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Mesmo que a verdade tenha sido cultivada pelos fatos, a interpretação, por sua vez, germinará de um solo fértil.
Traição de pilantra não existe, traição vem só de amigo, amor ou parente!
Pilantra é animal, com temporada de caça liberada!
Salvo todo o respeito que o animal merece!!!
É melhor sermos odiados pelas mentiras contadas ao nosso respeito do que sermos amados pelas mentiras que tenhamos nós mesmos contado.
Seja verdadeiro com você mesmo e não transpareça aquilo que você não é. A verdade liberta e nos dá a chance de melhorar!
Não temo o mentiroso por que sei que ele sabe que está mentindo, eu temo o mal informado por que acha que está falando a verdade.
Existe maldição hereditária?!
É preciso ter cuidado com quem se está ouvindo, com quem está interpretando a palavra de Deus.
Há interpretações que em vez de levar o leitor ou o ouvinte diretamente a Deus, afasta-o, pois a interpretação que recebe não condiz com a verdade escriturística.
O inimigo se aproveita dessas brechas que contribuem para o distanciamento e para a falta de comunhão com Deus, pois o que recebe essas palavras passa a confiar no mau intérprete da voz de Deus em vez de permanecer na dependência da sua revelação direta.
Maldição hereditária, o uso da mentira, e tantas outras coisas que estão nas Escrituras Sagradas são interpretadas a bel-prazer por quem visa interesses lucrativos que provêm de interpretações tendenciosas dos textos bíblicos que iludem seus seguidores e, consequentemente, prejudicam sua vida espiritual.
“Quem vive pecando é que será castigado com a morte. O filho não sofrerá as consequências dos pecados do pai, e o pai não levará a culpa do filho. O justo será recompensado pela sua justiça, e o perverso será castigado pelos seus pecados.”
Ezequiel 18:20
Antes que comecem a acompanhar minha história, faço duas advertências: eu corro atrás da verdade. E minto.
Não mudaria uma vírgula do que eu sinto
E se alguém me perguntar se é bom, eu minto
Não quero te perder
Não quero dividir você
O que se esperar de um Brasil hipócrita e egoísta.
Um povo que transfere a própria culpa para o próximo.
Um povo que se auto incendeia por serem seres arrogantes e maldosos.
Um povo que, desde pequenos são auto programados a tirar vantagem em tudo e em todos, e depois querem cobrar aquilo que não são dos governos.
Um povo onde os valores estão entrando em extinção.
Onde não há mais pureza e inocência na juventude, nem mais honestidade e respeito em nossos anosos.
Um povo que ama a beleza e status, pessoas de selfie lindas mas de mente e coação vazios.
Uma geração de falsas palavras, falsos sentimentos, escravos da moeda e da moda.
Um povo de boca farta em dizer te amo, mas de coração tosco e vulgar para o sentí-lo de verdade.
Como pode dizer amar quando se está prestes a abandonar?
Como pode dizer se importar quando se nem mesmo continua a conversar?
Como pôde dizer que amou se no momento seguinte trocou?
Como pôde iludir quem só queria te ver ser feliz...
Vou te contar um segredo,
Nunca ninguém viu em mim um aconchego,
Sou farta,
Cheia de idéias raras,
Fadada ao fardo do pensamento ligeiro,
Quase nunca certeiro,
Quase nunca passageiro,
Já,
Tentaram me acompanhar,
Pegaram carona,
Vestiram suas dolmas,
Tentaram sim,
Me cozinhar...
Não deu,
Enquanto me cozinhavam,
Minhas idéias os fritavam,
Sem reação,
Um à um me deixaram,
Porque se fizeram,
De boas conversas não eram,
Entenda,
Afrodisíaco pra mim,
São as idéias,
A beleza que vai além da retina,
A que por ela também já me enganei,
Agora sei o que quero,
Mais ainda o que não quero,
Não quero ser escrava de enganação,
Abro bem minha visão,
Com olhar de lupa,
Fechei a porta do meu coração,
Para que não haja mais decepção.
Não existe nada mais devastador que a mentira. Basta uma pra colocar em xeque todas as suas verdades.
Dos transeuntes que vagueiam as escadas,
E se aglomeram de forma imprudente
Para cobiçar o instrumento da verdade,
A maioria escuta a melodia,
Insensata dos próprios tolos ,
Que gritam de fome pela realidade.
A multidão só ouve o mentiroso maltrapilho,
Que já chega atrasado,
Com suas notas de viola,
Dando desculpas esfarrapadas,
Para ouvidos já muito maltratados.
Mente pela música,
Mente rasgando sua inocência,
Até que suas próprias palavras se confundem,
E travam na sinfonia.
Chora Agora,louco que se torna indistinto e desafinado,
O menino pequeno já crescido
Que perde a indentidade da agonia que enlouqueci seu coração
E as palavras que escapavam da boca,
Agora escapam da mente,da harmonia,
Do músico atazanado
Que depois de tudo continua com suas descepicionantes manias.
Meias verdades são mentiras, aumentar um fato é mentira, distorcer a verdade é mentira; e todo aquele que pratica tais hábitos é mentiroso e não vive a verdade!
O tempo não revela nada, as pessoas é que não conseguem carregar por muito tempo o peso da mentira sobre os ombros.
