Tag poesia

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SONETO SONHADO

Sonhei que saudade de ti sonhava
Aqui pelas bandas do meu cerrado
Foi tão bom, uma pena ter acabado
Pois nele, sonho, contigo eu estava

Que pena... era um sonho sonhado
De lembranças em que a alma lava
Onde a tua falta na minha ali ficava
Em um silêncio d'um afeto amado

Sonhei hoje contigo, nem imaginava
Ter-ti tão manifesto ali ao meu lado
Num sonho, que nostalgia passava

Queria de ti, não estar desamparado
E sonhar-ti, onde só amor anunciava
Eterno sonho, eternamente no fado...

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro, 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

A monocromia já faz parte do dia-a-dia

Inserida por pqptelo

"Prefiro ter os pés num coração..."

Inserida por aislanfonseca31

Se eu escrever ,mesmo não devendo por causa do meu medo de afastar você de mim ,peço que leia ,mas leia apreciando cada palavra pois foi moldada pra ti.

Inserida por Barcelosiasmim

Se um dia eu te escrever por engano,tantas coisas do quão eu nem sabia tanto. Escrever por meus dedos estarem com saudade,mas a saudade é da sua pele,de tocar sua alma,ah se um dia eu escrevestes por engano é meu coração quase gritando o mais alto possível volta logo aqui é seu canto.

Inserida por Barcelosiasmim

O silêncio simplesmente não deixa que as palavras saiam ,as vezes não conseguimos e sabemos que é inútil o ato de forçar ,damos tempo ao tempo torcendo que o silêncio não impeça o vazio de se preencher.

Inserida por Barcelosiasmim

Ter o dom,ou a estranheza de pensar
E se aprofundar em cada detalhe dos arredores
Ouvir e sentir os Sons da poluição
E me arder os ouvidos
com a rotina incerta de meus pensamentos

Cada detalhe me prende de alguma forma
As luzes da cidade não são muito observadas
Mas eu as conto e observo
Como se fossem estrelas no céu

Todos os ares que por lá passam
São lembrados por mim
E de alguma forma eu os recordo
Como se fossem experiências de vida

Para alguns pareceria nojento
Lembrar do gosto de ferrugem
Que ficou em meus dedos
Quando toquei os corrimões do parque

Mas para mim,isso é poesia
Os gostos dos ares
E o rangido dos pés na calçada
Como as pessoas são distraídas
Não, eu que sou observadora
Ou somente louca poetiza

Inserida por marilia88

Toda poesia amanhece e é dia, seja bom esteja dia

Inserida por biohelioramos

Urgência é o estado de espírito que requer Amor

Inserida por biohelioramos

CHUVA NO CERRADO ( soneto)

Canta chuva, no cerrado, uma cantata
E há, feérico coro no planalto fustigado
De gotas do céu num tilintar animado
Como que um suave retinir de prata

Bendita chuva que ao chão imaculado
Batiza a secura com água que desata
Verdes relvas e fulgor novedio da mata
Num renovo de um frescor empanado

Alvor ideal que desponta na fragata
Do sertão, num úmido beijo desejado
Arejando, generosa, em trínula volata

Ah! Num regozijo do viver denodado
Num delíquio louco, ri-se escarlata
A encantada chuva que cai no cerrado

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro, 04, 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

"A trilha sonora do meu dia é sorrir... Eu danço conforme o coração."

Inserida por aislanfonseca31

(...) "Eu danço ao som do meu sorriso."

Inserida por aislanfonseca31

(...) "Baseado em amores reais. Eu me poesio no seu sorriso..."

Inserida por aislanfonseca31

"No meu coração tem a placa: É permitido passar por aqui e ficar."

Inserida por aislanfonseca31

Sem mais, nem mais. Soma, soma, vai! Na nossa conta de mais eu sou mais você...

Inserida por aislanfonseca31

(...)
"Você é o dia que sempre vem me amanhecer..."

Inserida por aislanfonseca31

A poesia rola solta quando sinto teu cheiro, quando ouço tua voz ! Rola os sonhos, desejos...vem em mim ! Me caça, me acha...me leva no teu riso, na madrugada...me canta com o teu olhar !

Inserida por LeoniaTeixeira

CERNE (soneto)

Do ventre do cerrado ergui meu gemido
Estrugido duma saudade que me eivava
Furtando o fôlego duma dor que escava
O coração já aturado e um tanto dividido

Da solidão a tramontana reviu-se escrava
No cerne da sofrença no peito desfalecido
Que és de tudo escárnio no fado contido
Grito! Que ao contentamento então trava

Que labareda tal me arde no esquecido
Me remanescendo qual tétrica cadava
E me prostrando na réstia do suprimido?

E, se toda sorte aqui me falhe, és clava
A esperança, dum regresso ainda vivido
Factível, sem os que a quimera forjava...

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro, 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Eles tinham um jeito tão particular de olhar um para o outro que as palavras eram esquecidas no silêncio e no sorriso em cada rosto.
Esse era o mais sincero cortejo feito pelos dois, se amavam até mesmo quando não havia um toque ou algo mais depois.
E assim muitos encontram o amor em um simples momento, nessa forma de amar que ficou esquecida no tempo.
Eles não tinham um corpo escultural mas isso não seria a grande atração no final.
Eles amavam o olhar que afaga e acalma, o olhar de quem faz cafuné na alma.

Inserida por jucsom

Acelerado é o coração que divaga em amor, bebericando vinho e suspirando sonhos

Inserida por biohelioramos

Entrego as virtudes do meu pensar ao colorido delírio do meu ser POESIA

Inserida por biohelioramos

Divago a tormenta desta noite, seguindo a bruma dos campos verdejantes em um deserto de amor

Inserida por biohelioramos

Condenado ao silêncio de minhas palavras, serei a dor em colapso

Inserida por biohelioramos

O ápice do amor é quando nenhum lugar do mundo existe, sem que estejamos lado a lado

Inserida por biohelioramos

Quero as lágrimas de tristeza, pois só assim saberei que fui feliz

Inserida por biohelioramos