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Nenhum amigo preencherá as lacunas da nossa alma ou da nossa solidão, mas é na amizade, com todas as suas limitações, que experimentamos a liberdade.
O maior grito do homem é o silêncio. Quanto mais ele se cala, mais alto e mais forte torna o seu clamor.
Em adversidade, fique em silêncio e deixe que o clamor do silêncio fale por si.
A explicação do acontecimento é manifesto através do olhar da Psicanálise, a evidência dos acontecimentos é manifesta através do olhar da Medicina e Psiquiatria.
People just need to feel good. They need relief from their pain. They want comfort from their worries, tension, and stress in their life. And they want to know that you care. If you take away someone's pain or stress, they are so grateful. I realized that smiling isn't just a part of making people look good. Smiling is Mother Nature's free facelift, it is the most attractive thing we do to our faces. Yet a smile is so much more. Smiling has the ability to make us feel good. Smiling releases our tension, and the tension of those around us.
I now know it is my duty and responsibility to share my smile and bring out the smile in my patients, in my team, and in everyone I meet. When I am being the artist-surgeon, I consummate this role by showing my smile while creating and displaying my craft. Then patients really know that they are getting my full attention inspiration, and creativity. To help patients get their best outcomes, feel good about themselves, and build their confidence, I needed to make them smile. And the best way to get someone to smile is to smile at them myself!
A trama da obesidade
Os desafios no tratamento do paciente com obesidade são enormes. Não temos uma especialidade que cuide do obeso de forma geral. O endocrinologista investiga se há alguma alteração hormonal ou algum erro no metabolismo como um hipercortisolismo e um hipotireoidismo. O nutrólogo e o nutricionista checam algum erro alimentar. E o psiquiatra e o psicólogo avaliam e acompanham o componente emocional nesse processo. Assim, o tratamento da obesidade está compartimentalizado, com cada profissional cuidando do seu “pedaço” e entrando muito pouco no espaço do outro profissional. Fazendo com que haja poucas chances de uma abordagem mais unificada.
Estamos longe de tratar o corpo como um organismo único e indivisível. Estruturamos nosso atendimento e compreensão das doenças em especialidades e diversas subespecialidades. Imaginemos o quão longe estamos de tratar esse corpo em conjunto com a mente/alma (como um todo). Não há como negar a comunicação existente entre corpo e alma. Um tratamento e/ou acompanhamento tenderá e realmente tende a uma baixa resposta, se o sujeito estiver sob um olhar meramente somático ou psicológico, sem a integração dessas duas formas de olhar e sentir o individuo.
A formação médica e dos profissionais da saúde em geral é organicista, engessada e cartesiana. Formando profissionais aterrorizados na escuta do subjetivo. Com muitas dificuldades de lidar com as emoções destes. Tendo sempre a pretensão de extirpa o “problema” do paciente, já que esse é totalmente orgânico/físico.
A obesidade é tratada como uma questão voluntária, em que o paciente obeso é totalmente culpado por sua condição. Fazendo desta, uma questão meramente de ingestão/gasto calórico. Deixando de lado o pra quê se come, o momento e a historia de cada individuo.
Assim, com essa visão simplória, restrita e minimalista da obesidade, os profissionais da saúde tem ajudado muito pouco os pacientes que desenvolvem essa condição. Os tratamentos são na grande maioria das vezes frustros.
Além de toda essa debilidade no nosso entendimento e abordagem da obesidade, temos as questões envoltas no sentimento do paciente. Este por sua vez espera um tratamento rápido, fácil e extirpador. Milagroso mesmo. Delegando ações que deveriam ser dele para os profissionais da saúde, familiares e pessoas próximas do seu convívio. Querendo atingir metas irreais em tempo ínfimo. Questão essa alimentada por nós mesmos.
O paciente faz pouca associação de toda complexidade de influentes que o levaram a chegar àquele peso. E sem esse processo de associação e autoconhecimento, os tratamentos estão e estarão sempre em xeque, com pouquíssima efetividade na melhoria da qualidade de vida e bem-estar.
Politica, Arte e Medicina são bem semelhantes. Todo mundo acha que entende um pouquinho e se sente capaz de dar palpites.
Acredito que, quando uma pessoa resolve seguir a carreira de medicina, ela é dotada de belos e iluminados dons. Quais sejam: o dom da partilha de vida, da solidariedade, da caridade, da humildade, da cura e, sobretudo, o dom do amor ao próximo. Quando uma pessoa decide seguir, respeitar e honrar os preceitos da verdadeira medicina, ela deixa de ser ela e passa a ser o outro, por tão grande a sua dedicação em ajudar, cuidar e “salvar” a quem dos seus “dotes” irá precisar. E não é a medicina que faz o médico, mas é o médico que faz a medicina ser o que ela deve ser sempre: o serviço que funciona com o objetivo de curar, de tirar a dor, de aniquilar o sofrimento, de assistir ao cidadão em prol do seu bem-estar físico e emocional. É assim que eu vejo o médico! Poderia nem vê-lo, pois ele se apresenta na sombra das vidas humanas, na lúcida excitação de fazer tudo que lhe for possível, para uma vida saudável, a todos ficar. Parabéns aos médicos que fazem, ou pelo menos tentam fazer, com que este mundo fique mais saudável!
Nem toda ciência é matemática.
Medicina baseada em vidências?
Medicina baseada em evidências?
Creio que o bom médico use ambas.
"A medicina de Cuba sempre foi muito bem conceituada, porém, os conceitos negativos que tínhamos eram justamente o que os EUA queria que tivéssemos, através da mídia, agora com a aproximação dos dois países, por interesse maior dos EUA a imagem negativa de Cuba muda, tanto que agora até os EUA admite que a medicina lá é de excelência... Infelizmente parece que a coisa só anda de acordo com os interesses, no geral os dirigentes dos países não se preocupam muito com o bem comum..."
Já tomou o seu remédio da manhã? Já tomou o seu remédio da noite? Vá dormir cedo que amanhã você tem médico e depois de amanhã tem aquele exame... Ah! Fala sério...
Ao construir hospitais e postos de saúde, o governo dá espaço para os médicos, mas não dá médicos para os espaços.
Não acredita que uma planta possa ser medicinal? Então também não crê que uma planta possa ser venenosa. Que tal um chá de comigo-ninguém-pode? Fitoterapia não é medicina alternativa, é ciência, com ação medicamentosa comprovada.
Nenhum aprendizado será tão grande como monitorar clinicamente um familiar com estado de saúde crítico.
