Tag sombras
Destino do Escravo
És um sonho? verde e anil,
uma cor a qual ninguém nunca viu
Porque és assim?
Porque desejas isso para mim?
Tu nunca foi assim....
Tem medos, eu sei
Tu treme, eu río
seria esse o seu medo?
seria esse o seu sonho?
Submeta-se a meus caprichos
Eu lhe dou o prazer,
E você se entrega a mim,
Sua vida agora é minha, simples assim
Ajoelhe-se!
Não olhe para mim!
Peça perdão!
Implore pelo fim!
Se te amo ou não
Não é essa a questão!
Grite!
Peça-me perdão!
Carregue-me pelas sombras
Leve-me a escuridão,
Eu lhe mostro o caminho
e você entrega-me seu coração.
Alguns temem o que não vê...
E quem vê...se acostumam ou fica indignado...
Tudo é só apenas mais uma habitação, nesta super população...
A vida serpenteia por entre nossos olhos e às vezes é difícil seguir o caminho sem que haja desvio, o pior é quando ficamos desterrados de afecto, entre sombras... ameaçados pela solidão.
Quando a essência das sombras e da noite nos chama e nos deixa mais capazes, sem que nos sintamos malignos, é porque somos bondosos da escuridão....
Violáceas as piscadelas da lua.
Cheia, clara, insinuante.
Todos os lobos uivam enquanto
as sutilezas do seu olhar
perfuram o meu fígado.
Viscosidades que lambem o desejo.
Sorrateiros entumescem bicos
e vidraças inexpugnáveis.
Tão perto,
tão longe.
Geladas inutilidades.
Te abraçar salvaria algumas
das minhas almas.
Seus beijos me mandariam para
o inferno.
Resta nada,
quase nada.
Um último tubo de ar
na profundidade do oceano
ocre.
Um derradeiro olhar
de soslaio
nas sombras
agigantadas pela lua.
Um último querer
escondido entre meu copo
e o impossível.
"A sombra é um alter ego da alma, o outro eu, alguém que se pode confiar, porém quando a alma enlouquece em forma de sombra ela tenta se libertar".
Você pode escolher entre viver sob as sombras, ou mostrar a todos que a autenticidade é o seu diferencial.
Sozinha a paz estava ali embriagada de sombras sem amor. Como um elefante eu ia passando a multidão, rasgando o entardecer...
Você não precisa aceitar o amor que acha que merece; Você precisa aceitar o amor que você tem por você mesma e apreciar apenas as pessoas que valorizam isso em você. O resto são apenas sombras desvanecidas de uma tarde de outono: Chamam nossa atenção, sim, mas não passam de sombras.
Tristeza
Tu que tão sorrateiramente aparece,
De repente uma simples palavra
Daquele ou daquela que amamos
E o nosso coração se esmorece
Esvai-se em trevas
Fecha-se em sombras
Cai-nos o semblante
Acaba-se o apetite
Hoje no ônibus fui o único que reparou nas sombras
Não gosto do pôr do sol, já cansei da energia de suas cores
Outra lua sem saber se está surgindo ou sumindo
Vou desistindo
Um ponto dois pontos uma vírgula
Vou repetindo
Um ponto próximo ponto outro ônibus
Vivemos tempos de sombras densas, onde o silêncio se faz refúgio e a palavra, um risco. A polarização ergue muros invisíveis, transformando o espaço comum num campo minado, onde cada sílaba pode desencadear tempestades. A liberdade de dizer torna-se miragem, ofuscada pela luz cortante da ofensa fácil.
Já não se pode abrir a boca sem que o ar se torne pesado, sem que as palavras sejam distorcidas, mal entendidas, censuradas. O diálogo, esse fio frágil que nos liga, estica-se até quase romper, ameaçado pela intolerância travestida de zelo. A palavra "tolerância" soa como uma piada amarga, dissipada no vento.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
A revolução necessária não brotará dos campos férteis; precisa de um terreno mais árido, onde as mentalidades sejam forçadas a mudar. Promessas de liberdade, por vezes, tornam-se prisões de benevolência, incapazes de curar as feridas que se agravam nas sombras do ressentimento.
