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As maiores marcas do mundo juntas dominam o mercado e vendem bilhões porque entregam a cada venda um valor percebido superior ao preço que cobram pelos seus produtos.
De fato, há uma convergência do capitalismo contemporâneo com pautas identitárias — especialmente quando essas pautas podem ser convertidas em imagem, marketing, consumo ou pertencimento a nichos.
Essa aderência, por vezes, não se dá por convicção ética, mas por oportunidade de mercado.
Ao mesmo tempo, observa-se uma divergência crescente do mesmo sistema em relação a ideias tradicionalmente associadas à ordem, à autoridade ou a papéis fixos — como os antigos ideais de masculinidade: o homem provedor, alfa, patriarcal, racional, contido.
Essas figuras, antes exaltadas pela publicidade e pela cultura de massa, passaram a ser vistas como símbolos de atraso ou opressão, sendo descartadas ou ridicularizadas nos novos discursos dominantes.
Trocam-se extremos sem espaço para síntese. Sai a rigidez do passado, entra a fluidez do presente — mas o radicalismo persiste, apenas com outra roupagem.
Em vez de integrar valores, seguimos substituindo um polo por outro, como se a sensatez fosse sempre sacrificada em nome da agenda do momento.
A raiz é o chão que sustenta,
Onde cresce forte,
Onde se alimenta.
É a terra que dá vida e faz florescer.
A terra é o mercado do céu,
Conexão enraizada no solo,
Onde podemos voar.
Um lembrete para as organizações:
"Estejam sempre buscando conhecimentos, atualizando-se sobre as tendências e fatores externo que molda o comportamento de um grupo de indivíduos. Não se iluda com o sossego da estabilidade. O mercado é cruel, ele devora quem descansa sobre a relva".
Seu trabalho como gerente é ser um relógio; como líder, uma bússola e como empreendedor, um canivete suíço.
Acredito que esta seja a definição de investimento bem-sucedido: ter uma performance melhor que a do mercado e a de outros investidores. Para chegar a isso, é necessário ter boa sorte ou uma percepção excepcional.
Hoje a grande maioria dos quadrinistas estão lutando para reproduzir algo parecido com aquilo Stan Lee fez...
A maioria, também, está lutando por atenção (Eu criei tal personagem, eu fiz tal coisa primeiro), querendo um espaço na história, mas
esquecem do principal, aquilo que os motivaram a ler/escrever quadrinhos. A diversão!
O primeiro quadrinho que você leu, muito provavelmente,
não foi um épico inteligentíssimo, creio que foi algo do tipo "coisinha boba..." um Cascão correndo da água. rs
Esquecemos do essencial, esquecemos de imprimir amor em nossas "historinhas".
Quadrinhos não são mais TÃO divertidos, não são mais TÃO baratos, não estão mais nas mãos das crianças... Pois é,
Quadrinho deixou de ser "Gibi".
- Texto feito sobre o cenário atual do mercado nacional de quadrinhos.- 2020
A solução não esta em ajudar os pobres para roubar dos pobres; mas em não se permitir ser manipulado pelo mercado das aparências.
"Quer se viciar em jogo, vai pro cassino... isso aqui não, é feito com técnica, matemática, e ciência de dados.
Dividir os escravos para dominá-los é uma prática antiga dos "donos do mundo".
O sistema neoliberal aperfeiçoou essa estratégia, separando os trabalhadores em guetos, criando assim, cada vez mais, novos nichos no mercado consumista.
Novos ares no mercado de trabalho: homens atuando como "donos de lares" e mulheres como "provedoras dos lares".
Com a quebra dos valores, a perda das referências e a vida baseada no "aqui e agora".
O sentimento de incompletude característico do ser humano foi potencializado e aproveitado pelo mercado consumista.
De um lado:
Um crescimento expressivo de mulheres tomando as rédeas do mercado de trabalho
Do outro lado:
Homens acomodados sem trabalho, vivendo às custas de mulheres.
Após a entrada das mulheres no mercado de trabalho.
Alguns homens se acomodaram e tiraram o pé do acelerador.
