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"Eu não sou um homem erudito.
Não me debrucei sobre Machado, Zé de Alencar, Drummond ou Conceição Evaristo.
Eu só sinto.
Sinto tanto, sinto coisas que, se não externadas de alguma forma, matariam-me em um suspiro.
São só suplícios.
As vezes são súplicas por um amor que, sei que está morto, mas ao meu eu, é um Deus vivo.
Ressurreto, como o próprio Cristo.
Eu só sinto.
Sinto muito por ela não ver-me como eu a vejo, sinto por ela não compartilhar do meu delírio.
Ao leitor sou devaneios, loucuras, fantasias, mas todo aquele que me conhece sabe; sou sucinto.
Sou sozinho.
E não somos todos nós? Uns mais que outros, quando a carne, sempre acompanhada, não encontra em outra alma, um abrigo.
Quisera eu, que as lembranças passassem, como as águas serenas, do Velho Chico.
Lembro-me dos versos do grande Vercillo.
Quando em nosso abraço se fez um Ciclo.
E eu só sinto.
Sinto por não ser o que ela queria, não ser o sonho dela, não ser dela pela eternidade e não sair desse labirinto.
Talvez um dia, quando eu for só um espírito.
Quando eu for um poliglota da carne, e saber ler as curvas da beldade que é aquele corpo, como um papiro.
Ou talvez, quando eu for um sábio, letrado, talvez de posses, um homem rico.
Quiçá, talvez, quando eu for um homem erudito..."
VALEI-ME, SÃO JOSÉ!
São José, modelo de trabalho e dedicação,
Exemplo de força e humildade,
Foste o sustento da Sagrada Família
E hoje és o amparo de todos que lutam com fé e honestidade.
Peço tua intercessão por mim e por aqueles que caminham ao meu lado,
Pelos trabalhadores incansáveis de Jaboticabal,
Por cada família que encontra na labuta diária seu sustento e sua esperança.
Guia-me em minha missão de construir um futuro melhor,
Protege meus amigos, fortalece meus irmãos de caminhada,
Ilumina as crianças, que carregam o amanhã,
E ampara os idosos, que nos ensinaram o valor da vida.
Que eu siga sempre firme em meus propósitos,
Com coragem para enfrentar desafios
E sabedoria para enxergar o melhor caminho.
São José, guardião dos justos e operários,
Acompanha-me hoje e sempre.
VALEI-ME, SÃO JOSÉ!
Amém.
"Se você me ver "falando sozinho" não se assuste e nem pense que sou louco, só estou conversando com Deus em voz alta"
Em uma manjedoura
Um simples Deus menino.
Santa mãe descansa,
após dar à luz a esperança dos homens.
O pai embala o seu Natal vivo.
Santo Deus menino!
Céu cadente ao alcance das mãos.
Quando o verbo se fez poeta
a poesia virou sinônimo de Deus.
O Homem Que Até Então Só Tinha Terra Nas Unhas
A partir de agora, será contado uma história de um homem que tinha e guardava em suas memórias os valores da família e a fé em Deus e na Virgem Nossa Senhora. José Fernandes de Queiroz, mais conhecido como “Zé de Lourenço”, de sete meses, inquieto, nasceu sem lamentos no dia 01 de setembro de 1938, sendo mais precisamente em Farias, em uma região onde hoje pertence a cidade de Tenente Ananias, Rio Grande do Norte.
Seu pai Lourenço Moreira de Queiroz, nascido em Farias, era um homem que valorizava o trabalho e buscava sempre honrar seu nome, ao ponto em que a frase que deixava sua marca era “Mais vale um bom nome na praça do que dinheiro na caixa”. Sua Mãe Damiana Fernandes de Queiroz, nascida nos Picos, região de Marcelino Vieira, tinha como uma de suas marcas o amor e o carinho pela família e por seus dez filhos, sendo seis homens e quatro mulheres. Seus pais eram reconhecidos por serem pessoas justas e trabalhadoras.
