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Diante de nossos pensares um turbilhão de pressupostos um ideal montado por meios diversos onde intuímos bem e mal, certos e errados, todos nós em igual incertezas aplicamos em fórmulas imaginárias de víveres que julgávamos dar certo mas, chegamos ao fim de uma trajetória como que já não importa mais quem ganhou ou perdeu algo dúbio de perecimentos próprio de nada meu ou nosso...
Com o advento das eleições pra eleger alguns comandantes políticos estes batem em nossas portas, vindo em bando e revoadas os santos clamar votos pra salvar os indefesos, pobres, moribundos e moradores de ruas..
Porém vossos eGos são incapazes de salvar seus próprios corações...
QUEM VAI FICAR E QUEM VAI PARTIR?
O tempo vai passando e aos poucos vamos descobrindo potencialidades que nunca havia percebido que existia em nós.
Em meio à tristeza, mediante, alguns planos que não deram certo, a problemas de saúde etc. Descobrir um talento quando estava fazendo o Trabalho de Conclusão de Curso.
Que talento?
A escrita.
Por isso, que estou fazendo crônica. Há um tempo sempre saía algumas poesias, pensamentos, histórias e analogias sobre tudo.
A primeira crônica que escrevi foi sobre os fracassos, mas o fiz não para me martirizar, mais para provocar uma nova perspectiva, pois é a partir do caos que se encontra a harmonia.
É, encontrei a harmonia e a crise foi para o espaço.
Aí você percebe que “não é escravo de ninguém”, como canta Renato Russo na canção Metal contra as nuvens. Não se apaga um ano ruim, porém podemos viver a máxima do passado no que reflete a Banda Legião Urbana, “e agora quer um espelho do paraíso, mas queimaram o filme”.
Queimaram o filme. Acabou. Nem um problema é para sempre. Por mais que achamos que o universo é que está em nossa palma da mão, quando na verdade é o contrário.
De repente acordamos com ‘duas’ perguntas: “Quem vai ficar? Quem vai partir?” Como musicaliza uma filosofia existencialista o Raul Seixas intitulada de Trem.
Quem vai ficar? Isso é uma determinação do tempo? Ou da profundidade de nossas relações?
O que você pensa sobre isso, caro, leitor (a)?
20/12/2015
O que eu posso ser ?
Eu posso ser qualquer coisa que eu quiser
Posso ser um sonhador esperançoso,
Posso ser um andarilho destraido,
Que o destino sempre tende a brincar.
Eu também posso ser o destino de alguém
Que em meu caminho possa cruzar,
Posso ser o presente do futuro
Dessa pessoa que há de chegar.
Eu posso ser essa "metamorfose ambulante"
Que Raul viveu a cantar,
Assim mudando sempre
Sem nada nem a ninguém rotular
Eu posso ser oque você de mim guardou
Pensando por muito tempo conclui que
De tudo que eu possa ser
Só posso ser mesmo quem eu sou.
Que a Graça e a Paz de Cristo Jesus resplandeça e “...cresçamos e andai em amor como Cristo...” Ef 4:15 e 5:2
Certamente a mais relatada e admirada historia da humanidade, é “A Vida de Jesus”. Certamente você admira o exemplo de vida dele, a humildade dEle (todos nós admiramos). Mas se formos honestamente o suficiente; queremos ter uma vida igual à dele. “...aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou.” 1 João 2:6.
Enfim, o versículo citado diz que qualquer pessoa que declara que está em Jesus, deve andar como Jesus andou. A palavra é muito clara: Se você diz que está em Jesus, dele andar como ele andou. Avalie a vida dele descrita nos Evangelhos; veja como ele tratava as pessoas; e depois faça uma introspectiva e veja se você está andando com Jesus e colocando a vida dele como um modelo para a sua própria vida.
Atente para o adagio popular: “Diga-me com quem andas e te direi quem és”
Quem muito jura, mente.
Quem muito exibe, não tem é nada.
Quem muito fala, cava a própria sepultura.
Quem é você? Fico me perguntando isso há 21 anos e alguns meses e nunca tive a real certeza de quem eu sou, do que eu quero, do que vivo, qual a minha meta, qual meu desafio, o que eu quero, onde quero chegar, entre tantas perguntas... Acabo respondendo a mais fácil: apenas vou vivendo.
Você vive nas mãos de deus,
...ou nos pés de Deus?
Em qualquer um dos dois, ambos é ilusório.
Afinal temos um livre arbrío arbitrado.
Quem é a sociedade, quem é o povo?
Indagação, conotação.
Essência, real, natural, artificial, virtual.
O sistema que dá calafrio, vulcão.
