Tag memória

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Eu tento não viver no passado, mas muitas vezes o passado vive em mim.

Inserida por pensador

De algum modo soube que em um futuro me lembraria desse instante e saberia que foi o único que justificaria todas as minhas histórias de amor, e que todas as outras mulheres seriam para mim uma tentativa de voltar para aquele terraço.

Inserida por pensador

No fundo, no fundo todos nós temos em um cantinho empoeirado da memória uma lembrança que a gente não quer que se apague.

Inserida por ednafrigato

Nessa MANHÃ, o RELÓGIO DA SAUDADE tocou.
A memória dos abraços, carinhos e olhares tocou fundo ESSA MENINA, que por QUERÊNCIAS DO DESTINO sofre com a AUSÊNCIA.
Mas encontra DENTRO DA PALAVRA o acalento para transformar em versos a sua dor.
E nesse DOCE DESEJO de tê lo de volta em seus braços, eu escrevo meu ÚLTIMO VERSO, que transborda amor e que transforma, DENTRO DE MIM, a tristeza em beleza.

Inserida por daniellapinfildi

O pior e mais cruel opressor é aquele que um dia já foi oprimido e perdeu a capacidade de lembrar seu passado.

Inserida por Aciomar

Enquanto nos lembrarmos de uma pessoa, ela não se foi de verdade. Os pensamentos, os sentimentos e as memórias dessa pessoa se tornam parte de nós.

Inserida por pensador

A infância vive a realidade da única forma honesta, que é tomando-a como uma fantasia.

Agustina Bessa-Luís
Dentes de rato. Lisboa: Guimarães Editores, 2012
Inserida por pensador

Os tempos são ligeiros e nós pesados, porque nos sobram recordações. Quem se alimenta delas sofre e descuida as alegrias, mesmo que sejam rápidas e se escondam da nossa razão.

Inserida por pensador

E começamos a ver que o tempo somos nós. Somos este espaço, clareira aberta pelos vestígios da memória dentro das ligações dos nossos neurónios. Somos memória. Somos saudade. Somos anseio por um futuro que não virá.

Inserida por amilcar_d_prata

A força mesma já não é
O tempo passa como a maré
sentir-se sozinho é dadiva
para os que desejam me entender
nunca o farão
o tempo passa tic-tac
quem diz que deveria ser assim?
confusão e mais confusão
será que me encontrarão?
todos esperam felicidade encontrar
mas poucos sabem que a mesma já está
felicidade agora não desejo
anseio apenas por me encontrar
perscuto por apenas existir
entender o simples agir
porque não posso entender?
sozinho quero estar
menos sorisos e mais sensatez
este lembrete logo se desfará
tudo em vão será?
mas em sua memória restará
a doce lembrança do meu olhar
sempre esperança ainda espero ter
inutil... como o usual
triste e sozinho,o vento sopra
e não para de soprar
será que estou satisfeito?
continuar devo antes, mesmo patamar.

Inserida por Naoligogi

Se a vida te abate
E as lutas não passam
Os sonhos não cansam
E só quer saber por que
O tempo perdido
Te deixa pra baixo
Levante a cabeça
E tente entender de uma vez

Que a cada dia é um novo desafio
Que a cada sentimento é uma memória
Mas a perseverança no caminho
É o foco certo pra vitória

Inserida por pensador

Ninguém esquece um corpo que teve nos braços um segundo - um nome sim.

Inserida por pensador

Lembro pouco de tudo o que aprendi no colégio. Mas guardo firme na memória as pessoas que conheci. Coragem é mais do que um substantivo comum e trissílabo. Coragem vem do latim cuor agire, agir com o coração. Quer definição mais linda para valente do que ser movido pelos sentimentos? Mas a origem etimológica não cai no Enem.

Inserida por pensador

sexta-feira, 31 de maio de 2019
Esse mundo é mesmo um lamento cão.
O gozo existe.
Porém com muita lamentação.

