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...e a vós, viestes o mundo, inclinado, tênue evoluído!
Pronto a nos servir.
Porém, vem a indagação,
quem serve quem?
Se um íntegra o outro!
Ambos se servem.
Somos parte de um todo.
Somos todos um.
Somos racistas e preconceituosos,
mas também,
somos tolerantes,
e intolerantes também alguns...
Negas?
Confirmou.
Não existe a necessidade de ir atrás de alguém para se sentir feliz. Independente de qualquer coisa é sempre bom ter alguém do seu lado que te ame e demostre isso, o nosso erro é só não conseguir enxergar o quanto somos grandiosos ainda só.
O bom de estarmos vivos é que até as decepções passam.
Mas os motivos que nos levam a elas são por causa de nossas expectativas no outro...
“Somos todos viajantes no espaço-tempo. Estamos apenas de passagem por aqui, em nossa breve jornada. Nosso objetivo é observar a paisagem, aprendermos com nossos erros e acertos, amarmos uns aos outros e evoluirmos espiritualmente. O término da viagem ocorrerá somente quando retornarmos para uma das moradas de Deus, onipotente, onisciente, onipresente.”
Todos sem exceção sentem saudades de algo ou alguém do passado. Mas que no presente deste mesmo passado sentiam tédio e desejavam que passasse logo aquele tempo,
Todo ser humano é um animal, tido até por racionalidades.
mas...é por ventura o animal irracional oque mais calcula.
Já o racional chega ao extremo de calcular, porém esquece e ataca principalmente se, si sentir ameaçado por ideias e pensamentos.
O mar ninguém conhece muito bem…
O mar é curioso, o mar com sua profundidade sempre escondera algo onde não sei se um dia iríamos saber. Sempre dá para se aprender algo novo com ele. Conhecendo suas fases, como o mar bravo, o mar calmo, o mar agitado e entre muitos outros, e acho que nós somos como ele, temos nossas fases, e escondemos coisas nas nossas profundezas. Coisas que não contamos, que não queremos que descubram. E por esse motivo eu acho que somos como ele, ninguém nos conhece bem, pense, que pessoa te conhece 100%?, que sabe tudo de você. Bem eu não conseguiria responde essa pergunta, pois nem eu me conheço 100%, é estranho mas essa é a verdade…
Não ter segredos nos torna demasiadamente vulneráveis,
nos faz demostrar o que somos e quem somos, ceifa nossa defesa como porta aberta em tempo de tormenta,
quando percebem que estamos desprotegidos
entram e fazem a ventania sob nosso teto
numa velocidade tamanha que por vezes não percebemos, muitos se aproveitam disso,
outros nem percebem.
Podemos tentar mudar, fechando a porta varias vezes
mas não conseguiremos manter-la fechada por muito tempo,
pois esta é a nossa essência!,
as portas sempre voltarão a se abrir depois de termos organizado a mixórdia da ultima tormenta.
Somos
Somos pontos luminosos, somos energia,
temos o efeito da atração, somos conectados,
possuímos as características da fotossíntese, temos o poder do sol e da lua sobre o nosso teto, entendemos a importância dos balanços das marés, todos somos um só,
vivemos de tempos em tempos, de corpos em corpos, somos infinitos.
"As mudanças não nos moldam por si só; somos nós que escolhemos permitir que elas nos transformem — para melhor ou para pior. No fim das contas, quem está no controle somos nós."
Quem somos?
A soma do que vivemos, convivemos, herdamos e juraram que deveríamos ser.
E o valor que, no olhar do outro, esperamos, que nos reconheçam e nos façam crescer.
Não somos uma ilha.
Nossas atitudes afetam as pessoas que estão a nossa volta. De forma positiva e negativa. Mesmo aqueles com quem apenas dividimos um espaço, seja ele um condomínio, uma rua, a cidade ou o país, podemos interferir na vida de quem partilha conosco esses ambientes.
Assim, se deixamos de seguir o regulamento do prédio onde moramos, causamos prejuízo aos demais condôminos e, consequentemente, ao convívio harmônico dos moradores; se não consertamos os buracos da nossa calçada, prejudicamos as pessoas que passam por ali; no âmbito da cidade, se sujamos os rios, estamos contribuindo para que, nos dias de chuva, haja alagamentos; se não cumprimos com o nossos deveres por exemplo, pagar impostos, votar, estamos deixando de dar a nossa contribuição para o bom andamento da sociedade.
Mas quando a ligação com as pessoas que nos rodeiam é de amizade (verdadeira) ou familiar, a responsabilidade sobre nossas atitudes é de outra natureza. Tudo o que fazemos, de bom ou de errado interfere nas pessoas de forma mais intensa. Se ficamos doente, preocupamos essas pessoas que querem nos ver bem de saúde; quando nos curamos, passamos alegria pra todos; os nossos sucessos contagiam os que nos amam, assim como nossas dificuldades entristecem os que querem nos ver bem.
Deveríamos fazer as coisas da melhor forma possível e evitar problemas, mas não só porque temos um compromisso com quem nos relacionamos. O maior compromisso que temos é conosco mesmo, ou seja , acima de tudo, temos que ter feito um pacto de boas intenções conosco, de forma que tudo que fazemos e como fazemos nos leve para frente.
Assim, procurar a sua felicidade, cuidar da sua saúde e fazer as coisas como precisam ser feitas é uma demonstração de amor próprio mas também significa amar os outros. Quem ama, quer dar o melhor de si e isso passa por essa questão de como tocamos a nossa vida, do que fazemos com a nossa saúde, com nos nossos recursos, etc. Mostrar nossas melhores habilidades e o melhor de nós, antes de ser vaidade, é uma demonstração de amor e de generosidade.
Tomara e tenho Fé, que a raça Humana TODA futurista será Negra!
Pra mostrar que RAÇA não tem cor!
Raça é, Humanismo!
E apartir dessa obveidade qual tolice os desumanizados irão ter como preconceito.
Salvê aos seres movidos pelo Amor.
Somos Deus degustando a vida!
Porque criar é muito bom.
Agora experiênciar algo criado é satisfação.
As pessoas se veem sem
saída dos velhos hábitos e aí adaptaram-se a certas normas.
E desconfio que estes citados venham buscando uma melhora como Humanos.
A adaptação ao meu ver, sob uma emergência ou catástrofe, soa mais com um tal de "salve-se quem puder."
Uma parte de nós seres Humanos, buscamos mais o bem estar e felicidade que esse tão mensurado Autruismo e gratidão ao outrem.
Somos mesmo uma mini caixinha de Pandora, mas é claro não é uma unanimidade.
