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O que os olhos vêem?!
Tantas são as situações verbais que citam o 'olhar'. Quem já ouviu: "O que os olhos não vêem, o coração não sentem" (ditado popular). Essa frase indica que o olhar interagem com o restante do corpo, mas isso é algo automático? Qual a primícia da funcionalidade da visão? É a visão que nos permitem criar a imagem. Sua função é fazer a energia luminosa (luz) chega aos nossos olhos trazendo informações do que existe ao nosso redor. Nossos olhos conseguem transformar o estímulo luminoso em uma outra forma de energia (potencial de ação) capaz de ser transmitida até o nosso cérebro. Esse último é responsável pela criação de uma imagem a partir das informações retiradas do meio (in: sobiologia). Pronto. Se nossa visão realiza plenamente sua função, então olhamos algo que foi produzido em nós, por nós, dentro de nós. O nosso corpo em pleno funcionamento. Em plena interligação. Ou seja, eu vejo o que minha capacidade de visão cria de imagem. Esse procedimento é necessário para interpretarmos o mundo. Sim, mas não apenas 'olhando'. A medida que eu olho, já realizo uma interação interna e externa. Por isso tão necessário Jesus dizer nas escrituras sagradas: "Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz". Mateus 6:22. Essa explicação resolve muitos conflitos, não é? Tudo depende do seu conceito de 'bondade'. Que não deve ser divergente do que explicita o dicionário Aurélio da Língua Portuguesa: bondade- "qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente inclinado a fazer o bem; benevolência, benignidade, magnanimidade" . Por isso quis o salmista Davi ter infinitamente a bondade em sua vida: Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias. Salmos 23:6. Posso partir também para pensar que o 'olhar' também se tornou uma condição 'Sine qua non', ou seja, 'conditio sine qua non é uma expressão que originou-se do termo legal em latim que pode ser traduzido como “sem a/o qual não pode ser”. Refere-se a uma ação cuja condição ou ingrediente é indispensável e essencial'. Isso foi evidenciado na atitude do discípulo Tomé. Duvidou da ressurreição de Jesus, até que ele o viu: 'Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram'. João 20:29. O que dizer de um cego? Viverá eternamente em dúvida? Claro que não. Quem não consegue ver; indivíduo que, por alguma razão, foi privado de sua visão, usam os outros órgãos: o tato, audição e outros sentidos para enxergar para criar sua imagem do ambiente. A pergunta inicial: o que os seus olhos vêem?" na atualidade tem gerado intensas polêmicas, isso porque há uma vontade individual, ou de grupo segregado para 'impor', 'relativar', 'banalizar', 'ditar' a nossa maneira de olhar. O que foi explicado no início desse texto, como que funciona nossa visão. Há como disciplinar nosso olhar? Eu respondo que há como sermos pessoas de bem. Concordo com as palavras de Jesus, e reafirmo: se os nossos olhos forem bons, tudo segue bem. Se isso não se efetiva, há uma opressão ou uma prisão. E isso chega a ser leviano. "Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão". Mateus 7:5. De certo é que a humanidade desde séculos passados tem desejado não vêem. Talvez por isso se justifique o ditado que citamos. Não vêem, não sente. Palavras de Jesus: "E se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o e jogue-o fora. É melhor entrar na vida com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no fogo do inferno". Mateus 18:9. Em síntese: - O olhar que faz sentir. O olhar de bondade. O olhar que faz crê. O olhar leviano. O olhar que prejudica. O olhar de um cego. Seja qual for a parte do texto que descrevi, o meu objetivo é que você seja possessor do seu 'olhar'. Sem trivialidades.
"Realmente: Uns vivem, outros só existem. Muitos olham, mas poucos realmente enxergam e vão além. Uns fazem a diferença, enquanto outros não fazem diferença nenhuma. A maioria tem preço e somente uma minoria tem valores, de verdade"...
"No abissal silêncio do teu olhar, um oceano de promessas..."
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Que sonho estar ao seu lado...
Sinto saudades
Beijos que não beijamos
Abraços que não abraçamos
Carícias que não trocamos
Mas anseio tanto...
Sonho acordado com a doçura
do teu olhar
Com o calor do teu corpo
Com a melodia da tua voz.
Eu sei que você sabe
Mas não pode me responder
Nem eu te telefonar e dizer
Aqui não posso escrever
Não posso te expor.
Por respeito, por amor.
Mas você sabe
e encontrá como me responder...
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
O verdadeiro amor, incomoda a pessoa a não viver para sí, e mesmo se for necessário sofrer prejuízo, ajudar o carente e socorrer o aflito, é o propósito de Deus a todo aquele que para Ele vive. Doando o amor, sem pensar em recompensa, fazer o bem, sem olhar a quem.
A beleza no olhar...
Quando olhei para ti angustiada de alma
até pensei em te dizer palavras de conforto.