Ocupar o tempo com aberração.
És assim como tradição.
Insensatez e mazelas.
Palavras ao leo são elas.

Porém compreendo que muitas possuem um interesse sadio.
Uma palavra amiga, um abraço a confortar.
Pois o destino encarrega de acender o pavio.
Devemos ter força em apagar.

Estar com as chamas da amizade, da coragem.
Cultivar humildade, matar a trairagem.
Ter laços de um bom espírito de vida.
Escrever páginas, ainda que não são lidas.
Meu decorrer e o seu é uma história.
Tudo passa, até a memória.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Os amores que vivi, ninguém pode roubar, estão na memória, fazem parte da minha história. As cicatrizes que tenho me acompanharão a vida toda, não doem mais...São feridas curadas, ao olhá-las hoje, só me lembro de bons momentos. A dor da ferida acabou, ficou em mim só o amor, a alegria e os bons momentos que vivi. A palavra é : GRATIDÃO!
Leomirandaperegrino

Inserida por Leomirandaperegrino

Memória Sem fim

Uma bela paisagem, um doce reencontro,
Uma lembrança, a tua presença, muitos sentimentos,
O cheiro da chuva, uma recordação marcante,
O vento soprando, os coqueiros balançando, o dia nublado,
Uma memória vive em mim, um amor sem fim.

Inserida por ricardo_souza_5

Será que o desgaste da memória me vai deixar sem recordações? Neste pensar é como se tudo me estivesse fugindo das mãos! As feições perderam o desenho... é difícil a inexorável passagem do tempo!

Inserida por nataliarosafogo1943

Todos já viramos um pouco ciborgues. O celular funciona como uma extensão da nossa memória; terceirizamos funções mentais básicas para diversos algoritmos; entregamos de bandeja nossos segredos, para serem armazenados em servidores e analisados por computadores. O que nunca podemos esquecer é que não estamos apenas nos fundindo a máquinas, mas às empresas que controlam as máquinas.

Inserida por pensador

O passado quieto é arquivo
O passado relembrado, é álbum
O passado repassado é herança
O passado é diário guardado, trancado.

Só entende o passado,
Quem o viveu!
O passado não é herança
para quem não o quer herdar
Para este é retrocesso, prisão.

Inserida por cassianodc

Eu gostaria de poder deixar para você algumas imagens em minha mente, porque elas são tão bonitas que eu odeio pensar que elas serão extintas quando eu me extinguir. Bem, mas, de novo, esta vida tem sua própria beleza mortal. E a memória tampouco é estritamente mortal por natureza. É uma coisa estranha, afinal, ser capaz de retornar a um momento, quando dificilmente pode-se dizer que ele tem alguma realidade, mesmo em sua passagem. Um momento é uma coisa tão leve. Quero dizer, sua permanência é um alívio muito agradável.

