Tag humanas
Eu era perturbado, desconfiado, emburrado e paranoico, capaz de encontrar um jeito de arruinar até mesmo as interações humanas mais básicas.
A desigualdade social é uma fenda irracional, fabricada pelas mentes humanas ditas, enganosamente, racionais.
Existem dois tipos de erros: os de essência e os de percurso. Os de percurso podem acontecer até com alguma freqüência e produzir estragos significativos vez por outra, mas sua característica é a de ser percebido na fonte em algum momento, e abrir espaço para a necessária reparação. Erros de percurso enriquecem no momento em que se apresentam como referenciais de crescimento, além de oportunidades para resgate de marcos de partida, já que não são inerentes a quem os produz e suas seqüelas sempre se mostrarão reversíveis. Já os de essência não possuem esse potencial de transformação, repetindo-se de forma sistemática e perene, uma vez que integram a estrutura de seu produtor. Enquanto que os primeiros podem se transformar em maravilhosas oportunidades de recomeços maiores, a única forma de nos protegermos destes últimos é pelo distanciamento de sua fonte de origem. Tal atitude, em vez de se mostrar como capitulação diante de um desafio – ou de derrota frente à resistência para chegar-se à vitória – requer que seja vista como a mais inteligente das posturas por sua característica de empreitada inútil e sem a mínima chance de dar margem a avanços.
As relações humanas são como edificações que dependem de alicerces confiáveis que lhes garantam a sustentação: por mais atraente a aparência externa, impossível mantê-las de pé sobre estruturas já condenadas, sendo o desabamento uma questão de tempo. Até palácios levantados sobre pilares mal construídos se transformam em pó quantas vezes se tente reerguê-los. Consolidem-se as fundações, e a construção se mostrará perene.
Neste Dia das Mães, desejo a todas nós que conversemos mais com nossos filhos, que aceitemos nossos limites (e os limites deles também) e compartilhemos nossas dúvidas e incertezas. Assim seremos menos deusas e mais humanas, estaremos mais próximas para ajudá-los nas suas necessidades e acalentar seus sonhos.
Eu e você
Tão diferentemente iguais
Eu humanas, você exatas
Eu mais coração
Você mais cérebro
Eu pela emoção
Você pela razão.
E qual a razão de sermos tão parecidos mesmo assim?
Pensamos tão iguais
Temos gostos em comum
Mas nenhum contato há entre suas exatas teorias
E as minhas humanas sugestões.
Eu amo suas exatas formas de dizer tudo que sabe e sente
E eu em segredo faço para ti
Minha humanas poesias
Com todos os motivos para amar
Suas exatas formas de ser sempre você
Ser sempre esse magnífico ser
Que tanto me encanta
Que tanto me conquistou
E me conquista sempre mais
E eu com minhas humanas maneiras de ser eu
Não chamo sua atenção
Acho que entre nós há repulsão
Meu humano coração não conquista você
Mas sua exata essência me atraiu
Terminamos em uma inércia.
E agora senhor exatas?
Qual a fórmula pra ter seu amor?
Ou te esquecer?
A cada dia percebo que o ser humano, em grande parte, trás em si uma formatação ideológica das crenças e do meio onde está inserido. Assim sendo, exerce todo seu potencial de julgamento sobre regras, leis e conceitos morais, para avaliação do outro, menos de si mesmo. Talvez quando compreender melhor as leis naturais que regem o universo e valem para todos. Verá que há diferenças entre leis Divinas ou naturais, com leis humanas, pois são imperfeitas e não atingem todos.
Meu bem, você é uma equação difícil,
e eu sempre fui de humanas,
mas se eu não encontrar o resultado correto para terminarmos bem,
vou ter que fazer recuperação na terapia.
Tudo o que nos falta, somado a tudo o que tivemos, é o que nos completa! não podemos suprir o que não tivemos e nem tampouco tirar o que nos foi entregue pela vida.
O lar da paz está na naturalidade das relações. Seja com pessoas, animais, plantas, coisas ou situações.
O jeito que as pessoas nos tratam é consequência do que elas são e jeito como eu trato os outros é uma consequência do que eu sou.
As decepções advindas das relações humanas surgem da ilimitada expectativa que depositamos nos outros. O resultado da aposta nem sempre é aquele que queremos. Portanto, seja prudente ao jogar todas as suas fichas, os diferentes dificilmente serão iguais.
Pergunte a uma criança quantos anos ela tem: Se mostrar com os dedos das mãos, trabalhará com exatas; se responder falando, trabalhará com humanas; se não souber, fará educação física.
O medo é uma emoção primária, inata e necessária para a nossa sobrevivência. Além disso, ele também nos impede tomar certas atitudes das quais poderia-mos nos arrepender ou ainda pode nos favorecer a agir de forma correta pelo temor das consequências futuras.
Seja de uma forma ou de outra (impedindo ou estimulando comportamentos), o medo é capaz de despertar na grande maioria das pessoas o que chamamos de "consciência emocional" das consequências de nossos atos.
Em nossas interações com as pessoas, frequentemente perdemos oportunidades para mostrar apreciação sincera. Reconhecer os pontos fortes das outras pessoas requer um esforço consciente e não leva muito tempo. Uma vez que comecemos a fazer isso, se torna natural. Compreendendo melhor o poder de estimular os outros por meio do reconhecimento e demonstrando entusiasmo genuíno podemos aumentar a moral e criar uma cultura positiva.
