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E então foi assim
Ontem eu era mal.
Ontem eu matei
Induzi e trafiquei
Também roubei
Desonrei e estuprei
Fiz muitas mães chorarem
E ao invés de alegria eu dei tristeza
E destruídas vidas eu deixei e também as levei pessoas para o lado do mal...
Mais hoje ninguém pode me julgar de nada, pois hoje eu aceitei a salvação e estou perdoado de tudo o que eu fiz.
Pois um homem me disse que eu sou o escolhido.
Esse mesmo homem que disse que eu sou o escolhido nem fez a questão de me perguntar quem eu sou...
Mais vou dizer agora, o meu nome é Azazel.
E eu sou um dos caídos.
Tudo que vem também vai. Quem muito brilha um dia fica opaco. Aquele que muito gosta também desgosta. Mas, se é amor, fica em qualquer dimensão.
Ao longo dos milênios, só conseguimos prosperar em todos os sentidos, por erros cometidos na busca do esperado acerto. Portanto, podemos dizer que os erros são pilares de sustentação dos nossos acertos, sucessos e êxitos.
Metade que Respira em Silêncio"
Eu sinto um nome que nunca ouvi,
um toque que nunca me alcançou,
mas que arrepia a alma...
como vento que dança antes da chuva.
Não é ausência, é espera...
Não é saudade, é presságio...
Há um coração batendo ao avesso do meu,
na mesma frequência de um sonho que insiste.
Sei que existes, embora a pele ainda negue.
Teus passos erram rotas que o destino disfarça...
mas tua procura é uma prece que escuto
nas entrelinhas do silêncio do mundo.
És verso que me falta no poema...
sombra que se encaixa na luz do meu riso...
eco do que sou quando fecho os olhos
e confio que o amor tem memória.
Um dia, teu olhar vai tropeçar no meu,
não como acaso, mas como retorno.
E saberemos, sem perguntar,
que enfim, encontramos o caminho de casa.
Toda vez que tu me olhas
O teu olhar...
O teu doce e terno olhar
a me falar...
“És na vida a minha prometida... a mais querida... a minha vida.”
O teu olhar
A se afastar tão devagar
No meu olhar a se perder
Cada vez um pouco mais...
Eu e essa minha mania de não acreditar ser possível alguém me amar.
Toda vez que tu me olhas...
Eu...
Eu só quero que não pares nunca de me olhar.
Também fui machucada... mas o teu olhar... teu doce e terno olhar é um eterno bálsamo a eternamente me curar.
Neste vai e vem, sem linha de trem, vai ela encantando, bem. A Débora da praia, não é de ninguém, ela diz que é sua e minha também, a menina safada vai e vem, e quando lhe interessa diz que o ama também.
Dois problemas se misturam
A verdade do universo
A prestação que vai vencer
