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É necessário um razoável letramento filosófico, sociológico, econômico e político, e também sofisticação cognitiva, para compreender a real dimensão da desgraça petista para o Brasil

Inserida por aulercoelho

⁠O conservadorismo de direita criou teólogos de teoria, discutem questões sobre a vida sem sentir as dores humanas!

Inserida por bima7oficial

⁠Quem prefere a mentira à verdade, é sinal de que está profundamente alienado!

Inserida por PASTORJORDAO

⁠Há tempos em que vivemos uma inversão de valores, onde uma massa corrompida determina os rumos do país rumo ao abismo. 

Inserida por lobo13

⁠O Egoísmo e a Anarquia nas Instituições Brasileira.

Considerando o cenário político brasileiro atual, é preocupante notar que alguns políticos e ministros parecem estar agindo de maneira autoritária e interesseira, priorizando seus próprios interesses em detrimento do bem-estar da população.

Nesse contexto, é possível que a filosofia da Thelema, com sua ênfase no "Faze o que tu queres", esteja sendo usada como justificativa para essas ações.

No entanto, é importante destacar que a Thelema não é uma filosofia que promove a responsabilidade e a accountability, mas sim uma abordagem que pode ser interpretada como uma licença para agir de maneira egoísta e autoritária. O "Faze o que tu queres" pode ser visto como um mantra que alimenta o ego e promove a anarquia, em vez de promover a liberdade individual e a auto-realização de maneira responsável.

Se alguns políticos e ministros brasileiros estão sendo influenciados pela Thelema, isso pode ser um problema grave, pois pode levar a decisões que priorizam os interesses pessoais em detrimento do bem-estar da população e da estabilidade das instituições democráticas.

Nesse sentido, é fundamental que os políticos e líderes brasileiros sejam conscientes das implicações de suas ações e decisões, e que trabalhem para promover o bem-estar da população e a estabilidade das instituições democráticas, em vez de seguir uma filosofia que pode ser usada para justificar ações autoritárias e interesseiras e ignorar a Constituição.

X, 04 de Junho de 2025.

Inserida por Elizabeth1984

O vasto continente americano.

Você sabia que as escolas no Brasil ensinaram que existe três Américas? 

América do Norte, América Central e América do Sul.

Mas é difícil para os cidadãos do Norte, aceitar a existência do Sul como igual. Em razão disso, alguns sulistas flertam com a China, esquecendo-se que nenhum deles quer ver o Brasil se tornar um País de primeiro mundo, antes deixam que sejamos saqueados e brindam suas taças de bebidas caras, enquanto se banham em sangue inocente.

Inserida por Elizabeth1984

⁠O Brasil precisa mais de uma reforma do judiciário do que das coisas que movem esse país, como fé, café e cocaína.

Inserida por sammisreachers

⁠Quando a política reina a partir do "controle social", a primeira a ir para vala é a meritocracia.

Inserida por LuizVentura

⁠No Brasil, paga-se um preço muito alto para manter a democracia. É preciso fazer concessões; ir ao limite; manter privilégios.
Ela é parcialmente cooptada. Não é plena. Mas é o que temos. E – acredite nisso!–, muita gente boa deu sua vida por esse nosso sistema de representação popular. 

Inserida por brunoescritor01

⁠A política tradicional esvazia-se em símbolos e performance,
migrando para redes sociais e algoritmos;
há politização de tudo e, ao mesmo tempo, apatia difusa —
entre consumo, cultura e desconfiança nas instituições.

Inserida por I004145959

⁠As velhas formas de política agonizam,
enquanto novas dinâmicas digitais, personalistas e emocionais
colonizam o espaço público;
triunfa a política-espetáculo e a economia,
sufocando a deliberação coletiva.

Inserida por I004145959

⁠Nas plataformas digitais, só há o imediato e o eu; não há tempo nem espaço para o debate político.

Inserida por I004145959

⁠É impossível dialogar sobre política com quem pensa com o estômago.

Inserida por rubiney_cardoso

⁠"O poder sem propósito vira vício de poucos — a política com sentido é a travessia de muitos."

Inserida por yago_eisenberg

Quando o povo idolatra o poder, transforma seus próprios algozes em salvadores.

Inserida por pastorgerdaltoyomasu

⁠Toda arguição conduzida por amigos é peça encenada, conspiração disfarçada, justiça subjugada

Inserida por I004145959

⁠Para mim, militante petista, me foi perguntado outro dia: "Como você vê a política?" Eu vejo a política como uma forma de influenciar a sociedade, positiva ou negativamente. O que falamos, o que dizemos e nossas ações são marcadas por décadas e gerações, e muitas vezes influenciam a forma como as pessoas nos veem. Portanto, devemos ser políticos ao falar ou agir, para que nossas falas e ações não sejam usadas contra nós no futuro.

