Tag informação
O homem gosta do que não conhece e pouco valoriza o que sabe, se acomoda no que lhes informa e despreza o fundamental, buscar o fundamental da informação, antes de sua divulgação para terceiros.
Tão importante quanto saber que a informação existe, é entender onde ela está e para o que ela serve.
Estamos na era da superficialidade, onde achamos que sabemos muito e na verdade sabemos muito pouco. Muita informação rasa sem profundidade. Muita crítica vazia sem fundamento. A moda é a crítica pela crítica, sem construção, irritação por nada e mimimi por tudo. Destacam aqueles que estudam, analisam e sabem quando o silêncio é a melhor resposta e quando suas verdades possuem raizes ramificadas que geram reflexão com único foco: solução
As escolas públicas precisam mais de recepcionistas, por ser um lugar de educação, do que de porteiro musculoso, fardado, armado: segurança. Ninguém recebe a pedradas cordialidade, a informação correta e um livro de honra com o registro dos visitantes.
Rap do to sem crédito
A gente tem que se cuidar:
é muita informação
fake ou true
prum pequeno coração
num celular
e, sem afeto, a ligação,
a gente sabe,
não se completa.
Quanto mais informação, menos ilusão. Conhecimento é poder. Não seja formado pela forma de ninguém. Se informe!
Pior do que viver numa ilusão é não fazer nada para sair dela.
Após milhares de anos produzindo informação, o Homem passou por sérios problemas de documentação, catalogação e disseminação, além de dificuldades quanto a pesquisa e acesso. Com o surgimento dos meios eletrônicos esses problemas foram se extinguindo, dando lugar a outros relacionados a capacidade, velocidade, disponibilidade, integridade e autenticidade.
A informação, o conhecimento, a preparação e a estratégia sempre serão a melhor e a mais eficaz forma de se vencer qualquer crise.
Conclui que somos a geração mais estúpida que já existiu, temos acesso a informação e ao conhecimento mas mesmo assim queremos permanecer ignorantes.
O excesso de informação acaba por impossibilitar a reflexão que poderia criar uma nova teoria sobre o mundo.
Na guerra, o melhor tiro é a informação que nasce ali com o valor de vida. No início do ano letivo é a desenformação constante: Não se sabe ainda de nada até que tudo comece e nos digam algo provisório. Indisciplina é falta de rumo.
Hoje, todos têm acesso fácil à informação, mas a verdade está trancada a sete chaves. Então, abra sua mente!
Quem não tem conhecimento de apologética está textualmente perdido em um mar de interpretações.
Portanto, é essencial adquirir um entendimento sólido de apologética para navegar com clareza e precisão através das diversas informações contextuais. Sem essa base, corre-se o risco de se perder em um mar de ideias e conceitos, dificultando a busca pela verdade e a compreensão correta dos textos.
Uma informação negativa sobre si é muito mais impactante quando transmitida por alguém próximo do que por alguém distante.
Neste tempo de excessos e abundância, em que os mares digitais transbordam com mais saberes do que jamais imaginámos, há um paradoxo que se instala silenciosamente nas nossas almas. Há mais acesso à informação do que em qualquer outra época da nossa história, e no entanto, parece que caminhamos rumo a uma ignorância cada vez mais densa, como se a verdade se perdesse entre sombras e ecos distorcidos.
É um mundo onde a sobrecarga de informações nos sufoca, onde o excesso de dados nos cega. Em vez de clareza, encontramos confusão; em vez de luz, encontramos névoas que obscurecem o discernimento. As pessoas, perdidas nesse mar revolto, buscam refúgio em fontes que confortam, que confirmam as crenças já formadas, recusando o desafio do contraditório. É o viés de confirmação que governa, um farol falso que guia os navegantes por rotas enganosas.
A desinformação floresce nesse terreno caótico, as fake news propagam-se como sementes de dente-de-leão ao vento, alimentadas por medos e preconceitos. As redes sociais, com seus algoritmos insidiosos, tecem câmaras de eco onde cada voz apenas repete, incansavelmente, a mesma melodia, criando um concerto de ignorância e polarização.
O tecido social fragmenta-se, os laços se desfazem. Cada um em seu nicho, em seu canto, reflete apenas a si mesmo, ignorando o outro. As instituições, outrora baluartes de confiança e credibilidade, são agora vistas com desconfiança. Cada notícia, cada palavra, é recebida com um olhar cético, como se o mundo estivesse repleto de sombras e fantasmas.
Para navegar este oceano de dados, precisamos de uma bússola firme. A promoção da diversidade informacional, para que possamos ouvir múltiplas vozes e perspectivas; o fortalecimento das instituições, para que a confiança possa ser restaurada.
Nesta era de abundância, a verdadeira sabedoria reside em saber escolher, em discernir, em cultivar um espírito crítico e aberto. No entanto, esta era de desinformação faz-nos regredir à Idade das Trevas, onde a ignorância se torna uma opção consciente. O “Grande Irmão” e o “Ministério da Verdade” de Orwell parecem cada vez mais reais, governando nossas percepções e crenças. A grande questão que se coloca é como podemos fazer surgir novamente um Renascimento e um Iluminismo, como reacender as chamas da razão e do conhecimento num mundo que se perde em sombras? Encontrar a resposta a esta pergunta é o desafio do nosso tempo, e nele reside a esperança de um futuro mais lúcido e iluminado.
