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Mais importante do que procurarmos ter inúmeros amigos é buscarmos ter amigos que suplantem os próprios números.
O amor não é cego, ele enxerga muito bem e de tanto enxergar acaba vendo mal onde não tem. Acaba colocando ciúmes onde nem existe. Luta, briga, procura e não acha até que acaba ficando desgastado e triste.
Não adianta querer escrever um livro dedicado à alguém se a pessoa não merece nem o primeiro parágrafo.
E aí chega o dia em que nos acostumamos com a ausência
nos cansamos da espera...
que chegamos ao limite da exaustão.
E aí a gente desiste do que jurou insistir pra sempre.
Alguns relacionamentos são como mandalas de areia: tem uma incrível beleza e servem para lembrar da brevidade das coisas.
A gente não tinha nada que pudesse dar certo. Até quem vê de longe conhece esse teu jeito despreocupado e irresponsável. E eu sabia disso, acho que eu me fiz de cega, só pode. Você é meio tudo-pra-dar-errado eu sou gosto-de-fazer-o-que-é-certo. Sou assim, controladora como você diz. Quero tudo certinho e no lugar, mas você estragou tudo. Ainda não aprendi a ser imatura o suficiente pra aceitar esse teu jeito. E, infelizmente, você não consegue me entender e nem me acompanhar. Então, a verdade nisso tudo é que a gente tinha tudo pra dar errado. E deu.
O problema de você pedir opinião a terceiros, sobre seus relacionamentos, é que você só conta a parte da historia que é conveniente. Você não conta seus erros.É por isso que não peço pra ninguém decidir minha vida,somente eu posso saber o que é bom pra mim e julgar se eu e as pessoas que interagem comigo possuímos um relacionamento saudável . Algumas pessoas vem até mim , perguntar o que devem fazer ou falarem o quanto estão certas sobre um conflito , eu não posso falar muito pois não sei o outro lado da historia. No máximo posso levantar possibilidades. Acho que muitas pessoas precisam amadurecer nisso .
Vamos escrever uma historia?,..... mas historia de que?.....talvez você comece e logo apague, risque ou rasgue, mas ao invés disso só para e comecer outra historia, talvez aquilo que você rabiscou ou rasgou vá servi algum dia, na vida começamos algo, como por exemplo relacionamentos, que não deram muito certo, mas você não vai esquecê-los por que vão servi de lembretes dos seus erros, e talvez você não vá comedê-los novamente, se acontecer,.....escreva outra historia.
Aquela pessoa é muito sexy...muita areia para meu caminhão.
Falou?? rs...
Deixem que os outros descubram porque não querem ficar com vocês. Não façam isso por elas.
Se bater saudades, me procure no velho banco da praça, ou até mesmo atrás da velha estação, se eu não estiver me procure naquele lugar que costumávamos sentar para pensar na vida. Mas se a tua saudade for maior, bata na minha porta sem hora ou qualquer desculpa planejada, apenas bata. Que por ti eu sempre estarei a espera.
Haja paciência para resolver os espinhos da vida a dois, senão nada vai para frente. Dividir a vida com alguém que certamente terá hábitos diferentes dos seus e uma personalidade dissonante da sua. Sem uma certa dose de paciência, o pendor é haver muitas discussões. Relacionamentos são como contratos de relações não escritos, mas são reais. Um ou outro irá furar alguma cláusula intrínseca e isso faz parte da normalidade. E claro que em muitos momentos será preciso conversar, dialogar muito. Mas efervescência do sangue não ajuda em nada. A calma na "luta" é sempre um sinal de força e de confiança. A violência, qualquer forma dela, ao contrário, denota fraqueza e dúvida de si mesmo. Diálogos são para duas pessoas ou mais, mas monólogos sé se prestam a um. Portanto, haja paciência para resolver os espinhos da vida a dois.
Quando se aposta em uma mudança de estilo de vida e até de personalidade do parceiro e ainda mais: acreditar que o outro vai se moldar ao que desejamos, como se ele fosse o barro nas mãos de um escultor que nos arvoramos, é meio caminho para a frustração e uma vida a dois repleta de desentendimentos. Você não consegue nem mudar a si mesmo. Pense. Seria bom uma pessoa igualzinha a você, repleta dos seus defeitos?
"Quando você vive muito tempo em um lugar, você torna-se o lugar. "
Ouvi esta frase em um filme do Stallone, faz tempo e não esqueço...
Tenho percebido isso de uma forma mais atenta nas pessoas.
O meio e o convívio afetam de forma significativa o modo de ser de cada um.
E mesmo quando se afastam por algum tempo, seguem arrastando vestígios do que já viveram e nem percebem...
É preciso ter essa consciência ao escolher com quem convivemos diariamente, intimamente.
É preciso ensinar isso aos nossos filhos.
É preciso escolher quem nos faz sentir bem e nos aceita como somos.
É preciso sentir que nosso modo de ser faz bem para essas pessoas.
É preciso ter mais afinidades do que diferenças para relacionamentos bem próximos.
