrar palavras para descrevê-la e fico perdido.
Talvez, não existam palavras que possam narrar a magnitude de tal mulher, agora acredito.
Se houvessem palavras para descrever o verde dos olhos, o doce do beijo, o macio da tez, eu não ousaria tê-las dito.
Quem diria que eu seria tocado pela própria perfeição, a mais bela, uma divina criação; eu, ser maldito.
Naquele momento, a única imperfeição que existia naquela mulher, era eu, em seus brilhantes olhos, refletido.
Desejo meu, ali mesmo, embalado em seus braços, ter morrido.
Para quando em morte, poder ressuscitar, só para uma vez mais, morrer no olhar do meu mais belo delírio.
Venerá-la é paz, mulher, é caminhar sobre verdes pastos, é perder-se no mais belo campo de lírios.
Delicada, de inenarrável beleza, de presença extremamente aprazível.
O aveludar do toque, o perfume dela, me lembram a mais bela rosa e para tê-la, de bom grado, eu me atiraria em seus espinhos.
Mas, infelizmente, paixão de um só é martírio.
Deus, perdoe meu parvo coração e faça com que eu não me perca em seus olhos de mata, que eles não sejam o meu labirinto.
Vê-la ao acordar, acordar só para vê-la; venho sonhando com isso.
Deus, deixara a mais bela de suas criações, dar um passeio comigo.
Eu, que não acreditava em milagres, após vê-la tão perto da minha face, sentir o calor dos lábios, agora acredito.
No fim, tento me encontrar em cada beijo mais lento, que ela desenha em minha boca e não consigo.
Mesmo com o léxico tão vasto, seria impossível; eu tento encontrar palavras para descrevê-la e fico perdido.
Que ela possa me encontrar, em meio ao caos e a solidão, dos meus escritos..."
Procure colher os frutos maduros que a árvore da vida te oferece, porque os verdes provocarão grandes indigestões em seu Ser
Se ficássemos atentos aos semáforos verdes nos caminhos da vida tudo seria diferente, porque na maioria das vezes ficamos parados no vermelho esperando por algo que está a nossa frente e não estamos atentos
Quando você entrou naquele lugar.
fez meus olhos queimarem.
Você era tão jovem, olhos verdes.
Era alva.
Você era meio sei Lá.
Eu cresci ouvindo musica.
Mas você combina mais comigo não com os outros.
Mas eu ainda me lembro daquele dia.
Em que nos conhecemos.
Eu vou te amar sei que vou te amar.
lágrimas para que se hoje é só alegria.
Eu amo você mais do que aquele dia.
Diga que você se lembra.
Eu amarei você até o fim dos nossos dias.
Eu saia todas as noites.
Eu disse que não importa.
Eu estarei ao seu lado.
Eu buscava todas as noites.
Não saia mais por aquela porta.
Um pedaço de mim morreu.
Que hajam sinceras cores nos olhos, em verdes, azuis ou marrons, flores, carinhos, amores, pintados em poéticos tons...
Muitos desejam havaianas brancas, em conjunto com as havaianas azuis. Pedem isso por causa das havaianas verdes, pra ter sempre havaianas amarelas, pois com estas ou sem, só buscam as havaianas vermelhas.
A poesia escorre entre os verdes prados como deuses de leves asas, gotejando o vermelho púrpura dentro taça.
Cabeça pequena, ruído forte
e costas cor de esmeralda
ciscando pela trilha assim é
o Jacamim-de-costas-verdes
ingênuo pela floresta adentro,
De vez em quando me vejo
parecida com ele quando vou
caminhando pelo desconhecido
num mundo onde muitos não encontram mais nenhum sentido.
Feliz do homem sábio que visita com amor o pomar e se depara com três tipos de frutos. Os mais maduros e muito doces, preserva no pé para os passarinhos. Os que tiverem no ponto certo recolhe para com calma comer. Os ainda verdinhos, redobra sua atenção perante a eles, para que possam amadurecerem em seguirem por vida, seus caminhos.
