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Quando te vejo Cris
Cris
Ô Cris
Fiz esse poema pensando em você
O teu olhar me obrigou a fazê-lo
Quando te vejo
A poesia vem sobre mim
Quando te vejo
Uma palvra bonita vem em meu coração
Quando te vejo
Me dá vontade de cantar para você
Cris
Ô Cris
Só quero que você leia essas palavras
Porque é meu coração que as diz.
Olhos nos olhos ,perco a cabeça ,penso em fazer coisa de horror
Vejo terço deitado em um berço,como um terço,não é reza mais me perco.
Saiba que tudo,que tudo saiba ,saiba que eu,que eu não saiba ,que tudo saiba a aba do meu chapéu.
A se falasse,imóvel então,dizia o mesmo,tudo que via,cheiro de pizza rolar em vão.
Infelizmente vivemos rodeados de falsos inocentes, que só mostram na verdade, suas personalidades, quando assumem os lugares que almejam, chego a conclusão que nos dias de hoje, ÉTICA, RESPONSABILIDADE, SERIEDADE, HONESTIDADE e tantos outros antigos PREDICADOS, passaram a ser NOMES PRÓPRIOS, e/ou peças de Museus Dicionárias… Ou seja, só encontradas, quando necessárias para pesquisas sobre seus significados, ainda bem que temos os humoristas que as usam em suas piadas e assim não nos deixam esquecer que elas existem.
Gutemberg Landi
04.02.2016
"As vezes, só as vezes é que eu vejo que tenho coragem de enfrentar a minha covardia em não me desafiar e não me enfrentar!"
Vejo tantas coisas que me desanima, que me faz esmorecer, mas se eu desistir vai continuar tudo como está, então eu respiro fundo, e digo a mim mesmo: Nunca pense em desistir, não é só por você!
Te quis de todas as formas
te admirei sendo do bem ou do mal
Tudo que fazia pra mim era magia
Te via puro cometendo erros por engenuidade
Acreditar no belo, me fez fraca pra você
Te admirar, me fez cega
Dar amor sem esperar nada, me fez burra
Meu mundo sempre será meu
Você? Um fantasma que não vejo.
Não vejo alegria no seu olhar
É difícil interpretar o outro, é difícil entender um pseudo-religioso, é difícil fingir ser séria e incontestável, a verdade antes vem à tona, nenhuma palhaçada é eterna, eu nunca me dei ao trabalho de questionar se as pessoas são felizes de verdade.
Ela está sempre crivada de hematomas, não esquenta com nada, seus pontos e vírgulas estão no mesmo lugar, sente-se orgulhosa demais para a família que construiu.
Deixou aos poucos de ser jovial, tornou-se passível de investidas desumanas, socos, pontapés, chutes na barriga, nunca decidiu se libertar, evitava participar de confraternizações com os olhos roxos, estava sempre com o sorriso maravilha de sempre.
Todo mundo comentava que homens traem, que homens desrespeitam, que homens mandam ver, mandam brasa, cresceu com a percepção distorcida de igualdade e justiça.
Durante as férias eu quis distância dessa amizade, sofria com suas mentiras, suas desculpas, seu jeito de honrar a família, dói em mim ver a vida passando para ela, dói a ver passando e você representando o papel de mulher perfeita, de sabedora da moral e dos bons costumes.
Me explica essa história direito que eu não estou entendendo, o que faz um “felizes para sempre” desse jeito, para mim felicidade é igual passagem de ano novo, um ritual igual para todo mundo, mesmo com expectativas diferentes, sentimentos bons ou ruins, sensação de reflexão ou não, parte da rotina ou incutida pela sociedade cheia de regras.
Sei lá, não consigo conviver com sujeitos de lua, ou de gente que acha que não foi amada suficiente quando criança, ou ainda que precisa superar a ingerência de alguém, ou homens que acham que podem fazer tudo, inclusive bater e as esposas tem que aceitar.
Amor ambíguo, todo mundo feliz, pretextos para cada perdão, enquanto você é tratava com pétalas de rosa após um surra horrorosa. Calma! Calminha! Faz parte de sua natureza se arrepender e fazer de novo, se arrepender e mais uma vez, se arrepender e ouvir caladinho um sermão de que aqui não é casa da mãe joana e que as coisas serão diferentes de hoje em diante... Até a próxima porrada.
Desculpa se fui indelicada, todo dia eu me perguntava cadê a coragem de dizer as minhas verdades, cadê a minha humildade em aceitar o que de fato ela aceita para si mesma, cadê o meu inconsistente que não me deixa deixar pra lá.
