Tag polícia
Se é para ser fã de alguém, prefiro ser fã dos soldados da Polícia Militar, dos bombeiros, de enfermeiros e médicos, os quais dedicam e arriscam diariamente suas preciosas vidas por nós.
Não confunda polícia com política;
são fonemas semelhantes; a diferença é que um corre atrás e outro corre na frente; um expropria, outro resgata;
um defende a vida, outro destrói a vida; um é essencial para a vida, outro é essencial para enxovia pública.
Se a investigação for pobre, o processo será frágil. Se a apuração for morosa, a justiça será inócua. Portanto, o destino da verdade penal repousa nas mãos da Polícia Judiciária — sua presença é a centelha da justiça; sua ausência, o prenúncio do caos. A justiça que tarda não apenas falha, mas apunhala a esperança. Um sistema que se pretende justo deve investir na base — e essa base é a investigação. Não se constrói um tribunal digno com alicerces trincados. O Brasil precisa enxergar a Polícia Judiciária não como um apêndice, mas como a vértebra principal do sistema penal. Sem ela, a justiça é cega, surda e muda. Com ela, a verdade ganha voz, o povo ganha esperança, e o tempo, enfim, se curva diante da justiça.
Enquanto a periferia não romper o ovelhismo, a única resposta que irá ouvir ao cobrar seus direitos serão tiros.
Conclusão de um comentário que eu recebi, referente a 9 jovens, que morreram numa ação militar, no baile funk, em São Paulo:
Se você é negro (mesmo que você se considere branco, tem sangue de negro correndo nas veias e é pobre), morador da favela: - não saia de casa, pois você corre o risco de passar pelo lugar errado, na hora errada e acabar sendo assassinado pela polícia (polícia pobre, negra, e até morador da favela, subordinada pelo sistema para obedecer as ordens que vem de cima para baixo).
O estado educando a sociedade
Em 1970 a polícia educava com cacetete
Nas costas da classe trabalhadora.
Esta é apenas uma data
Próxima a data de hoje.
Em 2013 a polícia educava
Com cacetete, gás lacrimogêneo,
Bala de borracha, não que naquela
Outra época não tivesse isso.
Em 2014 a polícia educou
Da mesma forma, censuraram
Uma grande parte da sociedade.
Em 2015, também.
Em 2016 calaram a voz do povo,
Manifestante pode ser preso
Como se fosse terrorista,
É proibido grafite nas ruas
Manifestando-se contra o governo,
É proibido reunir-se na praça,
Durante as olimpíadas
Que já passou, tudo ainda
Continua proíbido.
Por que a polícia
tem o direito de perguntar
pra onde estou indo?
Quem condena ou absolve são as investigações realizadas pela polícia; na justiça, ocorre meramente a judicialização do inquérito, cuja missão principal é destruir o arcabouço probatório produzido pela polícia.
A investigação se exaure na Polícia; a função da Justiça é unicamente tentar reproduzir aquilo que foi construído na Polícia.
Não existe Investigação em sede judicial; se o fato foi reproduzido segundo a história verdadeira a chance de uma condenação é grande; se não há indicação de autoria pela polícia, o destino será o inevitável arquivamento do inquérito.
A audiência de custódia é uma verdadeira aberração jurídica no Brasil; um monstro sem cabeças, um pesadelo social, e instrumento de fomento à impunidade; criada em 1969, em tempos de exceção, naquela época talvez pudesse ter sido útil, mas nos dias atuais, funciona tão somente para esvaziar presídios, soltar criminosos perigosos, desmoralizar a vítima e arrumar processos para bons policiais, além de servir para satisfazer a interesses de agentes públicos acometidos pela síndrome da laborfobia aguda. Segundo o artigo 7º do Pacto de São José da Costa Rica, toda pessoa presa deve ser conduzida, sem demora, à presença de um juiz ou outra autoridade autorizada por lei a exercer funções judiciais e tem o direito de ser julgada em prazo razoável ou de ser posta em liberdade, sem prejuízo de que prossiga o processo. Assim, a condução do delinquente à presença do Delegado de Polícia para deliberar sobre a lavratura ou não do flagrante já atende o comando do pacto, uma vez que a autoridade policial é autorizada por lei para exercer funções de polícia judiciária. De sorte que extinguir essa porcaria seria medida que atende ao interesse da sociedade, legitima as ações do Estado, sendo correto afirmar que a prisão é uma consequência natural de quem fez mau uso da liberdade.
Criam-se leis e entendimento jurídicos
excessivamente garantistas que atrapalha todo o processo criminal, logo, o policiamento. Da mesma forma que a carga tributária e a burocracia e as leis excessivamente protetora para o trabalhador, pode e geram desemprego e torna o empresário um possível sonegador de impostos, gerado pelo chamado jeitinho brasileiro, como uma forma, muita das vezes, para não falir, poderíamos pensar que a
legislação efetivamente garantista das leis e os entendimentos das supremas cortes extremamente lenientes aos criminosos torna o serviço policial quase impossível de ser realizado e uma prisão praticamente um processo dantesco e colossal, dando-lhes apenas alternativa de nadar contra a corrente ou não fazer nada.
"No mundo, o Brasil é o país que tem o melhor sistema de redução de velocidade veicular: é agente municipal, polícia, radar, sistema de monitoramento, lombada e muitos buracos nas estradas."
Genocida
a polícia sabe onde atirar
não é no alvo...
a mira é um ponto preto
colado na própria retina.
A polícia é a primeira a causar desordens sociais, pois não respeitam nem a si mesmos, tampouco os indivíduos que são abordados em atos desumanos e violentos.
Respeitamos as escolhas alheias e desejamos aos socialistas a abundância da Venezuela, a segurança da Rússia, o salario de Cuba, a justiça, a liberdade e a mobilidade da China e da Coreia do Norte.
A Polícia Civil é a guardiã da justiça, a voz da lei diante do crime e a esperança daqueles que clamam por segurança e verdade.
Seu enfraquecimento não é apenas uma ameaça à instituição, mas um golpe contra o próprio Estado de Direito, comprometendo a ordem, a paz e a confiança da sociedade no sistema de justiça.
Negligenciar sua autonomia, desvalorizar seus profissionais e ignorar a necessidade de investimentos é permitir que a impunidade se fortaleça e que o caos tome o lugar da justiça.
Uma sociedade sem uma polícia investigativa forte é uma sociedade refém do crime, onde a verdade se perde e a justiça se torna apenas uma promessa vazia.
O momento exige decisão e coragem. O fortalecimento da Polícia Civil não é um favor, mas um dever do Estado para com a população.
Cabe aos governantes, legisladores e à sociedade como um todo reconhecer que a segurança pública começa na investigação eficiente, na busca incansável pela verdade e na inabalável defesa dos direitos fundamentais.
Assim, que a Polícia Civil seja não apenas protegida, mas elevada ao patamar que lhe é devido: o de uma instituição essencial, permanente e indissociável da justiça. Pois onde há investigação, há verdade. E onde há verdade, há justiça.
Providência
Eu vejo cenas de um video alterado
Mudança no cenário
Não importa o pecado
Nada justifica a execução
O jovem já tinha se rendido
Pra que matar o menino
Que pediu pra não morrer
Olha lá o garoto ensanguentado
Colocaram uma arma na mão de Eduardo
E fizeram dois disparos para o lado
Três polícias acusados pela morte
Começaram a ser julgados
O que leva um crime confesso e provado
Levar dez anos para se resolver?
Justiça pelo Eduardo e outras vítimas
Que perderam suas vidas
Nessa guerra de poder
Já fiz até uma reza
Pra isso nunca mais acontecer
