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Se você for um gênio solitário, misantropo e desconhecido; se jamais divulga o que sabe e ninguém tem conhecimento de quem você realmente é ou do que faz, então, o seu valor social passa a ser igual ao do mais comum dos homens.
"Eu não vejo a genialidade como um domínio exclusivo, mas como um estado consciencial divinamente inspirado."
Nada é mais popular em redes sociais do que parecer inconformado, excessivo, imprevisível, uma forma mais modesta do clichê que vê na genialidade um prolongamento da loucura.
“A inspiração é a faísca que incendeia a propulsão de uma ideia; a criatividade que vem depois disso é por conta da sua genialidade.”
A genialidade não é mérito do gênio,
pois é uma dádiva de Deus, a quem pertencem todos os méritos e honras.
As vezes a Vida te dá uma oportunidade, de você demonstrar o quão idiota você é ou o quão brilhante você pode ser. Muitas pessoas reclamam que não tem sucesso, e colocam sua infelicidade culpando outras pessoas. O único culpado de não ser feliz e ter sucesso é você mesmo, que aceitou com que a vida fizesse isso com você. O bom as vezes não é o suficiente, o suficiente as vezes na basta. Quer impressionar alguém, quer ser mais ou quer mais. Vai além, faça diferente e se surpreenda o quão brilhante, forte e genial você pode ser.
#Arlindo Martins de Jesus Júnior
Com a mesma paixão, é capaz de recitar a genialidade de um filósofo ou artista distante enquanto aponta como louco ou bobo, o outro gênio da mesa ao lado.
Se faço um balanço de minhas últimas relações sociais, descubro estupefato, que me relacionei quase que exclusivamente com náufragos. Náufragos que, ainda por cima, acreditavam piamente estarem ziguezagueando entre a fronteira do talento e a da genialidade.
O solitário leva uma sociedade inteira dentro de si: o solitário é multidão. E daqui deriva a sua sociedade. Ninguém tem uma personalidade tão acusada como aquele que junta em si mais generalidade, aquele que leva no seu interior mais dos outros. O gênio, foi dito e convém repeti-lo frequentemente, é uma multidão. É a multidão individualizada, e é um povo feito pessoa. Aquele que tem mais de próprio é, no fundo, aquele que tem mais de todos, é aquele em quem melhor se une e concentra o que é dos outros.
(Miguel de Unamuno in Solidão)
Os ditames da educação
É possível ser cordial, agir educadamente com alguém que nos tenha ofendido? Quando um coração é ferido existe discordância de sentimentos que podem ir além, dependendo do grau de educação de cada pessoa, mas... é possível realmente ser amável com alguém que nos magoou sem parecer hipócrita? Como proceder realmente? Existe também a questão de princípios, os preceitos da boa educação não permitem que sejamos falsos com nosso semelhante. Pertinente a sentimento humano as coisas se tornam muito mais complexas, é complicado seguir as regras da boa etiqueta sob a pressão do coração, pois existe certa dificuldade para discernir os sentimentos, a convergência de pontos de vista, a falta de disposição em ser sincero com alguém são questões que devem ser consideradas, afinal houve uma quebra de decoro por parte de outrem e diante dessa premissa o obvio seria o hermetismo sentimental. Exageros à parte, devemos concordar que a vida, embora irônica em certas ocasiões, precisa ser levada a sério e todos nós temos o dever de ser sinceros com todas as pessoas a nossa volta, portanto, é apropriado que sejamos cordiais, gentis, amáveis sem ser hipócritas com quem quer que seja, independentemente da situação. Essa regra deve ser aplicada a todas as pessoas. No entanto, somos seres ligados a uma ordem natural, o temperamento, o caráter e a personalidade de cada indivíduo deve ser levada em conta. É o que constitui a natureza de cada ser, as pessoas têm sua própria designação, sua índole. De tal modo que podemos ser capazes da quebra de decoro, devemos ter aptidão a perdoar o nosso semelhante.
Ninguém nunca apreciou nem entendeu sua genialidade, porque para entender sua obra, deve se engajar a ela.
Quando Einstein foi perguntado "Como era ser o homem mais inteligente do mundo, este respondeu: Não sei, perguntem ao Tesla". Acho que isso define muita coisa.
Os maiores gênios da humanidade não conseguiriam ficar 1 minuto numa plataforma de rede social, a não ser que estivessem estudando "comportamento de massas".
#contemironia
Pare de se transformar no monstro de Frankenstein, uma personalidade multifacetada, só para agradar os insatisfeitos. Comece sendo o seu próprio Einstein, criando a sua genialidade singular e construindo sua própria história, sem se moldar às expectativas alheias.