Precisamos saber jogar, como diz a música da imortal Elis Regina: "Vivendo e aprendendo a jogar. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar". A vida é um jogo, a política é um jogo. Quando afirmo que vivo e sobrevivo sem auxílio de governos, estados e políticos, estou sendo um tanto quanto radical. Se eu analisar a história, tanto do presente quanto do passado, percebo que já tive ajuda do governo, de ONGs e de muitos políticos, e posso vir a ter essa ajuda no futuro.

Não posso afirmar que vivo sem a ajuda de ninguém, pois ao dizer isso, esqueço do passado e também de um futuro potencial. O futuro lembrará do que eu disse hoje. Vivo hoje basicamente do meu trabalho, mas sempre recebo alguma ajuda de políticos, em maior ou menor grau. Essa é a dança da política.

Por que digo isso? Porque no futuro, quando algum político olhar para trás, ele reconhecerá que eu não reneguei a política como forma de subsistência da minha vida. Se eu disser que trabalho sem a ajuda de ninguém, isso será pesado e equivocado. A verdade é que, de alguma forma, os políticos nos ajudam, seja com políticas públicas que beneficiam nosso trabalho, individual ou comunitário.

Devemos ter muito cuidado com o que dizemos, especialmente na internet, pois temos influência sobre a sociedade e, através dessa influência, afetamos o voto das pessoas. *Fiquei preocupadíssimo com a fala em público digital, entre os internautas, de um companheiro de lutas históricas, que disse: A luta é incansável sem ajuda dos governantes e parlamentares ".* Isso é pesado. Podemos estar sobrevivendo sem ajuda no momento, mas não devemos rotular isso de maneira definitiva. Afinal, no passado, muitas pessoas e políticos plantaram uma semente que nos ajudou a chegar onde estamos hoje.

Quando dizemos que não temos ajuda de ninguém, estamos renegando um passado recente que fez parte de nossas vidas e nos deixou um legado. Não podemos negar a existência dos políticos em nossas vidas, porque, direta ou indiretamente, eles estão conosco no dia a dia. Gostando ou não, não se vive sem política. Negar a ajuda dos políticos é uma visão muito limitada.

Este é um texto pessoal, escrito em consideração a você. Tomei cuidado de não mencionar nomes específicos, ONGs, sindicatos ou políticos. Generalizei a conversa, mas vocês entenderão a razão disso. Precisamos, principalmente em público, defender nossos políticos e as políticas que eles implementam. Fazemos política direta ou indiretamente, eleitos ou não, dentro do Estado democrático de direito. Um abraço, um cheiro, e obrigado por tudo.

Sex, 05 julho
Ano 2024 Fernando kabral

Inserida por fernando_kabral

⁠10 ANOS EM OLINDA 
Querida Jéssica,

Não se trata de quanto tempo eu estou em Pernambuco, mas sim de quanto tempo eu me neguei a me envolver com a política. Faço militância política há muitos anos. No período em que saí de São Paulo, devido às decepções políticas que tive na época, continuei me envolvendo, mas apenas nas políticas nacionais, relacionadas ao governo Lula e aos nossos ministérios. Ignorei completamente qualquer instância municipal e até estadual.

Quando cheguei a Pernambuco, há 10 anos, e agora em 2024 completo 10 anos aqui, continuei sem me envolver com a política local, até porque eu não conhecia a cidade e estava passando por um processo de adaptação. No entanto, a militância está no sangue da gente; é algo que fervilha dentro de nós. 

Comecei a trabalhar como camelô na praia de Olinda, em uma área frequentada por pessoas de classe A, militares e até extremistas. Automaticamente, meu lado militante começou a despertar. Levava a bandeira do movimento negro, do arco-íris, do movimento LGBTQIA+, além de outras bandeiras, como a "Lula Livre". Foram tantas bandeiras que às vezes colocava três ou quatro no mesmo dia, incluindo a do MST.

Fui conhecendo pessoas, mas ainda assim, não me envolvia com a política local. Até que veio a campanha de Teresa Leitão.

O comitê de Teresa Leitão ficava no centro de Olinda. Eu já a conhecia de algumas ocasiões em que ela esteve acompanhada da então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, em visitas à cidade. Por isso, decidi ir até o comitê para falar com Teresa, já que a conhecia de São Paulo, onde ela havia estado com Luiza Erundina.

