Tag sombras

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Depois de um magnífico capellini
acompanhado de um chileno honesto
instalou-se a lombra.
Deitado na rede da varanda escorro em devaneios.
Meus pensamentos lentos desembarcarão logo, logo
na planície do sono profundo.
É preciso.
Álacre e lestamente virá o show do Ratto.
Enfim a cidade sairá da mesmice sertaneja.
Preservarei meus olhos marrons
para o brilho dourado e alegre do whiskey.
E que venha a noite com suas sombras protetoras,
seu acalanto cheio de segredos vorazes,
sua volúpia de mil dedos.

Inserida por ranish

Mimos do sol
Nas pedras da ponte
Sombras ao entardecer

Inserida por JoseCerejeira

Sombras projetadas ao fim do dia
(Pelo sol que novamente se vai)
Devoram as luzes com covardia,
Aos poucos, e enquanto a noite cai.

No fim não há sombra... Ou tudo é sombra.

Inserida por VeronicaMiyake

Yin Yang
Antes de existir
permanecia no círculo
aguardando nas sombras...
o giro me trouxe
à virada
o direito de ser.

Inserida por VanessaDelReyFontana

já que atravesso abstractas conchas de enxofre
despeço-me gradualmente dos pequenos pedaços de
carvão que ressoam obtusamente como lúmen dentro
da sua ardência.

Inserida por FilipeMarinheiro

Pus-me em cima duma coagulada faca p’la ideia de
colher a verdade p’ra lá da aberta janela em que
a voragem colhe comigo os mimos dum fatal paraíso
tropical.

Inserida por FilipeMarinheiro

Ouço cântaros a darem gargalhadas enquanto anéis
em ruído fincam-se nos violinos calados. Nada
real acentuará ser isto, lógico que a poeira que
piso desamarrará tal malha com isco. A
civilização é clandestinamente isto.

Inserida por FilipeMarinheiro

Essa macia tarde deveria ser movida para trás
evitando que um nicho de archotes me destapasse o
meu cru estômago desobstruindo imbativelmente
crateras servidas em divisíveis taças que mal
conseguem expiar as monstras vidraças ressentidas
através de sãs mentiras.
viajantes mentiras.

Inserida por FilipeMarinheiro

morre neve lá fora como uma espécie de absorvente
barro, no entanto, se eu estivesse no decurso da
cor do adro faria-me rosa-pérola glaciar.

Inserida por FilipeMarinheiro

O vale sacode nuvens ao sol de teus olhos
A floresta deflagra exibidas criaturas
O pasto afia lápis nos felpudos repolhos
As corolas sábias fazem-se linguarudas

Inserida por FilipeMarinheiro

Porque é que temos de obedecer ás tormentas?
Porventura serão relógios que se colam nos
corações sem emendas? e depois contaminam nossos
dedos de gume?
Pois, já cheguei à conclusão de que nunca irei
perceber a analítica miragem, por isso só me deve
restar despir a elipse da vertigem! que bom
viver-se doido e doido e sentir-te naufragar na
invejosa aparência!
Hurra, Hurra, que pertinência!

Inserida por FilipeMarinheiro

Ora bem, uma agulha encalhada num viciante
arbusto no momento em que vai começar a cair
representa nada mais que psicológicas represálias
em guerra com as aveludadas lagoas coladas ao aço
de teus nervos alcoviteiros.
Tão transparente como morderes os ramos dos
arbustos e apaixonares-te p’lo seu interior
comovedor.

