Tag sonhos
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em mar azul...
É também uma forma
de sonhar...
Ali vão sonhos...
Contando as ondas.
Enfrentando as marés.
Ali existem marinheiros,
carregados de amor...
Em busca de um
porto seguro!
Para que possam atracar!!
Flores são sonhos perfumados que se oferece a quem nosso coração escolheu para amar! Tenho sempre uma flor em minha mão. Em instante posso me deparar com o amor!
Sonhar é uma arte dos fortes
E certamente um dilema dos fracos
Metades geram leis de infertilidades
Somas e subtrações que se conduzem a aceitabilidades
LEIS DA VIDA !!!
Sonhar é uma arte dos fortes
E certamente um dilema dos fracos
Metades geram leis de infertilidades
Somas e subtrações que se conduzem a aceitabilidades
A vida resume-se em leis, direitos e deveres
Conquistas, leilões e dívidas de nossos pecados
Há se um perdedor e com certeza um ganhador
Quem sabe leva, quem fica vive os desprazeres
Nosso universo em transtorno Total
Com pedras e espinhos que se cruzam caminhos
Rosas que choram nos seus abstratos contínuos
Os fortes sonhadores não se contentam com metades
Lançam suas flechas, atiram-se para todos os lados
Gerando-se guerras em um mundo sem paz
Selda Kalil
Nosso universo em transtorno Total
Com pedras e espinhos que se cruzam caminhos
Rosas que choram nos seus abstratos contínuos
Os sonhos são pra sempre, mas as oportunidades e as chances de você conseguir não são eternas. Então abrace forte suas chances, não permita que ninguém, ninguém, faça te desviar do caminho que você trilhou pra chegar onde você sempre quis.
Acredito... Que viver intensamente cada momento, é o que nos faz crescer, e fazer com que nada seja tão pequeno, que não nos faça aprender algo.
Irmã Doroty
Irmã Doroty
Tenta o silêncio para não deixares rastro
Para os teus perseguidores.
Busca a religiosidade dos conventos de clausuras
Sem o contato com o mundo cão.
Não!
Não apares as arestas da sociedade sem lei
E impiedosa para com teus pobres.
Pára de falar mal dos maus.
“Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar.”
Foge sim, irmã.
Do contrário não verás “as águas de março”
Enxurrarem as valas e o magnetismo das aluviões
Arrebanhando tudo o que se lhes impedem o caminho.
Não molharás mais os pezinhos ligeiros nas poças d’água
Das ruas desnudas por onde trilhas para evangelizar.
Senta irmã,
Os meninos ainda precisam ouvir tuas estórias de amor
Que contas nas aulas de catecismo
E espalhar seus risos inocentes quando fazes cócegas
Em suas orelhas pequenas.
Os olhares deles não repousarão mais
No semblante amoroso de mãe e amiga,
E não terão mais o carinho da mulher solidária
Que lhes levava alegria
E amparo para atravessarem suas travessuras
Com mais gosto.
Ah! Não irmã.
Quem irá lhes informar sobre
O Sol do céu que solda os corações
Em festa quando a primavera orquestrar
No Paraíso as pegadas dos rebanhos do Senhor?
Finge que não tem importância
Os conflitos que trovejam aí no seu Xingu.
O do Brasil dos brasileiros que só querem ver nascer
A esperança de uma Pátria Gentil
Com riquezas mil
Para todos.
Depois que será tão sombrio o amanhecer
Sem a amiga e batalhadora.
A orfandade desencadeará a morte
Dos filhos também.
Morte de sonhos,
Morte das ilusões,
Morte do alimento que lhes chegava à boca com fartura,
Pois tinham Dorothy lutando braviamente por eles,
Por geração de rendas e emprego.
Suas bocas ficarão escancaradas à espera
E famintos calarão o grito da desilusão e da revolta.
Quem importa?
Ninguém mais os ouvirá.
Cadê a pastora que lhes conduzia pelos trilhos
Da abundância
E despejava nos seus corações
A esperança de uma terra rica e generosa?
Ouve irmã,
O grito da araponga ressoando no sertão.
Dizendo não.
Não vás ainda,
O teu rebanho se perderá sem o teu norte
De tão grande porte,
Que nem tem comparação com os outros que ficarão
Chorando a verdadeira,
A filha de Maria,
A irmã da caridade que sem vaidade abarcou os pobres do
Xingu com seus mil braços de perdão,
Compaixão, generosidade,
Piedade e de amor.
O amor expandirá suas garras tentando em vão retê-la.
Quem o usará com igual propriedade?
