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Toda Palavra tem a letra como meio, mas o seu fim é ser verbo.
A letra mata justamente quando não a levamos até o seu fim, a saber: ser verbo (ação/vida) para o próximo.
CORAÇÃO DE ALMA
Amor bem vindo...
Amor bem lindo...
Amor do bem para o bem....
Coração que ama coração que canta...
Alma que desperta....
Com cara de festa ...
Sonho acordado....
Respiro atrasado....
Corro parado....
Acordo cantando....
Coração que ama
Coração que canta.....
Alma que desperta....
Alma de festa....
Dia da minha noite...
Noite do meu dia.....
Hora do minuto....
Minuto de minha hora....
Alma de coração, coração de alma
Why have you forsaken me?
In your eyes, forsaken me
In your thoughts, forsaken me
In your heart, forsaken me
Deus me tirou de um poço tão profundo tão escuro,
Por hora eu estava cego, perdido sem norte, sem rumo,
Acha punk, está na roda dos cara eu assumo,
Ter o copo cheio de whisky e fumo pro consumo,
Resumo, ideia vai e vem e só fica as histórias,
Quantos manos perdi nessa trajetória, sem gloria.
Por várias vezes me deixei levar,
Queria o carro, a roupa da moda, tive que roubar,
Pra ostentar um patamar que eu não podia ter,
Porque a propaganda mostra o que não posso obter.
Obrigado meu Deus, por nunca desistir, quantas vezes fugi,
Dos propósitos que o senhor tinha pra mim,
Eu queria beber, cola com as gostosa, frita nas madruga,
Da pião no asfalto, ter carro importado, bang pra intimar na cintura,
Metia a cena do louco, pensava, ninguém me segura,
E minha mãe de joelhos chorando pedindo pai: livre das viatura.
E eu que me acha o herói, fui derrubado, tapete puxado,
Beijei a lona e apaguei logo após, confuso, noucauteado,
Demoro mas eu to aqui, Demoro, mas eu consegui,
a tua graça me basta meu pai, Pela graça salvou o mano aqui,
eu que nunca mereci, Mas o senhor sempre me amou,
como o pai que ama o filho, Desde o nascimento já me registrou,
por mim sempre olhou, Nas viela e noitada,
me livrava de cada alma sempre mal-intencionada,
Me desculpe pelos bang, pelo sangue, pela as drogas, pelos refém,
Continue zelando por mim, mesmo não merecendo, amém.
Cada letra é uma válvula de escape, uma porta de saída. É juntando as sílabas que viro o jogo, é falando em versos que te canto !
Um desejo me aperta a garganta
arfando, eu vivo os dias
ar falta ao peito
arquejo
no ar.
Escrevo o aperto de um tempo
suando, aperto a caneta
a letra rejeito
ar vejo
no bar.
Música
"Letras e canções representam muito bem o significado das emoções.
As palavras explicam os pensamentos,
E os sons transmitem sentimentos.
As notas movimentam a energia que compõem a estrutura da sinfonia.
Já com a escrita traçamos os argumentos que constroem os princípios e fundamentos.
Então aguardamos para ouvir e entender.
E apenas esperamos para sentir o que vai acontecer.
Por fim descobrimos que bastar colocar ritmo e melodia,
Para transformar em música toda a sua poesia." (Luciano Brandão)
Acessem (Hoje ficou musical! Rs), http://pensamentoscomargumentos.blogspot.com.br/?m=1o
Pare de se esconder no alfabeto da vida. Você é a única letra que está faltando pra completar o Am_r de alguém!
Enlaço o amor em letra e melodia.
Nascendo em mim a composição
Como notas que caem do céu
Transforma dor em alegria
Nos Jardins da Babilônia
Eu saí buscando a felicidade lá fora
Mas esqueci de olhar para dentro de mim
E fui me perdendo pelo caminho sem fim
...
Pensei que a grama do vizinho era mais verde
E fui deixando de lado minha vida... para trás
Mas agora eu vejo que a felicidade estava por aí
Estava cego de tanta bobagem,
até me esbarrar em você
...
