Tag tempestades

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⁠Toda pessoa energúmena e assazmente boçal deve sofrer da síndrome da idiotice precoce, cujo medicamento eficaz é a solidão que se avizinha para os seus dias de tempestades.

Inserida por JBP2023

Em todas as suas tempestades estarei ao seu lado segurando seu guarda-chuvas, mesmo que furado e que você não queira olhar para o lado, Eu estarei lá.

Inserida por BluesMarcos

⁠Ser – ou dissolver-se ?
Eis o fio da lâmina acesa:
Suportar as flechas do fado,
ou erguer-se, alma indefesa?
É nobre calar o grito
ou guerrear no mais fundo obscuro?
Afogar-se em mares aflitos
ou lançar-se ao céu mais puro?
Na dobra entre dor e coragem,
o espírito hesita em vão.
há tempestades por estas margens
beirando cada decisão.

Inserida por eujanesants

⁠É da chuva que nasce a dança...

Inserida por GraceCarneiro

⁠Há dias de sol...

Há dias de sol...
todo mundo gosta de dias de sol
todo mundo sai caminhar em dias de sol.
Há dias de chuva...
dias de chuva... pra muitos... só pra ficar em casa comendo pipoca...
Eu... gosto de dias de chuva
pra comer pipoca e pra caminhar...
Aprendi a não esperar a chuva passar...
aprendi que o que importa é caminhar...
caminho debaixo de chuva...
caminho sob o sol escaldante na beira do mar.
Então
faça sol, faça chuva
nada vai me fazer parar...
Nem tempestade, nem raios, nem trovões, nem cara feia...
nada acaba comigo não...

Inserida por RosangelaCalza

⁠Precisei ir com a tempestade para sentir saudade da calmaria. 

Inserida por mileneabreu

Tenha fé e ânimo, para resistir a todos os embates e tempestades que surgem na tua vida. Não se iluda pensando que só você tem problemas, todos têm, cada um supera do seu jeito. Lembre-se: mesmo a estrada do bem está cheia de tropeços e dificuldades e para se chegar a rosa delicada e perfumada, temos que passar pelos espinhos.

Inserida por lourdesduarte

Não há céus sem tempestades, nem caminhos sem acidentes e as rosas sem espinhos não têm a mesma beleza. Assim é a vida, os problemas fazem parte e são eles que nos tornam mais fortes para seguir em frente lutando pela sobrevivência.

Inserida por lourdesduarte

⁠O DOMADOR DOS QUATRO VENTOS

O que querem de mim quatro ventos?
 Escadear os meus brios?

Certamente que não me farão ficar nu diante dos meus próprios ossos...
Antes, sabeis que guardo garbos no banco da minha ancestralidade.
Onde vós não tereis mais o acesso como naqueles tempos em que roubardes os valores morais escondidos nas melenas dos meus velhos homens e mulheres de mim mesmo.

Sim, meus velhos de mim mesmo, pois se não foceis vós, os esculpidores deste meu eu de antes, o eu de hoje, não seria este ninguém dos meus ancestrais.

Vós sois os quatro ventos do caos, eu bem sei...
Vós sois diabólicos? Então, tanto quanto eu...

Eu que me caotizo inteiro, em busca dessas partes que me foram roubadas.
As perdi por conta dos mesmos ventos que eu mesmo sou capaz de soprar.

Tenho as minhas narinas livres e incendiadas pelo primeiro elemento que me ergueu da terra. Sim, eu era um pequeno e enorme ser capaz de causar ventanias tão intensas que mudaram os rumos de vós - oh quatro ventos.

Oh demônio, que vento dos quintos!
Oh Céus, oh Deus, oh deuses!

Que diabos de ventos são esses que me arrancam do meu lugar de conforto e me jogam em territórios tão fartos de mim mesmo...

E eu, o que farei, me farto de tempo e de espaço, e me eternizo nas quatro direções para então ser um domador dos quatro ventos?

Eis que agora vêm estes quatro ventos...
Lisonjear-me-ão estranhamente como se fossem meus velhos que se foram pelas ventanias dos tempos.
 Que me doem estranhamente porque me cobram direções que não são minhas.
Que me arrastam para estranhos territórios que eu se quero conheço, que muito menos desconheço, exatamente porque são seus em mim.
E assim, vós, 4 ventos, me jogam para lá e para cá...