Inserida por FilipeMarinheiro

Num só gesto de gesso desordenado, tombo para a
negra chuva triunfal! Ela guarda-me em seu bolso de
adobe arminho. mansíssimo viro-me escancarado,
pisando grainhas das serranias que quase voam como
lástima inté banhar-me no ternurento silêncio em
flor...
Devo morrer indolor SILÊNCIO

Inserida por FilipeMarinheiro

Fiz do amor um gatilho em broquel ensopado
Fiz do amor um vulcão de rosas arrebanhadas
Fiz do amor uma náusea de escunas
Fiz do amor uma música de espumas

Inserida por FilipeMarinheiro

Aquela afligida atmosfera da loucura, sempre e sempre
me perseguiu quando engolfava, caprichosamente,
durante as destinadas descidas aos selados planetas
esboçados nos trémulos blocos de gelo como varandas
tribais no interior de uma jarra abençoada por flores
a arder penedos a cima. Era eu assomada vertigem
sibilante.
quis afligir minhas preces, minha cama, minhas ternuras-
nervuras, minha sobriedade, minhas imigradas
alvoradas, minha levedura.
Agradeci à desventura que me tenha inspeccionado,
imemoravelmente, possuindo minha síncope comoção,
alimentando-a com cambaleantes vielas e ondeantes
ruelas enriquecendo-me com orgias isentas de vozes.
Era eu assomado lascivo silêncio costurado a meus
querubins lábios.
vivo apenas hoje para beijar a loucura.

Inserida por FilipeMarinheiro

SORRIO no momento em que o sol-pôr cantante se encarcera
nos musicais tendões dum qualquer alçapão,
esprema profusamente chacais sobre vedação fractal,
e atravesso dulcíssima brisa numa gotícula em avesso!...

Inserida por FilipeMarinheiro

A escada estremece, os náuticos sinos no quebra-mar arrefecem,
o nevado sol ingere cintilados humanos olhos, e a PAIXÃO aparece.

Inserida por FilipeMarinheiro

Nem
sequer
me
ocorre
a
ideia
de
cerrar
os
olhos
e
não
rodopiar
veemente
com
a
INFELICIDADE.
Talvez
depois
de
ontem
salude
a
bela
FELICIDADE.

Inserida por FilipeMarinheiro

quis Prudência.
dum álamo prescrevi lamacentas aberrações!
tive Prudência.
bailei misericórdias de defuntos, fragmentei ânimos definitivamente!
senti Prudência.
as promessas emboscadas nos eclécticos cortejos boiam indefinidas pelas remessas.
oh, palpitações e retóricas combinações! rumores empertigados no agreste solstício e paisagístico.
pego agora num pequeníssimo revólver detono espadachins de lembranças.
virei Prudência!

Inserida por FilipeMarinheiro

Quando visitei a minha alma,
visitei meu "centro"
Vislumbrei a forma das “minhas sombras”
perdi meus medos, percebi que a fixação insistente nas coisas do passado,
é que impedem o meu crescimento no presente e que somente através do auto-perdão,
eu poderia me libertar e voltar a ser eu mesmo.

Inserida por AnaPaulino

Ainda existe uma luz em seu coração, apesar das sombras que o momento apresenta. Não a deixe apagar, porque tudo vai passar e os sorrisos entoarão o cântico em reza, em sublime oração vinda dos céus. É tempo de recolhimento e prece, tempo de paciência e fé, tempo de ouvir a voz de Deus. Somos pequenos por não entendermos os desígnios do Senhor, mas isso não importa, pois, quando temos a certeza de que tudo Ele sabe, sabemos, portanto, que nada do que se apresenta é em vão. Sábio não é aquele que questiona os feitos de Deus. Sábio é quem entende o quanto somos limitados para compreender as suas respostas, postas em raios de luz em cada canto do universo.

Inserida por GilBuena

⁠"Que é feito de vós, ó sombras
que o tempo leva de rastos?"

Inserida por dia_marti

Podemos Fazer Todas as coisas que nos são licitas,por livre arbítrio,mas nem todas ás coisas convêm para aqueles que se submetem a servos de Deus,A vida tem tantas variedades,mas em Deus Não Há Sombras de variedades

Inserida por DanielZFernandes

Não se deixe afetar pelas sombras do outro. Seja luz que ilumina a sua estrada e a dos outros também.

Inserida por AlquimiaPsi

⁠A luz do conhecimento ilumina as sombras daquilo que não esta sendo visto.

Inserida por Jbdas75