Zé de Lourenço desde pequeno começou a trabalhar, e como muitos desta Terra e deste lugar, a sua diversão era trabalhar. Contava sempre em suas memórias a disputa divertida que tinha na roça, onde pequeno a enxada era maior que a largura de suas costas, disputava com seus irmãos quem plantava mais rápido e fechava as covas, e, em meio a esses divertimentos, as anedotas faziam parte destes momentos.
Conforme foi crescendo, aprendendo de sua mãe e seu pai o conhecer da fé e dos tempos, rezava muito a Deus, Nossa Senhora e os Santos que tinha como firmamento, pedindo que em seu futuro o seu sonho de ter um pedaço de chão não fosse uma vaga ilusão em meio aos tempos. Como diz a Palavra do Senhor, “Honre seu pai e sua mãe”, e isso Zé de Lourenço guardava em seu coração como uma joia preciosa. Sendo moço e até mesmo como velho, ele honrava seus pais como se eles estivessem de algum modo por perto.
Em 13 de novembro de 1961, aos seus vinte e três anos, casou com Rita Fernandes de Queiroz, aonde teve seis filhos, sendo eles na sequência: Francisco Fernandes Sobrinho (27 de agosto de 1963 e falecido em 18 de julho de 1993), Herodites Fernandes de Queiroz (19 de julho de 1964), Francisco Heroides Fernandes (18 de julho de 1965), Francisca Martir Lassalete Fernandes, (27 de dezembro de 1968), Francisco Marcondes Fernandes (27 de fevereiro de 1972) e Rossival Fernandes de Queiroz (04 de agosto de 1973).
Quando casou, Zé de Lourenço foi morar com sua esposa no terreno de seu sogro no Sítio Timbaúba na cidade de Antônio Martins/RN, ele só tinha terra nas unhas, trabalhava de dia, de noite e de madrugada para dar do seu melhor para sua família. Muitas vezes quando observava que iria faltar algum alimento, pegava sua espingarda e caia para dentro do mato para caçar, e, nunca aceitou vir com as mãos vazias. As vezes em momentos de dificuldade, ou como ele dizia “dificulidade”, ele se ajoelhava e rezava pedindo sabedoria a Deus, pedindo ainda mais que desse a oportunidade de ele ter um chãozinho de terra para plantar e dar o sustento de sua família. Por causa de sua fé, Deus foi lhe honrando.
Como casos peculiares da vida, sua esposa teria a oportunidade de herdar uma terra de seu pai, mas, por seu sogro ser um homem mau, disse que iria deserdar a filha, pois, seu marido deveria fazer suas vontades como se fosse um “capataz”, e, como Zé de Lourenço tinha a convicção de lutar e não se submeter a coisas erradas, isso causava indignação de seu falecido sogro. Mesmo assim, trabalhando arrendado para alguns proprietários de terra, foi possuindo suas pequenas criações e guardando sempre um pouquinho de seus bens para comprar seu primeiro tão sonhado chãozinho de terra.
Depois de quatorze anos lutando com sua esposa, Zé de Lourenço conseguiu possuir seu primeiro pequeno pedacinho de terra no Sítio Favela, donde mesmo com muita dificuldade, comprou esse pedacinho de terra com o objetivo de dar o melhor para sua esposa e seus filhos. Ele valorizava tanto a educação, que mesmo sem ter tido a oportunidade de estudar, criou dentro de sua casa um local para uma professora ensinar seus filhos e as crianças da redondeza a aprender a ler e a fazer as quatro operações da matemática.