E eu, que me considero um causador de outros ventos...
Eu, que os enfrento com toda a minha estranha estupidez genuína que se quer é tão somente minha.

Eu os enfrento com os meus próprios temporais, porque os identifico como uma afronta, exatamente para escadear os meus brios.
Que importa isso...

Eu posso desenvolver outras honras ocultas e escondê-las de vós na minha ancestralidade inseminando todos os óvulos da minha própria curiosidade com o meu modo de bajular os meus próprios estranhos sagrados e a minha capacidade de construir deuses em larga escala.

E quando vós menos esperardes, surpreendê-los-ei na curva dos ventos, e amansá-los-ei com o meu próprio canto, com o meu assovio misterioso grifo, ou um sátiro divino da floresta que veio para inseminar ideias em larga escala.

Quem sois vós? Quatro ventos? Sois os versos, as rimas das quatro direções?

Pois saibam que eu não vos temo, bajulem-me o quanto quiserdes.
Porém, cuidado, evaporo-me, e transformo-me em essência.

Eclipsar-me-ei dentro do meu próprio bojo de ancestralidade, e incorporar-me-ei a vós, 4 ventos, e vos contaminarei com o meu próprio veneno de Eva e da Adão, de caos e de cosmo, do bem e do mal, herdado do meu Eden.
Eu sou o cupido do pecado sagrado que balança vos balança, oh quatro ventos que sois eu em movimento.


E num instante qualquer eu vos falo das coisas que eu sei de milhões de anos atrás e cavalgo em cada um de vós como um verdadeiro cavalariano, o ogum que sou.

Amanso-vos, um-a-a-um, em mim mesmo...
Só por amá-los de alguma forma estranhamente platónica.

 Pois vos nego enquanto a minha inconsciência vos atrai como se fosseis meus próprios fósseis.

Será que vós sois realmente os velhos homens e mulheres que estão a roubar-me brios ou afagos?
Ou porque vós sois EU também...

Agora, amansados, devolvam-me os meus brios.
Estes brios são de meus velhos homens e mulheres por quem eu sinto muito!
Vós sois os quatro ventos, eu sei...
Muito prazer!

Raras as vezes eu vos rezo, normalmente sempre que me transformo em fogo e vos aqueço com a minha capacidade de me incendiar inteiro de essências combustivas o suficiente para queimar as quinquilharias dos resíduos produzidos pelos meus cárceres privados.

Quase sempre faço isso sem perceber e muito menos sentir o cheiro da fumaça daquilo que queima e que se transforma em minerais novamente nessa loucura incrível que é existir plenamente.
Eu sou a ventania!
Vós sois os quatro ventos, sim, eu sei...

Mas eu sou a ventania os redemoinhos na cabeça do meu próprio sagrado, que ondula os meus próprios brios.
Eu sou o sinal avesso, o que deixa claro que não cabe...
Sou aquele enorme redemoinho nas cabeleiras do meu próprio deus
Sim, sou eu, sou capaz de girar todas essas coisas, desde o caos até ao cosmo.

Eu sou o domador de ventos!
Sim, sou domado pelos ventos, pois eu sou todos estes homens e mulheres de mim mesmo.
Eu sou esse todo!
Eu sou tudo!

Eu estou cavalgando nos quatro ventos, mesmo que dilacerado em quatro partes, quatro corpos e que cada uma dessas partes esteja em uma das quatro direções.

Eu juntarei cada uma dessas quatro partes, agitando os meus quatro elementos dentro de mim mesmo.
Sim, farei grandes agitações, pois o meu destino é retornar ao centro, inteiro, com todas as partes de ancestralidades de mim que foram arremessadas às quatro direções.

O centro cósmico é o meu lugar!
Não serei mais apenas esse fogo louco que sou!
 Serei um grande aglomerado de forças!

Uma junção de Fogo, de Terra, de Água e de Ar que serei!
E como uma graça de um deus que eu mesmo criei ainda quando eu era o meu próprio ancestral, meu velho, minha velha, eu explicarei o meu próprio “bio”, pelo meu próprio “brio” ou não me chamo domador dos quatro ventos...
Voltarei ao núcleo de onde eu me originei sozinho, assim como os meus velhos homens e mulheres de mim mesmo!

Todos como pobres demônios originando-se para se dilacerarem e serem arremessados nas quatro direções, e contarem com a boa sorte de possíveis bons ventos. 