Eu não via Teresa Leitão há muitos anos e não tínhamos uma amizade próxima. Observava a aproximação dela com a então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, e o tempo foi passando. Foi nesse contexto que conheci Dona Ana. Eu disse a ela: "Não quero saber de política, não quero saber de política. Vou segurar a bandeira aqui, como todo mundo está segurando bandeira, e está todo mundo ganhando um troquinho, ganhando R$ 100 por semana dos partidos de direita, né?" Mas eu não ganhava um centavo. Segurava a bandeira porque queria participar da campanha de alguma forma.

Estando ali das 7:00 da manhã às 7:00 da noite, eram 12 horas diárias, de domingo a domingo. Aquele ponto acabou se tornando um espaço de encontro para o pessoal do PT. Começou a aparecer gente do PT, e fizemos algumas atividades, uma delas foi um aniversário simbólico para Lula, que reuniu em torno de 150 a 200 pessoas. Foi uma coisa belíssima; até hoje tenho lembranças muito boas daquele dia.

Ali, comecei a me envolver um pouco mais, mas, mesmo assim, ainda resistia. Dona Ana estava sempre lá na barraca, até que, aos poucos, fui me aproximando mais, conversando com Teresa Leitão, e comecei a me envolver de novo na campanha. Era a campanha coletiva de Olinda, com Dona Ana, Paulo, Breno Almeida, e uma moça cujo nome não me recordo. Foi assim que conheci Vinícius e outras pessoas.

Apesar disso, eu ainda era muito preso ao meu trabalho, com 12 horas diárias, das 7:00 da manhã às 7:00 da noite, com pouco acesso à internet e à informação. Vivendo naquela bolha da praia, meio que diariamente, você acaba sabendo que existe um mundo político acontecendo. Eu continuava acompanhando as questões do governo federal, mas não me ligava muito na política local. Além disso, em termos de mídia e propaganda local, somos péssimos. Basicamente, só recebemos notícias do que acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, e no Sul; aqui no Nordeste, a cobertura da mídia progressista de esquerda é muito ruim.

Enfim, acabei me envolvendo, e agora estou de volta, já envolvido de tal forma que não tem mais volta. Vamos à luta, porque voltei para ficar. É claro que sou uma pessoa limitada, por conta dos meus problemas de saúde, o que me impede de participar de determinadas coisas para que não aconteça algo fora do meu controle. Por isso, meu conhecimento é extremamente limitado, e na maioria das vezes prefiro me calar e ouvir, para aprender com vocês e adquirir maior conhecimento sobre política local, estadual, e sobre a história do Nordeste. É mais ou menos isso.

Fernando Kabral

Inserida por fernando_kabral

⁠Ao longo das décadas como militante do Partido dos Trabalhadores, atuando nas ruas, ônibus e em meu trabalho e nos últimos anos mas no campo virtual, me sinto profundamente representado por nossa sigla. Este trabalho constante, seja no campo real ou virtual, obedece a um processo hierárquico onde busco sempre criar o melhor conteúdo dentro da minha área de atuação, principalmente tecnicamente. O mundo girou e a forma de fazer políticas públicas também. É essencial, na política, que todos apoiem aqueles que estão à frente na luta por nossas pautas. Em vez de competirmos, devemos apoiar e acompanhar aqueles que nos representam, pois quando eles alcançam seus objetivos, todos nós avançamos juntos. Nosso trabalho de base, embora muitas vezes discreto, é fundamental para construir uma força coletiva. A colaboração e o suporte mútuo são a base para uma política democrática e eficaz, onde a vitória de um é a vitória de todos.

#fernandokabral13

Inserida por fernando_kabral

Sobre a vida política, pensemos⁠...
"Se nós não gostarmos de política...
seremos governado por quem gosta...
e isso não representa uma boa ideia!"
(Bárbara - Teatulizei)

Inserida por MOISES_SARGE

O maior representante que a sociedade pode ter, é ela mesma!

No meio de milhares de votos, a culpa é jogada em cima de quem votou, seja o candidato eleito ou não!

⁠Coração devastado de vê
Tanta dor pede paz para o mundo
E para o próprio interior.

⁠Polarização política é efeito da inversão de papéis: políticos elegem o povo para representá-los.

Inserida por ofrancopensador

⁠CONSTATAÇÃO
De muitos políticos brasileiros atuais, pode-se dizer que são a reserva imoral da nação.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO