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Uma ditadura se começa reprimindo a liberdade de expressão e cortando os laços afetivos sociais e com o país.
As armas nunca fizeram povos fortes e livres. O quê faz um povo realmente forte e livre são os laços de amor.
Para ser oposição não é preciso fazer oposição sobre qualquer coisa e o tempo todo. Parar e calar também é fazer oposição.
As pessoas arrotam que são conservadoras, não sabem e nem praticam o conservadorismo. Ser conservador não é ser perseguidor e nem mal educado. Ser conservador é manter os valores tradicionais que sustentam uma sociedade.
Esmiuço o que não é liberdade de expressão: os tradicionais crimes contra a honra, incitação contra a ordem democrática, apologia ao crime e disseminação de mentiras. (O quê orbita no campo da crítica e do humor não depreciativo relativo à individualidade, ninguém pode tocar)
Ninguém pode ameaçar, fazer apologia ao crime, violar a honra do outro, incitar crimes contra a ordem democrática, e da mesma forma mentir. A liberdade de expressão tem a ver com tudo que o que você viu, ouviu, sentiu, pensa e expressa de alguma maneira.
Tenho vontade de fundar o Movimento Antichatista só para reclamar tudo o quê anda chato no Planeta Terra.
Não há coletivo de pessoas no mundo que crie um movimento social sem algum tipo de necessidade. Desqualificar o movimento negro é uma vilania tremenda, e é desqualificar todos os demais movimentos sociais. Se precisar eu desenho para você.
Neste país violentísismo para mulheres de todas as idades, precisamos ensinar as nossas meninas que para serem respeitadas não é preciso agir de maneira alterada, não é preciso falar alto e não usar palavras de baixo calão (mesmo que por ativismo na rede social e na vida).
A palavra tem um efeito muito poderoso, e mesmo que até por irreverência, ela tem que ser medida, porque a imagem das mulheres latino-americanas dentro dos nossos países e fora já está para lá de banalizada.
Não podemos nos acostumar sendo reiteradamente depreciadas e aceitar menos do que merecemos.
Desejo à todos o amor indestrutível a nossa Natureza, aos nossos símbolos pátrios, a nossa cultura e a tudo que nos identifique honradamente como brasileiros de forma que o radicalismo político de nenhuma matiz se sinta autorizado e forte o suficiente para destruir.
Não vejo diferença daquela primeira-dama dondoca que abandonou o pequeno Miguel no elevador entregando nos braços da morte daquelas pessoas que não entendem que todo o governante distribuí sobre as nossas cabeças o céu e o inferno, e que é preciso ter bom senso ao aliar a Economia com a Saúde para salvar a nós mesmos e o Brasil que desejamos entregar para sermos lembrados da melhor maneira possível pelas novas gerações.
O brasileiro nunca foi bem tratado pelos poderosos, não consigo entender o porquê tratam políticos e altos funcionários públicos como heróis!
Aliás, não gosto de puxa saco de esquerda, centro ou de direita. Puxa saco é apenas um extremista mais arrumadinho e mais perigoso.
Eu vejo muita gente reclamando com agressividade o quê é certo, mas em algumas esferas de poder e países é necessário ter tato para falar. Muita gente não me compreende porque tem falta de maturidade...
Nos últimos 20 anos, o Brasil não saiu do topo dos países mais perigosos para uma mulher viver, as minhas prezadas colegas feministas se sentem agredidas quando defendo o resgate do romantismo e os machistas inveterados o ignoram
como um caminho de pacificação desta guerra dos sexos que não está levando ninguém a lugar nenhum.
No romantismo muito diferentemente do machismo e do feminismo, não há apenas um lado, mas sim dois lados comprometidos com a satisfação de uma relação.
Estamos em plena pandemia e vejo pelas redes algumas adeptas ao feminismo e adeptos ao machismo investindo numa carga desnecessária num momento que homens e mulheres deveriam estar sendo motivados a buscar o fortalecimento do envolvimento e dos laços afetivos.
Neste momento muito ruim é que temos que buscar os mais altos valores morais para fortalecer os nossos sonhos, pois um Brasil mais respirável começa por nós.
Quando desvalorizarem nós mulheres brasileiras, tenham em mente o seguinte:
não conheço nenhum país do mundo que tenha tido na História uma heroína de dois mundos.
Homens e mulheres andam precisando angariar educação afetiva para uns não matarem os outros.
Uma pessoa educada afetivamente não entra e choque com a pessoa amada, e nem fica numa relação onde é ignorada.
Uma pessoa educada afetivamente simplesmente tenta sem choque cultivar uma relação, e quando não há mais como parte para outra com discrição e sem conflito.
A lei ajuda. A punição ajuda. O quê deveria mesmo é ser pensado é numa estratégia de educação afetiva da sociedade não só aqui, mas em todo o país.