Meu pobre destino que ironia mais incana e essa?

De tanta dor pela minha própria dilaceração, mais tarde eu mesmo criei um deus que deveria me adorar...
 Mas tão logo criado, a criatura me exigiu adoração, servidão e me expulsou das minhas zonas de conforto, me proibindo de ter os meus próprios prazeres.

Oh céus que diabos que eu criei?
Se criei um deus, acabei criando também um diabo para que fosse por deus enviado a mim para me torturar?
Isso é profano demais!

Então eu dividi esse deus comigo mesmo lá no futuro.
Apostei na possiblidade de que esse meu deus também se tornasse tão divino como eu era.

E advinha, deus meu ganhou céus e terra, e eu me tornei a sua criatura.
 Com o tempo esse deus se tornou minha grande inspiração, consagrando-se como divino tanto quanto o cosmo de onde eu me originei.
Esse deus saiu da minha própria carne, mas isso não foi de agora...
A minha carne lembra de tudo isso...

As vezes ainda sinto a dor da dilaceração que me ocorreu por conta dos invasores, os seres de outros mundos, infernos talvez, quando eu fiz a doação de órgãos para que deus fosse criado de mim mesmo.
Depois disso eu fiquei um ser que lagrimeja versos e poesias.

Será que é falta dos órgãos que me foram retirados para a composição de meu deus?
Ou será que é esse deus criado por mim mesmo que tem a capacidade de me inspirar?
Sim, eu não sei a resposta!

Meu Éden nunca mais deixou de ser um caos...
Parece que foi ontem que tudo isso aconteceu!

As vezes eu choro de saudade dessas partes dilaceradas em mim...

De uma coisa eu tenho plena incerteza; de meus ancestrais sobraram apenas estes pobres ossos resmunguentos que morrem de medo de perderem seus brios pelas travessuras e dos atrevimentos destes quatro ventos. Os demais, todos evaporaram como se nunca tivessem existido, como se fossem uma só essência, sabe, uma espécie de fragrância que acabou sendo atraída pelos cabelos ou pelos poros do deus criado, e desde então ele se tornou o criador de tudo.

Dizem por aí, nas esquinas do Eden que a força, a capacidade de criação de deus vem exatamente disso...
Dizem que é exatamente dessa essência dos meus ancestrais que tudo tem origem, que o tal deus é só rótulo desse aglomerado de amor que esses meus ancestrais sempre tiveram.

Reconheço-me forte e fraco com estes ossos e ao mesmo tempo com saudades dos amores ancestrais que evaporaram, como se não bastasse as dores da amputação de meus órgãos para a criação do deus.

Talvez seja apenas impressões de mim mesmo ou dos meus ancestrais, como pode doer um órgão que eu nem se quer lembro de ter?
O que mais me faz falta é a minha terceira visão, dessa eu acho que lembro sim, mesmo não a tento em mim, as vezes ela se revela e me leva a ver coisas de outros mundos.
Que isso fique aqui, cá entre nós, não se atrevam espalhar isso aos céus e terra...

Aqui por enquanto, falar disso é insanidade, estão novamente prendendo os que veem essas coisas, sim, e o tratamento a eles é de “chocar”.
Veja como é cruel nascer do acaso?

Recomponho-me quando caio em consciência de que essas partes arrancadas de mim serviram para criar um ser que se tornou divino.
Por isso sou a imagem e a semelhança de deus...
Foi de mim mesmo que ele nasceu.

Ele é o meu filho amado, o que virá de mim, depois que eu vencer os meus dragões e fazer com que os meus ossos possam também evaporar.
 E lá nos cabelos ou nos poros de deus eu estarei oferecendo-lhe o melhor que há em mim...
Enquanto isso não chega, e nada chega ou basta!
Inquietação, é a profanação dos meus velhos homens e mulheres de mim mesmo, pois deles me sobraram apenas o que sobra nos ossos, ritos, mitos, crenças e doenças.

Dos bons nem ouvi falar, pois que nunca quiseram deixar qualquer rastro de existência ou de personalidades.
E eu que escolhi seguir a passos largos os exemplos dos meus próprios ossos.

Porque é tão difícil abandonar os meus brios?
Porque são ossos do meu sagrado oficio?
Acalento-me aqui, então, falando com os meus brios que nunca me abandonaram...

