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Acróstico da Política
Podridão putrefeita;
Ojeriza visceral
Lixo descartável
Imundície malcheirosa
Tártaro destruidor
Imbecilidade social
Carniça fétida
Algoz do povo
No mundo religioso é visível a diferença de lobos para pastores, inicia-se na contagem, é sempre um pastor para um rebanho e uma alcateia para uma ovelha;
Certas lendas são tão reais quanto as histórias contadas para os pobres por aqueles que tem o poder de transformar mentiras em "verdades" bonita.
Na arena da política desonesta, os invejosos brandem espadas de falsidade; só revelam seu valor ao atacar, mas verdadeira força reside na integridade que não precisa ferir para brilhar.
Quando se percebe que uma pessoa, instituição, e até mesmo nação, são mentirosos, quanto mais mentem, menos credibilidade têm!
A mentira é instrumento do diabo para enganar, destruir e matar. Quem mente, servo do diabo se faz!
Pastor e impostor, são descobertos quando se sabe a porta que eles passaram para chegar ao rebanho de Cristo. Todos pastores que Deus dá às Igrejas, passaram por Jesus, os demais são ladrões e salteadores;
Em uma Igreja Cristã, quando há o ensino secular e científico, misturado a Palavra de Deus, exaltando a ciência humana, é profano.
Não existem homens brilhantes, o que existe são homens que amam a Deus, a sabedoria e possuem fome de conhecimento;
É imprescindível adotar medidas para evitar as estratégias manipulativas empregadas por políticos visando influenciar a opinião pública através dos meios de comunicação de massa.
A fim de salvaguardar a integridade do processo democrático e evitar a instrumentalização da informação, torna-se imperativo combater a propagação de desinformação, focalizando a atenção em tópicos pertinentes e urgentes e desmontando, assim, as estratégias populistas.
Nesse contexto, é possível promover uma renovação da pauta de discussões públicas, visando à priorização de temas de interesse coletivo.
É notório o uso crescente de práticas como a disseminação de notícias falsas, a cortina de fumaça, teorias conspiratórias e o uso de algoritmos para manipular as emoções do eleitorado, promovendo sentimentos de extremismo, ódio e medo, com impactos significativos nos processos eleitorais.
A importância de ser cauteloso diante de soluções racionais e políticas precipitadas decididas em gabinetes, e de reconhecer a complexidade da experiência humana ao confrontar suas próprias contradições.
Isso não implica em rejeitar mudanças, mas sim em agir com prudência.
Quando não se sabe ainda o que fazer, pode escolher entre não fazer nada ou seguir quem já está fazendo;
George Orwell uma vez escreveu: "Guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força".
E eu escrevo: 1984 ainda é 2024, com soldados encarando uma guerra de frente deixando esposas e filhos a sua espera, levando assim, a uma falsa paz global apenas para avançar agendas...
O dilema das massas é que se unem com vigor para derrubar um regime, mas, ao conseguirem, ironicamente não percebem que acabam sendo escravizadas, presas nas correntes de outro sistema.
Não confunda polícia com política;
são fonemas semelhantes; a diferença é que um corre atrás e outro corre na frente; um expropria, outro resgata;
um defende a vida, outro destrói a vida; um é essencial para a vida, outro é essencial para enxovia pública.
O cabotinismo é a essência da política partidária; por isso, prefiro viver sem barulho e longe da pirotecnia das farsas e da maldade.
A subordinação integral da cultura filosófica à agenda política suscita um potencial dilema, no qual a busca pela verdade objetiva e a análise imparcial se encontram em risco de comprometimento.
Este fenômeno sugere a possibilidade de uma influência desmedida de visões ideológicas particulares sobre o discurso filosófico, resultando na supressão da pluralidade de perspectivas e na prevalência de posicionamentos políticos preponderantes.
Tal cenário compromete a integridade da reflexão filosófica ao relegar a primazia da análise crítica e da exploração multifacetada de ideias em prol da adoção acrítica de premissas políticas específicas.
O Estado Brasileiro consegue a façanha de se sustentar com o dinheiro do povo e ainda diz ser esse povo sustentado pelo dinheiro do Estado.
É suspeita uma luta em que os IGUAIS defendem os DESIGUAIS. Afinal, não seria mais lógico os DESIGUAIS lutarem por si mesmos? Ou alguém acredita que os IGUAIS (Elite) querem mesmo que os DESIGUAIS (pobres) dividam com eles suas posições privilegiadas?
A sociedade está separada em dois partidos. Os que pensam demais e vivem de menos e os que vivem demais e raramente tiram tempo pra pensar.
