Tag normal
Cara, você é um idiota. E o pior, o idiota que eu amo, que eu não consigo esquecer. Porque raios você insiste em continuar por perto? Vai embora, me deixa sozinha, talvez assim eu possa perder as esperanças e voltar à minha vida normal. Mas não, você continua perto demais, tão perto porém tão longe do meu amor. Você quis ir embora e eu deixei, então agora você resolve seguir em frente e espera que eu seja sua amiguinha. Eu quero ser. Nossa, como eu queria ser sua amiga e muito mais que isso, mas eu não posso! Será que você não entende isso? Meu coração dói de ter que ficar por perto e te ver seguindo em frente. NÃO FAZ ASSIM COMIGO. Para de me contar tudo, para de me deixar ficar perto. Para de me deixar ter esperanças, PARA, POR FAVOR, PARA de deixar eu te amar. Eu te imploro, me deixa, me deixa te esquecer, para de voltar sempre e me dizer mil coisas que me dão milhares de esperanças, você adora fazer isso né? Vem, me enche de esperança e então se vai. Você não sabe como isso dói? É tudo tão simples, mas você complica, então vou te explicar: Se você me ama, fique, independente das pessoas, independente de tudo, se não, VAI EMBORA. Essa de ser amigos não vai dar certo, não enquanto você ainda for a pessoa que eu amo.
Não tenho maldade nenhuma, meu coração não guarda rancores,
algumas mágoas somente, mas isso é normal não é? Tenho a mente tranquila!
Normal é admirar-te,
surreal é a tua beleza,
é como estar diante
de uma obra arte,
uma bela amostra
da natureza.
"Ser diferente não é um problema, o problema é se considerar o primeiro e único padrão de 'normalidade'."
Já fiz amigos eternos
já amei e não fui amada
já fui amada e não amei
já tentei esquecer pessoas inesquecíveis
já vivi de amor
já morri de amor
já perdoei erros
já fui perdoada
já abracei pra proteger
já fui abraçada para ser protegida
já chorei sentada no chão do banheiro
já fiz juras eternas que duraram pouco
já chorei rindo ouvindo música e vendo fotos
já liguei só pra escutar uma voz
já me apaixonei por um sorriso e por um olhar
já tive medo de perder alguém especial e acabei perdendo!
Já pensaram que nunca me perderiam e perderam!
Enfim, sou normal!
Por vezes me parece que o destino é um livro de páginas desencontradas, mal escritas e absurdamente confusas; ouso imaginar que o verdadeiro mérito do ser humano é reordenar – ou ao menos pôr alguma ordem – à tão mal editada obra a que chamamos de destino.
Não há meios de “mudar” o que está escrito ... ao menos em seu conteúdo. Dedicar cada dia a reorganizar, em benefício próprio, a forma como foram por alguém lançadas as palavras: eis a lógica da vida!
É de louco que será taxado aquele reordena o destino que o cerca ... afinal, aos “normais”, é mais cômodo percorrer as tortuosas e desencontradas páginas do “livro”. Mais prático e convencional é travestir de loucura o inconformismo alheio.
Mano, você veio no momento que eu estava muito mal, preencheu o meu vazio e eu fiquei muito feliz e normal.
Só esqueceu de dizer que não podia continuar comigo, se afastou e me deixou sem abrigo.
Em outra situação mais normal e menos romântica eu teria percebido o desinteresse. A vida vale a pena ser vivida, ela me dá o que preciso, amor romântico não alimenta muito a minha felicidade, sou feliz na solidão.
Lá vai o meu eu superior falar da capacidade de amar. Simplesmente aprendi a agradecer o que tenho, ser grata a minha mãe, que é a pessoa mais legal que alguém pode conhecer, ser grata ao universo.
A relação não é abusiva, nunca foi, eu tenho medo de mudança drástica, porém acredito que respeito deve ser preservado sempre, não há nada menos sexy do que excesso de confiança e eu sou assim.
Tento me perdoar no dia a dia, encho as mãos de alegria para perceber que me sinto completada sem par. Tudo está dando errado, não tenho mais esperanças, só transo com quem namoro, então vou deixando pra lá, aliás esse deixar pra lá me completa e afronta o senso comum.
Quando estou com raiva, deixo claro, não sou do “tá tudo bem”, não vou agradar por medo de perder, me sinto igual a todo mundo. Por vezes destruí a autoestima dele, mas eu estou restabelecendo-a.
Troco tudo que não me faz bem, quando o medo me consome é o momento de avaliar se isso é uma fase ou se se tornou a dinâmica dominante do relacionamento.
Sou bastante amor, vivo essa epidemia, não é amor romântico, é amor concreto aquilo que prego sempre sem perder a coragem. Olho para dentro de mim sem pensar no altar.
Sou engraçada! Eu fingia que a reciproca era verdadeira, queria entender muita coisa, qualquer pessoa com quem você tenha um relacionamento íntimo te leva a querer compreendê-lo.
Não vendo o amor eterno, ele andava estranho ultimamente, eu me sentia um laboratório de sensações, eu estava perdendo todo mundo com minha rigidez, levaria algum tempo para que as coisas voltassem a parecer bem, demorei a perceber que precisava ser flexível.
Não estava procurando os porquês da rejeição, eu também o rejeitei, estava atrás de entender o que era dito em palavras, gestos e atos. Quero olhar o amor e entendê-lo como uma convivência não monótona.
"Por enquanto tudo normal e calmo, como todo dia de domingo ,parece até que ainda não começou, vai ver ainda não mesmo..."
Não tenha medo de ser ''estranho''. A sociedade hipócrita criou o ''normal'' e ''estranho'' e como podemos ver, o que é estranho hoje, poderá ser a moda de amanhã