E quanto a vós, quatro ventos, fosseis os grandes percursores de tudo isso?
Pois bem!
Junto-me a vós recolho-me nas minhas esperanças de voltar ao meu centro.
Não mais como domador dos quatro ventos.

Talvez como domador das minhas próprias tempestades.
Provavelmente for exatamente isso que o meu deus tenha feito tão rapidamente!
Farei isso então!

Serei como um ogum de mim mesmo!
Vencendo os meus próprios dragões.
Salve os quatro ventos!

Autor: Pedro Alexandre
26 de agosto de 2021.

Inserida por pedro_de_alexandre

⁠os semeaDORES de DORES colhem TEMPESTADES… 

Inserida por Carloseduardobalcars

Afaste as tempestades
da sua calmaria.
Gente que só troveja
anoitece o dia.⁠⁠

Inserida por AmandoLivros

⁠E quando a tempestade passar, você estará molhada, cansada, com frio, mas logo o sol chegará levando o frio, as roupas molhadas e verá que valeu a pena esperar o brilho do Sol. 

Inserida por andrelina_lima

Em todos os lugares, precisamos ser luz, precisamos brilhar em meio às trevas. Precisamos ser luz na vida das pessoas e não trevas, raios, relâmpagos, tempestades, como muitas vezes acontece.

Inserida por pensador

⁠Jesus disse: “... No mundo tereis aflições... (João 16.33)”. É por isso que algumas vezes a vida se torna um bagulho difícil.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠As intempéries da vida fazem parte da inteligência universal, elas se fantasiam de grandes tempestades, mas trazem consigo a chuva necessária para molhar os campos do entendimento.

Inserida por brenohcontente

⁠O amor de Deus por seus filhos e filhas não pode ser medido apenas por conquistas extraordinárias como descrito com o primeiro grupo de heróis da fé em Hebreus 11. 1-35, ou o segundo grupo de heróis da fé em Hebreus 11.36-40 nunca seria chamado de heróis da fé também! 

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠As tempestades e os dias ruins não vão durar para sempre, mas os que confiam no Senhor sim (Salmos 125.1).

Inserida por VerbosdoVerbo

Se alguém disser que navegar é ótimo, mas, em seguida, advertir que não se deve fazê-lo por águas onde são frequentes os naufrágios e nas quais as tempestades desorientam os pilotos, concluo que esse indivíduo me aconselha a não enfrentar o mar, por mais que louve a navegação.

Sêneca
Da vida retirada. In: Da vida retirada; Da tranquilidade da alma; Da felicidade. Porto Alegre: L&PM, 2011.
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Inserida por pensador

⁠"Saudades
imensas da minha mãe,
que em tempestades
e em ressaca do "mar vítreo" dos meus olhos, inundam minha face..."
***
___Francisca Lucas___

🌹💓🙏

Inserida por ostra

São as tempestades que te ensinam a navegar e as turbulências que te ensinam a voar.

Inserida por DrCacciari

⁠"Um dia eu quis
ser ventania..."
*
Sair levando tudo pelos ares,
engolindo o meu choro e ais,
quis ser tempestades,
arruinando e ruminando revoltas,
pra silenciar os horrores
a minha volta e punir
todos os infratores...
*
Mas o temporal acalmou
e fui andar descalça na areia,
da praia...
*
E o vai vem das ondas
me acalmaram, olhei o céu
e observei as nuvens 
em suave dança ao léu,
desfazendo o cinza chumbo
para uma tranquila paisagem,
que indicava calmaria,
e assim relaxei e deitei na areia,
e afinal amanhã é outro dia,
com ânimos mais refletidos.
*
😣💭⛈️

***Francisca Lucas***

Inserida por ostra

⁠Quando cremos e temos esperança de um dia melhor nem as tempestades nos tiram a fé, a alegria e a certeza que Deus está no controle de tudo.

Amém!

Inserida por DeboraApMoreno

⁠As tempestades não as sustam-me   pois sou vendavál.
rojanemary 

Inserida por rojane_mary_caleffi

⁠Um homem com propósitos sobrevive a qualquer tempestade...

Inserida por PetersonTorres

⁠* Eu as vezes sinto-me uma ostra,
minhas tribulações
e tempestades
de areia vira pOeSiA.
*
Digitei isso lembrando da frase de Rosana HERMANN: "Fina é a ostra que quando é incomodada pelo grão de areia reage produzindo pérolas."
***

✍️💎🌷💚

Inserida por ostra