Tag insignificante

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 Não extermine seus inimigos. Basta reduzi-los a um fator insignificante.

Inserida por SamuelRanner

⁠Sabe o que nós torna insignificantes? 
Não sabermos o que fazer em situações extremas 
Não conseguir proteger quem é importante para você e nem a si mesmo
Não encontrar saída para um caos completo ou não ter uma visão de futuro.

Inserida por joyce_domingues

⁠Pena que, muitas vezes, só percebemos o quão pueris são nossas frustrações, quando perdemos o que realmente importa. 

Por isso que há muito tempo aprendi a importância de ser grato, sempre relevando o que tem relevância e abandonando à insignificância o que é insignificante.  

Inserida por Desarel

⁠o insignificante e igual uma formiga o sábio a um elefante.

você nunca verá uma formiga pisar em um elefante, mas sempre um elefante vai pisar em uma formiga, não que o elefante se ache superior mais e porque não gasta tempo com coisas inferior.

Inserida por MatheusLykos

⁠Minha vida sempre me pareceu meio insignificante, sem acontecimentos notáveis além do casamento e do nascimento das crianças. Mas desde que, por acaso, comecei a manter um diário, percebo que uma palavra, um tom, podem ser tão importantes, ou até mais, quanto os fatos que estamos habituados a considerar como tais.

Alba de Céspedes
Caderno proibido. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
Inserida por pensador

⁠Há coisas que deixam de caber na vida da gente não por serem grandes demais, mas porque coisas miúdas e insignificantes não valem o lugar que ocupam. 

Inserida por ednafrigato

⁠"Na convivência a dois, algo fútil pode ganhar proporções exageradas, transformando-se em motivo de discussões desnecessárias. Essas situações acabam gerando impactos profundos, desgaste emocional e sofrimento, que poderiam ser evitados com mais leveza e compreensão."

Inserida por Itamaratyap

⁠E agora, Narciso?

E agora, Narciso, o que restou?
Do narcisista que tudo ofuscou?
Sob holofotes, tua autoimagem inflada,
Agora se apaga, luz já desmoronada.

Sabedoria vendida por cabotino,
Tatuada na epiderme do destino.
Teu monopólio de tirania e poder,
Ruiu no circo que insistias erguer.

Arrogância boçal, prepotência vazia,
Mordomias trocadas por trevas e agonia.
As arbitrariedades, as violações,
Os direitos humanos, tuas agressões.

Asseclas sumiram, restou a sarjeta,
O rei sem trono vaga na espreita.
Desprovido, amador, vaidoso e aloprado,
Isolado no casulo, esquecido e apagado.

Palhaço sem plateia, teu barulho cessou,
A paixão excessiva pelo eu te matou.
Falso brilho, privilégio que se desfez,
Um leão sem dente no desterro outra vez.

Desterro, ostracismo, exclusão e abandono,
Teu nome é desprezo, um verbo sem dono.
De verme a vulgar, de grande a vazio,
Na sarjeta da vida, teu último pavio.

E agora, Narciso, sem poder, sem alarde,
Quem és no silêncio? Quem és na verdade?
Um rei sem trono, apagado, insignificante,
Eterna lembrança de um eco distante.

Inserida por JBP2023

⁠Cada pequena ação conflituosa, por mais insignificante que pareça, vai ferindo o amor, deixando cicatrizes duradouras que, com o tempo, podem se tornar difíceis de curar.
Cicatrizes são como crostas de acúmulo de energia existencial.

Inserida por evermondo

Comparar inteligência é algo insignificante⁠ demais.⁠

Inserida por WashingtonLuizz

⁠Não é necessário discutir por coisas insignificantes, pois a nossa jornada nesta vida é tão curta.
Entenda que o nosso tempo neste mundo é curto, que obscurecê-lo com brigas, discussões inúteis, ciúmes, ressentimentos, não perdoa os outros é uma perda de tempo e energia.

Inserida por Jbdas75

⁠O limite da sabedoria é o reconhecimento da própria insignificância.

Inserida por ofrancopensador

⁠Eu observo muitas pessoas reclamando das oportunidades que não tem, particularmente vejo a oportunidade como uma forma de atenção diferenciada, muitas vezes uma coisa insignificante pode ser uma grande oportunidade. Já escutei muito isso “nossas escolhas tem metade de chances para darem certo, é assim para todo mundo”. Então acredito que precisamos administrar o nosso medo, ansiedade, emoção e pressa. Conseguindo administrar bem isso acredito que vai sair de onde está e observar um mundo de possibilidades que tem. Quando digo administrar é administrar mesmo (planejamento, organização, direção e controle) imagina o medo sendo planejado, organizado, dirigido e controlado. Nem preciso dizer muito, com isso já terá uma visão diferente do que está acostumado a ver.