Inserida por pensador

Sons que contam
Apesar de não ver, o pensamento voa longe, a realidade se esvai e as memórias vem à tona tomando conta da mente. Foi ao ouvir novamente aquele som, que me prendi aqueles pensamentos.
Uma infância tomada pelo movimento, pela quantidade. Muitas pessoas, muito trânsito, muito barulho, muitos sons diferentes para se apreciar.
Não sei se é possível expressar, mais é algo como, entrar em choque com a chegada de tantas memórias, ao ouvir alguns sons, o que é estranho já que é apenas som, é como se voltasse no tempo, como se tudo que me ocorreu na infância pudesse voltar. Como se eu pudesse sentir o cheiro dos meus avós ao ouvir a cachorrinha deles latir quando eu ainda hoje vou naquela casa. Como se eu pudesse estar de novo com os meus amigos das aulas de flauta ao ouvir alguém tocar alguma música. Como se ao parar no transito e ouvir o barulho eu pudesse reviver as minha memórias de quando criança. Como se ao ouvir o barulho de dezenas de turistas andando pelo Capivari, e entrando e saindo do hotel e pedindo diversas informações, eu pudesse por apenas alguns segundos lembrar de tudo, lembrar de como eu me divertia correndo pelos corredores do hotel junto com alguns amigos e com a minha prima. Como se o som das ondas, e o latido do cachorro de vizinho que nunca aparecia, eu conseguia imaginar quando eu corria pelo gramado daquela casa gigante, atrás nosso cachorro, e com todos reunidos ao redor da churrasqueira, conversando e rindo muito, era tanta diversão, a piscina, os amigos, as ondas, a união, conversas e gargalhadas, são tantas coisas que um simples som pode nos remeter. Lembro me até hoje de quando minha mãe batia na porta do banheiro e me mandava sair do banho por que eu já havia ficado tempo demais e já estava sendo desperdício, tenho essa memória toda vez que ligo o chuveiro e escuto a água cair tocando o chão e começando a escorrer. Toda vez que ouço cachorros latindo me lembro de quando eu saia pelo condomínio para caminhar levando junto a mim meu cachorrinho, e nós passávamos perto de algumas casas onde eles tinham gangues de cachorros e era como se eu e meu pequeno fiel escudeiro estivéssemos provocando aquela matilha gigante que latia por baixo do portão, sem poder fazer nada.

São tantas memórias que acho que palavras não são capazes de descrever. Não acho que haja espaço o suficiente para isso, sempre vai ter alguma coisa, seja cheiro ou som que nos remeta a alguma situação que já aconteceu. O tempo passa, mais as memórias ficam, e são despertadas nas situações na qual menos esperamos. Por que sem nem percebermos, os sons nos contam mais do que imaginamos.

Inserida por laura_bernardino

Um dos grandes problemas que enfrentamos é o da memória curta. Esquecemos com uma facilidade espantosa o que lemos, as lições que aprendemos, os conselhos ouvidos, as conclusões a que chegamos, e não raro voltamos à estaca zero requentando coisas que já tinham sido resolvidas ou entendidas antes. E aí volta o questionamento, a lamúria, a indecisão, a vontade de recomeçar tudo de novo como se ignorássemos o fato de que a tal coisa já foi analisada exaustivamente.

Inserida por admiradoresdotony

Caça à palavra

repleta, minha alma espreita atrás do estrume do mundo:
de onde vêm os versos, que face ocultam entre o amor e a morte?
às vezes os sons são os mesmos, as texturas, o tempo,
o mesmo homem a revolver-me as veias
onde se lacram as vãs repetições, que noite veste o poema?
o sol nos vasos de crisântemos, ecos de um triste país,
largos horizontes onde meu pai passeia verbos nem sempre sublimes.
tudo é memória, sirenes ligadas. a infância sempre ontem, mas aqui.
todo verso sugere uma serpente oferecida.
que na minha caça à palavra (que face ocultam o amor e a morte?)
não haja qualquer vislumbre de repouso.

Inserida por pensador

Quão errado ter sido tão negativo, quão errado ter sido tão sombrio, quão errado ter fugido da vida, quão errado ter dito "não", repetidamente, ao invés de "sim".

Inserida por pensador

Era uma vez um garoto. Vivia numa aldeia que já não existe, numa casa que já não existe, na orla de um campo que já não existe, lugar de todas as descobertas e onde tudo era possível. Um pedaço de madeira podia ser uma espada. Uma pedra podia ser um diamante. Uma árvore um castelo.
Era uma vez um garoto que vivia numa casa do outro lado do campo onde vivia uma garota que já não existe. Inventavam mil jogos. Ela era a Rainha e ele o Rei. Na luz do Outono, o cabelo dela brilhava como uma coroa. Bebiam o mundo em pequenas mãos-cheias. Quando o céu escurecia, se separavam com folhas nos cabelos.

Inserida por pensador