Por caridade irmã, fica.
Só mais um pouco, uns trinta ou menos,
Vinte anos,
É claro.
Para que desprendas das mangas
Tuas cartas contra a escravidão
Dos corpos frágeis e necessitados de Anapu,
Do Xingu,
De toda a Amazônia e de Ohio também.
Têm pobres lá,
O rastro dos impiedosos atravessa fronteiras
E atinge os extremos
E até os ricos países gordos de mandos e desmandos.
Tem também famintos na América?
A tua que deixaste para trás para vires
Para o fundo do mundo.
Sim, irmã, ela os têm.
Mas quiseste viajar numa caravana de bondade
E adentrar a famigerada floresta com pertencimento
Ao estrangeirismo.
Que abismo!
Estão levando-a como se leva algo insignificante
E assim “como quem não quer nada”,
Roubam-na a impenetrabilidade
E a grande biodiversidade.
Irão reduzi-la, nesse passo, ao nada absoluto
E o pulmão do mundo morrerá.
Junto com ele, também, a Stang.
Que pena amiga!
Saudade...
Sonhar é tão bom...mas só sonhar, costuma nos deixar com uma sensação constante de frustração...é que todo sonho, precisa de ação para ser realizado!!!
Alma Gêmea
Alma gêmea de minha alma
Busco-te sedenta, ressequida.
De amor necessitada
Muita mais que de comida.
Muito sofro de saudade
Minha sina é padecer
E não tenho outra verdade
Senão te amar e querer.
A saudade do teu cheiro
Só aumenta o meu penar
Eu percorro o mundo inteiro
Somente pra te encontrar
Nos sonhos eu te vejo
Entre um abraço e beijo
Ouço chamar-me meu bem
E assim vou prosseguindo
Nas horas que vão caindo
No dia que nunca vem.
A Minha Espera
Caminho solitária porque minha estrada tem
Bordas de sonhos
Que penetram nelas apenas quem escuta
A minha voz que não solto
Em palavras.
Elas se espalham com o vento
Na leveza das plumas alvas
Da minha alma
E se alguém ouvi-las
É porque entendeu que a minha escada
Espiralada
Tem degraus construídos de emoções
Todas nascidas de uma vontade
Suprema de estar só
Pra esperar o que ainda não decifrei
Não reconheci de meu
E espero fazê-lo
Num único olhar
Que irá tragar o meu eu e
Entranhada nas entranhas desse amor
Não causar estranhezas para o Meu Amado
Cidadela
Cidadela da minha desguarnecida.
Meu coração, o arqueiro já não tem
A zaga protetora, a guarida
Dantes disposta no sorriso de alguém.
Minha postura muito aquém de regular
Põe contra mim meu próprio time, os sentidos.
Ai, quantos gols angústias permiti marcar
E meu juízo, o juiz, valida os impedidos.
Meus adversários poderosos
Exploram meus rebotes desconexos.
Sempre fatais seus ataques perigosos.
Ai, que se extinguem meus reflexos.
O espetáculo não tem mais atrativo
Golearam meus sonhos e anseios.
Ai que o meu saldo se torna mais negativo
Se se eu me perco até nos escanteios
Da vida...
O choque frio entre a realidade e meus sonhos nunca me matou, apenas derruba-me as folhas, e permaneço assim, até que a próxima primavera chegue.
Estende até mim esse pedaço de tempo impregnado de felicidade que ficou preso entre os teus sonhos e os meus, e sonha-o comigo de braços ao vento.
Não viva a vida com rancor e medo, pois quando perceber será amargo demais para amar, e tarde demais para sonhar.
Faça as coisas escondido , faça e planeje seus sonhos calado , diga e converse o necessário com as pessoas e o desnecessário (teus sonhos , planos e conquistas a cumprir) guarde apenas pra você.
"Eu ainda me sinto perdida, sufocada, uma sobrevivente na multidão... Mas, eu ainda tenho esperanças, mínimos sonhos que andam em paralelo aos meus medos... Uma eu tão confusa, as vezes irrelevantes, mas as vezes tão viva... Como diria Raul Seixas, uma metamorfose ambulante."
"Eu me sinto... Fraca, com sono, com os pés cansados. Os sonhos adormecidos, a vida fugaz. Até quando? Porque? Quem? Amores, sonhos, momentos, sorrisos, vida. Onde foi parar o felizes para sempre? "
"Um dia a gente acorda daquele bobo sonho... E descobre que a felicidade, pode estar neles, mas especialmente nas coisas que sentimos, o que é real... Isso é real, talvez sonho? Talvez eu!"