Aprendi que o amor é a chave
Pra desvendar corações em fase de tédio
Agora eu sou teu guia e não mais um peregrino
em busca de amor sincero
...
Nos Jardins da Babilônia,
As luzes cegam os olhos e nos fazem esquecer
do nosso segredo mais sincero
a verdade amor é que eu amo você
...
Agora eu vejo a luz da minha própria alma
E ela brilha mais forte que qualquer neon estrangeiro
E cabe a nós decidir se vamos nos perder ou nos encontrar
A felicidade é uma escolha, amor, e te espero em qualquer notícia,
Só não me deixe esperar a vida inteira e descobrir que tudo era mentira
...
Aprendi que o amor é a chave
Pra desvendar corações em fase de tédio
Agora eu sou teu guia e não mais um peregrino
em busca de amor sincero
...
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Grupo de Música popular brasileira 'Rosa Negra de Hattori'
Letra 'Nos Jardins da Babilônia'
Compositor e Letrista Lameck S. Fernandes
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Essas coisas que costumávamos fazer
Uma história que fala de tempos vividos,
Onde tudo está incluído sob o mesmo signo, a amizade.
E eles eram luas para desfrutar,
Sem pensar no amanhã que virá
Sem se preocupar que um dia a magia iria acabar.
O tempo passa, e vês que aqueles amigos
Que eram tudo que você precisava para trilhar o caminho.
Acima de tudo, sempre amizade. A família poderia esperar.
Até que um dia deixei minha vida mais sozinha do que qualquer coisa.
Rebobinei a minha vida à procura do seu cheiro
Li as cartas que estavam na gaveta
Como a vida mudou!
Meu pai estava certo!
Para onde foram as coisas que costumávamos fazer?
Não é tarde demais para apanhar o comboio.
Eu sei que vales a pena
Eu não quero te perder.
Lembras-te, há alguns anos, de quantas risadas demos?
E o amanhã parecia ótimo para nós?
O meu pai dizia-me sempre: “Pensa, filho, que um dia a dura realidade virá”
E preso dentro dum pesadelo, num silêncio mortal
Numa noite a profecia foi cumprida.
Você começa a perceber que nada será igual
Acordas e teu rosto dá-te pistas
Da noite que passaste ontem
Sentes que o buraco está mais perto do que longe
Agora é hora de voltar
Vês o teu rosto no espelho
E sentes que está muito mal
E começas a pensar a forma de recuperar
O que deixaste para trás
Uma manhã estava perdido na cidade
Procurei o teu rosto, não sei onde está
Talvez tenha desaparecido, não consegui encontrar
E agora descubro que quase não tenho mais nada
Sua memória, sua alegria em voz alta
Seu jeito de pensar, não vou esquecer
Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado ás tentações
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o Sol brilhará
Carta ao Meu Irmão
E aí, meu irmão, como você está?
Espero que esteja bem, em paz pra sonhar
Por aqui, todo dia é igual
Não tem Feliz Páscoa, nem Feliz Natal
O dia demora pra passar
A saudade da liberdade me faz pensar
No tempo feliz em que a gente era criança
Brincava, corria, cheio de esperança
Essas lembranças me fazem chorar
Olhando o teto, vejo o tempo passar
Ei, meu irmão, que falta a nossa mãe faz
Mesmo doente, nunca me deixou pra trás
Se eu tivesse ouvido seus conselhos
Não teria seguido o caminho errado
Ela se foi, nem deu pra abraçar
Com as mãos pra trás, só deu pra sua testa beijar
Quando eu sair daqui, eu vou mudar
Quando eu sair daqui, eu vou recomeçar
Meu irmão, eu vou mudar
Escrever uma nova história e recomeçar
Nunca mais quero voltar pra esse lugar desumano
Onde a tristeza te faz chorar
Onde o sonho não passa de ilusão
E a vontade de viver se vai sem explicação
Onde te xingam, te batem
E querem que você morra atrás das grades
Mas eu tenho fé em Deus que vou sair
E como Dimas, acredito até o fim
Essa carta eu escrevo com carinho
Aproveitei a noite, até esqueci o frio
Desculpe as letras que as lágrimas borraram
Foi a emoção que me abraçou, irmão
Quando eu sair daqui, eu vou mudar
Quando eu sair daqui, eu vou recomeçar
Você vem, no vaivém da valsa,
Vagarosamente e vistosa,
Vênus vestida de vivente,
Vínculo de vibração vital,
Você vale valentia, vale vadiagem,
Vale vinho com vodca,
Vale viver sem vergonha,
Vale o vento que vira na viela,
Você vai, no vibrato do violino ,
Velozmente e vejo,
Vai sem vestígio,
Venusto veneno,
Você vale a vontade voraz,
Vale a vicissitude da vida,
Vale a violeta que voa,
Vale a volúpia vivaz de te venerar,
Quatro pedaço de pau
Sob o céu azul
Levantei quatro pedaço de pau
Pus um teto azul do céu
E nela com a família eu entrei!