Mas deixei ser impactado por sua sinceridade e beleza.
Me calei diante de ti, seu olhar de ternura expressa sua força interior.
Não te conheco direito, mas conheço esse olhar e ele fica mais bonito quando acompanhado do seu sorriso, e que sorriso maravilhoso uma mistura de mistério e desejo. Desejaria que nossos olhares falassem a mesma coisa, porém mesmo que nao falem eu continuarei a te olhar, ainda que seja em um local inapropriado, porque inapropriado mesmo é não poder fazer tudo aquilo que eu imagino, e imagine que louco se por acaso um dia o acaso me dar de presente a oportunidade de todos os dias olhar pra você.
Me deixe a ir,depois de tudo, metade de uma vida,meu retrato se estende ali. na estante,distante do tocante olhar.
Âmago
Fixo meus olhos nos teus, escancarando tua vergonha,
Fitando a nudez de sua alma, não há o que mais a exponha.
Trejeitos inconscientes revelam teu desconforto,
Mira os próprios pés me desejando morto.
Seu invasor, impostor, deflorador.
Um sorriso amarelo, um aperto de mão,
Um insosso adeus para quem viu...
O âmago amargo do seu coração.
Eu vejo arco-íris
no brilho do teu olhar,
no teu sorriso contagiante,
na tua beleza serena..."
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Entre para seu ‘eu’ mais profundo
E descubra realmente o que ele é.
Que ele pode ser melhor do que pareça ser,
Tudo está dentro de nós.
Basta descobrir e lapidar,
Por o olhar...
(06/02/2018)
Esse teu olhar com esse sorriso só pode ser loucura, porque ele se espalha pelo dia o tornando mais feliz.
Temos que parar,
Se concentrar,
Não deixar nada
A nossa felicidade
Estragar.
Não deixar se afetar,
Por afetos errados,
Não deixar se abalar,
Por algo que te atinge
Sozinho (a).
Temos que parar,
Às vezes de olhar,
Da internet sumir,
Dar uma volta e ir,
Para não sucumbir.
Dar um tchau
E partir...
(09/02/2018)
Encontre o que você ache bonito em você e se ame! Somos todos diferentes, (e igualmente bonitos). (22/02/2018)
A curadoria em arte é bem mais que um convite, é sim um desafio criativo de fomentar um novo olhar e por conseguinte um novo pensamento. Seria o reavivar do espirito do conjunto das obras frente a contemporaneidade. Trazer a obra de arte para, re-significa se, temporaliza se e amadurecer. Ela em si é uma expressão plastica e visual viva.Ora pelos materiais empregados pelos artistas, pelas plataformas escolhidas, pelas cores usadas, gestualidades, movimentos e mesmo pela temática principal ou da proposição emotiva da criação. Cabe ao profissional e experiente curador conectar ou desambiguar a já conhecida realidade. Ver a obra como um arquétipo que migra e se desloca frente ao tempo e a expectativa social primaria, por meio de originais protocolos que vão desde a seleção, inter-relação, forma de apresentar entre luz e lugar, como o acondicionamento, o transporte, e a exibição guiada e induzida de forma fácil e também com cuidado com o material e preservação dos valores mercadológicos.Sempre imperativo o bom senso e o respeito a universalidade simbólica provocativa de novos convites ao pensamento sem provocar polemicas desnecessárias e de forma alguma contrapor ou macular princípios culturais, sociais, filosóficos, morais e tao pouco religiosos pre-existentes. E de forma alguma por hipótese alguma estigmatizar as obras com as quais se trabalha, sejam elas do próprio acervo do artista, de coleções publicas ou privadas, causando arrependimentos por quem a cedeu, emprestou e pior ainda, possibilitar provocar posterior desvalorização cultural ou financeiramente.
Eu não habito ao mar.
Eu sou Terra;
E Espero a água vir me encontrar;
Assim como as ondas que cobrem a areia.
Eu espero a Ti.
Então venha me inundar.
Tu, Que navega pelas águas do mundo;
Mergulha no corpo de outras mulheres.
E eu a te esperar;
Porque todo mar tem seu porto.
Então venha ancorar;
No meu abraço firme;
No meu olhar que pede;
Que não se esvaia de mim.
Como onda que cobre a areia
E depois vai embora.
Me secando por inteira.
Eu não habito ao mar, ele que habita em mim.
Sou feita de terra, coberta de água
Feita de mim, coberta de ti.
Vejo ela tão plena
Com sorriso que envenena
Rosa flor morena
Tão grande mais parece ser pequena
Carrega consigo o esplendor de um ar que me marcou
Traz na perna uma cena uma figura um emblema
Ninguém tem uma igual, criada para tal
Tem nos olhos um pranto, um olhar místico um encanto
Afinal...descreve-la em convite, um olhar ou um palpite?
Não!...se descreve ela na sua simplicidade.