Inserida por Ander_Nilo

⁠"Por mais insignificantes que sejam, até mesmo na perfeição, haverá defeitos."

Inserida por sadicacarvalho

⁠Até o ser mais pequeno e insignificante pode ser belo ao mostrar toda a sua diferença e capacidade

Inserida por LillyRubus

Ainda que insignificante, diante da grandeza do Altíssimo, o ser humano é alvo da lembrança e visitação de Deus.

Inserida por josegracianodias

Quando se perde tempo com gente insignificante é porque gente insignificante significa muito e não é tão insignificante assim como dizem.

Inserida por GilNunes

Prazer, sou insignificante como Davi, cadê o Golias?

Inserida por paulo_jussio

Ser livre da soberba, me encontrar onde mereça estar, na insignificância do meu ser.

Inserida por Claudiokoda

Humanos anseia a longevidade, mas não passa de lapsos temporais insignificante diante das eras existenciais do universo.

Inserida por Claudiokoda

⁠Se é medonho não é insignificante e se é insignificante não é medonho...então a questão é, como algo tão insignificante pode ser tão medonho??

Inserida por MonikeAlves

Não ligo com o que pensa sobre mim, já me tornei insignificante várias vezes para fazer com que outros "insignificantes" se torna se significantes, tenha certeza que não preocupo com o que você pensa sobre mim, podeis me privar, mas não levarei em conta, pois sei o que já fiz e quem ajudei.
Isso por si só já conta como vitória para mim.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Me sinto insignificante
quando estou com você...
Você é o meu mundo...

Inserida por auloscarvalho

Com o tempo tudo passou a ser insignificante, apenas o amor teve espaço no seu coração.

Inserida por Rita1602

Hoje despertei enferma. Disse que era gripe — a desculpa habitual, uma justificativa pronta para quem pergunta apenas por educação. Mas, entre nós, foi mais que isso. A doença física era só a casca, o sintoma mais visível de algo que me envenena mais fundo. Não entrei em detalhes, é claro. Porque, no fundo, não há criatura viva que realmente deseje saber como estou. Eles escutam, mas não ouvem; dizem que se importam, mas é o silêncio que realmente diz a verdade. Quem ama de verdade adoece junto. Por isso calei-me — foi um gesto de amor-próprio. Ou de resignação.

Fiquei deitada de barriga para cima até as dez da manhã, imóvel, como um cadáver temporário, tossindo tanto que a própria garganta parecia se desfazer em fiapos. Um rasgo interno, uma agonia que vinha de dentro para fora. Permaneci assim até reunir coragem para me arrastar até a pia: havia pratos a lavar. E então os sequei, como quem seca também a si mesma — tentando dar um mínimo de ordem ao caos que me habita.

No café da manhã, preparei uma papa de Mucilon. Um gesto infantil, quase um consolo. Foi bom. Mas também foi tudo que pude fazer. Retornei à cama — meu pequeno túmulo provisório — e apenas consegui erguer-me por breves instantes às duas da tarde. Comi, quase por obrigação, e engoli o ibuprofeno como quem engole o cansaço acumulado dos dias.

Já marcava quatro horas quando, num gesto quase heroico, reuni minhas últimas forças para me levantar outra vez. Enfim tomaria banho. Mas o inesperado me golpeou: não consegui fechar a porta. A chave, antes leve como uma pétala, agora era chumbo em meus dedos.

E então compreendi — não pela razão, mas por um suspiro da alma — que fazemos diariamente coisas que não notamos, e que talvez por isso mesmo nunca agradecemos. Trancar uma porta. Lavar um prato. Respirar. Tudo isso era fácil — até deixar de ser. E só quando a capacidade nos abandona, é que percebemos o quanto aquilo nos pertencia. Ou pensávamos que pertencia.

Agora, estou deitada novamente. Tossindo.
Como quem fala com Deus em código morse.
Como quem espera um milagre no silêncio.
Como quem compreende, tardiamente, que o corpo adoece quando a alma já está exausta.

Inserida por angelicabenigno