Tag memória
Se a memória não funciona bem, pelo menos alguns sentidos estão aguçados, te ouço,te sinto,te cheiro,te vejo,te quero!
A saudade constrói uma ponte entre memoráveis recordações versus realidade e invade nossos corações, por vezes faz alagar nossos olhos e hibernamos por anos em apenas um minuto...
Saudade do passado, saudade de um passado inventado, não realizado, saudade do que ou quem não se teve...
Saudade, tanta bagagem em você, tanta saudade de você!
Fazer memória a quem Deus recolheu em seus braços é prestar honra à criação divina, a vida que se eterniza nos braços de seu criador... Façamos menção sim, daqueles que deixaram suas marcas de amor. Igor Brito Leão
Organizo minhas memórias, limpo meu arquivo. Digo a mim mesmo que daqui em diante só criarei lembranças das quais me orgulho e que as pedras na jornada não mais carregarei comigo... Serão observadas, estudadas e devolvidas ao chão, pois ali estiveram desde o começo e ali devem voltar, delas extraio só a lição... Cultivarei lembranças sem me apegar ao passado, somente para remeter o sentimento bom vivido naquele momento e reverter essa energia em combustível para seguir em frente... Que seja assim daqui em diante e para todo sempre...
Só com boa memória eu posso refletir sobre o que se foi de ruim, na tentativa de melhorar o que se vem, e eternizar pequenos momentos, cheiros e detalhes das pessoas amadas!
Adoro olhar para aquela fotografia
para lembrar daquela época dourada,
das lembranças e memórias vividas,
juntamente com você minha amada.
É um dos souvenires que eu carrego,
lembranças de um passado apaixonado,
memórias de uma juventude preciosa
que me faz seu eterno namorado.
Aquela foto é muito mais que um souvenir,
é também muito mais que uma lembrança,
é como se eu voltasse no tempo
e revivesse novamente aquela dança,
Aquela que depois do nosso beijo
Me deixou a mais preciosa herança,
O sabor do seu último beijo
Misturado com um gosto de esperança.
Um dia, vasculhando em minha memória
percebi que tendia a ser coadjuvante
Então decidi: serei de agora em diante
a protagonista de minha história!
Desejo que nossos momentos
dure por uma vida
Pecado em nossa pele
Sangrarei eternamente
Minha queda será por você
Eu irei me despedir,
Irei partir, triste memória.
A morte veio até mim.
Sob a vida adormecida,
gelada em meu túmulo
quente em seus braços.
Anseio por espinhos
em meu corpo
Me cure, me mate.
Dois anos de luz
Andarei por milhas
para te reencontrar
Perdidos em um coração puro
Nosso florescer, único e eterno.
Dos trilhos por onde caminhei
os riscos da solidão
os riscos da contramão.
Dos mares que naveguei
as ondas que me quebraram
e as ondas que me levaram.
Agora restou a história,
versos e dramas.
De um coração,
a viva memória.
Há algo em fazer as coisas da maneira que nossos ancestrais costumavam fazer, que coloca o seu coração de volta ao ritmo dessa coisa chamada vida.
Por vezes, lembrar não é algo que você faz para si mesmo. Tem vezes em que você faz isso apenas para fazer alguém sorrir.
A memória é a vida, sempre carregada por grupos vivos e, nesse sentido, está em permanente evolução.
Isto não é uma história. Isto é história. Isto é história e, no entanto, quase tudo o que tenho a meu dispor é a memória, noções fugazes de dias tão remotos, impressões anteriores à consciência e à linguagem, resquícios indigentes que eu insisto em malversar em palavras.
A memória domina mais a linguagem – isto é, o extravasamento dos sentimentos em palavras – do que um de nós gosta de acreditar (...). A memória é mistério e trafega pela linguagem à semelhança do barco a vela pelo mar, impulsionado pelo vento previsível e imprevisível do amanhecer.