Aquece a energia, vigia, disciplina, opressão.
A vida artificial, laboratório da colisão.
Desafiar o altíssimo é loucura viva, fatal, mortal.
Não aceito esse intento sufocante.
O martelo que usa inocente como errante.
Que constrói e articula a vida marginal.
Intento opressor, vida paralela.
Quantos presidentes existem.
Quantos ataques o povo resiste.
Quem é a sociedade, são estes donos do laboratório.
Quem é o povo, reféns, prisioneiros, subordinados e tal
Bem sei que muitos negociam no câmbio negro.
A moeda, escambo de troca.
Ora, que o engano não me alcance.
Sim, que o oculto não me dane.
Veja, que o desafio intento desse sistema.
Não, as artimanhas não crie dilemas.
Então, o cajado, a arca, as tribos.
As tábuas, o cordeiro, a cruz.
A queda das muralhas, o maná do céu.
A Sarça, a queda de faraó.
Enfim, do sobrenatural que falo.
A este me rendo e calo.
Outrossim, aliança que manipula.
Não, então esquadrinha e veja meu coração senhor.
Veja o coração do Brasil, veja o que corre no sangue.
Examina minuciosamente cada implante na mente.
És somente tu oh pai, pelo nome de Jesus.
Que pode frustrar a esquizofrenia que tenta controlar, conduzir teus filhos à margem do engano.
Pois o juízo, a espada do homem é covarde e diabólica.
Entrego meu respirar no teu colo oh pai.
Que posso fazer eu para ajuda-lo nesse intento.
Giovane Silva Santos
O eGo nos instiga à dúvida e a prática de certas coisas. Atitudes diversas por está ensimesmado, acuado, aprisionado e querer sair desta prisão denominada CORPO!
Haverá um dia Vida, que te perceberei de fato, e fitando teus olhos, te arguirei fervorosamente com a indagação...
Porque, ou pra que me Gerastes? .
Vivemos imaginando que estamos manipulando o tempo executando todo tipo de manobra, pra está no controle.
E a nós mesmos deixamos correr a frouxas rédeas tudo aquilo que nos pune por procrastinarmos.
Afinal penso, imagino, ser o tempo o mentor de toda essa meta cronológica chamada vida!
A gente transborda quem somos o tempo todo, nos gestos mais simples e nos posicionamentos, sejam críticos ou delicados.
Quem sou eu?
Quando eu me pergunto quem sou eu, sou o que pergunta ou o que não sabe a resposta?
Ficar acordado a madrugada em desespero sem saber o que fazer por uma simples pergunta que soa em sua cabeça.
Quem sou eu além daquele que aqui está?
Quem sou além de ser eu?
Quem sou?
Porque estou aqui?
Quem realmente sou eu?
Sei lá quem sou.
Sou uma pintura? Uma miragem?
Sou um reflexo… talvez uma sombra?
Há muitos anos me pergunto quem sou. Quanto mais me pergunto, menos sei quem sou. Assim o tempo passa e novamente me vejo fazer sempre a mesma pergunta… “quem sou eu?”
Você não pode mostrar seu valor com as promessas que faz;
Você revela seu valor nas promessas que cumpre.
17/05/2023
Quem matou a dignidade de alguns humanos?
Quem?...
...ou tudo isto é parte de um script teatral humanoide, pra mostrar uns, aos outros qual sairá ou será mais honrado!
Mas afinal, provar porque, ou pra que, nossas possibilidades?
Já vai longe o tempo de nos reinventarmos sem o dano doloso.
Ou isto é mesmo nescessário?
A humanidade sempre permaneceu entre beijos, e tapas.
Permanecendo de joelhos curvados em orações e meditação à séculos.
E o resultado sempre foi o mesmo.
Iludidos andamos envoltos em pestes, epidemias, catástrofes, perdas, choros e lamentações.
E pra compensar todo esse infortúnio, sobra apenas a ilusória esperança. Esta por sua vez ovacionada e incentivada, por uma espécie de loucura patológica de alguém que se encontra assentado em tronos luxuosos
e patamares confortáveis.
Mas, que insistem em iludir as massas.
A quem planta
Há quem planta, planta,
E nisso a todos suplanta.
Há quem planta, planta,
Amor perfeito e outras tantas.
E quem assim planta,
Para a eternidade planta,
Colhe o que se planta,
Colhe tanto que se espanta.
Há quem planta, planta,
Replanta e implanta,
E nesse afã que se agiganta,
Até as Primícias dos que plantam,
Contemplando essa missão santa,
Esse Éden que se implanta,
Alegra-se e se encanta,
Do Seu trono se levanta,
E abençoa o que planta.