No entanto, é preciso lembrar: a verdadeira mudança exige sacrifícios além das escolhas fáceis. É preciso confrontar a feiura que evitamos, a dureza das verdades que recusamos. Precisamos de uma revolução de mentalidades, um despertar que não virá sem dor, sem ruptura.
Nas fissuras da polarização, o ódio e a vitimização germinam, sufocando a esperança. Mas talvez, nas ruínas do diálogo, possamos encontrar a semente de uma nova compreensão, forjada no fogo da necessidade.
A liberdade, essa ave ferida, não alçará voo sem luta. E nós, perdidos entre sombras, devemos decidir: permanecer na escuridão confortável ou enfrentar a revolução que os tempos exigem.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
Eu posso ter inúmeros defeitos, mas desde de criança, eu era o que era: autêntica e verdadeira! Doendo a quem fosse doer! Sendo assim, eu não suporto as pessoas que não são verdadeiras umas com as outras; nem tampouco, assumem quem verdadeiramente são. Vivem escondidas pelas sombras tétricas das mentiras.
A floresta canta tanta histórias e seus espíritos são ricos momentos nossas vidas...
Como a luz que vivida nas sombras dos mares ricos de uma natureza indomável e sonhadora....
Seria mais digna que muitos que desdenham o viver nas sobras do que foi a humanidade.
Entretanto o desmatamento se dá a essa tragédia de tantos que se acham provedores de conhecimento...
Dor todavia em barra mansa seja demanda por madeira nobre...
Lágrimas formam rios de sangue e as florestas chorando o desespero ao mesmo que se derrama gasolina para chamar atenção, o gado ouve o berrante...
Seja tristeza do aumento dos alimentos...
Ou falácia daqueles se acha na razão daqueles que choram com fome... E não só essa fome!
O saber se tornou mais pobre e aonde ficou a dignidade e humanidade...?
Exploramos a verdade e colocamos fogo na insanidade...
Aonde foi parar a razão.
Somos loucos apenas e quando acordarmos será tarde ou estaremos sonhando ainda...
O cataclismo é parte do ensino fundamental...
Os digam mestres são bandidos da salas de aulas pois educação não veio de casa...!
Somos cegos e mudos diante do poder insanos que se constitui na obras de um senhor que se diz líder de uma nação...
Defere a constituição e os direitos humanos.
Seria verdade nós faz calar... Somos culpados!
Podemos ainda mudar essa situação.
A liberdade de todos está aonde vivemos e como vivemos...
Neste opaco e desalumiado cubículo da mente
sombras do passado perpassam incansavelmente
Assombram dizendo coisas que recuso acreditar
Assolam gritando alto sobre aquilo que faz chorar
Seguir o caminho da escuridão pode levar a lugares difíceis de compreender
Penetrar nesse pequeno e infinito espaço é um mergulho no gélido e vasto sofrer
Sofrimento de lembranças borradas de como poderia ser
Sobras dos erros inacreditáveis do qual cansei de cometer.
Nós somos chamados para iluminar a vida das pessoas, com nossa luz.
Nós somos chamados para fazer outros felizes, com nossa felicidade.
Nós somos chamados para levar paz, onde não há.
Nós somos chamados para levar luz, onde existe sombras.
Nós somos chamados para ensinar o perdão, para quem precisa perdoar.
Nós somos chamados para levar amor, para quem precisa ser amado(a).
Nós somos chamados para viver, e esse é o nosso destino.
Nós somos chamados para dar sentido à vida, e continuar a viver.
Nós somos chamados para sermos nós mesmos, essência de nossa alma.
Não julgue as memórias antigas, pois o eu de ontem sempre será mais limitado do que o eu de hoje. Assim como o sol nascente dissipa as sombras da madrugada, o eu de hoje ilumina as limitações do eu de ontem, revelando o constante fluxo de transformação que somos destinados a vivenciar.
