Tag passos
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É preciso redescobrir
O silêncio da tarde
Os passos pequenos
Desse longo caminho
Chamado beleza.
“Você pode até andar, mas é o solo em que pisas que firma teus passos; você pode até correr, mas é o ar quem abre o caminho pra você passar. Você pode até voar, mas é somente a sabedoria que o fará com segurança pousar. Portanto, você nada é, sem o apoio de quem o fez existir.”
As vezes a alma descansa nos degraus da vida para que o coração pulse mais leve e avance mais um passo para o caminho da luz.
Meus sapatos foram feitos de pedras e deixei marcas pesadas pelo chão... foi quando Deus enxugou minhas lágrimas e os tirou e disse-me : - Agora, siga e levite sobre as rochas e quando te sentires euxarido levante uma mão e toque o céu e com a outra toque a terra, enquanto curo as feridas de teus pés.
Outros virão para seguir teus passos, portanto, reflita bem antes de demarcar com os teus pés esse chão chamado Terra.
No passo que vai e vem,
carrega-se a vontade — viva, inquieta.
Que passos são esses,
que a areia reteve como lembrança?
São vestígios de quem busca o sentido,
de quem caminha sem saber,
mas deixa, mesmo assim,
marcas fundas no tempo.
Pegadas que narram silêncios,
segredos que o vento não levou.
São mapas ocultos no chão,
histórias que sussurram nas entrelinhas.
Memórias ancoradas num instante,
revivem quando o tempo nos alcança.
O tempo — esse não apaga tudo.
Há passos que nos guiam de volta,
e neles, talvez,
o nosso destino esteja escrito.
Nada pode ser tão brutal do que forçar uma pessoa a andar fora de seu ritmo. Contudo, cada um de nós precisa dar os próprios passos, rumo à sabedoria e à própria felicidade e bem estar!
Que nossos passos edifiquem, nossas palavras inspirem e nosso amor transforme cada lugar por onde passarmos.
Zambeta é quem anda apertado. Como se tivesse com pressa. Muitas vezes sim. Como se tivesse marcando os passos do caminhar. Cortando os caminhos. É aquele dos passos curtos, dos atalhos. Muitas vezes tesoura. O velho olé de baixo da saia. A marca do Garrincha. O cambaio, o zomba, o junteiro. Quem faz conchinha sozinho e ainda X de frente pro mar. É quem tira de letra qualquer flash que registrar.
Meus passos correm em busca de mim
Em busca de quem eu sou
Em busca de onde estou
Em busca do meu lugar no mundo
Do meu propósito
Da minha missão
Do meu ser
Do meu mais profundo
Cada caminho um descaminho
Cada detalhe uma soma
Cada espaço um entalhe
Cada espera uma demora
Sigo a estrada do porvir
Cheia de sonhos e alianças
Pelo surgir da aurora
Entro nos passos desta dança
#Lembranças #de #dias #frios
Na noite que se anuncia...
Em hora que não é mais dia...
Frio intenso, garoa em lenta agonia...
O vento sopra...
Faz a árvore balançar...
Folhas velhas, já quase mortas...
Em meu caminho com poças d'água...
Para eu passar...
Pessoas correm abrindo guarda-chuvas...
O céu escuro vai ficando...
Na voz do pássaro...
Que frio!
Caminho...
Observo a calçada molhada...
Um brilho em toda paisagem...
Um passo atrás do outro...
Tudo isso é belo...
Em festa meu coração...
Espírito cheio de vontade...
Sentimentos sempre me aquecem...
Até a vil traição...
Depois de lágrimas quentes...
Sempre surge em mim o perdão...
Eu me preparo e espero a chuva que há de vir...
Já sinto o vento e o frio que a anuncia...
Sinto mais uma vez o sopro da vida...
No dia que já vai...
Meus passos seguem sozinhos...
Deixo a minha alma encontrar...
Com meu destino ninguém mais se importa...
Tudo vai e vem, tudo vem e vai...
Lembranças doces que escorrem...
Dias que não voltam mais...
#Em #meu #sonho #destilado...
Desvende meu segredo...
Como vinho que espera ser saboreado...
Na essência de minha paixão...
Sem fugir da forma de ser...
Onde minha alma possa descrever...
O tempo contado nas batidas do coração...
Meu amor assim é contado...
Entre passos e compassos...
Sem saber nem quando...
Sem saber nem onde...
Assim te amo...
Porque não sei amar de outra maneira...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho.
Pense sempre um passo a frente.
E veja os cem passos deixados atrás...
Assim evitara os possíveis erros nos
Passos futuro que vão ser dados.
Ás vezes os meus passos teimam comigo e, quando me dou conta, já estou nos nossos lugares preferidos te procurando.
Passos tão desobedientes que teimam em te procurar em nossos lugares preferidos; é saudade dos momentos, das conversas nesses bancos de praças em meio à arvoredos e tapetes floridos pelas flores no caídas; culpo meus passos, mas meu coração também é culpado.
Na escuridão dos meus passos, me julgo só e não encontro auxilio, este que pode me nega e eu que preciso, me calo, que vossas perdas despertem o dom do amor ao próximo, ou voltaras inúmeras vezes até ser justo.
Ela não está perdida.
Ela vai ao ritmo certo, há passos leves há procura do melhor caminho para chegar no destino ainda não percorrido, mas já marcado.
