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Não é necessário uma guerra para se ter terra arrasada, basta eliminar as suas indústrias e áreas verdes e o resultado não é outro.
A vida exige muita maturidade, mas também serenidade!
Nos faz sofrer com os extremos e nos ensina a viver no meio termo.
Ficamos mais conscientes, valorizamos o essencial.
Futilidades são para amadores!
As flores são apenas pedidos de desculpas da Terra por ter gerado essa criatura prepotente e destrutiva que é o homem.
O amadurecimento, não é uma questão de idade, ele surge quando se percebe que a felicidade não é um fim mas um meio, uma oportunidade de fazer sorrir alguém”
Ney P. Batista (USA- BR)
Jan/12/2022
A destruição ambiental que se alastra pelo planeta não é apenas um problema técnico ou político — é, antes de tudo, um sintoma psíquico.
A forma como tratamos a Terra reflete, com precisão simbólica, a forma como tratamos nossa própria natureza interior.
Existem exceções. Mas geralmente as pessoas se tornam fruto da criação, do meio que viveu e das influências que recebeu.
Nascente e poente são a existência, simples como a trajetória diária do sol no céu. A noite é a dimensão originária, mas a aparente escuridão pode ser mais brilhante que o sol do meio-dia.
Mulheres Meio Ananda
Nós, mulheres meio Ananda,
queremos ser sentidas, não apenas vistas.
Queremos alguém que decifre nossos silêncios,
que ouse atravessar o mistério por trás do olhar,
e encontre, ali dentro,
a vastidão de um universo que pulsa.
Falamos da vida — sim, falamos —
mas não nos resumimos a palavras.
Há em nós um canto que nem mesmo sabemos entoar.
Um desejo sem nome,
uma sede de viver com leveza e fúria,
com beleza e verdade,
tocando com os olhos, os dedos, a alma,
as maravilhas que o mundo esconde.
Nós, mulheres meio Ananda,
aprendemos a nos amar com o mesmo cuidado
que um dia esperamos receber.
Nos amamos no espelho e no silêncio,
nos cuidamos como se fossemos jardim —
flores e espinhos, sol e sombra.
Desejamos ser amadas assim:
sem podas, sem medo, inteiras.
Nossos sonhos — mesmo os mais banais —
carregam o peso doce do coração.
Somos de instantes e de eternidades.
Queremos o alto de um prédio em Nova York,
e também um chalé rústico,
banhado pelo pôr do sol,
ao lado do mar,
com um cabrito chamado Tobias
e um golden de olhar fiel.
E ainda que não leiamos sempre,
amamos a ideia de uma biblioteca —
não pelas palavras, mas pela beleza quieta que ela carrega.
Afinal, o que queremos, nós, mulheres meio Ananda?
Queremos viver com sentido,
rir com o corpo inteiro,
colecionar momentos que fiquem na pele.
Queremos lembrar por que estamos vivas,
ser compreendidas sem precisarmos nos explicar.
Queremos — apenas isso —
ser felizes.
Cuido do meio ambiente, por que eu quero que minhas netas possam tomar banho no rio, e brincar de correr atrás das borboletas!
Não termos responsabilidade social e não preservarmos o meio ambiente é o mesmo que abdicarmos dos compromissos com a vida.
Não devemos fazer do conhecimento um fim, devemos fazer do conhecimento um meio.
Um meio de se conseguir desenvolvimento sustentável, um meio de se combater a fome, a pobreza e a miséria no planeta.
Vida
Percurso sinuoso.
Caminho labiríntico.
Equilibrando-se em corda bamba...
Na geometria da vida...
Um ponto inicial.
Um ponto final...
No meio, uma reta nem tão reta...
Há curvas...
Há subidas...
Há descidas...
Um descuido...
Joelhos ralados.
Coração estilhaçado.
Pedaços de mim pra todo lado.
Cuidado.
Nas travessas da vida...
Muita coisa pode dar errado.
Mas...
Um dia tem fim.
Um ponto no começo.
Um meio....
Um ponto no fim.
No meio do caminho da minha vida
me encontrei tão perdida...
uma selva tão escura
sem entrada, sem saída.
Estão pálida, esquálida...
debilitada, depauperada...
enfraquecida... desiludida
desisto desta vida.
Quero em outros ares procurar
tudo aquilo que aqui não consigo achar,
uma vida com um sentido
pra minha vida quero dar.
Nada em mim é pela metade.
Todas as situações, comigo, têm começo, meio e fim.
Em todas estou inteira.
Sou assim.
Comigo também não existe 'talvez'
Não sei viver mais ou menos
Não há começos incertos.
Não há perguntas sem respostas...
Nada em mim que não seja descoberto.
É preto no branco.
Não há tiro no escuro.
Comigo é tudo certeiro.
Não existe fins com gosto amargo na boca.
Tudo comigo é muito franco...
... mas com leveza