Fui caçar no mato o que comer
Num rio um peixe eu fisguei...
Lá fora uma fogueira acendi
Pra do frio nos aquecer,
E o peixe também assei
A família chamei ao ar:
- Venham comer!
E todos felizes vieram ceiar
A cabana chamei de casa
Ainda de olho na brasa
Uma canção eu cantei
Levantei as mãos pro céu
E ao meu Deus feliz, agradeci
Para muitos, tudo isso é muito pouco
Mas, um dia já fui ambicioso e louco,
Estressado e na soberba me perdi
A família o dia inteiro
Viviam brigando por bens e dinheiro
Foi então que decidi...
E de tudo me desfiz
Larguei tudo da cidade grande
Pra's minhas raízes eu regressei
No mesmo lugar onde nasci
Ganhei a liberdade
Redescobri a felicidade
Abracei a terra de tanto verde
E na natureza me refiz
PINTE SUA ARTE NA TELA DA VIDA
Deixe nascer nova pintura na tela da vida.
Seu pano de fundo, a fundo, não tem rota definida.
A resposta na tela concentra sua energia na ida.
À sua disposição estão tons e cores.
É sua escolha pintar armas ou flores!
E cultivarás alegrias ou dores.
Pinte sua arte na tela da vida.
Sem medo de errar na cor escolhida.
O que mais dá volta no mundo, é a vida.
Esqueça o que foi e não se preocupe com o que virá.
Concentre-se no agora e sua felicidade em ti estará.
Lembre-se mais de agradecer do que reclamar.
Assim a gratidão te suplantará!
o cúmulo da minha ansiedade vem do produto inconsequente das ações que pratico ludicamente, estando lúcido que amanhã como uma navalha as consequências das minhas escolhas irão retalhar minha mente, tomando por inteiro o curso do meu juízo, perturbando minha alma e meu espírito, reiniciando assim esse sadistico e infindável ciclo de confusões em copo d’água.
Com Você
Quando estou contigo o tempo passa lento
Fico a espera assim de outro momento
Com você
Você na minha e eu na tua
Quero pôr o pé agora mesmo na rua
Pra te ver
Embarquei sem querer na tua viagem
Não sei porquê
Você ria e eu procurava as palavras
Pra te escrever, mas não encontrava
O que fazer?
O tempo todo a vida nos prega peças
Mas até hoje saímos bem delas
Por assim dizer
Me perdi sem querer na tua viagem
Não sei porquê
Encontrei em você um par
Eu me perdi e não quero mais voltar
Não Vá
Há tantos planos
Largados pelo chão
Há tantos passos
Buscando uma direção
Encontros e desencontros
Olhares e sorrisos
Que passam despercebidos
Em meio a multidão
E o cansaço vem
Em dias tão normais
As melodias se perdem
Em preocupações banais
Não vá se perder por aí
Mas também não fique sempre por aqui
O que passou não volta mais
Não adianta se desesperar
Com o que não aconteceu
Com o que ainda vai chegar
