Tag poesia

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A língua cala sem fala com textura alisa
A língua sara

Inserida por biohelioramos

Beberei em seu conjunto perfeito o mel dos fragmento de seus desejos açoitado de sua alma

Inserida por biohelioramos

Vou cantar uma canção, que descanse seus medos e revele sua ação

Inserida por biohelioramos

Penso na histeria que seria, um mundo sem poesia, não teríamos flores nem respiração

Inserida por biohelioramos

Amor é individualista, possessivo e amor, se não entendeu é preciso amar

Inserida por biohelioramos

Palavra da salvação é conjugar o verbo amor para todos que passarem

Inserida por biohelioramos

Siga seus sonhos, mas se estiver dormindo, espere acordar para não se perder

Inserida por biohelioramos

Vista-se de céu e sua nudez será a vista mais linda em pleno ar

Inserida por biohelioramos

A carniça é fétida e só serve ao urubus que saúda a morte prendendo a respiração

Inserida por biohelioramos

Amor é poesia
Poesia é loucura
Loucura é doçura
Cura

Inserida por biohelioramos

Por entre as ondas o movimento do mar, por entre as formas o movimento do amar

Inserida por biohelioramos

Estender a mão e caminhar por entre as estrelas do arco celestial, doce loucura ou profecia

Inserida por biohelioramos

A água que te refresca, também te afoga a diferença esta no tratamento e na dose

Inserida por biohelioramos

Frescor da brisa que refresca a alma valente, palavras de Gaia inspirando o florescer nos campos, onde nasce as virtudes

Inserida por biohelioramos

"Não quero ser apenas uma poesia.
Não quero nem uma letra sequer...
Eu quero somente sentir em mim, sua alma rimando com a minha a me envolver."

Inserida por Katye

REBOTO

Cobra d'água
cobra sega...
Cobra braba
cobra pega,
tem cobra dando seu bote
em meio a sua macega.

Cobra a divida
cobra a vinda...
a ida e volta esta ferida
seu moço cobra a conta
d'essa sua triste vida.

Porque cobra aquele no
que nunca pagou ninguém
se um dia foi inteiro
hoje não vale um xerem.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Somos ideias
a palavra
pele

Inserida por taekwonmaster

ENTRANHAS (soneto)

Então? Poucos estarão ao teu lado
Tua sorte vai até quando fores útil
O desprezo é porção do lado fútil
Lamentável, da ingratidão é aliado

De tão cego o afago se torna inútil
Vários hão ambição, pouco agrado
Onde o olhar se faz fragor calado
E o abraço repulsa num solo fértil

Afaze-te ao discernir denodado
Da injustiça encontrarás o covil
Da proteção o ferrolho trancado

Não te faças de amigo neste ardil
Nem formidável no vil acordado
A dor calejada, pode ser gentil!

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

AMOLDO VERSOS (soneto)

Eu amoldo versos como artesãos
Do barro inviolado a transfiguração
Livre é o saltimbanco do coração
Que trova alumbramentos cortesãos

Nas pontas dos dedos em convulsão
A quimera arranha os tarares anciãos
Com a lira d'alma nos gemidos sãos
Escorrendo expressão da imaginação

Gota a gota, tato a tato nos corrimãos
Das vozes que aos amados clamam
E das odes que saem como bênçãos

Neste improviso tem dores, emoção
Solidão. Na cata dos sensíveis grãos
Da poesia. Transformados em canção!

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Seja breve em demorar. Apresse-se em fazer com que o tempo passe mais
devagar.

Inserida por alissonzeferino

SOLIDÃO BORRALHEIRA (soneto)

Erma solitária solidão borralheira
Que atulha o cerrado de melancolia
No entardecer encarnado em romaria
Alongando o minuto em hora inteira

Assim só, os sonhos vão pra periferia
A espiar a sofrença além da fronteira
D'alma, caraminholando oca asneira
A crepitar agonia em atroada sombria

O vazio do imenso céu sem cabeira
Nos engole com chilreio e zombaria
Galopando apertura numa carreira

Tétrico encanto da solidão crua e fria
Que do silêncio é a sua mensageira
E que ao coração saudades anuncia!

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

O filme mais lindo e empolgante é aquele o qual morremos no final

Inserida por biohelioramos

O poeta quando envelhece a força diminui, mas aumenta a inspiração.

Inserida por biohelioramos

QUIMERAS DOLOROSAS (soneto)

Estou solitário no cerrado sem cores
Nas lembranças tristuras guardadas
No peito vis nostalgias desmaiadas
De sortes desfolhadas e sem flores

As tardes de mesmices requentadas
Que a solidão arrefece aos arredores
Enquanto vão esgarçando as dores
Perdidas saudades hão em toadas

Quantos gemidos, quantos valores
Por estarem dolorosas nas ciladas
Largam as quimeras nos bastidores

E nas presunções alheias, estacadas
Que fazem da condição só temores...
Me vou arrastando entre vergastadas!

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

a Poesia é o ar puro do pensamento....

Inserida por nataliarosafogo1943