Tag serei
Esse Sou eu:
Solitário sou.
Solitário serei.
Aqui estou.
Novamente, outra vez.
Sei que algum dia poderei mudar.
Talvez em outro lugar.
Mas ate o dia não chegar.
Aqui vou estar.
UM DIA SEREI MELHOR
Assisti a um filme com o nome PALAVRAS DO CORAÇÃO, que me fez pensar sobre a vida:
INDAGUEI-ME!
Quais seriam essas palavras?
Como Deus gostaria que fôssemos?
LOGO IMAGINEI:
As palavras do coração devem ser:
Acalentadoras, doces, românticas, mansas, alegres, felizes, de paz, de amor, de afeto, de bem querer, equilibradas, construtivas, que compreendem, motivadoras e apaziguadoras.
As palavras do coração não podem ser:
Azedas, amargas, destruidoras, tristes, corretivas, de tom agressivo, de menosprezo, de medo, pessimistas, preconceituosas e que diminuam o ser humano.
ENTÃO APRENDI QUE:
Devemos escolher as palavras que saem de nossa boca, filtrando-as, exprimindo apenas aquelas que têm origem no coração.
Vou continuar, tentando, tornar hábito esse novo aprendizado...
Élcio José Martins
Dizer que um dia serei de mentira...é pura mentira.
Serei eu sempre verdade.
Serei eu sempre entrega.
Serei sempre o amor que em mim transborda.
O melhor encontro é aquele que tenho comigo todos os dias, me vejo, me permito e me amo, sou e serei sempre a minha maior admiradora, mesmo diante de todas as dores e desamor vividos eu sempre fui forte e sempre serei por mim, mesmo quando ninguém mais estiver.
A menina sonhadora que fui ontem se transformou em uma mulher tão incrível hoje, que fico ansiosa para saber quem será ela amanhã.
Entre eus e espelhos
Sou mil, sou um, sou tantos em mim,
um reflexo que muda, começo sem fim.
Na dança da vida, me moldo e me faço,
sou brisa que pensa, sou fogo e sou laço.
Nos olhos do mundo, busquei direção,
mas foi no silêncio que ouvi meu coração.
Entre luz e sombra, me vi verdadeiro,
um gênio sensível, um ser passageiro.
O amor que carrego, às vezes me dói,
mas pulsa tão forte, que nada destrói.
Sou criança, sou velho, sou puro e complexo,
sou o erro e a cura, sou verso sem nexo.
Não há “eu” maior, nem “eu” menor,
só versões que dançam no tempo sem dor.
E se tudo é mudança, sou rio e sou fonte,
caminho incansável que segue seu monte.
E ao fim deste voo em palavras e ar,
descubro que o viver é apenas amar.
Que o mais belo do ser, no fundo, é sentir,
e o mais forte dos “eus” é o que escolhe existir.
De todos os desejos esse sempre foi o mais intenso
De todos os amores esse é aquele que vem da alma
De todos os carinhos esse é sentimento mais terno
De todos os recomeços esse é aquele que nunca teve fim.
Mesmo não te pertencendo eu sempre fui e sempre serei SUA.
A necessidade de mudanças e desafios me consomem.
Tomam meu corpo físico, sinto grave, sinto forte.
O 'mesmo' não me vence.
Não me convence.
A zona de conforto não faz parte de mim. Não encaixa, não orna com meu eu.
Me falta ar entre concretizações e o novo.
Meu brilho nos olhos vem de sonhar, desbravar, ter receios, idealizar, encarar, realizar, fazer rodar, acontecer, ser!
É dada hora.
Preciso ir.
Serei.
Quem sou, quem fui, quem serei
Fui primeiro, fui últi mo, fui produto do meio.
Continuo na fila, não sei que posição larguei.
Escroto, medonho, covarde.
O sonho, o anseio, vibra, dói, arde.
Hoje é cedo, ontem escreveu, amanhã pode ser ou não ser tarde.
Fui preconceito, também tratado desse jeito.
Menosprezei, desfiz, fui menosprezado, quebrado nariz.
Malandro, relapso, vagabundo.
Também um sentimento de pai, profundo.
Insensato, inseguro, agredi meu caráter.
Paguei caro, um jogo milionário.
Achei que poderia fazer, organizar, da familia fazer diferença.
Não sabia, da estripulia, a história, geração e memória, um preço pagaria.
Fui crime, fui fraqueza, fui a natureza ordinária.
Talvez não conhecia desse tribunal, impiedosa avareza, que se vale da fraqueza, profundamente, esmaga a gente na medida binária.
Fui torto, fui direito.
Olhei pra trás, pra frente, mundo Brasil perfeito.
Eu cordeiro manco, manchado, jamais aceitado, por este mundo de efeito.
Enfim, assim, se a colheita está plantada em mim.
Amigo, este mundo perfeito, sacie e boa sorte, vida sim.
Hoje, do começo, meio e fim.
43 anos morrendo.
A esperança nascendo.
Tanta ambição.
Frustração.
Não vou ser ingrato.
Um dia, também e exaltação.
Amanhã não sei.
Ontem um livro que não desvendei.
Hoje o contentamento, uma no grau, uma bolacha água e sal, nada mais sei.
Giovane Silva Santos
Quando eu morrer, serei apenas o meu nome: escrito e falado. Nas aulas, nas palestras, nas conversas, nas capas dos livros, nas imagens, nos cadernos e livros de escola, nos textos, nas frases... Serei até a assinatura que se transformará em meu logotipo, como uma marca própria. Permanecerá ao invés da imagem de morte, a imagem de vida, que em meu nome ainda existe e sempre existirá; e podem me tirar até a vida, mas jamais poderão tirar a incrível, simpática e admirável representação simbólica que terá o meu nome.