Às vezes a sinto pela metade, por vezes descarregou suas necessidades em mim, jogava a sujeira no ventilador quando estava saturada, mas depois contava outras versões e jurava de pé junto que jamais falou algo do tipo e é capaz de me chamar de louca.
Por motivos que eu desconheço ela vive essa vida e garanto que ela não é infeliz o tempo todo, mesmo desse jeito amador, mesmo sendo grossa comigo, mesmo me mandando eu não me meter eu matava no peito e engolia o sapo.
Ela era uma mulher forte e não se deixava vencer, era uma decisão para peixe grande colocar a família em primeiro lugar, sem rifar ninguém ou rifando a si mesma. O sangue ferve para defender o amado, cheiro forte digno de amor me invadiu, sendo freada o tempo todo é assim o que ela sente por felicidade.
Já me poupei de crises de nervos, as coisas não são oito ou oitenta, podemos muito bem separar as coisas, sem nos enfezar ao extremo, sem gesticular bastante, sem jogar um jogo de vida ou morte em que a pancada possa ser irreversível, sem achar que nunca vai morrer, sem acreditar que aos poucos ele se cansa de bater e principalmente sem fingir um sorriso que não convence ninguém, nem a si mesma.
Você me completa e você me falta:
Me falta alegria se não te vejo, me falta amor se não te beijo, me falta o brilho nos olhos sem você por perto.
Eu vejo como o verde.
De vida,
de ver
de viver
Eu vejo sem crer,
sem porque
sem mesmo entender,
apenas pra ver
E assim eu vou vendo
esse mundo viver.
E sem entender,
eu vivo pra ser.
Teu cheiro
Há dias em que te vejo,
ao meu lado sorridente.
Em outros te sinto longe,
tento te ver, mas em vão.
Fica apenas , a saudade
a lembrança um queixume.
Prá suprir a tua ausência,
tenho junto a mim guardado
em meu pensamento,um lenço
feito de linho branco,
com o cheiro do teu perfume.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. Aclac
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Olho teu rosto
Olhando bem o teu rosto,vejo coisas
encantadoras que passam pela lembrança
como um filme.
Coisas que eu não sei desvendar,mas sei
e muito bem, que já vivi.
Teu rosto, diz muito ao meu coração
enamorado.
Vendo-te, sorrindo e linda, minha saudade
relaxa, e em uma fração de segundos me vejo
em tuas mãos .
E como antes, vivo o amor .
A vida de novo tenho, com meus braços, bem
perto do teu coração.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Reclusão.
Meu caro, tem tempo que não vejo algumas coisas,
E assim, lhe pergunto coisas simples
Poderás constatar, nada complicado...
Assim começo: o céu continua estrelado?
A lua continua iluminando de prata o chão da rua?
A rua continua exalando jasmim nas noites frias de inverno?
O que me enchia de alegria e agora se esvazia
Em uma triste poesia?
Outrora, trôpego, vindo da boemia,
A vida me parecia uma dança, bolero....
Sei que não possui todas as respostas, espero
Por que, talvez eu não às queira, de teimosia.
Afinal, meu caro, certamente não saberás
Será que morri e não vi?
Será que passei por aqui e não vivi?
Será que que a vida me mentiu?
Ou eu, covardemente, me escondi?
É que tem tempo que não converso
Comigo, com você, com ninguém.
Em um longínquo deserto, além...
Na lucidez, meu caro, de quem, não disperso.
Certamente não lhe desconcerto,
Não importa se certo ou incerto.
Entre as nuvens...
Vejo o que não via,
talvez porque alguém abriu meus olhos,
Um alguém que não conhecia,
Uma mulher perdida no tempo,
Tem alguém que me ajudaria?
Eu vejo gente simples sonhando grande e vivendo vida pequena. Na casa do lado vejo gente simples sonhando pequeno e vivendo de forma grandiosa. Na casa do lado não vejo ninguém sonhando e nem vivendo. A diferença não é na casa, no carro, nas roupas, mas na forma como vive, como sonha e como luta por isso.
Vejo copos cheios e livros empoeirados. Vejo maquiagem e não mais sorrisos. Vejo marcas e não mais autenticidade. Vejo relacionamentos e não mais o amor. Vejo tanta coisa e ao mesmo tempo nada.
TODA filosofia é TAMBÉM uma teologia ambas, escondem-se disfarçadas porque advém do humano!
…e como tais ambos usam máscaras, ambas disfarçam sendo um contínuo iludir do que nos é próprio.
E julgamos como realidade…