Existem pessoas para convívios rápidos, outras para conviver com intervalos... e as que podemos permitir compartilhar o tempo todo sem restrições.
Concerto.
Cansei de juntar os retalhos desse “suposto” amor, remendar e sair por ai como se fossem sentimentos novos.
Outra vez tudo se rasgou, e dessa vez o tecido está surrado demais para que eu costure.
Só espero que daqui um tempo você não me veja novamente com a agulha na mão, tentando fazer outro concerto nessa peça de roupa que hoje vejo que não me serve mais.
Eu também espero não me ver novamente assim.
Odeio admitir que estou aqui.
Preciso de um tempo, para me refazer de novo, costurar-me sem defeitos, com linhas justas que caiam bem em mim. Sem ajuda, e sem conselhos de ninguém, dessa vez vou fazer diferente, dessa vez quero surpreender a mim mesma.
O amor não obedece às regras ou convenções. Subjugar o amor é sabotar a si mesmo. Como o mar leva o barco, é o amor quem nos leva.
Ser o 'centro das atenções' é algo que jamais passou pela minha mente. Gosto de calmaria, ficar no meu 'cantinho' e, para ser o centro de tudo é necessário muito barulho e perda de valores que estimo. Nunca gostei de exibicionismo, valorizo aquilo que acontece nos bastidores da vida, onde não existe plateia. De que adianta ser 'dono da festa' e não receber abraços dos convidados? Me recuso a 'caçar elogios'. Quero que gostem de mim pelo que sou e pelo que posso oferecer. Conheço pessoas que dramatizam, fazem cena, inventam histórias, tudo para receber um minuto de atenção de um público que grita insistentemente 'mais um, mais um'. Teatralidade nunca fez parte da minha jornada, sou protagonista sem plateia, meus dramas são particulares. Não finjo sentimentos, se gosto de alguém, realmente gosto, se deixo de gostar, apago todos os resquícios. Não tenho desvaneios românticos, muito menos relacionamentos superficiais, me entrego completamente às amizades e aos amores, mas antes, leio o coração das pessoas para ter certeza que não estou pisando em areia movediça. Meus sentimentos não variam conforme as tendências do momento, são autênticos e verdadeiros, mas somente para aqueles que agem com lealdade.
Essa gente que ama e desama o tempo todo, pelo menos da boca pra fora, em dezenas de relacionamentos, geralmente é quem quer falar de amor. Sabem o que de amor, esses vira-latas?
Os relacionamentos de hoje em dia dizem respeito à quantidade e não à profundidade
Não sei ficar só comigo mesma, sempre estou acompanhada por uma mente inquieta, por pensamentos que não param, por libertar-me de algo que me desagrada, sinto o coração agradecido por ser assim.
Apagar as pessoas que você não quer na sua vida é indolor e evita conflitos, mesmo que a princípio eu sentisse uma tristeza profunda, numa sociedade preconceituosa que tudo tem que dar certo.
Sentir alívio deve ser a assinatura de que você deve ter feito à coisa certa, criei imensas listas do que não quero no próximo parceiro, comecei a aceitar o fato, por mais que doesse que as coisas caminham para o bem, soube sair da situação com dignidade apesar de ser vítima de muita discriminação. Sim, eu era uma mulher divorciada ou que não soube segurar marido. Hoje tudo isso me faz rir.
Não vou cometer os mesmos erros de novo, despertei para o relacionamento com olhos cheio de lágrimas, mudei o cenário, conto a verdade sobre mim e escondo meus desejos secretos a princípio.
Em bom português, não há mais a mesma urgência para buscar compromisso com uma pessoa, fui casada, achei bom e achei ruim, como tudo na vida, mas estar pressa a alguém que não respeita nem seus pensamentos fez do casamento um pedacinho do inferno. Eu... eu lamento.
Tenho habilidade para resolver tudo, salvar o que está perdido, mas continuo confiando basicamente na intuição e nas emoções inesperadas. O melhor de tudo que me aconteceu foi enfrentar a verdade com coragem.
Modifiquei a mentalidade da minha época, evitei que amigas acabassem com a pessoa errada, por vezes mantive a expressão impassível diante de muitos conflitos alheios para não parecer à desiludida.
Assumi o que aconteceu com meu relacionamento superficial e não me envergonho do que vivi, de lá pra cá o mundo mudou, a humanidade evoluiu e a desconexão era favorável, aliás eu era totalmente independente.
Pensei em mudar de lugar, mas não ia adiantar, pensei em encher meu coração de maldade e ódio por ele, mas isso não faz parte do meu planeta, fiz o dever de casa certinho e tudo fez muito sentido para mim.
Existia dor dentro de mim e essa dor me acompanhava para onde eu fosse, Eu levava ele no meu coração quebrado, mas estava consciente e livre para escolher novos caminhos, para mostrar a mim mesma que não rejeito dores, apenas as transformo, tenho sede de alegria, uma percepção aguçada ao que me faz bem.