Batalhando com mais fé, ele queria ainda prouver um melhor para sua família, e, sem ter sequer um cruzeiro no bolso, em 1979 ele comprou um chão aonde ele viveu a maior parte de sua vida, que foi no Bairro do Camarão na cidade de Serrinha dos Pintos/RN. Conta Zé de Lourenço que quando contou a sua esposa que tinha adquirido um terreno em Serrinha dos Pintos ela disse que: Você é doido Zé, com que você vai pagar esse terreno? Ele disse: Rita, Deus e a Virgem Maria, Nossa Senhora da Conceição e Mártir Francisca irá nos ajudar! Ele teria que pagar o terreno em 1980, com isso, trabalhando com a cabeça (como ele dizia), juntou uns bois e garrotes que tinha, observando a inflação, pagou o terreno. A pessoa que vendeu o terreno ainda quis enganar, mas, mediante a fé de Zé de Lourenço, tudo acabou dando certo.
Sua esposa Rita queria conhecer o terreno, mas, Zé de Lourenço dizia: Rita, você só vai conhecer o terreno quando for para você entrar e morar com os nossos filhos dentro de casa. Assim, em uma tarde chuvosa, chegando já a noitinha, no dia 20 de fevereiro de 1980 entraram em sua casa aonde iriam construir novas memórias e histórias.
Foi na cidade de Serrinha dos Pintos aonde Zé de Lourenço viveu as suas maiores alegrias e tristezas, uma delas foi a morte de seu filho conhecido como “Diogão”. Das alegrias, fez as maiores farinhadas da cidade, viu o casamento de sua única filha, a partida de seus filhos para São Paulo, as conquistas de suas criações e o nascimento de dois de seus netos que viriam a ser seus filhos da velhice, Tamires e Marzinho. Seus netos na sequência de nascimento são Thiago Fernando de Queiroz (11 de abril de 1988), Maria Tamires Fernandes (16 de maio de 1997), Francisco Antonimar Fernandes (20 de dezembro de 1998), Gustavo Miguel de Queiroz (19 de outubro de 2002) e Lais de Oliveira Fernandes (07 de janeiro de 2003).
Zé de Lourenço é conhecido por ser um homem respeitador, um homem que amava muito sua mulher, seus filhos e netos; um homem de muita fé que sempre procurava está nas missas, novenas, Terços dos Homens e em cultos religiosos quando convidado. Outra coisa que ele gostava muito era das “experiências”. Três das experiências que podem ser contadas era quando ele sonhava com abelha italiana e com muito mel, isso significava fartura; quando ele sonhava voando, significava que ele teria batalhas, mas, que ele poderia comprar bichos que iria dar certo; e, outra era os trovões no mês de maio, se fosse somente um trovão, era sinal que o próximo ano o inverno seria desregulado.
Por fim, não podendo parar por aqui, pois, muitas histórias e memórias ainda estarão por vir, principalmente das memórias dos familiares e das pessoas que ouviram os conselhos de Zé de Lourenço enquanto ele estava aqui, principalmente sobre a fé, a esperança, a alegria, a amizade, o respeito e o principal de todos o amor. Esse legado ficará eternamente marcado nas memórias das pessoas que convivia e conviveram com Zé de Lourenço, um homem= que até então só tinha terra nas unhas e acabou construindo um legado, se tornando um Patriarca, o Patriarca José Fernandes de Queiroz de Serrinha dos Pintos/RN.
Serrinha dos Pintos/RN,
22 de fevereiro de 2022.
Deus não é a esperança unica que nos resta, só se o meu Deus não é o mesmo que o seu!
O meu Deus é tudo aquilo que eu sou, o que eu faço e o que acontece comigo, qualquer coisa.
Cabe a cada um ter o entendimento sobre a força maior que nos rege, o que não pode acontecer é achar que Deus é só o lado que convém de cada um.
O que eu aprendi com meu pai
Aprendi que devemos fazer o bem sem esperar algo em troca.
Ele tinha um grande coração, tão grande que não cabia no peito.
Era alegre, divertido e sempre esteve ao meu lado quando precisei.