Acabou porque não houve química suficiente, acabou porque existiam muitas diferenças e nenhuma boa vontade em compactuar e acolher, eu levei comigo meu círculo social cuidadosamente cultivado, porém ilimitado na capacidade de se comunicar.
Eu era inflexível também e achou o dia em que eu achei que não valia a pena ter um relacionamento com ele, um momento da minha vida marcado por fraquezas, faltas, arrependimentos, tristezas, não vencemos pelo cansaço, aliás, desistimos pelo cansaço.
A vida não deveria ser uma questão de comparações ou competições, eu jamais faria tudo outra vez, meu ser exclui tudo que um dia vivi, é como se tudo tivesse acontecido com outra pessoa, esbarrar com grupos de ex-amigos porque são amigos dele não é mais desconfortável.
Sonho, emociono-me, desejo amor e penso que um dia todas as solteiras incríveis que conheço abrirão seu coração para o Amor com o pressentimento de felicidade.
Hoje em dia é muito fácil desfazer uma amizade. É só clicar e pronto. Não precisa mais de olho no olho e uma conversa real. Aliás isso é quase peça de museu. O conceito de amizade mudou muito nesta geração.
A incoerência é um sinal de futuros
problemas de caráter, a experiência mostra
que devemos ter cautela.
Fascinada por relacionamentos tumultuados
Estou perdidinha sem saber o que me aconselhar, ele é um homem bastante corajoso, porém arcaico e eu não sei ser mãe nem dona de casa, nunca fiz terapia e nem falo de ex.
Ele é de uma tranquilidade absoluta, não sabe demonstrar afetos e tem muita beleza, muita, muita beleza.
Aprendi o que funciona e o que não funciona para mim, saio bem pouco para balada, não subestimo a inteligência de ninguém, amo conversa-fiada e odeio papo de vendedora que diz que está tudo lindo e com a cara da riqueza.
Muitos tombos me Influenciaram no que sou hoje, não sei flertar escandalosamente, não curto pessoas que parecem superficiais, busco uma família feliz e sem moldes. Vários homens não são adeptos de mulheres livres e eu tenho alma livre, não consigo me sentir prisioneira de uma relação, mas consigo ser fiel e leal sempre.
Ele fez questão de dizer que não tínhamos nada em comum e que ele merecia coisa melhor, não jogou a culpa nele como tantos fazem, jogou a culpa em mim, era eu que não prestava, ele revelou todos os detalhes infantis e imaturos de sua vida amorosa pregressa, uma inutilidade sem tamanho que só me fez pintá-lo de preto.
Ele vivia dizendo que amava isso em mim, mas o tal isso nem era eu ou o meu jeito de ser, o isso significava a manipulação para eu ser do jeito que ele queria que eu fosse.
Gosto de músicas fortes, mas também de músicas sem conteúdo, gosto de pensadores, mas também idiotices me fazem pensar...
Somos jovens e não tenho definida muito bem minhas prioridades, a única certeza é que eu amo morar sozinha e pretendo viver sozinha ou acompanhada com alguém que me faça sentir sozinha por muito tempo.
Eu fico ressentida com muita facilidade e a noite toma um rumo inesperado quando me sinto ofendida, dou importância a constituição psicológica de cada ser e busco na psicologia a resposta ao tão sonhado equilíbrio.
Nada é mais engraçado do que a infelicidade, fazer escolhas erradas e pagar por elas, é tão frustrante, tenho que me concentrar na conversa sem estar interessada no assunto, tenho que viver num ambiente abarrotado de gente porque ele é popular, tenho que aprender a ouvir duas vezes mais do que falo, tenho que conceder o benefício da dúvida quando ele chega de manhã.
Há um desinteresse absoluto, isso é notório, muitas perguntas deixadas no ar, todas insignificantes ou para mim, ou para ele, às vezes me pego falando demais como de costume ou direcionando a conversa para que ela fique mais agradável.
Ele é delicioso, porém impertinente, todinho meu, porém tenho que exercer minha funções de dona de casa para satisfazê-lo, preciso controlar os gritos originados de minha criação e evitar agressões verbais.
Eu não leio mentes, nem gostaria de ter esse dom, fale claramente tudo que você pensa, já sei disso ele diz, mas sempre parece que não entende nada do que eu falo, não cansa de repetir que minha voz é alta, pergunta o porquê de tanta animação e alegria.
Preciso ser forte para não me descontentar com alguém na primeira semana, a sensação não é fenomenal, mas uma atmosfera não relaxante é mil vezes pior.
O ponto forte da nossa relação é que ríamos muito, muito mesmo, de mim, de nós, de todos, talvez isso tenha sido um erro, talvez eu devesse ter escondido o bocejo, ou deixar de falar tudo, ou deixar de ser altamente irritante. Nada justa são minhas escolhas.
Não chego a ser tão radical quanto "Dago Miori", mas concordo que pra ser feliz nas relações a gente tem de ser
Um pouco surdo;
Um pouco mudo;
Um pouco cego e
Um pouco sonso, ou distraído, também!