Gostaria de ter passado mais tempo ao seu lado, para aprender ainda mais com ele.
Eu realmente achei que o senhor voltaria para nós, mas, infelizmente, Deus tinha outros planos.
Ficava imaginando as histórias que o senhor contaria às pessoas quando voltasse:
"Eu não morro, tenho sete vidas."
"Eu caí, machuquei a cabeça, mas estava bem. Eles que me obrigaram a ir ao hospital, e ainda fui andando."
Meu pai, o pirata, o ninja, o homem de aço... o melhor pai do mundo!
Se eu vivesse mil vezes, nessas mil vezes adoraria ter o senhor como meu pai.
Te amo, pai, infinitamente, e o senhor sempre vai estar na minha mente e no meu peito.
Olhe por mim aí de cima. Te amo!
" Existem três amores na vida:
o primeiro ensina o que é a vida
o segundo ensina o que é amar uma pessoa
o terceiro ensina o que é o amor próprio"
Lembrem-se: De José do Egito.
Sabe qual é o seu maior erreo ?
É revelar os seus sonhos.
Não revele seus sonhos,
deixem se concretizar.
Vivemos ilhados de pensamentos negativos e olhares malignos.
Lembrem-se: De José do Egito,
Confiou em sua família, e
acabou no fundo do poço.
É muito fácil condenar os católicos por idolatrias e julgá-los por tais práticas, mas difícil mesmo é reconhecer que muitos cristãos vivem idolatrando cantores, pregadores, pastores e agora a dupla idolatria presidencial a todo vapor.
Antes de julgar o próximo leia Mt 7.3-5
Às vezes, o amor-próprio
Exige coragem de fechar portas
Que já não levam a lugar algum.
Manter abertas passagens
Que só acumulam a poeira das mágoas
Ou das expectativas frustradas
É um peso que a alma
Não foi feita para carregar.
Trecho do livro - O Aleph, a poesia de José de Deus
Quem és tu José ?
José não é doutor
Não é locutor
José não é nada
Quem és tu José?
José não é alquimista, nem-
alpinista
José não é nada
Mas quem és tu José?
José não famoso
Não é importante
José nem existe
Quem tu foste José?
José não foi nada, ele é só- o padroeiro!
O único homem, que uma intervenção divina- soube perdoar.
120623
Guerra
Doentia, fria,
calculista e egoísta,
passa por cima, arruína,
espera, mas nunca encerra,
vem por terra, mar, céu,
sempre retorna mais cruel,
causa imensa dor,
faz desacreditar o amor
A TUA DOR, IRMÃO
Doem-me todas as palavras
No teu corpo de solidão
Enquanto a madressilva me sorri.
A Liberdade de um grito
Cravado em mim
Que desconheço.
Doem-me inclusive as sílabas
Dos teus lábios de silêncio
Em redor da enseada.
Doem-me castiçais de prata
Transbordando corvos feridos,
E sementes que jamais germinarão.
Dói-me este pão de cada dia
Irmão,
A tua fome que encerro em mim,
O teu frio que me rasga por inteira.
Dói-me este sangue de traição,
Esta ânsia de jasmim,
Este beiral de pardais,
Pedaço de ti.
Dói-me a luz da cidade desperta.
Mata-me o desassossego do fado
Que me liberta e santifica
Num altar de cravos e madrugada…
…e finalmente já exausta de mais um hino à tua, nossa Dor
Meu irmão,
Todas as palavras me doem,
Seja qual for o Caminho!
© Célia Moura – Do livro “Enquanto Sangram As Rosas…
Nem Deus e nem o copeiro esqueceram José na prisão! Foi porque o tempo de Deus na vida de José ainda não tinha chegado. A vaga que tinha era de padeiro, e José foi chamado para governador.
Foi um prazer vivenciar de perto a realidade de vocês...
Queremos manter essa parceria de estímulo para vida educacional de todos os alunos desta unidade de ensino.
Se aprofundem nos seus estudos, esta será a chave para o sucesso profissional dos que pretendem alcançar!👏👏👏👏
🤝PARCERIA ESCOLA E FAMÍLIA 📖✏
Irmão
Crianças
Crescimento
Amizades
Companhia
Amigo
Infância
Brincadeiras:
Pique tá
Amarelinha
Esconde esconde
Bandeirinha: difícil me pegarem
Eu corria muito...
pega ladrão
Garrafão, kkk desse eu fugia kkk
Mamãe, posso ir?
Cobra cega
Bento que Bento é o frade
Amassar baú da velha, carniça
Passa galinha
Esportes, corridas
Futebol, vôlei...
Ping pong na porta, taco
Botão, xadrez , dominó
Gamão, ludo, cartas
Bola de gude:
búlica, mata, mata
Triângulo
Quantos passos
Passar o anel kkkkkk
Hum! Esse era bom...
Pera, uva , maçã ou
Salada mista?
As vezes dava BO kkk
Beija, beija, beija...
Corda: pula, pula,
Cabo de guerra, balanço
Adivinha, batalha naval
Carrinho de lata
Rolimã, joga pneu
Acertar a lata
Cartas, dados, vispa
Muito bom
Até alguns já me esqueci
Sei da discoteca, bailes, danças
E paqueras: uauuu!
Muitos hoje,
Não sabem disso, não
Desconhecem
Esse prazer da infância
Com muitas piadas
Históricas, anedotas, contos
Apelidos e até zoação
Mas ninguém
Ninguém sofria de bullyng, não
E assim levávamos a vida
Até o adormecer
Ficávamos nas ruas até tarde
Corpo suado, cheio de caraca
Risadas....
Sem medo de roubo e ladrão
Sem essas preocupações atuais...
Juventude que cresceu bem
Viveu com liberdade
Todos hoje com fibra
Energia, vigor
Maturidade
Evolução
Crescendo juntos
Ultrapassando barreiras
Fronteiras
Coração VALENTE
De ouro
Iluminado
Espíritos elevados
Paz e amor
O que nos guiou
E sempre guiará
Gratidão
Sambaetiba
Itaboraí
Palmito pupunha
Tudo de bom
Muito amor
E paz no coração
Carlos José Valente
Irmão do coração
Rumo ao centro de Lisboa
Encontros
Reencontros
Abraços apertados
Sentimentos aflorados
Fortes emoções
Infância
Juventude
Maturidade
Na flor da pele
Tocando fundo
Sentimentos
Lembranças
Convivios
Maravilhosas recordações...
E vamos que vamos
Caminhando com prazer nessa vida
E mesmo com alternações
Metamorfoses
Mudanças
Ciclos
E variações...
Vamos seguindo
Com fé e gratidão
A nossa estrada
Caminhando
Com amor no ❤️
E acolhendo
Curtindo
Apreciando
Desfrutando
E Amando
Todos
TODOS
Todos
Que caminham conosco nessa geração
Considerando sempre
Que Todos, somos uma grande família
Irmãos
Que viemos crescer, amadurecer e evoluir
Para uma real transformação
Mental e espiritual.
Gratidão a todos que caminham comigo
Felicidades para todos vocês
Maninhos e maninhas
Do meu ❤️🇧🇷🇵🇹
Paz no ❤️
Adilson José Corrêa
Glória Gregório Corrêa
Mais que irmãos
Espíritos unidos na minha essência
Completando o meu Ser
Gratidão
Um amor chamado José.
Já esperava um sentimento assim, chamado "José"....!
Com esse jeito Lunga de ser...
Bateu à porta do meu coração
todo acanhado!
Deixei entrar...
Mandei sentar...
Quando ele ficou à vontade,
Convidei-o, para casar e viver um turbilhão de emoções!
E...só sei que até hoje é assim....
Haredita Angel
06.06.13
